O restaurante submarino na Espanha onde você pode jantar na companhia de milhares de peixes

Sair para jantar em um lugar incrível estando bem acompanhado é dos maiores prazeres da vida. Mas caso não tenha companhia para ir a esse restaurante espanhol, ainda assim, você não vai se sentir só em nenhum momento. O nome já diz tudo: Restaurante Submarino.

Por fora, a arquitetura do edifício já chama a atenção pelo belo teto ondulado. Logo ao entrar, a luminária gigantesca imitando águas-vivas se destaca por ocupar quase todo o salão central. E é caminhando para as mesas que a mágica acontece.

O restaurante é circundado por um grande aquário em todo seu perímetro. Lá é possível ter a experiência incrível de comer no fundo do mar, tendo o contraste entre o azul da água e o prateado dos peixes como cenário. Milhares deles vão e vêm pacificamente em cardumes ao redor das mesas.

O Restaurante Submarino está localizado dentro do Parque Oceanográfico de Valência, na Espanha. Fica aberto o ano inteiro e os pratos são da culinária mediterrânea, mas com toques autorais de cozinha fusion.

Ou seja, mesmo que você não seja fã de peixes e frutos do mar, o menu oferece opções para todos os gostos. E a experiência gastronômica submarina com certeza é inesquecível.

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Créditos: Imagens de destaque e 6 via; Imagem 1 via; Imagem 2 via; Imagem 3 via; Imagem 4via ; Imagem 5 via ;

FOTO DO DIA

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É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida.

Bob Marley

Escinco de Fogo Como Animal de Estimação

O escinco de fogo “riopa fernandi” é nativo da Guine, Zaire, Uganda e Angola vivendo nos pastos da savana Africana. Alimenta-se especialmente de insectos e por vezes de lagartos menores e frutos, tem cerca de 10 a 14cm de comprimento sendo os machos maiores e com cores mais vivas. Estes animais podem chegar aos 8 anos mas em cativeiro poderão chegar aos 15 anos.

 Existem muitas histórias locais sobre estes simpáticos lagartos, são muitas vezes associados ao fogo não só pela sua cor vermelho viva mas por surpreendente facto destes animais escaparem aos incêndios nas matas levando a crer aos locais que estes animais nascem das chamas e ainda luzem de vermelho como as brasas não sendo bom pegar-lhes, no entanto obviamente isso não está correcto e não passa de um mito pois estes animais na verdade escapam dos fogos fazendo o que os escincos sabem fazer melhor enterrar-se!  Devido ao corpo robusto e patas atrofiadas estes animais serpenteiam furando o solo livrando-se do fogo mortal, a uma certa profundidade o fogo vai passar por cima sem que os queime e  apenas quando o perigo passou é que estes surgem do solo cheios de cinzas começando por comer os insectos que morreram queimados, no entanto quem os veja a surgir das cinzas pensa logo na sua lenda.

ALIMENTAÇÃO:

 

A sua alimentação é à base de insetos mas estes devem de ser dados na maior diversidade possível como grilos, tenébrios, mórios, gafanhotos lagartas borboletas e ao alimento deve de ser adicionado cálcio e fósforo sempre com baixo teor de vitamina D3 esta deve de ser estimulada pelo animal e não consumida. As frutas nem sempre são consumidas por alguns exemplares também não sendo imprescindível para eles desde que sejam adicionadas vitaminas em pó no alimento, uma comida que os meus comem muito bem é a comida de lata para cão ou gato, abra a lata e coloque alguns cubos num prato raso à porta das suas tocas, com o hábito eles poderão habituar-se a comer essa comida.

