Este clube de natação da Sibéria reúne viciados em nadar em águas geladas

 
Para esse clube de siberianos não existe tempo ruim quando o assunto é nadar. O Cryophile winter swimmers club (clube de nadadores de inverno) é formado por viciados em nado… gelado!

Localizado na cidade de Krasnoyarsk, o grupo conta com mais de 300 membros que adoram mergulhar Rio Yenisei, onde o ar costuma chegar à temperatura de 22 graus negativos na escala de Fahrenheit facilmente. “O momento de imersão é uma sensação de prazer. Depois há uma corrida de energia e todo o meu corpo se sente à vontade“, contou o presidente do clube Mikhail Sashko.

E aí? Tem coragem?

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Nikolai Bocharov, 77 anos, curtindo as águas congelantes

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Nastya Usacheva, 9 anos, e sua mãe, se aquecendo antes de mergulhar. “Eu sinto frio no começo, mas logo supero”, conta a garota

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Chairman Sashko comemora seu aniversário de 68 anos ao lado de outros membros do clube

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Neste dia a temperatura estava em cerca de 16 graus negativos na escala de Fahrenheit

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Irmãs brincam antes de nadas. A família toda é integrante do clube e alega que a água gelada faz maravilhas para o sistema imunológico e saúde em geral

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Yulia Klimenkova, de 16 anos, frequenta o clube desde os 4

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Nada de vôlei de praia. Guerra de neve!

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O interior do clube

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Flash mob realizado no Dia do Urso Polar. A brincadeira é jogar água gelada na cabeça do outro. No caso, pai e filha

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Eles também curtem tomar banho gelado na banheira no Dia do Urso Polar

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“Quando eu saio da água eu sinto uma sensação de formigamento em todo meu corpo, parece que eu estou pronto para voar”, conta Nikolai Bocharov

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Vladimir Khokhlov, 71 anos: “Eu não posso viver sem um banho diário de água fria, é como um vício.”

Todas as fotos © Ilya Naymushin/Reuters

Como esses dois pit bulls estão ajudando a cuidar de gatinhos e crianças doentes

 
Há três anos, Sherry Stewart e sua filha Annie Hake ajudam no cuidado de cães e gatos no Faithful Friends, um centro de proteção e abrigo a animais em Delaware, EUA. Para isso, elas contam com a ajuda de dois seres extremamente vitais nessa missão. 

A dupla de pit bulls Alfie (cinza) e Frankie (branca) que, no passado foi vítima de maus tratos, ajuda no resgate dos animais, dando boas-vindas, oferecendo proteção e amizade. Até agora, 80 animais passaram por lá, e Sherry contou que “Frankie e Alfie são muito carinhosos quando se trata de trazer novos animais que precisam de um pouco de ajuda especial“.

Recentemente, eles resgataram Helen, uma gata que estava muito magra e cheia de pulgas e que precisava remover os olhos devido a um glaucoma, assim como outros dois gatinhos, também sem os olhos. Os cachorros exercem funções terapêuticas sobre os animais do abrigo, e têm mostrado um interesse em especial pelos três gatos, com que brincam e trocam carinhos. “A maioria das pessoas vê-los como não adotáveis. Eles não”. Alfie também dedica seu tempo visitando crianças no Hospital Nemours/Alfred I. duPont.

A seguir, assista ao belo exemplo de amor e solidariedade dessa dupla:

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Todas as imagens via Sherry Stewart/Facebook

Como esta mulher está usando o yoga para lutar contra o preconceito

Quando se fala em yoga, o recheio do imaginário social ocidental, na maioria das vezes, é composto de pessoas brancas e magras fazendo posições que, a leigos, parecem ser bem complicadas. Mas o que acontece quando uma pessoa negra e obesa se propõe a aprender e a praticar yoga?

A norte-americana Jessamyn Stanley experimentou o yoga há cerca de 4 anos e, desde então, tem compartilhado em seu Instagram algumas posições que pratica. Aos 27 anos, ela é obesa, mas o excesso de peso e o preconceito não a impediram de treinar duro e ser uma instrutora de yoga certificada, que agora dá aulas para iniciantes. “Nós vivemos em uma sociedade que é treinada para pensar que ter sobrepeso é errado, então as pessoas vão olhar para você. Elas vão pensar sobre o que você deveria ou não fazer. E a única coisa que você pode controlar é a sua reação a isso“, disse ela em entrevista à NYMag.

