Conheça a história do homem que alimentava ursos polares

Animais como os ursos polares são conhecidos como ferozes. São diversas histórias de pessoas que ficaram em estado grave após um ataque. É por isso que, apesar de ser um lindo animal, não é aconselhável chegar perto. Mas existem seres humanos que têm a sensibilidade mais avançada e conseguem, com alguma facilidade, “conversar” com esses animais.

Durante uma pesquisa de imagens no acervo da revista “Vokrug Sveta”, uma história contada em 1977, mostrava uma imagem em preto e branco de um homem, chamado Nikolai Machulyak, alimentando ursos polares. Enquanto um filhote agarrava a sua perna, o outro apenas ficava deitado de olho.

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A história se inicia no ano de 1974, quando uma ursa polar foi morta após destruir uma cabana na região do Cabo Schmidt, na Rússia. O problema é que o animal tinha um filhote para criar e ele ainda não sabia caçar. Nikolai se comprometeu a dar alimentação à ela durante cinco meses. No 5º mês, o animal, denominado Masha, sumiu.

Cerca de um ano após o incidente, Nikolai voltou ao local. Logo de cara viu um urso gigante vindo em sua direção. Demorou um pouco até perceber que aquilo não era um ataque. Era Masha crescida, com 150kg. Nikolai deu carne e leite condensado ao animal, que o fez dar comida a todo o restante do bando, que também o aceitou como amigo.

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Todas as fotos © Vokrug Sveta

Fotografias inéditas mostram a vida no meio artístico na década de 80 em Nova York

Ela chegou em Nova York, vinda do Oregon em 1980. Acompanhada apenas de sua câmera, Paige Powell rapidamente se integrou à cena artística local, que passou a ser retratada em suas fotografias. Nesta turma, estão nomes como Jean-Michel Basquiat, Tama Janowitz, Stephen Sprouse e Madonna.

Basquiat inclusive foi seu namorado de 1982 a 1984 e acabou sendo uma das personalidades mais clicadas pela fotógrafa. Entre seus registros, também podem ser encontrados retratos de Bob Dylan e Andy Warhol.

As fotografias e filmagens, que incluem até mesmo cenas em que Basquiat aparece nu, ficaram guardadas em caixas debaixo da cama de Paige por quase 4 décadas. Agora, os registros compõem a exposição “The Ride“, que fica em cartaz no no Portland Art Museum até dia 21 de fevereiro de 2016.

Se for passar perto, vale a pena a visita. Se não, vê com a gente alguns dos retratos:

paige 1 Jean-Michel Basquiat

paige 2 Escrivaninha de Warhol

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paige 4 Estúdio de Andy Warhol

paige 6 Bill Cunningham no The Roxy Love Ball, Nova York, 1989 

paige 7 Roxy Break, Nova York,, 1982

paige 8 Andy Warhol e Kenny Scharf

paige 9 Andy Warhol posando como escultura invisível, 1985

paige 10 Sting, Bob Dylan e Andy Warhol, 1986

 paige 11 Andy Warhol e Grace Jones, Nippon, NY, 1985.

paige 12 Madonna, pela primeira vez feia em uma foto, 1984

paige 13 Anita Sarko, 1986

paige 14 Tina Chow

paige 15 Paige Powell, 1981

Todas as fotos © Paige Powell

Fotógrafa viaja pela Europa explorando lugares abandonados com sua cachorra

A fotógrafa holandesa Alice van Kempen viaja pela Europa com sua pitbull terrier Claire. Não pense você que o resultado dessas aventuras são apenas imagens fofinhas de cachorros para conquistar fãs na internet. A dupla viaja há mais de dois anos pelos países da Europa, passando por lugares abandonados para compor as mais impensáveis fotos.

O carisma e a desenvoltura para posar dessa cadela de três somados aos cenários, como antigas bases militares, trens, minas de carvão, mosteiros, igrejas, hospitais e outros locais inusitados, e ao talento de Alice proporcionam coloridas fotografias estonteantes.