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A água é importante, tenha um bebedouro com água fresca sempre disponível para que eles bebam e se banhem pelo que convém que seja grande o suficiente para que eles caibam, em baixo à esquerda um jovem casal na minha mão, à direita um jovem lagarto de fogo à porta da sua toca .
TERRÁRIO:
O terrário deve de ter pelo menos 80cm de comprimento com 50cm de largura e 70cm de altura. Deve de colocar lâmpada de UV/UVB e uma lâmpada de aquecimento para que os animais recebam uma temperatura de 28 graus no foco, ligue ambas as lâmpadas a uma tomada temporizadora para que ambas as lâmpadas fiquem ligadas a um foto período de 8 a 10 horas diárias consoante a estação do Ano.
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O substrato é muito importante para estes animais não só para os manter confortáveis  mas também para receberem a humidade certa para a saúde das sua pele, use turfa ou fibra de coco pois ambas mantêm a humidade e este tipo de substrato dá a possibilidade dos animais se enterrarem como fazem no seu habitat Natural, no caso de colocar outro substrato como relva artificial (eu uso) deve de compensa-los em colocar mais abrigos e uma caixa com turfa para se esconderem e para fazerem as posturas.
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Deve de colocar pedras ou cocos partidos ao meio ou outro tipo de abrigos perto e mais afastado do foco de luz de forma a que os animais tenham abrigos em ambas as temperaturas, também pode colocar pedras naturais e artificiais assim como troncos fáceis de trepar pois estes animais fazem-no mas com dificuldade.
REPRODUÇÃO:

Uns meses após ter comprado o meu casal de escincos de fogo no mês de Agosto quando levantei o abrigo de coco onde estava a fêmea deparei-me com uma postura de 4 ovos que ainda não terminara, o animal ainda estava no transe típico dos répteis em postura pelo que não a incomodei mais, horas mais tarde quando ela saiu no local estavam 6 ovos de cor branca com cerca de 2cm.

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  Sinceramente não estava à espera de uma postura daqueles animais mas assim que pude coloquei-os logo na incubadora. Depois de uma incubação de 45 dias nascem as crias, não são animais difíceis de reproduzir pelo que consiste num bom desafio para um principiante, as crias comem pequenos insectos como baratas red runner ou grilos bebés e são criados com condições similares às dos adultos mas com um pouco mais de humidade, em baixo algumas crias comendo pequenas red runner.
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Concreto verde permite que qualquer parede tenha vida

Assim como os painéis solares têm sido usados como alternativa à redução do consumo de energia elétrica, os jardins verticais têm se mostrado, além de exuberantes, uma maneira de abandonar medidas não sustentáveis de refrigeração, como o ar condicionado. A implantação de um telhado verde pode, por exemplo, diminuir a temperatura interna de um ambiente em até 30%.

Grandes cidades pedem mudanças em seus edifícios e a boa notícia é que isso já está acontecendo. Grupos multidisciplinares de pesquisa na Espanha e na Inglaterra estão empenhados em disseminar materiais de construção biorreceptivos, capazes de receber e estimular o crescimento de musgos, microalgas e fungos liquenizados em seus interiores, transformando qualquer estrutura em um jardim vertical.

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O que acontece normalmente é que as pessoas gastam muito dinheiro com soluções anti-musgo e afins, pois relacionam o seu surgimento com sujeira e decadência. Mas o contrário é mais interessante, quando, na verdade, poderiam abraçar essas espécies insurgentes no concreto como uma pintura ecológica ou adorno natural. Nossa ideia é aproveitar e integrar a função desses seres vivos como filtros naturais do CO2 e controladores térmicos nas construções urbanas”, conta o chefe de pesquisa do Grupo de Tecnologia Estrutural da Universidade Politécnica da Catalunha Ignácio Segura Pérez que, desde 2010, trabalha ao lado de sua equipe na construção de painéis de concreto verde.

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A composição do concreto verde consiste na combinação de um material composto de fosfato de magnésio, oMPC, usado em reparos estruturais de edifícios por secar rapidamente, e o concreto tradicional de cimento Portland, com o diferencial de ser tratado com dióxido de carbono (CO2) em um ambiente controlado com 65% de umidade relativa do ar.

Ignácio explica que “Essa composição é feita para deixar o concreto verde menos ácido, o que acelera o crescimento dos musgos, líquens e fungos. Feito isso, nós aplicamos o material nos painéis, que possuem três camadas específicas para suportar o sistema vegetativo. A primeira é impermeável para impedir a entrada de umidade no material estrutural. A segunda capta água para criar um ambiente apropriado para a colonização das plantas e fungos, enquanto a terceira faz a impermeabilização inversa, ou seja, evita que a água escape para nutrir esse pequeno habitat dentro do material”.

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O laboratório inglês BiotA Lab de pesquisas voltadas a arquitetura, biologia e engenharia da University College London, está trabalhando no conceito de materiais biorreceptivos. Um dos diretores do projeto, Richard Beckett, conta que “Há um potencial gigantesco para aplicações e ganho de escala neste momento. A proposta, além de ser mais barata a longo prazo, é uma resposta para a demanda crescente nas cidades por mais verde e qualidade de vida no contexto do combate à poluição e às mudanças climáticas”.