Segundo Jessamyn, o preconceito é tão evidente que, em uma aula que deu em um parque, ela pode rir da reversão de expectativa causada. “Eu posso ver em seus olhos que elas estão pensando algo como ‘ah, droga, essa mulher não manja das coisas’… e ao final elas estão suando e pensando diferente“, conta.

Se você precisa de uma prova que não é preciso ter o corpo perfeito para praticar yoga, aí está Jessamyn:

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Todas as fotos © Jessamyn Stanley

11 dicas para você tirar mais partido da sua câmera e fazer cliques perfeitos

 
O baiano João Machado, que seguiu seus sonhos e seu instinto, dedicando-se à sua verdadeira paixão: a fotografia. Autodidata, investiu no que gosta e encontrou a vocação perfeita que hoje o torna um fotógrafo de sucesso.
Com a fotografia em alta, você também pode desenvolver seu lado artístico e revelar seu olhar para o mundo. As dicas dadas pela Nikon, marca que acompanha o João desde o início, vão te ajudar a fazer cliques incríveis e provar que sim, você também pode chegar mais longe nessa arte.
Vem ver:

1. Flare

Em algumas situações, a luz e os raios do sol podem atrapalhar suas fotos, deixando manchas e alterando as cores. Flare é o nome do efeito causado pela iluminação em contato direto com a lente, podendo ser usado a seu favor, como fazem muitos fotógrafos.
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Foto © Zal NPS

2. Longa-exposição

Aquelas fotos em movimento que você não imagina como ficaram tão perfeitas são feitas com a técnica de longa exposição. Numa câmera Nikon utilize os modos M ou S. Confira o passo a passo:
– Priorize a baixa velocidade (ex: 1/10, 1/5, 1/2 e 1 seg para fotos diurnas) em sua câmera em modo “M” ou “S”
– O próximo passo é achar o equilíbrio entre ISO, abertura do diafragma e velocidade
– Para fotos noturnas, o ideal é usar velocidades como; 15, 20 ou 30 segundos em modo “M”, para obter o efeito ainda melhor
– Para melhorar a estabilidade, utilize um tripé.
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Foto © Zal NPS

3. Cores vivas

As cores de uma foto costumam ter um toque bem pessoal, sendo que algumas pessoas preferem deixá-las mais vivas, outras em tons mais escuros ou preto e branco. Para obter a cor ideal e de acordo com a sua criatividade, utilize o ajuste Picture Control no menu da câmera, definindo melhor o contraste e saturação, por exemplo. Qual destes é mais a sua cara?
Padrão: Proporciona um efeito mais equilibradoNeutro: Processamento mínimo para um efeito mais naturalVívido (Cores Vivas): As fotografias são melhoradas para obter um efeito vivo de impressão fotográficaMonocromático: As cores são convertidas para Preto & BrancoRetrato: Retratos com cor de pele mais suave e naturalPaisagem: Utilize para fotografias mais vivas de paisagens e vistas de cidades.
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Foto © Zal NPS

4. Enquadramento

Não tem nada pior do que ter uma foto toda torta ou com os elementos mal distribuídos. Dentro do enquadramento existem algumas normas, como a “regra de terços”. Se a sua câmera não tiver a grada de enquadramento no visor, basta imaginar 2 linhas verticais e 2 linhas horizontais na cena a ser fotografada, formando um jogo da velha. Os pontos precisos, que são os encontros entre as linhas, são chamados de “pontos de ouro”. O grande truque está em direcionar os objetos da sua foto a um destes pontos, criando um balanço visual interessante e nada óbvio.
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Foto © Zal NPS

5. Fotometria

Você já deve ter visto alguma cena de ensaio em que posicionam um aparelhinho no rosto da modelo. É o fotômetro, usado para medir a intensidade da luz refletida numa superfície. Auxiliando no equilíbrio da imagem, que inclui abertura do diafragma, velocidade do obturador e o ISO, a fotometria é capaz de indicar se a luz é suficiente (0), insuficiente (-1, -2, -3), a foto terá subexposição (escura), ou se a quantidade de luz é maior que a necessária (+1, +2, +3) superexposição (foto clara). Você pode ainda priorizar o efeito desejado como profundidade de campo (diafragma), congelar ou borrar o assunto (obturador) ou luminosidade (ISO).
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Foto © Zal NPS

