jade mountain

 15 piscinas que vão te fazer querer tirar a roupa e pular de cabeça a-go-ra

A água é, muitas vezes, sinônimo de diversão, e nadar é uma das melhores coisas da vida. Não à toa, quando a gente viaja não vemos a hora de encontrar um mar, um rio, uma cachoeira ou uma piscina pra pular de cabeça e esquecer dos problemas.
Os hotéis e resorts são experts em criar piscinas deslumbrantes, que fazem todo mundo almejar por um Verão interminável. A arquitetura, o design e as paisagens colaboram com a criação de piscinas de borda infinita, em labirintos, subsolos, no topo de penhascos, na beira do mar, nos Alpes, e onde mais a mente humana permitir.
Se o objetivo é ficar de boa olhando a vida passar ou mergulhar como se não houvesse amanhã, você vai encontrar a piscina dos seus sonhos. Agora vai querer trabalhar em dobro para tornar a vontade realidade!

1. Oberoi Udaivilas – Udaipur, Índia
oberoi
2. Hotel Hacienda Na Xamena – Ibiza, Espanha
No topo de um penhasco, a piscina está suspensa a 180 metros do chão e tem vista panorâmica para as montanhas e para o mar.
hacienda xamena
3. Hotel Cambrian – Alpes Suíços 
cambrian
4. Hotel Marina Bay Sands – Singapura
Piscina panorâmica no 57º andar do hotel, tem uma das melhores vistas do mundo.


5. Jade Mountain – Santa Lúcia (Caribe)
jade mountain
6. Hotel Fasano – Rio de Janeiro
fasano
7. St. Regis Lhasa Resort – Tibet
golden pool
8. Castelo Hearst – San Simeone, Califórnia
Dentro de um castelo histórico, a piscina de Netuno foi projetada em 1924 com a fachada real de um antigo templo romano.
neptune pool
9. Hanging Gardens – Ubud, Indonésia
Ubud
10. Resort San Alfonso del Mar – Valparaíso, Chile
A maior piscina do mundo, abastecida com cerca de 66 milhões de galões de água recolhida do oceano através da tecnologia especial.
alfonso del mar
11. Sixty Les – Nova York 
Piscina diferente, decorada com imagens de Andy Warhol ao fundo.
sixty les
12. Laucala Island Resort – Ilhas Fiji
laucala
13. Hufaven Fushi Resort – Ilhas Maldivas
hufaven
14. Umaid Bhawan Palace – Jodhpur, Índia
Localizada no subsolo da que foi um dia a maior residência privada do mundo, em meados de 1943.
Umaid
15. Hotel Golden Nugget – Las Vegas
The Tank
Todas as fotos: divulgação dos hotéis

Anúncios

O café em SP que une pessoas de todas as idades para tricotar

 
Antigamente, era comum ver as mulheres da família tecendo roupas, toucas e cachecóis para os filhos e netos. Cada ponto dado na linha aquecia uma geração de corações que se derretiam ao falar da origem do que estavam usando. Depois de um certo hiato, eis que a moda volta e está fazendo sucesso no mundo todo em lugares como o Novelaria Knit Café, espaço de convivência em São Paulo onde pessoas de todas as idades se enrolam entre novelos e boas histórias.

Os chamados “Knit Cafés” pipocaram em vários lugares do mundo nos últimos anos, como Japão, Estados Unidos e Europa. Apesar do movimento ainda ser tímido no Brasil, já faz barulho em lugares como o Novelaria. Depois de trabalhar 30 anos com produção, a empreendedora Lica Isak se uniu com uma amiga e abriu as portas na Vila Madalena há cinco anos atrás. Atualmente tem a amiga Aida Fonseca como sócia, que mora no Uruguai.