Veja a seleção abaixo e siga a fotógrafa no Instagram, porque vale a pena:

Dona de casa desesperada

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Expresso do Oriente

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Eu sou uma costureira muito criativa

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Vá procurar um médico

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Vamos fazer alguma coisa “que não deveríamos estar fazendo”

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Quer brincar?

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O Paciente Inglês

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Pronta para decolar

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Apenas nós dois

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Cante uma música

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A idade da Inocência

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Dias de escola

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A manhã depois da noite anterior

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Eu acredito no CÃO

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Rainha de seu castelo

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Todas as fotos © Alice van Kempen

Série de fotos tocante compara a vida das crianças refugiadas de hoje com as da II Guerra Mundial

O mundo inteiro se comoveu quando a imagem do menino Alan Kurdi, refugiado sírio de apenas 3 anos de idade, foi divulgada pelos meios de comunicação. O pequeno havia morrido ao tentar atravessar para a Europa e se tornou um símbolo da crise que afeta os refugiados sírios.

Apesar disso, pouca gente se lembra que crianças como Alan arriscam suas vidas todos os dias ao tentar uma nova vida em outro país. E a situação delas é bastante parecida com a vivida pelas crianças que sobreviveram à Segunda Guerra Mundial.

Uma série de fotografias lançada pela UNICEF mostra bem as semelhanças entre as duas situações e traz à tona uma nova reflexão sobre o assunto. No último ano, mais de um milhão de refugiados entraram na Europa, segundo dados do Buzzfeed News – o número só chega próximo ao que foi alcançado durante a Segunda Guerra Mundial, o maior conflito do século XX.

E as fotos abaixo são uma prova de que as semelhanças não param por aí.

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Entrada proibida: Cerca de 1946, na Grécia, meninas espreitam através da janela de uma escola onde uma clínica médica foi criada (à esquerda). Em 2015 na antiga República Iugoslava da Macedônia, uma criança refugiada está com adultos em uma cerca de arame em Gevgelija, parados no principal ponto de entrada para o país.

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Ao ar livre: Duas crianças dormem em uma cama de madeira no meio de uma rua na Itália por volta de 1945. Na Croácia, um adulto e uma criança refugiados dormem em uma cama improvisada fora de uma casa de passagem em 2015.

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Sem-teto: Na Grécia por volta de 1949, as crianças espiam desde uma cabana improvisada (à esquerda). Em 2015 na antiga República Iugoslava da Macedônia, uma menina está encolhida debaixo de um cobertor para afastar o frio.

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Lágrimas: Um menino novo leva uma criança chorando em um acampamento para pessoas desalojadas em Kavaja, Albânia, por volta de 1945. Em 2015, na Antiga República Iugoslava da Macedônia, uma criança chorando é consolada perto de Gevgelija. A Unicef lembra que viagens longas e incertas deixam as crianças assustadas e vulneráveis.

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Educação: Um menino refugiado lê um livro na Grécia por volta de 1955 (à esquerda). Crianças desenham em um espaço infantil apoiado pela Unicef equipado com materiais e brinquedos educativos para crianças que passam através de Preševo, casadas de suas longas jornadas, na Sérvia em 2015.

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Comida: Cerca de 1946, na Grécia, as meninas deslocadas comem uma refeição de “halva”, uma mistura de farinha de semolina nutritiva, azeite ou margarina e açúcar (à esquerda). Em 2015, uma criança refugiada come um lanche em uma estrada de ferro perto de Gevgelija, na fronteira com a Grécia

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Auxílio: Um trabalhador humanitário realiza uma pesquisa de nutrição com uma família em uma área de cozinha ao ar livre, na aldeia de Lika, muito danificada pela guerra, na Iugoslávia, cerca de 1945 (à esquerda). Na Antiga República Iugoslava da Macedônia, um tradutor da Unicef seca as lágrimas de uma menina chorando em Gevgelija em 2015

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Nutrição: Cerca de 1950, na Grécia, meninas recebem uma refeição da Unicef. Em 2015, na Grécia, um funcionário da ajuda de voluntários coloca um cobertor de emergência ao longo de três crianças refugiadas recém-chegadas enquanto elas comem bananas