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Imagens via Green Roofs Direct, Wikimedia, Living Walls and Vertical Gardens, Garden Design e Environmental Watch

Rara girafa albina é vista em parque da Tanzânia

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Uma girafa com uma coloração incomum foi recentemente fotografada no parque nacional Tarangire, na Tanzânia, pelo ecologista Derek Lee. Suas imagens têm chamado atenção do mundo todo.

Lee é ecologista e fundador do Instituto de Natureza Selvagem (EUA), e explica porque a pelagem da girafa não segue o padrão normal dos outros animais: “Omo tem leucismo, o que significa que suas células da pele são incapazes de produzir alguns pigmentos. Mas consegue produzir outros, por isso ela é pálida, e não completamente branca e com olhos vermelhos ou azuis, como um albino completo seria”.

A girafinha fêmea de um ano e três meses foi batizada de Omo em referência à marca de sabão em pó, que também é vendida na região. “Omo é a única girafa esbranquiçada que conhecemos no momento, mas já observamos outros animais com a mesma condição no parque Tarangire, como búfalo e avestruz”, diz ele.

 

O ecologista explica que Omo tem um relacionamento normal com as outras girafas, sem ser excluída pela coloração diferente. “Omo sobreviveu seu primeiro ano como filhote, e esta é a época mais perigosa para uma girafa jovem, por conta de leões, hienas e leopardos. Suas chances de chegar à vida adulta são grandes, mas adultos são visados por caçadores em busca de carne de caça. E sua coloração pode fazer dela um alvo”, alerta Lee.

Medidas estão sendo tomadas por parceiros do parque para que Omo seja protegida de caçadores e tenha maiores chances de sobreviver. “Esperamos que ela viva uma longa vida e que algum dia tenha seus próprios filhotes”, conclui o ecologista.

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[The Telegraph, Daily Mail]

As 6 armas militares mais estranhas que já foram usadas

Às vezes, vencer uma guerra significa ser um pouco mais louco do que o inimigo. Afinal, é bom preservar o elemento surpresa, e como o adversário já está preparado para qualquer arma convencional, é preciso ousar um pouco e esperar que funcione, como…

6. O avião grande que carregava aviões menores

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Lá atrás, quando viagens aéreas eram algo novo e perigoso, vários militares tentaram desenvolver porta-aviões que voassem, sem muito sucesso. Na União Soviética, uma ideia maluca meio que funcionou: eles decidiram “amarrar” pequenos aviões em um muito maior.

A foto acima é resultado do projeto Zveno de Stalin, que consistia em dar novos usos a bombardeiros russos colossais como o Tupolev TB-3 – no caso, transportar até seis caças-bombardeiros Polikarpov I-16. Todos os aviões tinham que acionar seus motores só para a gerigonça decolar.

 

O avião maior conseguia levar os bombardeiros menores para alvos que normalmente estariam fora de seu alcance, dando aos russos uma boa vantagem. No local certo, os bombardeiros podiam se separar do Tupolev e, depois de cumprir seu papel, os pilotos podiam tentar recolocá-los no avião maior em pleno voo ou pousá-los nas proximidades.

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Sim, tal façanha foi realizada pelo menos em 30 ataques antes dos aviões serem aposentados.

5. O morteiro de 600 mm

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No final de 1930, Hitler encarregou o fabricante de armas Rheinmetall de desenvolver um morteiro com um calibre de 600 milímetros. O resultado foi Karl-Gerát, com um motor diesel de 580 cavalos de potência capaz de levá-lo a uma velocidade máxima de quase 10 km/h.

Isso pode não soar muito impressionante, mas o ritmo lento de viagem é compensado pelo fato de que o obus autopropulsado (a maior arma autoautopropulsada já feita) tinha uma munição pesada de 2170 kg e 60 cm de diâmetro. O alcance do seu projétil mais leve (1250 kg) era de pouco mais de 10 km.

Veja o tamanho de tal munição, não detonada, encontrada no edifício Prudential em Varsóvia, Polônia, depois da Revolta de Varsóvia de 1944:

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E veja o que as munições que realmente explodiram como pretendido fizeram com o referido edifício:

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O morteiro foi usado em outros ataques, mas hoje só existe um para contar a história, que fica no museu Kubinka Tank Museum, na Rússia.