O lugar tem cara de casa de vó, decorado com móveis vintage e alguns toques modernos. Tudo muito fofo e aconchegante. Nos sofás, poltronas, cadeiras de jardim e até no tapete os alunos se jogam na sua imaginação e focam nas agulhas. No caso da ex-cantora do Theatro Municipal, Liana Maria Lidger Conrado Pereira, a arte de tricotar voltou com tudo há alguns anos atrás. “Minha prima me ensinou quando eu tinha 7 anos, mas depois parei. Aí em 2006 comecei a fazer de novo e fiquei um tempo tricotando. Voltei ano passado ao trabalho manual e eu vinha quase todo dia aqui. Se eu erro o ponto em casa, corro pra cá também”, disse.

NovelariaCafe-37

Cega desde os 2 anos de idade, ela e seu cão-guia Sírios passam horas a fio entre agulhas, lãs coloridas e muito bate-papo, que já gerou muitos chales, mantas, ponchos, cachecóis e golas de tricô. E a coisa te engole de um jeito que eu mesma nem vi a hora passar e fiquei por lá até o fim do expediente. “As pessoas que fazem aulas acabam fazendo daqui um ponto de encontro, de onde saem amizades, negócios e muitas ideias bacanas. A gente não imaginou que daria tão certo!”, explicou Lica.

A memória afetiva e essa tradição de família continua enraizada em muitas pessoas. No caso da Lica, o gosto por tricotar foi um tanto inusitado. “Quando eu tinha uns 15 anos, era junho ou julho, entrou um ladrão na minha casa e roubou todos os casacos e os tênis que a gente tinha. Era frio o problema dele. Aí minha tia me ensinou a fazer cachecol e eu passei o inverno fazendo aquilo. Então eu sempre ia num armarinho pra comprar lã e tricotar quando chegava o frio”, contou.

No Novelaria as pessoas trabalham com lãs mais sofisticadas e importadas, de materiais diferentes como algodão, seda, tule e bambu. A estante repleta de cores e tipos está disponível para que alunas e alunos olhem, toquem e comprem o material com o qual vão trabalhar. “A ideia é a pessoa fazer sua própria roupa, que também é um movimento sustentável, que diminui o consumo. Você fazer uma peça para usar ou dar de presente tem um outro significado e essa é uma tendência.

NovelariaCafe-55

Entre um ponto e outro podem tomar um chá, comer um bolinho, ver as peças disponíveis para venda na bancada coletiva, trocar referências e compartilhar a mesma paixão. As aulas de tricô, crochê, bordado e tear podem ser avulsas ou por pacotes mensais e se dividem em cursos e oficinas para crianças, jovens, homens e mulheres – mas todos convivem juntos. As professoras acompanham cada aprendiz nos mãos diversos níveis de aprendizado e, a novidade para 2016 são as aulas ministradas por Thiago Rezende, do projeto Homem na Agulha.

Tricotar hoje em dia está longe de ser coisa de vovozinha. O estilista Gustavo Silvestre, que na Novelaria desenvolveu seu hobby e agora esta parceria, dá aulas no presídio de Guarulhos para um bando de marmanjos dispostos a dominar as agulhas. O pernambucano, que participa dos desfiles da SPFW, cria peças feitas de maneira totalmente artesanal e sustentável, reaproveitando materiais como lona de caminhão, garrafas PET recicladas, retalhos de tecidos e tinturaria natural.

Neste caso, as linhas que prendem os pontos libertam os encarcerados de seus piores pesadelos e do ócio. Além disso, as aulas de crochê dos 80 alunos os aproximam, de fato, da real liberdade: a cada 12 horas de aulas cumpridas se reduz um dia na pena. Este é um grande passo dentro do sistema carcerário em prol da ressocialização, do bem-estar e que futuramente pode até gerar renda. Fora que ainda promove o crochê para o público masculino, que há anos atrás se recusava a fazer “tarefas de mulherzinha”.

NovelariaCafe-4

As vantagens do tricô, crochê e outros trabalhos manuais são comprovadas pela ciência. Um estudo da Harvard aponta que a modalidade não só cresceu muito nos últimos 10 anos, mas que também promove um estado de relaxamento semelhante ao da meditação e da ioga, reduzindo os níveis de estresse.

