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7 formas geográficas que você não vai acreditar que não são Photoshop

Na maior parte do tempo, geografia é bastante previsível. Montanhas parecem montanhas, rios parecem rios etc. Mas, às vezes, o que quer que seja que mantém nosso planeta girando perde seu equilíbrio, e todas as montanhas e rios e oceanos adquirem formas inesperadas. Como:

7. O olho da África

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Oficialmente conhecida como a Estrutura de Richat, o Olho da África parece exatamente como seu apelido. Localizado no ramo da Mauritânia no deserto do Saara, são 50 quilômetros de rochas levantadas que, por uma razão ou outra, acabaram no formato de um globo ocular.

Foi inicialmente pensado que essa era uma zona de impacto de um meteorito, mas as pessoas logo perceberam que os meteoritos tipicamente perfuram crateras na Terra, e não apenas desenham um olho antes de lançar-se de volta para o espaço. Em seguida, foi sugerido que os sulcos podem ter sido formados por uma erupção vulcânica, mas essa teoria também se provou errada, já que não existem quaisquer rochas vulcânicas perto da coisa.

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Hoje em dia, a crença predominante é que o olho foi formado sem querer pela erosão gradual de rochas próximas ao longo dos séculos. Enquanto isso pode ser verdade, é importante notar que estamos negligenciando a explicação mais óbvia: magia.

6. Minas de sal psicodélicas da Rússia

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180 metros abaixo de Yekaterinburg, na Rússia, encontra-se uma mina de sal abandonada psicodélica, descoberta pelo fotógrafo Mikhail Mishainik.

Mishainik não fez nada além de registrar as cores e os padrões do local – elas são verdadeiras, e não Photoshopadas. A confusão parece ser o resultado de uma abundância de carnalita, um mineral raro que ocorre geralmente em tons vermelhos, amarelos ou azuis. O material provavelmente fez camadas ao longo das paredes para criar a mina mais doidona da Rússia.

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Se você deseja visitar esse lugar, no entanto, se prepare. A mina é composta de nada além de sal e carnalita, de modo que o ar dentro do local é extremamente seco. De acordo com Mishainik, isso, combinado com o calor sufocante de qualquer depósito subterrâneo sem janelas, te deixa com uma sensação de sede perpétua. Junte ainda o tema “expandindo sua consciência” da mina, e pode ser que você queira um programa mais light no fim das contas.

5. As “ondas” congeladas da Antártida

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Não, a imagem acima não mostra uma onda de água congelada. Mas a foto é real, e o que você está vendo são simplesmente geleiras de cabeça para baixo parcialmente derretidas, que depois se congelaram novamente da maneira mais artística possível.

Como explicado por Tony Travouillon, o cientista responsável pelos registros, durante os meses quentes (“quentes”) de verão na Antártida, uma parte do gelo do mar nas proximidades começa a derreter. O degelo é suficiente para formar algumas geleiras que circulam livres. Algumas viram de cabeça para baixo, revelando seus cristais azuis inferiores.

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Gradualmente, no entanto, as próprias geleiras também derretem, escorrendo água pelos lados. Essa água congela novamente antes de ter a chance de bater no chão. Isso ocorre repetidamente, dando uma aparência de onda bizarra (e bela) à geleira.

4. Cavernas de mármore do Chile

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Cavernas não são normalmente feitas inteiramente de mármore, e nos casos raros que são, certamente não acabam parecendo uma casa com piscina da Fortaleza da Solidão. No entanto, as cavernas de mármore do Chile conseguiram fazer exatamente isso.

Elas são um testamento da capacidade da natureza de criar acidentalmente obras humilhantes de arte. Elas começam como nada além de um bloco gigante de carbonato de cálcio endurecido. Aliás, é isso que a maioria delas ainda é:

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Ao longo dos milênios, as ondas batem na rocha, suavizando seu exterior duro pouco a pouco até que, eventualmente, cavernas se formam dentro.

No Chile, à medida que a água do mar laboriosamente esculpiu seu caminho através da rocha, deixou para trás inúmeras camadas de resíduos de sal turquesa, pintando as paredes de uma cor azulada. O resultado é uma maravilha geográfica que se parece com a garagem de Aquaman.

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Cuidado se decidir vê-las de perto, porque essas cavernas parecem ser um bom lugar para se afogar. No lado positivo, é muito difícil que um tubarão entre nelas.

3. Izvorul Bigar, a cachoeira mágica da Romênia

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Izvorul Bigar não é uma cachoeira particularmente alta (tem meros 8 metros de altura) e nem jorra água. Ao invés disso, é envolta em uma camada de fluxos finos de água saindo do musgo. No entanto, quase todo mundo que a viu a considera a mais bela cachoeira do mundo, porque se parece com uma pedra verde gigante flutuando em um espaço mágico.

Os moradores locais a chamam de “milagre do Minis Gorge”, porque ao contrário da maioria cachoeiras, que recebem seus recursos de um rio ou lago, a água escorrendo pelo Izvorul Bigar parece fluir do nada. Não existem fontes óbvias por perto.

