MENSAGEM DO DIA

Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: está em todos nós. E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros.

Nelson Mandela

Surucucu é a maior cobra peçonhenta da América do Sul

Lachesis muta, vulgarmente conhecida como surucucu, surucutinga, surucucutinga, surucucu-de-fogo, surucucu-pico-de-jaca e cobra-topete , é a maior cobra peçonhenta da América do Sul.“Surucucu” vem do tupi suruku’ku . “Surucucutinga” e “surucutinga” vêm do tupi suruku’kutinga, “surucucu branca” . Lachesis é uma referência a Láquesis, uma das três Moiras mitológicas gregas que decidiam o destino dos seres humanos e deuses. Muta (“muda” em latim) é uma referência ao fato de a surucucu vibrar sua cauda, como a cascavel, sem, no entanto, produzir o ruído que esta produz.

Habitat

Vive em florestas densas, principalmente na Amazônia, mas conhecem-se registros na literatura da presença desse animal até em áreas isoladas de resquícios de Mata Atlântica como na região de Serra Gande, município de Uruçuca, na Bahia.A Lachesis muta rhombeata, amarela com desenhos negros, está ameaçada de extinção.

A surucucu (Lachesis muta) é a maior cobra peçonhenta da América do Sul. No Brasil é também conhecida como surucucu pico-de-jaca.Vive em florestas densas principalmente na Amazônia, mas conhece-se registros na literatura da presença desse animal até em áreas isoladas de resquícios de Mata Atlântica. A Lachesis muta rhombeata, amarela com desenhos negros, está ameaçada de extinção.

A surucucu (Lachesis muta) é a maior serpente venenosa do continente americano e uma das maiores do mundo, pertence à família das Veperidae e à ordem Squamata. Este animal pode atingir até 4,5m de comprimento e suas presas medem 3,5cm.

Seu corpo é marrom e marcado com formas que lembram losangos marrom-escuros, revestidos por faixas esverdeadas. Sua cauda não tem guizos, como a cascavel, mas é capaz de emitir um determinado som, esfregando contra a folhagem um pequeno osso (parecido com uma espinha) que possui no extremo da cauda. Assim, como a cascavel, a surucucu também dá sinal de que está incomodada por terem invadido seu território.

Normalmente se alimenta, à noite, de pequenos animais e roedores como ratos. A surucucu é capaz de identificar o calor dos animais que caça, assim sendo, segue o rastro térmico de suas presas. Este acurado sensor de calor é a membrana que reveste internamente as fossetas loreais (orifícios entre as narinas e os olhos).

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No Brasil, é encontrada nos estados do norte, na mata atlântica dos estados do nordeste, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Também encontrada no Vale do Rio Doce (na divisa de Minas gerais com o Espírito Santo). Dependendo da região, pode ser conhecida como bico-de-jaca, surucutinga, surucucu ou surucucu-de-fogo. O encontro entre homens e surucucus se dá habitualmente na beira de regiões que estão sendo desmatadas e na beira dos rios.

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O comportamento da surucucu é agressivo e ela é capaz de dar um bote com aproximadamente um terço do tamanho do seu corpo. De outubro a março é que ocorre seu período de reprodução. Este animal põe ovos e o tempo de incubação é de 76 a 79 dias (em cativeiro).

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É raro o encontro desta serpente com o ser humano (graças ao baixo número de gente no habitat natural deste animal), mas quando picado por uma surucucu, o homem apresenta o seguinte quadro: queda na pressão arterial, inchaço e dor no local da picada, diminuição da freqüência cardíaca, alteração de visão, sangramentos na gengiva, pele e urina, vômito, diarréia, necrose e insuficiência renal. O veneno da surucucu, de ação neurotóxica, é extremamente letal, deve-se procurar rapidamente ajuda médica no caso de um acidente. O soro utilizado contra a picada desta serpente é o antilaquésico/antibotrópico laquésico.

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A adorável amizade entre uma garota que teve perna amputada e um cachorro que nasceu sem uma pata

A amizade entre o cachorro Lt. Dan e a pequena Sapphyre Johnson se formou a partir de uma coincidência não muito agradável: ambos possuem deficiência nos pés. O cãozinho nasceu sem a pata da frente e a garota teve que amputar os pés, em decorrência de uma condição congênita. Após o primeiro contato, a dupla interagiu muito bem e hoje criou uma amizade inquebrável.