Já o Journal of Neuropsychiatry & Clinical Neurosciences revela que transtornos cognitivos leves e perda de memória podem ser evitados com a prática de trabalhos manuais.Tem muita gente que largou a terapia, porque as pessoas se sentem à vontade aqui para desabafar, conversar e às vezes contam coisas tão íntimas…o bacana é que o tricô também é produtivo, você ganha conhecimento, faz para vender, ainda mais em época de crise, tem de tudo”, argumentou Lica.

Quando a lã entra em contato com as agulhas, o mundo pode desabar lá fora e vai estar tudo bem. O tricô relaxa, traz uma reconexão com você mesmo, tem cheiro de memória afetiva – que é uma delícia -, gera renda e ainda por cima é sustentável, promovendo o consumo consciente. Está estressado? Vai tricotar!

NovelariaCafe-67


Todas as fotos © Brunella Nunes

ELE LARGOU OS ESTUDOS AOS 18 ANOS E ATÉ AGORA JÁ VISITOU 97 PAÍSES

Desde o nascimento, já somos condicionados a ter fases pré-estabelecidas ao longo da vida, divididas entre: nascer, estudar, trabalhar, casar, reproduzir, envelhecer e morrer. Mas há quem fuja da regra e faça diferente, como é o caso do jovem Christian Lindgren, que aos 18 anos tratou de largar os estudos para viver uma grande aventura mundo afora. Hoje, aos 27, já conta com 97 países em sua lista de lugares visitados e sonhos realizados.

Viajando com baixo orçamento em mente, o norueguês divide episódios  de sua jornada num blog pessoal e afirma que nunca usa guias para se encontrar, dando preferência por explorar todos os cantos das cidades em que põe os pés, como Coreia do Sul e Paquistão. As belezas escondidas que teve a sorte de achar ao longo do caminho são fotografadas e compartilhadas.

Entre os lugares exóticos e fascinantes está Larung Gar, em Sichuan, na China, onde há a maior escola budista do mundo, além de Isfahan, no Irã, cidade considerada por ele como “a mais linda do mundo”. Suas lentes registraram ainda um casamento em Tajiquistão, o Monte Everest e o Registan, em Uzbequistão. “Este foi um dos edifícios mais impressionantes de qualquer lugar do mundo”, escreveu Lindgren.

Isfahan, Irã

Christian Lindgren

Christian Lindgren2

Christian Lindgren12

Coreia do Norte: vista do quarto do hotel, reservado com pouco dinheiro

Christian Lindgren3

Christian Lindgren15

Christian Lindgren14

Um antigo e esquecido barco onde o mar Aral costumava ser, em Uzbequistão

Christian Lindgren4

Monte Everest: o viajante teve a sorte de visitar o local três vezes – 2 pelo Nepal e 1 pelo Tibet

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Christian Lindgren9

Registan, Uzbequistão: templo na praça Samarcanda, considerado pelo fotógrafo como um dos mais do mundo

Christian Lindgren10

Christian Lindgren5

Larung Gar, na China: lar da maior escola budista do mundo

Christian Lindgren16

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Christian-Lindgren22

Caminhão no lago Attabad, Paquistão 

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Christian-Lindgren21

À esquerda: o fotógrafo teve a sorte de ser convidado para este casamento em Tajiquistão
À direita: Katski Pilar, na Georgia – o viajante se hospedou por uma noite nesta igreja ao topo.

Christian-Lindgren23

Todas as fotos © Christian Lindgren

Veneza é tão linda que até o chão da cidade merece atenção especial

Passear por Veneza é geralmente sinônimo de dor no pescoço, de tanto olhar para cima e se maravilhar com as vistas e os topos de construções históricas que completam a cidade! Mas isso é apenas metade do show. A outra metade está bem embaixo dos seus pés!