4. O avião-barco alemão

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Concebido em 1936 e tendo entrado em serviço por volta de 1940, o Blohm & Voss BV 138 foi um veículo alemão com uma crise de identidade. Era um barco? Era um avião? Era a prova definitiva de inteligência extraterrestre?

Bem, ele foi, pelo menos, os dois primeiros. E só para ficar mais estranho, ele tinha três motores aéreos e o que parecia um bambolê em torno da coisa toda, porque quem não gosta de bambolês?

A principal missão do BV 138 era reconhecimento, encargo no qual se destacou por ser o primeiro barco voador manobrável o suficiente para evitar tornar-se queijo suíço ensopado ao primeiro sinal de uma metralhadora inimiga.

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Surpreendentemente, a versão mencionada acima foi a variante mais impressionante e bizarra do veículo. Não tinha armas, justamente para dar espaço para o bambolê louco, que era na verdade uma bobina de desmagnetização concebida com o propósito de deslizar sobre a superfície da água e explodir minas navais com a magia do magnetismo.

3. O bombardeiro feito de madeira

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À primeira vista, o De Havilland DH 98 “Mosquito” não parece mais ridículo do que qualquer outra aeronave militar da Segunda Guerra Mundial. Mas o diferencial deste veículo da Força Aérea Real britânica é que ele é feito do mesmo material que aquela estante de livros que você comprou e parece sempre estar à beira do completo colapso: madeira compensada.

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Os britânicos precisavam de uma aeronave de combate multifunção para ajudar a afastar a infestação nazista desagradável que estavam enfrentando. A empresa De Havilland resolveu aproveitar a abundância de materiais fornecidos pela própria Mãe Natureza e criar um bombardeiro bimotor que deixava todos os outros aviões da Europa engasgados com sua serragem.

Apesar de ser de madeira (ao contrário, por causa disso), o Mosquito não só superou todas as expectativas – desde bombardeio milimétrico a foto-reconhecimento de alta velocidade -, como também era melhor que outros aviões contemporâneos e podia ir mais rápido que qualquer coisa que a Luftwaffe lançou até 1944.

2. Avião com três asas

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Na Primeira Guerra Mundial, um engenheiro alemão olhou para um biplano e pensou: “Quão melhor seria voar com ainda mais asas?”. A lei do “menos é mais” afirma que isso quase certamente terminou em desastre absoluto. Mas não.

Apesar da produção de míseras 320 unidades, o chamado Fokker Dr.I Dreidecker entrou para a história como um demônio alado bem-dotado que podia passar a perna em qualquer coisa que os franceses ou britânicos lançassem em direção ao rosto de Deus de 1917 a 1918.

Graças a essa asa adicional, o Fokker tinha um poder enorme de elevação. Nas mãos de um piloto experiente, manobras incríveis eram possíveis: o ás alemão Werner Voss foi capaz de virar o avião 180 graus para atacar brutalmente seus atacantes com as metralhadoras 8mm do Fokker.

E você também já pode ter ouvido falar de um outro rapaz que ficou famoso por enviar pelo menos 70 pilotos aliados para seus túmulos de fogo a partir do cockpit apertado do triplano: Manfred von Richthofen, também conhecido como Barão Vermelho.

1. Os tanques de Hobart

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O Major General britânico Percy Hobart era uma pessoa muito criativa. O resultado disso foram os chamados “Hobart’s Funnies”, uma série de tanques modificados para executar funções não muito comuns de tanques.

Por exemplo, “The Crab” foi um tanque com um tambor rotativo coberto de correntes enferrujadas. Não servia para lavrar campos – era um caça-minas. As correntes batiam no chão com tanta força que as destruíram enquanto o tanque mantinha os seres humanos dentro dele intactos:

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Para trabalhos que o The Crab não podia aguentar, havia a “Aunt Jemima” (foto do início desse item). Esta modificação foi feita para remoção de minas antitanque, geralmente enterradas mais profundamente, que eram então desencadeadas pelo peso de um haltere gigante de 29 toneladas.