Sapphyre é paciente do Shriners Hospitals for Children, onde já fez várias cirurgias para poder usar próteses nas pernas. Certo dia, a criadora Karen Riddle, dona de um cachorro da raça pastor branco suíço, entrou em contato com o hospital para falar sobre um filhote, que nasceu em uma ninhada de nove cachorros, mas sem uma pata. “Queria que ele crescesse com uma criança que vivesse circunstâncias semelhantes“ , disse Riddle. Ashley Johnson, mãe da garota, ao receber a notícia, mostrou uma foto do cachorro à filha, que exclamou imediatamente: “Ele não tem pés, assim como eu “. 

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Karen inspirou-se no filme Forrest Gump para dar o nome ao cachorro, no qual o protagonista Lt. Dan perde as perdas na guerra, e mesmo assim, é um exemplo de superação e coragem. A adoção do cachorro serve para mostrar para Sapphyre que ser diferente não é ruim. “As pessoas, ou até mesmo animais de estimação, não são exatamentes iguais. Isso seria chato. Eu acho que é bom para ela ver isso“, afirma a mãe da garota.

O cachorro tem um comportamento calmo, e por isso servirá de cão de terapia para Sapphyre, que se apaixonou por ele desde o início. Veja abaixo o vídeo do primeiro contato entre os dois:

Girl born without feet gets a puppy without a paw. Its name? Lt. Dan. from wimpvideoson YouTube

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crianca 5Imagem via Greenville Shriners Hospital

Outras fotos © Heidi Heilbrunn/ The Greenville News

Conheça a arte contestadora do brasileiro que largou a família rica para viver nas ruas

Eduardo Marinho estudou nas melhores escolas e sempre teve muito conforto. Foi bancário, militar, estudante de direito. Mas esse conjunto social o sufocava. Saiu de casa para buscar um sentido para a vida e experimentar o que era não ter nada. Chegou a morar na rua e dormir em cima papelão. E toda essa experiência reflete hoje em seu trabalho como artista.

A maneira como Eduardo Marinho se expressa fez com que ele ficasse conhecido como artista plástico e filósofo das ruas. Todos os trabalhos com uma boa dose de contestação sobre os valores da nossa sociedade. “A maioria não tem nada e vive tranquila! Como é que eu olho a minha volta e a classe abastada morre de medo de perder tudo?”, diz ele.

Eduardo conta que começou a usar a arte para dizer o que pensa, mas mesmo assim não se considera um grande artista, pois não possui técnicas evoluídas. Já foi convidado para expor em galerias, mas conta que prefere ganhar menos e continuar na rua, onde tem uma vida mais rica pelo contato com diferentes pessoas.

Uma história e uma obra impressionante para te inspirar, olha só:

Veja abaixo as obras de Eduardo e veja assista também alguns de seus vídeos inspiradores, como a palestra no TedTalks:

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Foto © Sergio Silva

Eduardo no TEDx Talks:

No ENEJ:

O primeiro vídeo gravado por estudantes de jornalismo:

Confira mais no seu blog Observar e Absorver.

Outras fotos: Reprodução

Ilustrações certeiras mostram como a tecnologia está tomando conta de nossas vidas

 

Você já parou para pensar sobre quanto tempo passamos com os olhos vidrados em nossos tablets e smartphones? Nem mesmo as reuniões entre amigos ou familiares são mais as mesmas e parece normal ficar conferindo nossas redes sociais enquanto deveríamos estar, na verdade, interagindo entre humanos.

A possibilidade de passar alguns minutos sozinho, sem fazer absolutamente nada, parece ter desaparecido. Para retratar esse cenário e colocar a mão em nossa consciência, um artista francês está disposto a mostrar a ironia que há por trás de nossa relação com a tecnologia.

Jean Jullien retrata cenas cotidianas em que telas de todos os tamanhos acompanham os mais diversos acontecimentos. Com um toque de humor, ele mostra como essa dependência da tecnologia criou uma nova escravidão, em que precisamos estar constantemente conectados para sermos alguém.

O estranho no metrô

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Mais do que um ilustrador, Jean também trabalha com vídeos, design gráfico e fotografia, buscando cada vez mais formas de se expressar. Entretanto, seu trabalho mais famoso ganhou o mundo justamente graças às redes sociais: sua imagem Peace For Paris foi compartilhada por milhares de pessoas em todo o mundo.

Confere só o trabalho dele:

Liberdade

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A evolução (?) da leitura de notícias no café da manhã

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Show ao vivo

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Jantar gostoso

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Nunca sozinhos

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Um fotógrafo

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Bebê real: é um menino

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Futuro da fotografia

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Natal

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Uma maçã (Apple) para todos

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Vida moderna

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Orando antes do jantar

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Dia dos Namorados

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Praia

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Guerra

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É assim que estamos?

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Todas as fotos © Jean Jullien