O fotógrafo alemão Sebastian Erras percebeu que muitos turistas e até venezianos não reparavam nos mosaicos que haviam no chão da cidade italiana. Foi aí que ele virou a câmera para baixo e passou a retratar verdadeiras obras de arte.

“Muitos dos chãos estão escondidos em igrejas e monumentos. As pessoas que vivem lá me disseram que passavam ali todos os dias e nunca tinham reparado. É uma forma diferente de descobrir uma cidade“, disse Sebastian ao Amusing Planet.

Ele descobriu também que o chão em lugares como Marraquech, Marrocos e Paris também são lindos. Assim ele completou o seu trabalho. Já a série sobre Veneza você confere em seguida. Ela também foi publicada de forma interativa aqui. Vale a pena conferir!

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras1.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras2.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras3.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras4.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras5.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras6.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras7.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras8.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras9.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras10.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras11.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras12.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras13.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras14.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras15.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/sebastian-erreras16.jpg

Todas as fotos: ©Sebastian Erras

Conheça o casal que está criando seus dois filhos a bordo de um trailer de bicicleta pelo mundo

São muitas as pessoas que decidem desbravar o mundo. Algumas delas viajam a bordo de uma bicicleta, outras preferem trailers, enquanto outras escolhem o meio de transporte de acordo com a ocasião. Mesmo assim, muita gente ainda acha que a rotina de viajante é incompatível com a maternidade.

Alice Goffart e Andoni Rodelgo estão mostrando que as coisas não são bem assim e decidiram criar seus dois filhos pequenos a bordo de um trailer de bicicleta. Tudo começou quando o casal belga decidiu fazer sua primeira viagem, em 2004. A ideia inicial era apenas ir de Bruxelas até Berlim, mas a viagem acabou sendo muito mais longa do que isso e durou 3 anos. Quando voltaram, Alice estava grávida de 7 meses e quis voltar para casa para ter sua primeira filha, Maia.

Quando a menina tinha dois anos, eles resolveram pegar a estrada novamente, em uma viagem que acabaria percorrendo diversos continentes. Durante a jornada, Alice engravidou novamente, mas decidiu que desta vez a gravidez não iria deixar de lado os planos do casal.

Assim, Unai nasceu na Bolívia, em uma das paradas feitas pelo casal, em uma casa que haviam alugado. Sobre pedalar durante o período, a mãe conta: “A maioria das mães holandesas e dinamarquesas sabem que é na verdade mais fácil pedalar do que caminhar quando você está grávida“.

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice1.jpg

Ela também considera que criar os filhos na estrada é mais fácil do que em casa e compara suas duas experiências como mãe. Enquanto Maia nasceu em Bruxelas, com milhares de pessoas dando palpites sobre como deveria ser sua criação, Unai cresceu em contato direto com os pais e foram eles os únicos a decidirem como iriam cuidar do bebê.

A dupla também lembra que os gastos na estrada foram bem menores do que poderiam parecer – menores até do que se eles estivessem vivendo em seu país: uma média de 700 a 800 euros por mês para toda a família. Apesar disso, o quarteto voltou para a Bélgica recentemente, quando Maia chegou à idade escolar, para que ela pudesse frequentar a escola. Mesmo assim, novas viagens não estão fora dos planos da família, que transformou parte da aventura em um documentário inspirador.

Dá o play para ver o trailer:

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice2.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice3.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice4.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice5.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice6.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice7.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice8.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice9.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice10.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/alice11.jpg

Todas as fotos © Alice Goffart e Andoni Rodelgo

0 unidades militares improváveis

Se há uma coisa que os humanos não conseguem largar mão, essa coisa é brigar. E ficamos cada vez mais criativos na arte da guerra. Claro que não abrimos mão dos clássicos como infantaria e cavalaria, da Força Aérea e da Marinha, mas também podemos encontrar, bem, outros grupos militares, unidades especiais peculiares e certamente originais que, acredite se quiser, têm suas funções.