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De onde vem a água, então? De uma nascente subterrânea borbulhando intermitentemente por vários pequenos buracos ao longo do chão.

O musgo grosso de Izvorul Bigar retarda o movimento da água, e o resultado é um chuveiro firme e constante que em muitos aspectos é mais bonito e impressionante do que as torrentes das Cataratas do Niágara.

2. Rocha dividida da Nova Zelândia

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The Split Apple Rock é uma rocha localizada na Ilha Sul da Nova Zelândia, e uma atração turística muito popular.

Conhecida como Toko Ngawha pelos moradores locais (que significa “rocha aberta”, porque às vezes você apenas tem que chamar os bois pelos nomes), ela é uma anomalia universalmente inexplicável. Ninguém sabe ao certo como foi dividida, com exceção de talvez Poseidon, que não quer responder direito a nossa pergunta.

Segundo a lenda local, dois deuses Maori estavam lutando pela posse de uma pedra gigante e, quando perceberam que nenhum iria recuar, decidiram resolver a disputa dividindo-a ao meio. Uma vez que o ato foi feito, eles aparentemente determinaram que não queriam mais a rocha, porque simplesmente deixaram as duas metades no meio do oceano.

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Claro, se você é um daqueles nerds que preferem uma explicação chata científica, a teoria alternativa é de que esse é um fenômeno geológico comum em locais frios. A água se infiltra em uma rachadura na rocha, e uma vez que a temperatura fica baixa o suficiente, congela, expandindo a pedra. Como este processo é repetido inúmeras vezes ao longo de milhares de anos, poderia eventualmente esculpir um troço como este.

1. Calçada dos Gigantes na Irlanda

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A Calçada dos Gigantes na Irlanda do Norte é uma série de colunas rochosas que parecem uma pilha de peças de Tetris que não podem ser reais, mas são.

A calçada foi formada por centenas de colunas de lava basáltica endurecendo 65 milhões de anos atrás, durante uma erupção vulcânica. Normalmente, isso deixa para trás uma camada plana de rocha, mas no caso da Calçada dos Gigantes, o basalto se contraiu conforme esfriou, formando a maior coleção de cerâmica do mundo.

Há uma estrutura semelhante a 300 quilômetros de distância, na Escócia, chamada Gruta de Fingal. Como o próprio nome sugere, é um pouco mais fechada do que a Calçada dos Gigantes, mas bem parecida.

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Como é o caso com a maioria das coisas no mundo que não fazem sentido imediato, os povos antigos explicavam a gruta e calçada com um mito malvado. Um gigante irlandês chamado Fionn MacCumhaill travou uma guerra contra seu vizinho chato, o escocês gigante Benandonner. Fionn construiu a calçada (que, de acordo com o mito, originalmente se estendia da Irlanda à Escócia) para que pudesse marchar através do oceano e socar Benandonner. No entanto, logo percebeu que era terrível em combate e fez sua esposa disfarçá-lo como um bebê. Uma vez que Benandonner viu o enorme bebê, fugiu em terror, chegando à conclusão compreensível de que uma criança daquele tamanho devia ter um pai cataclismicamente gigantesco. Benandonner então destruiu a maior parte da calçada, deixando apenas a Calçada dos Gigantes na Irlanda e a Gruta de Fingal na Escócia, só para confundir totalmente diversas gerações de seres humanos. [Cracked]

Povos Aimarás

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Aimará ou Aimara (em aimará: aymará) é o nome de um povo, estabelecido desde a Era pré-colombiana no sul do Peru, na Bolívia, na Argentina e no Chile.

Língua

No Peru os falantes da língua aimará somam mais de 300.000 pessoas, o que leva a supor que o grupo étnico é bem maior. Aí estão mais concentrados no departamento de Puno (perto do Lago Titicaca), nas regiões Moquegua, Arequipa e Tacna.

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Na Bolívia existem cerca de 1.200.000 falantes do idioma aimará, sendo a forma falada na capital La Paz considerada a forma mais pura e estruturada da língua, havendo concentrações nos departamentos de Oruro e Chuquisaca.

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No Chile, a população aimará é grande, havendo cerca de 50.000 falantes também habitando nas regiões andinas do norte do pais, em Tarapacá e Antofagasta.

Existem também cerca de 10.000 falantes do idioma aimará no oeste da Argentina. Na atualidade há quase 2,5 milhões de pessoas de etnia e língua aimará, na zona dos Andes. São o segundo grupo nativo, só superado pelos quíchuas com quase 15 milhões de pessoas espalhadas pelos Andes da Colômbia até a Argentina).

Alguns acreditam que o idioma aimará é aparentado com o idioma quíchua língua original do Império Inca embora fortes objeções de vários estudiosos. Os que defendem o parentesco ligüístico se baseiam nas similitudes (por exemplo a palavra Condor é Kuntura em aimará e Kuntur em quíchua.

