FRASE DO DIA

Os ventos que às vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar.Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado.Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre…

Bob Marley

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Fósseis recém-descobertos podem reescrever a história da evolução na Terra

Fósseis podem mudar muito do que sabemos sobre evolucao (1)

Parece que os depósitos marroquinos da era ordoviciana são um tipo de Mundo Perdido. Espécies que se pensava terem morrido 20 milhões de anos no início da era Cambriana estão ao lado de outras que, até então, acreditava-se que ainda não teriam evoluído à época que estes depósitos foram formados.

A era cambriana marca um dos pontos mais importantes no desenvolvimento da vida, com uma explosão de formas multicelulares. No entanto, aproximadamente 485 milhões de anos atrás, muitas dessas espécies morreram – ou pelo menos era assim que pensávamos. Uma formação de 477 milhões de anos de idade, conhecida como Lower Ordovician Fezouata, demonstra que centenas sobreviveram por muito mais tempo do que pensávamos.

O Fezouata é rico em fósseis não vistos em outros lugares, como uma criatura de dois metros de comprimento que se assemelhava a um camarão.

Fosseis podem mudar muito do que sabemos sobre evolucao (4)

No entanto, nos últimos anos, a formação também tem rendido muitas espécies que parecem familiares para os cientistas que estão acostumados a estudar formas de vida do Cambriano. “Um certo número de animais do Fezouata não pareceria estar fora do lugar na pedreira Burgess Shale de Walcott”, relata um artigo na publicação Journal of Geological Society. O Burgess Shale é famoso por seus animais extraordinários do Cambriano, mas que acreditava-se que teriam sido extintos logo em seguida.

Para um dos autores do trabalho, o professor Derek Briggs, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, o Fezouata é extraordinariamente significativo. “Os animais típicos do Cambriano ainda estão presentes em rochas 20 milhões de anos mais jovens, o que significa que deve haver um registro enigmático no meio que não está preservado”, disse em entrevista ao portal I Fucking Love Science. A ausência de exemplos intervenientes pode ser um resultado da “escassez geral de ambientes lamacentos da plataforma continental distal favoráveis ​​para preservação como ocorre em Burgess Shale”.

O antigo microcontinente de Avalonia foi uma exceção, tendo plataformas continentais estendidas. Traços de estratos rochosos de Avalonia sobrevivem no Marrocos, Espanha e norte da Europa.

Fosseis podem mudar muito do que sabemos sobre evolucao (3)

Muito trabalho pela frente para descobrir mais fósseis

Mais de 160 gêneros de animais foram encontrados no Fezouata e ainda há muita escavação a ser feita. Exemplos de espécies que parecem ser cambrianas incluem lobopódios, vermes com pernas e espinhas, e anomalocaridídeos, que, acredita-se, teriam sido os predadores da era cambriana.

Por outro lado, algumas espécies têm se mostrado mais velhas do que os cientistas suspeitavam. “Os caranguejos-ferradura, por exemplo, podem ser pelo menos 20 milhões de anos mais velhos do que pensávamos. A formação demonstra o quão importante fósseis excepcionalmente preservados são para a nossa compreensão dos principais eventos evolutivos da antiguidade”, explica Peter Van Roy, também de Yale.

“Alguns dos organismos são enormes – de vários metros de comprimento”, conta Briggs. “Com tal preservação excepcional, em uma exposição totalmente marinha, podemos desenvolver uma imagem razoavelmente completa de como era a vida no Ordoviciano”.

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Os resultados desafiam a linha do tempo tradicional, que sugere uma explosão de diversidade no Cambriano, seguida por extinções generalizadas que, por sua vez, levaram ao Grande Evento Ordoviciano de Biodiversificação. Em vez disso, pode ter havido uma continuidade não reconhecida entre as duas eras. [I Fucking Love Science]

Fotografa clica aves de rapina em uma viagem para o Panamá

Cristina e uma artista da Roménia em busca da beleza da Terra,em uma viagem para o Panamá Cristina ficou  pensando como   explorar a vida selvagem Os primeiros animais ela se  deparou são os  grandes abutres negros que foram subindo acima dos telhados de arranha-céus na Cidade do Panamá. Então ela conheci-os mais próximos, na costa do Oceano Pacífico, perto do mercado de peixe, acima de Cerro Ancón -o ponto mais alto da Cidade do Panamá, ou em ilhas alguns minutos de distância da cidade.

Chegando  perto dos abutres ela ficou mais perto e olhando para eles, lutando,se preparando, à procura de comida, voando alto no céu, comendo  entre as estradas. Pode-se dizer que eles são feios e feroz, mas para a fotografa  são criaturas bonitas.Confira de perto as belas imagens feita por ela.