10. “O Exército Fantasma”

Fig4.2
Você poderia pensar que uma prerrogativa de qualquer exército seria lutar. No entanto, isso não foi exatamente o caso do Exército Fantasma, uma unidade tática especial dos EUA implantada na II Guerra Mundial. Continha 1.100 soldados com muito pouco treinamento no quesito “luta”. Ao contrário, eles eram atores, ilustradores, designers, operadores de rádio e engenheiros de som.

A unidade ainda incluiu artistas que ficaram famosos pouco tempo depois, como fotógrafo Art Kane e o pintor Ellsworth Kelly.
Mas qual era o objetivo da unidade então?

 

Era encontrar maneiras criativas de chegar o mais perto possível do exército alemão e derrotá-lo. E eles conseguiram fazer isso, emitindo ruídos nos alto-falantes do exército, enviando transmissões de rádio falsas etc. Engenhoso, não?

Os atores até fingiram ser generais bêbados em bares para descobrir espiões. Mais de 20 missões deste tipo foram realizadas, e a estimativa é que elas salvaram entre 15 a 30.000 vidas.

9. 61ª Unidade de Cavalaria


Houve um tempo em que as unidades de cavalaria eram uma parte indispensável de qualquer exército. No entanto, nesse meio tempo, nós inventamos vários dispositivos com rodas e motores, e elas acabaram ficando com um papel secundário. Mas não foram eliminadas por completo. A Índia, por exemplo, ainda mantém a sua 61ª Unidade de Cavalaria, também conhecida como a maior unidade de montagem a cavalo do mundo. Esta é uma unidade operacional. Isso significa que ainda está à disposição sempre que houver necessidade. No entanto, o último combate de que participou foi em 1971, durante a Guerra Indo-paquistanesa.

Uma curiosidade é que cerca de um terço dos voluntários são enviados de volta por causa de suas habilidades insuficientes. Estes dias, a unidade não vai ver muita ação e é normalmente reservado para desfiles.

8. Os 13 imundos

grupos militares 8
Esses são os verdadeiros “Bastardos Inglórios”. Esses soldados não foram exatamente assassinos, mas sim um grupo de desajustados. De acordo com o líder Jake McNiece, eles não tinham “nenhum respeito para mostrar aos diretores ou qualquer disciplina por qualquer um dos regulamentos”.

Mas faziam o trabalho sujo.

Essa unidade batalhou durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a invasão da Normandia, eles explodiram uma ponte para parar os reforços alemães. Antes da Batalha de Bulge, eles penetraram profundamente em todo o território inimigo para realizar reconhecimento da área. Os 13 imundos foram incumbidos de missões extremamente perigosas, mas essenciais. Devido a isso, eles sabiam que eram indispensáveis, que é o que lhes permitiu agir da maneira que agiam. De acordo com McNiece, seus quartéis foram sempre uma bagunça/sujeira (daí o nome), e eles guardavam todo fim de semana para festas. Eles roubaram jipes e trens, explodiram quartéis (só para se divertirem), e roubaram uísque de coronéis.

A pior punição que já receberam foi de alguns dias na prisão militar. Bem ok, eu diria.

7. Escoteiros Lovat

grupos militares 7
O Escoteiros Lovat foi um regimento especial composto de unidades escocesas formadas por um lorde britânico, comandado por um major americano, e enviados para lutar em uma guerra sul-africana. Ele foi criado em 1900 por Joseph Simon Fraser, o 14º Lord Lovat, para lutar na Segunda Guerra Boer contra a República Sul-Africana. A unidade foi comandada pelo Major Frederick Russell Burnham, um americano que depois voltou para os Estados Unidos e fundou os Escoteiros da América.

Quando a guerra acabou, os escoteiros Lovat foram desmantelados, mas se reuniram novamente apenas um ano mais tarde, desta vez em dois regimentos. Ambos viram muita ação durante a Primeira Guerra Mundial I.