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O que se tem de considerar é que, embora adiantados e prósperos, os reinos aimarás originais acabaram sendo dominados pelo imperador inca Huayna Capac entre os anos de 1493 e 1525.

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Embora a anexação tenha sido compulsória mas não necessariamente violenta, a inclusão dos aimarás no império acabou influenciando a língua local pela adoção da língua oficial para alguns efeitos burocráticos.

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De resto, a influência lingüística quíchua é reflexo direto da influência cultural inca que impôs sua religião na qual o próprio imperador era tido como uma divindade (Huayna Capac mandou os arquitetos e artesãos aimarás irem para Cuzco para aprender as técnicas construtivas e estilo Inca para erigir templos e outras construções imperiais)

O processo não foi diferente do que ocorreu com a posterior dominação espanhola que impregnou no idioma aimará hodierno com vários vocábulos e expressões da língua espanhola.

Aí ocorreu outro fenômeno – embora a língua espanhola tenha sido ferreamente inserida, tanto que é língua oficial numa parte significativa da América do Sul, o idioma aimará, a exemplo de várias línguas locais, foi preservado porque os Jesuítas o utilizaram como língua de catequização vertendo-a por escrito em caracteres latinos.

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Na atualidade, os aimará falantes não têm chance de espalhar mais sua língua pelas regiões perto do Lago Titicaca porque não se usa como língua comercial ou de trabalho. O futuro do povo aimará é incerto, já que eles sofrem discriminação e o governo do Peru, por exemplo, não lhes dá força para se desenvolver melhor.

A situação é diferente na Bolívia onde o povo aimará está começando a ressurgir, com líderes como Evo Morales, que faz campanhas sociais para melhorar o desenvolvimento dos povos e do principal cultivo: a coca. via

FOTO DO DIA

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Senhora de 93 anos conquista o Instagram ao servir de modelo dos looks coloridos criados pela neta

Saori é uma técnica de tecelagem típica do Japão. Ela consiste em um tecelão livre, de forma que a pessoa pode criar o que quiser e brincar com as cores sem regra nenhuma. Seguindo esse caminho, a artista Chinami Mori varia nas possibilidades de tecidos, fios e cordas com uma criatividade sem igual.

O mais legal é que quem modela suas peças e dá diversão na divulgação de seu trabalho é sua avó Emiko, uma senhora de 93 anos que faz sucesso no Instagram de Mori. Quase todos os dias, Emiko passa seu tempo no estúdio da neta provando os novos modelos e fotografando com muito sorriso e peças coloridas, o que dá mais ânimo para admirar as imagens.

Dá para se divertir só vendo a felicidade da senhora, olha só:

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Todas as fotos © Chinami Mori

O incrível santuário que salva a vida de centenas de animais e foi criado por uma menina alérgica a todos eles

Quem é realmente apaixonado por animais não vê empecilhos para ajudá-los, mesmo diante de algumas dificuldades. É o caso da jovem Caitlin Stewart, que, apesar de ser alérgica a praticamente todos os animais, criou um santuário para salvá-los em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

“Eu sou altamente alérgica a animais. A todos eles, com exceção das galinhas”, disse ao site The Dodo. Embora soubesse de sua alergia desde criança, Caitlin começou resgatando um cavalo selvagem – e acabou levando um coice graças a sua falta de experiência. Em pouco tempo, vieram novos resgates: outro cavalo, cabras, perus, galinhas, bodes, burros, porcos, entre outros.

Com  o tempo, a jovem comprou uma fazenda para fundar o santuário, que se chama Rancho Relaxo. Caitlin já foi até mesmo hospitalizada devido ao contato contínuo com animais, que lhe causa reações alérgicas, como inchaço nos lábios e olhos, cansaço, manchas vermelhas pelo corpo e dificuldade para respirar, mas não pensa em parar de cuidar dos bichanos. Sua justificativa é mais do que nobre: “O que eles fazem ao meu espírito supera o que eles fazem à minha pele”.

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Vale a pena se perder nesse mar de amor:

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É assim que fica a pela de Caitlin…

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Mas isto compensa:

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Todas as fotos © Rancho Relaxo

Mulher usa containers para criar sua própria casa e o resultado é impressionante

A canadense Claudie Dubreuil de Mirabel decidiu usar containers para construir a sua própria casa. Sim, aquelas cápsulas gigantes usadas para transporte marítimo. Ela entrou em contato com uma empresa de engenharia e conseguiu 4 grandes containers de metal. E, ao longo de 2 semanas de trabalho, eles ficaram cobertos de madeira e se transformaram em uma linda casa.

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E o resultado é incrível! A casa é composta por janelas panorâmicas que rendem uma boa iluminação natural ao seu interior. Além disso ela caprichou na decoração e equipou a casa com tudo o que há de essencial: quarto, banheiro, sala, cozinha e até escritório!

Olha só que bacana:

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Todas as fotos: Divulgação via Collections Dubreuil