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Jornada: Em 1946, na Polônia, uma família de refugiados repousa sobre seus pertences durante a sua viagem para a fazenda que os espera na região da Baixa Silésia (esquerda). Em 2015 na antiga República Iugoslava da Macedônia, um menino envolto em um cobertor descansa ao lado de uma estrada de ferro que vai para o norte da Sérvia

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Roupas novas: em 1949, na Itália, uma menina sorri enquanto tem suas medidas tiradas para um vestido novo no Instituto de Santa Genoveva, um orfanato em Nápoles (à esquerda). Em 2015 na antiga República Iugoslava da Macedônia, refugiados sírios, afegãos e iraquianos coletam roupas de inverno distribuídas em Tabanovce

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Esportes: Cerca de 1950, na Itália, crianças com deficiência jogam futebol (à esquerda). Em 2015 na antiga República Iugoslava da Macedônia, adolescentes jogam futebol em um centro de recepção para refugiados e imigrantes. 

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Viagens: Na Grécia por volta de 1946, crianças órfãs de guerra esperam em um caminhão enquanto viajam para encontrar suas famílias adotivas (esquerda). Em 2015, um menino tenta dormir em um trem lotado viajando em direção à fronteira com a Sérvia a partir de Gevgelija. 

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Cansados: Cerca de 1946, na Alemanha, uma menina deslocada envolta em cobertores fica no topo de seus pertences, esperando para continuar a sua viagem de volta (à esquerda). Em 2015, na Sérvia, um menino refugiado repousa em uma mala em um centro de recepção em Preševo. Ele vai viajar mais depois de receber os seus documentos de viagem.

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Sapatos: Na Grécia, cerca de 1950, um menino usa meias presas com cordas e sapatos diversos tamanhos acima do seu (à esquerda). Em 2015, em Gevgelija, Jamal Majati amarra os cadarços de seu filho Basher depois de parar para mudar suas roupas em um espaço adequado para crianças apoiado pela UNICEF, enquanto eles fogem do conflito sírio.

Todas as fotos © UNICEF

TEXTO DO DIA

Muitas pessoas irão entrar e sair da sua vida
mas somente verdadeiros amigos deixarão pegadas no seu
coração.

Para lidar consigo mesmo, use a cabeça,
para lidar como os outros, use o coração,
raiva é a única palavra de perigo.

Se alguém te traiu uma vez, a culpa é dele;
Se alguém te trai duas vezes, a culpa é sua.

Quem perde dinheiro, perde muito,
Quem perde um amigo, perde mais.
Quem perde a fé, perde tudo.

Jovens bonitos são acidentes da natureza:
Velhos bonitos são obras de arte.

Aprenda também com o erro dos outros,
você não vive tempo suficiente para cometer
todos os erros.

Amigos você e eu…
Você trouxe outro amigo…
Agora somos três…
Nós começamos um grupo…

Nosso círculo de amigos…
E como um círculo,
não tem começo nem fim…

Ontem é história:
Amanhã é mistério,
Hoje uma dádiva,

É por isso que é chamado presente.

 

 Os Viajantes e o Urso
Um dia dois viajantes dera de cara com um urso. O primeiro se salvou escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia consguir vencer sozinho o urso, se jogou no chão e fingui-se de morto. O urso se aproximou dele e começou a cheirar sua orelha, mas, convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou:
_O que o urso estava cochichando em seu ouvido?
_Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.

Moral da história:
A desgraça põe à prova a sincaridade e a amizade

A improvável amizade entre um gatinho e uma coruja que vivem juntos num café japonês

A coruja Fuku e o gatinho Marimo formam uma dupla inusitada: juntos eles se divertem, tiram sonecas e até trocam beijinhos no café Hukulou, onde vivem, em Osaka (Japão).

O café tem como tema as corujas, e ven de em sua loja, souvenirs que retratam esses populares animais no Japão. É comum o local receber outras corujas como visita, mas a amizade de Fuku e Marimo jamais é ofuscada.

Aliás, a amizade de Fuku e Marimo está sendo espalhada mundo afora, como nessa reportagemfeita pela Pakistan Television. Prepare-se para morrer de amor:

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Todas as fotos via Facebook