Por esta altura, eles já haviam se estabelecido como alguns dos melhores olheiros do mundo, mas também começaram a se especializar como snipers (ou atiradores de elite, como eram chamados na época). Eventualmente, isso levou à formação, em 1916, da primeira unidade de franco-atiradora da história do exército britânico. O aparelho em si não durou muito tempo, uma vez que foi considerado muito pequeno para funcionar efetivamente como uma entidade independente.

6. Os Ritchie Boys

grupos militares 6
Os Ritchie Boys era uma unidade especial militar dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial composta principalmente de jovens judeus (a maioria deles adolescentes) da Alemanha e da Áustria. A unidade era composta por milhares de membros, ou que foram redigidos ou se voluntariaram para o exército, assim que chegavam aos EUA. Muitos deles eram apenas crianças quando imigraram e chegaram ao país sem seus pais. Todos eles foram treinados em Camp Ritchie, daí o nome do grupo, só que sua experiência não era focada em combate armado, mas sim na inteligência.

Apesar de muito jovens, os Ritchie Boys foram para a linha de frente, ou mesmo atrás das linhas inimigas para reunir informações, realizar interrogatórios e se envolver em guerra psicológica. Seu maior trunfo era a compreensão da língua alemã, bem como da cultura alemã, ou seja, se encaixavam muito melhor do que qualquer espião americano.

Primeiro, a maioria deles lidou com os soldados alemães de baixo nível. Estes eram todos jovens recrutas como eles mesmos, por isso uma abordagem suave quase sempre funcionava. Depois veio o Dia D. E, de repente, os meninos Ritchie estavam lidando com os nazistas barra pesada.

 

5. Escoteiros Jessie

grupos militares 5
Os Escoteiros Jessie formavam um pequeno grupo de soldados irregulares que não lutaram mais do que 60 combates para a União durante a Guerra Civil Americana. Eles operavam em território confederado na insurgência, coletando informações sobre a condição e os movimentos das forças inimigas. Eles normalmente se vestiam com uniformes confederados para passarem despercebidos. Isto os colocava em risco não só de serem pegos como espiões pela Confederação, mas de serem atacados por apoiantes da União também.

Os Escoteiros Jessie foram liderados pelo Capitão Charles Carpenter, e logo ganharam uma reputação de aventuras bastante divertidas. Carpenter conta de um incidente envolvendo Henry Hale, um companheiro do grupo, que estava em seu caminho para Lexington para entregar alguns despachos. Logo, encontrou um velho e pensou que seria engraçado roubar seu cavalo. Hale apontou sua arma para ele, ordenando-o a desmontar o cavalo e fugir. Hale continuou sua viagem com o cavalo no reboque, assobiando tranquilão. No entanto, o separatista conseguiu alcançá-lo, armado, e ordenou que Hale jogasse sua arma para longe e devolvesse o cavalo. Ele também exigiu que Hale tirasse as calças. O velho homem então saiu com seu cavalo, e deixou Hale nu, para andar 7 km até Lexington.

Merecido: sim ou com certeza?

4. A Força

grupos militares 4
A formação do referido Santo Exército durante a Segunda Guerra Mundial estava realmente inspirada pelo trabalho realizado pela Força, a recém-inaugurada unidade de inteligência secreta britânica. A força motriz por trás da unidade foi seu fundador, o top espião britânico Dudley Clarke. Inicialmente, Clarke cuidava principalmente das operações do Oriente Médio e trabalhava sozinho. Durante uma operação, no entanto, Clarke teve que inventar uma unidade fictícia que apelidou de “A Força”.

Mais tarde, a unidade se tornou realidade, especializando-se em contraespionagem.