Talvez o mais engraçado de todos os Hobart’s Funnies foi o “Duplex Drive”, ou DD Tank. O DD surgiu como resultado da necessidade de levar armaduras para as praias da Normandia o mais rapidamente possível. Ao adicionar uma lona e hélices, os Aliados criaram um tanque anfíbio que apenas ocasionalmente naufragava. Uma vez em terra, a lona era retirada para revelar o verdadeiro poder de fogo do tanque.

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[Cracked]

Conheça os 7 cemitérios mais impressionantes do mundo

Você já ouviu falar em necroturismo? Pode parecer estranho, mas os cemitérios são algumas das principais atrações turísticas ao redor do mundo, rendendo até passeios específicos. Por algum motivo curioso as pessoas gostam de visitá-los, seja pela arquitetura e o design das lápides, os mausoléus, as histórias assustadoras ou pelas celebridades que foram enterradas no local.

O fato é que, com o passar dos anos, morrer se tornou menos luxuoso, digamos assim. Antigamente era comum que as famílias com grande poder aquisitivo criassem verdadeiras mansões para enterrar os entes queridos. Os jazigos eram elaborados por escultores renomados, ganhando toques de sofisticação. Materiais caros como o mármore, o bronze e até o ouro eram comuns na construção.

A boa notícia é que muitas destas obras de arte resistiram ao tempo e seguem firmes como um resgate do passado. Confira alguns dos mais curiosos:

1. Merry Cemetery – Săpânța, Romênia

Este é o ‘cemitério mais feliz do mundo’. As lápides coloridas e bem decoradas chamam a atenção pelo visual, mas mais ainda por conta dos epitáfios. Escritos em primeira pessoa, contêm mensagens bem humoradas e sarcásticas, como ‘aquele que gosta de conhaque de ameixa, com certeza vai gostar de mim, por tanto que gostei do meu conhaque, e com a garrafa na mão eu morri.’

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2. Hollywood Forever, Los Angeles

Hollywood é o antro das celebridades e seu cemitério não poderia ser diferente. Na Santa Monica Boulevard, logo atrás dos estúdios Paramount, a área de 250 mil m² abriga de tudo um pouco: estrelas lendárias, magnatas do cinema, pessoas importantes para a cidade e até gangsters. Uma das lápides mais famosas é de Johnny Ramone. No verão, o local sedia exibições de filmes ao ar livre.

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3. Cemitério de Highgate, Londres

Construído em 1839, o cemitério londrino de 15 hectares abriga atualmente mais de 170 mil mortos. Entre eles estão também algumas personalidades importantes, como o pai do comunismo, Karl Marx, e o pai do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams. No auge da era vitoriana, o local era ocupado por endinheirados com sepulturas e túmulos cheios de adornos e feitos em materiais nobres.

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4. Père Lachaise – Paris, França

O mais famoso cemitério francês ocupa 500 mil m² da capital desde o século 19. Não à toa, é um dos mais visitados do mundo, já que abriga em seu território túmulos de famosos como Jim Morrison, Edith Piaf, Oscar Wilde, Edith Piaf, Honoré de Balzac, Marcel Proust, Alice B. Toklas, Richard Wright e Allan Kardec.

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5. Neptune Memorial Reef, Miami

Este certamente é um dos mais curiosos da lista. Conhecido também como “cidade dos mortos”, este memorial subaquático tinha como intuito recriar a Cidade Perdida de Atlantis e de ser o maior arrecife criado pelo homem. Com 2 mil m² de largura e 12 m de profundidade, pode abrigar até 125 mil mortos. O local atrai mergulhadores e turistas que, de tabela, observam a vida marinha.

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6. Okunoin, Monte Koya, Japão

Com 200 mil sepulturas, o maior cemitério do Japão fica a 50 km de Osaka. O local é tão sagrado, que se tornou um templo de meditação, abrigando o mausoléu de Kobo Darshi, um dos fundadores da seita budista Shingon. Estátuas budistas e árvores ancestrais completam o visual, além de lápides sobrepostas, de pessoas que não tinham amigos e nem familiares. Triste, né?

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7. San Cataldo Cemetery, Modena

Na Itália, este cemitério é uma obra arquitetônica marcante e bem complexa. Projetado  pelos arquitetos italianos Aldo Rossi e Gianni Braghieri em 1971, tinha como intuito ser uma alternativa aos padrões tradicionais. Abaixo, um exemplo da estrutura modernista e vertical, que tem estruturas vazadas e funciona como ossário.

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