6. Auto-foco | AF-S

Outra coisa que pode estragar uma boa foto é a falta de foco. Se usado da maneira certa, pode até dar um toque bacana na imagem. As câmeras DSLR Nikon possuem ajustes corretos de precisão em vários modos. Se optar pelo modo Auto-Foco fica fácil encontrar qual é o ideal na cena desejada, seja ela de natureza, esportes, movimento ou cenários estáticos. Quer impressionar na foto? Então siga o modo AF-S, indicado para cenas estáticas. Mantenha o disparador pressionado até a metade no ponto focado e em seguida libere o obturador (click). É importante que você fique tão estático quanto a cena neste momento. Se a distância entre a câmera e o objeto de foco for alterada na hora que ele já foi captado, volte a focar na nova distância.
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Foto © Zal NPS

7. Composição

Uma foto fica bem mais legal se tem uma composição bacana e atrativa. Sempre que olhamos através do visor da câmera, estamos tomando decisões sobre como vamos enquadrar o assunto que vamos clicar. Como falamos sobre inovação, está na hora de dar umas dicas fáceis para que suas fotografias fiquem ainda melhores.
Para conferir quais são, acesse o link do Learn&Explore: http://bit.ly/1PndVXm.  Nessa foto abaixo, de Diane Berkenfeld, foram utilizados:
Câmera: D4
Lente: AF-S NIKKOR 200-400mm f/4G ED VR II
Velocidade do obturador: 1/640s
Abertura: f/4
ISO: 200
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Foto © Diane Berkenfeld

8. Balanço de branco automático

Outro item que vai facilitar a sua vida é o modo automático de balanço de branco, que corrige a coloração gerada por toda fonte de luz. Você pode notar isso olhando que as fotos ficam com tons mais quentes ou mais frios.
Para encontrar o equilíbrio, nas DSLR ‎Nikon‬, o Balanço de Branco Automático é combinado com o Sistema de Reconhecimento de Cena na hora de analisar cada fonte de luz. Assim, se divide em: fluorescente, com um matiz “verde”, ou mais frio que a luz do dia; incandescente, que é mais amarelado, ou seja, mais quente do que a luz do dia, fazendo com que os objetos brancos em uma cena pareçam brancos, independentemente da temperatura de cor (quente ou frio) da fonte de luz.
O balanço automático permite que as cores fiquem mais fiés as da cena, independente se a iluminação for mista.
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Foto: Reprodução

9. Profundidade de campo

Para aprimorar mais ainda o foco, tome nota sobre a profundidade de campo, relação entre aquilo que está e o que não está em foco, definida por três fatores importantes:
– Quanto maior a distância focal (24mm, 50mm, 200mm, etc.), MENOR será a profundidade de campo

– Quanto mais próximos estiver do assunto focado, MENOR sua profundidade de campo;
– Quanto mais aberto o diafragma (ex: f/1.4, f/2.8) MENOR sua profundidade de campo
Se quiser obter uma área maior de foco, a abertura deve estar sempre entre as menores, como f/11, f/16, f/22. As lentes com distância focal menores também ajudam.
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Foto © Zal NPS

10. Auto foco | AF-C

Além do Auto-Foco AF-S, você também pode aprender sobre o modo AF-C, para quando o objeto fotografado estiver em movimento. É bem difícil capturar aves voando com precisão, por exemplo, mas com essa dica, seus problemas acabaram. Seguindo a mesma linha de manter o disparador pressionado até a metade, acompanhe o assunto em movimento que o foco automático acaba o seguindo. Caso o objeto saia da cena do visor, basta recompor a fotografia e o ponto de foco até que se obtenha sucesso.
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Foto © Zal NPS

11. Botão AF-ON

Ainda dentro do foco você pode configurar o botão AF-ON, chamado também de botão traseiro. Ele é responsável por travar o foco configurado, o que é bem vantajoso e prático na hora de clicar assuntos em movimento. Assim, não há reajuste a todo momento, pois a câmera dispara sempre que o botão do obturador for pressionado. Curtiu, né? Aprimore ainda mais esta dica no guia Learn&Explore: http://bit.ly/1ZmHEua.
Mavericks. Half Moon Bay, CA
Foto © Jay Watson