A Força continuou a operar no Oriente Médio e Norte da África e foi fortemente envolvida durante a batalha de El Alamein, no Egito. Clarke liderou a Operação Tocha, que foi um sucesso e garantiu que os alemães fossem pegos de surpresa quando as forças aliadas invadiram a África do Norte francesa, em novembro de 1942.

Ao mesmo tempo, A Força também supervisionou a Operação de Tratamento, uma missão para enganar os alemães, fazendo com que eles pensassem que a contra-ofensiva em El Alamein viria duas semanas mais tarde do que realmente planejado.

Apesar de todo o sucesso de Clarke, hoje em dia ele é principalmente lembrado por um estranho incidente, de quando foi preso em Madrid durante uma missão em que estava travestido. A foto dele vestido como uma mulher circulou por toda a Europa e causou um grande desconforto, digamos assim, no Consulado Britânico.

Felizmente, Clarke conseguiu convencer as forças espanholas de que ele era um correspondente de guerra para o jornal The Times que “queria estudar as reações de homens e mulheres nas ruas”.

3. Os Merrill’s Marauders

grupos militares 3
Dizem que no amor e na guerra, vale tudo. Esse ditado tem uma razão de ser. No amor, não sei bem, mas na guerra, a gente pode ter certeza de uma coisa: sempre haverá a necessidade de uma unidade especial preparada e disposta a fazer as missões perigosas que ninguém mais quer fazer. E é aí que os Merrill’s Marauders entram.

Eles foram nomeados oficialmente a 5307ª Unidade provisória, e sua designação “Merrill’s Marauders” era uma homenagem ao seu líder, o brigadeiro-general Frank Merrill. O que eles fizeram?

Bom… Os “marotos” (“marauders” em inglês) eram responsáveis por penetração de longo alcance de operações especiais da unidade de guerra na selva. Em outras palavras, eles iam atrás das linhas inimigas. Formados em 1943 depois de um pedido do Presidente Roosevelt à procura de voluntários para “uma missão perigosa”, mais de 3.000 soldados se ofereceram e eles foram divididos em seis equipes de combate de 400 homens cada.

Após o treinamento na Índia, os Marauders se dirigiram para uma região controlada pelos japoneses. Lá, participaram de cinco grandes compromissos de combate e dezenas de menores, culminando na batalha de Myitkyina.

 

Essa luta ocorreu após 80 dias de caminhadas que totalizaram mais de 800 km andados em um terreno acidentado e perigoso. Quase todos os homens estavam doentes, sofriam de infecções, febre ou disenteria. Como Myitkyina tinha um aeródromo que poderia reabastecer unidades na área, era um alvo valioso. De maio a agosto de 1944, os marotos e os japoneses lutaram pelo controle da cidade. Eventualmente, os marotos receberam reforços chineses e conseguiram tomar a cidade.

2. O Batalhão Mórmon

grupos militares 2
O Batalhão Mórmon tem a peculiar característica de ser a única unidade militar religiosa da história dos EUA. Ele foi formado em 1846 durante a Guerra Mexicano-Americana a partir de cerca de 550 mórmons voluntários.

Essas pessoas foram alistadas não para lutar, mas para ajudar a colonizar a Califórnia e garantir uma boa relação entre o governo dos Estados Unidos e os imigrantes mórmons que queriam se estabelecer lá. Normalmente, a unidade só incluiria homens com idades entre 18 a 45. Mas o Batalhão Mórmon teve membros de 14 a 67 anos, acompanhados por 33 mulheres e 51 crianças.

Juntos, cerca de 600 pessoas embarcaram em uma jornada de 3.250 quilômetros de Council Bluffs para San Diego, na Califórnia. Durante esta aventura, os membros do batalhão testemunharam vários eventos notáveis.

1. Os Scallywags

grupos militares 1
Houve um tempo durante a Segunda Guerra Mundial em que a Alemanha nazista exercia seu domínio sobre a maior parte da Europa. A maioria do continente europeu ou era aliado ou ocupado pelos nazistas, e se acreditava fortemente que era apenas uma questão de tempo até que o Reino Unido caísse em uma dessas duas posições.