One may say they are ugly and ferocious, but for me they are beautiful creatures

Fotógrafo vai na contramão e retrata crianças refugiadas espalhando sorrisos

Eles não são apenas refugiados tristes por deixarem seus países, são seres humanos comuns, como qualquer um de nós. E, por isso, também têm emoções e picos de felicidade, mesmo em situações onde não há motivos para despertar um sorriso no rosto.

Pensando nisso, o fotógrafo Fréderic Séguin resolveu fazer imagens das vidas de crianças refugiadas em países de exílio descobrindo muito mais do que a tristeza em suas vidas. Ele retrata, em cada clique, os sorrisos e a alegria de cada um, expressando gratidão por, pelo menos, ter abrigo, comida e a família unida para dar força em momentos tão difíceis.

Com esta série, o fotógrafo espera combater o estigma da tristeza e depressão sempre associados aos refugiados. A dor existe, em muitos casos é quase impossível de suportar, mas as histórias felizes também estão aí pra serem contadas.

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Todas as fotos © Frederic Seguin

Fotos incríveis revelam como vivem as isoladas tribos das savanas da Tanzânia

Todo mundo sabe que a Terra é um planeta cheio de culturas, pessoas e e paixões diferentes. Apaixonado por descobrir esse tipo de coisa, o fotógrafo romeno Vlad Cioplea viajou para a Tanzânia, na África, para fazer imagens de vários povos.

Ciopela passou 20 dias no país para conhecer e fotografar as tribos Maasai, Bushman, e Tatoga. Segundo ele, dormiu na savana cercado por animais selvagens, aprendendo diversas ideologias sobre cada um dos grupos.

Por exemplo: na Maasai, aprendeu que os meninos são circuncidados com 14 anos sendo preparados para ir para a aldeia. Além disso, só comem a carne que conseguirem caçar. Já na Bushman, aprendeu as técnicas de caça e descobriu que a maioria deles comem macacos.

Veja como as fotos são interessantes:

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Another group Cioplea met was the weed-smoking Bushman tribe, who taught the photographer their incredible hunting techniques. Pictured is one of their hunters near Lake Eyasi

A Maasai woman smiling at the 30-year-old photographer. He said the tribes were extremely hospitable, but he had to earn their trust before they would let him take their photo

Adorned in an array of necklaces and with lobes stretched almost to their shoulders, the Maasai people were extremely welcoming to the 30-year-old Romanian. Pictured are Maasai women selling their handcrafts in the village stall

Colourful women and a small child stand out on the golden plains in the Natron Lake Village thanks to their flamboyant outfits and jewellery

Cioplea was deeply impressed with how simple their lives are - with no worries about tomorrow 

A happy young Maasai woman in Lake Natron village, surrounded by jewellery made to sell for a living

The explorer said that the tribal clothes are very colourful and helped to bring his African story to life

The explorer said that the tribal clothes are very colourful and helped to bring his African story to life

Skilled: The bushmen taught the pair how to find wild honey in the trees, and excellent hunting techniques 

In Maasai tribes, boys between seven and 14 years are circumcised and then they have to leave their homes for at least three months to learn how to survive on their own in the wilderness. Pictured is Maria, a Maasai woman from Natron Lake Village

A Maasai woman carries her baby strapped to her with cloth, with a tiny foot poking through the folds

Majestic: A Maasai Hero who goes by the name of Deo sitting on a rock at Lake Natron against with a spectacular backdrop

If you want to be friends with a Bushman, Cioplea says you have to give them a gift of honey or weed

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Todas as fotos © Vlad Cioplea

10 lugares perto de São Paulo para curtir os dias de folga em 2016

Holambra

Sai ano, entra ano e tudo o que queremos saber é quantos dias de folga e feriados prolongados teremos de cobiçar no calendário. Para não perder a oportunidade de escapar da rotina, é mais fácil se planejar para explorar as regiões mais próximas de seu próprio Estado. Quem vive em São Paulo tem o privilégio de encontrar paisagens deslumbrantes a poucos quilômetros da capital e muitas vezes nem sabe o que está perdendo.

Com uma área que equivale a quase 3% do território brasileiro, São Paulo também agrega belezas naturais que se afastam do visual de concreto da maior metrópole do país. Com cavernas surreais, praias paradisíacas e cidades históricas, o litoral e o interior do Estado reserva agradáveis surpresas a quem se atreve a percorrer alguns quilômetros para fugir da muvuca diária presente por todos os cantos da capital.

