Artistas do mundo inteiro prestam homenagem a David Bowie com incríveis obras de arte

David Robert Jones, conhecido no mundo inteiro como David Bowie, estrela maior da cultura pop e do rock no século XX, perdeu a vida nesta madrugada, de 11 de janeiro de 2016. É um ano que começa mais pobre, mas sua memória e criações ficarão para sempre com aqueles que tiveram o privilégio de o ouvir.

Aos 69 anos, 2 dias após ter celebrado seu aniversário com o lançamento de um novo álbum, Blackstar, Bowie deixa um legado difícil de igualar. E os artistas influenciados pela sua obra fizeram questão de o homenagear com uma série de ilustrações, GIF’s e outras obras de arte que vale a pena conhecer:

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Imagem © Anna Bean
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10 hostels brasileiros onde você pode trabalhar em troca de hospedagem grátis

Todo mundo quer viajar, mas a grana é curta. Para a sorte de muitos, tem crescido bastante o número de ofertas em hostels baseados no chamado Work Exchange (“intercâmbio de trabalho”, em tradução livre), que seria na troca de uma cama e refeições por algumas horas semanais de trabalho. Ou seja, dá para ter hospedagem grátis e economizar durante a sua viagem.

Sites como o Worldpackers reúnem hostels com oportunidades de trabalho baseados na moeda de troca. Como o Nômades Digitais aprova a ideia, nada melhor do que mostrar 10 alternativas ao redor do Brasil para que você agende sua próxima viagem já de olho na economia. Olha só:

1. Sítio Passarim – Mato Grosso do Sul

Em Rio Verde, o hostel cercado pela natureza fez um baita sucesso neste post. O local aceita a troca de trabalho em bioconstrução por hospedagem e alimentação. Os viajantes trabalham das 8h às 12, tendo a tarde livre para aproveitar o visual paradisíaco e se divertir nos rios.

2. Floripa Surf Hostel – Florianópolis

A 200 metros da praia do Campeche, o hostel de ar surfista tem entre suas qualidades almoço grátis seis vezes por semana, lavanderia, bike e pranchas de surfe gratuitas também. Pessoas amigáveis são bem-vindas e podem trabalhar na recepção, por exemplo.

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3. Porto Backpackers – Porto de Galinhas

Próximo a bela praia de Ipojuca, o pequeno hostel tem infraestrutura simples, mas oferece o básico que todo o viajante precisa. O trabalho necessário, no geral, inclui serviços de limpeza e recepção, onde o hóspede atende ligações, ajuda nos check-ins e check outs, além de responder questões gerais dos visitantes. São quatro horas por dia, sendo uma folga por semana.

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4. Purple House Hostel – São Paulo

Próximo a Av. Paulista e a duas estações de metrô, este hostel tem como objetivo fazer com que todos se sintam em casa. O trabalho de 40 horas semanais inclui três dias de folga e exige inglês intermediário. As vagas são para promotor de festas, administração, limpeza e recepção.

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5. Pousada Jacarandá em Trancoso – Brasil

Localizado numa das praias mais cobiçadas do Brasil, esta pousada procura um viajante que saiba fazer reparos e trabalhe durante 4 horas por dia, com direito a dois dias de folga. Há vagas ainda para instrutor de ioga, que trabalhe por 1 hora e tenha uma folga por semana, além de recepcionista que fique disponível por 5 horas por dia, com direito a dois dias de folga.
 

6. Cidade Baixa Hostel – Porto Alegre

No quarteirão mais boêmio da cidade, pode ser difícil querer trabalhar, mas vai valer a pena. Comandado por uma família, o hostel precisa de ajudantes nas áreas de marketing, incluindo social media, fotógrafo, videomaker e desenvolvedor web, além dos serviços mais básicos como recepção, limpeza e alguém para o turno da noite.
 

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7. Arawak Jungle Hostel – Amazonas

Em Iranduba, mais precisamente na praia Acutuba – que fica no Rio Negro -, este hostel no meio da floresta tropical pode ser tudo o que você precisa para relaxar. Mas antes, é preciso colocar a mão na massa. Durante cinco horas por dia e com duas folgas semanais, o viajante pode ajudar a cuidar do jardim, do cultivo, da limpeza ou da arrumação.
 

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8. Lá em Casa Hostel – Belo Horizonte

Uma grande casa onde todos convivem bem e colaboram entre si abriga os mochileiros em BH. Fundado por um casal que trabalha com cinema, a dupla precisa de ajuda em seus projetos, portanto o trabalho envolve arte, pintura e decoração, desenvolvimento web e, para quem não se envolve em meios artísticos, há vagas na recepção. São 24 horas de trampo por semana e três folgas.
 

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9. Guanaaní Hostel – Espírito Santo 

Na região central de Vitória, o simpático hostel numa casinha amarela preserva o design charmoso dos anos 1920. Entre as vagas de trabalho disponíveis, somados em 38 horas semanais, estão recepcionista e arrumação dos quartos. O nível dos idiomas exigidos são iniciante em inglês e/ou português.
 

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10. Alma de Santa em Rio de Janeiro – Brasil

O hostel em Santa Teresa tem um quarto disponível para aqueles que desejam e podem trabalhar em troca de cama, comida e roupa lavada. O espaço procura viajantes que falem inglês e português para ajudar na recepção durante 5 horas diárias durante a noite, com 2 dias de folga.
Todas as fotos: Divulgação

Artista imagina como seria se personagens da Disney vivessem nos dias de hoje – Parte 2

 
O que acontece depois do “felizes para sempre“? Algumas pessoas já tentaram imaginar a vida de alguns dos personagens que conhecemos quando crianças e mostrar como a vida deles nem sempre é um conto de fadas . Porém, um artista que levou a ideia a sério e imaginou os perrengues vividos até pelas princesas mais perfeitinhas é Jeff Hong, de Nova York .

Jeff continua imaginando o que aconteceu depois da última página das histórias destes personagens e mostrando como esse tal de felizes para sempre é uma enganação tremenda. Tanto é que sua série de imagens ganhou o nome de “Unhappily Ever After” (“Infelizes para sempre”, em tradução livre).

Apesar de parecer apenas uma brincadeira, a série também faz fortes críticas à nossa sociedade atual, como em uma imagem que mostra a princesa Jasmine chegando à Síria ou Tarzan descobrindo que a selva de pedra não era exatamente o que ele tinha em mente…

Vale a pena ver e refletir:

11/24/09 - Mumbai, Maharashtra India- Vashinaka slums near Chembur. Photo by Glen Cooper 

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Todas as imagens © Jeff Hong

Adolescente supera bullying e cria seu próprio vestido para baile de formatura

Depois de sofrer preconceito por parte de seus colegas de turma e ser muitas vezes chamada de “feia” ou “zangada”, uma estudante deu a volta por cima e conquistou o título de rainha do baile em sua escola. Com apenas 18 anos, a norte-americana Kyemah McEntyre chamou a atenção durante o baile de formatura do seu colégio em Nova Jérsia com o vestido que ela mesma desenhou.

Inspirada em suas raízes africanas, Kyemah soltou a criatividade para compor um vestido bastante diferente do usual – e conquistou também muitos fãs pela internet, que apoiaram sua iniciativa e a forma como enfrentou o problema de que sofreu durante muito tempo. No entanto, apesar de Kyemah ter feito o esboço do vestido, a produção da peça ficou a cargo de uma costureira local.

Depois de ver as fotos abaixo, é impossível dizer que ela não merecia o título (que conquistou!) de rainha do baile – e, quem sabe, um trabalho como estilista:

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Todas as fotos © Kyemah McEntyre