Quem curte ecoturismo e esportes de aventura tem uma porção de opções para se divertir. Se a ideia é só descansar e renovar as energias, praias remotas e águas termais dão conta do recado. Já estamos prontos para as próximas férias. E você?

1. Brotas

Quem curte se aventurar na natureza não pode deixar de conhecer os municípios de Brotas e Torrinhas, na chapada Guarani. A diversão é garantida com atividades como o boia-cross no Rio Jacaré Pepira, rafting noturno, arvorismo e tirolesa. Não deixe de ir a nascente de água cristalina e bem azul Areia que Canta. No meio da mata nativa, dizem que se esfregar a areia ao fundo do lago, dá para ouvir um som semelhante ao da cuíca.

Brotas

2. Holambra

Sim, um pedaço da Holanda está entre nós. Inspirada na cultura do país, Holambra é considerada a cidade das flores e seu turismo gira em torno do cultivo. Edifícios coloridos semelhantes aos holandeses e belos jardins floridos adornam a cidade, que fica lotada durante a Expo Flora, importante feira do setor.

Holambra

3. Barra do Una – São Sebastião

Com um visual incrível, a praia traz uma junção interessante entre rio e mar na paisagem cortada por uma porção de areia e vegetação. Os surfistas encontram boas ondas e os aventureiros se divertem em atividades típicas do ecoturismo.

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4. São Bento do Sapucaí

Logo ao lado da conhecida e badalada Campos do Jordão, a cidade tem paisagens que refletem a paz necessária durante os dias corridos de trabalho. A Pedra do Baú é um dos principais pontos turísticos de São Bento, assim como o Carnaval de rua, que leva bonecos gigantes e foliões para as ruas até então pacatas e tranquilas.

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5. Iporanga

Nem parece que São Paulo esconde lugares tão fascinantes. A chamada “capital das cavernas” sedia o Petar, Parque Estadual Turístico Alto do Ribeira, onde a cachoeira de Meu Deus se consolida como a mais bela do Estado. As cavernas em meio a Mata Atlântica inspiram paisagens surreais, que só a mãe natureza poderia nos dar.

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6. Olímpia

Em Olímpia, mais de 15 mil pessoas visitam o Thermas Laranjais diariamente. Próximo ao aeroporto de São José do Rio Preto, já foi considerado um dos parques aquáticos mais visitados do mundo. Uma das novidades para este Verão é a piscina de ondas, que atrai surfistas e aspirantes do esporte. Toboáguas, rio selvagem e escorregador flutuante divertem crianças e marmanjos.

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7. Socorro

A apenas 132 km da capital, Socorro fica na encosta da Serra da Mantiqueira, o que a traz inúmeras belezas naturais. Sendo fonte de águas termais, que têm propriedades terapêuticas, a cidade se enche de turistas e aventureiros em busca de atividades radicais. Além disso, se destaca como pólo de compras em malharia por reunir cerca de 400 produtores em seu território.

Socorro

8. Praia de Indaiaúba – Ilhabela

Um dos destinos mais procurados no Litoral Norte, Ilhabela faz jus ao nome que tem e revela belas praias por toda a sua área. As mais remotas, porém, se destacam por serem praticamente intocadas, como é o caso da Indaiaúba. As águas calmas e cristalinas são propícias para o snorkel, enquanto a areia te convida para um descanso. Por ela também se acessa a trilha que leva até Bonete, outro ponto isolado e igualmente belo, com direito a cachoeiras incríveis pelo caminho.

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9. Luís Carlos

A 80 km de São Paulo está Guararema, destino que já serviu de cenário para produções da sétima arte. Com cara de 1940 e edifícios coloridos, o distrito de Luís Carlos ganhoi fôlego turístico com apoio dos passeios de Maria Fumaça – construída em 1927 -aos fins de semana, que leva os curiosos da capital até o lugar em meia hora de percurso. Dá para ir de carro ou bike também, mas a locomotiva propõe um passeio ainda mais diferente.

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10. Iguape

Quem curte passeios históricos e lugares tranquilos não pode deixar de conhecer uma das cidades mais antigas do Brasil. Junti a Cananéia, Iguape foi fundada em 1538 e preserva coloridas casinhas coloniais feitas de taipa de pilão. A boa notícia é que se mantiveram bem restauradas ao longo de tantos anos devido o forte potencial econômico da região durante os séculos XVI e XIX, quando foi descoberto o ouro. Atravessando a ponte do Mar Pequeno se chega a Ilha Comprida, praia repleta de piscinas naturais e dunas.

Iguape
Foto: Creative Commons/Paulo Henrique Zioli

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