Foram feitos planos para um movimento de resistência caso isso acontecesse. Oficialmente, esses grupos de resistência eram chamados simplesmente de unidades auxiliares. No entanto, eles logo ficaram conhecidos como os Scallywags, em homenagem a “scallywagging”, o termo usado para caracterizar a realização de missões secretas à noite. A unidade especial foi formada em 1940 e acabou compreendendo de 3 a 6 mil membros. No papel, eles faziam parte da Guarda Municipal. Na prática, era bem diferente.

Os Scallywags operavam apenas em pequenos grupos de sete ou oito pessoas, e cada homem não sabia nada sobre ninguém fora seu grupo, para que não fossem capazes de fornecer informações sigilosas.

Qualquer um poderia ser um membro. Nerds, dentistas e até mesmo clérigos faziam parte deste movimento subterrâneo secreto. A única prova de seu trabalho era um número de telefone dado a policiais caso algum deles fosse preso.[Listverse]

Todas as vezes que Obama ficou maluco brincando com crianças

No Halloween do ano passado, o presidente Obama ficou doido quando encontrou essa criança vestida de Papa na Casa Branca.
No Halloween do ano passado, o presidente Obama ficou doido quando encontrou essa criança vestida de Papa na Casa Branca.
Andrew Harnik / AP
O presidente não conseguiu lidar com a fofura da fantasia da criança.
O presidente não conseguiu lidar com a fofura da fantasia da criança.
Andrew Harnik / AP
Tipo, não soube lidar mesmo.
Tipo, não soube lidar mesmo.
Saul Loeb / AFP / Getty Images
Mas nossa pesquisa meticulosa mostra que o presidente geralmente fica maluco quando se encontra com crianças, especialmente as vestidas com fantasias de Halloween.

nstagram: @petesouza

Aqui está ele, em 2012, junto com uma miniatura do Homem-Aranha.
 Aqui está ele, em 2012, junto com uma miniatura do Homem-Aranha.
Pete Souza / The White House
E aqui está ele se divertindo com Ella Rhodes, a filha de seu conselheiro adjunto de segurança nacional, quando ela usava uma fantasia de elefante que era tão bonita que ele literalmente caiu no chão.

E aqui está ele se divertindo com Ella Rhodes, a filha de seu conselheiro adjunto de segurança nacional, quando ela usava uma fantasia de elefante que era tão bonita que ele literalmente caiu no chão.

Pete Souza / Via Facebook: WhiteHouse
Não é a primeira vez que a fofura de Ella deixou o presidente no chão.

Não é a primeira vez que a fofura de Ella deixou o presidente no chão.

Pete Souza/White House
Foto após foto, Obama simplesmente perde a linha quando se encontra com crianças.

Foto após foto, Obama simplesmente perde a linha quando se encontra com crianças.

Pete Souza/White House
Ele até as procura só para dizer “oi”.

Ele até as procura só para dizer "oi".

Pete Souza/White House
Claro, devemos lembrar que a primeira-dama também é incrível com as crianças.

Claro, devemos lembrar que a primeira-dama também é incrível com as crianças.

Pete Souza / The White House
Ela é conhecida pelos incríveis movimentos de dança.

Ela é conhecida pelos incríveis movimentos de dança.

Lawrence Jackson / The White House
Ela topa tudo, até adesivos na cara.

Ela topa tudo, até adesivos na cara.

Chuck Kennedy / The White House
Mas tem algo muito legal em ver este homem poderoso se soltar quando está perto das crianças.

Mas tem algo muito legal em ver este homem poderoso se soltar quando está perto das crianças.

Pete Souza / The White House
Naturalmente, quando você é um político você precisa beijar um monte de crianças.

Naturalmente, quando você é um político você precisa beijar um monte de crianças.

Pete Souza / The White House
E brincar com muitas crianças.

E brincar com muitas crianças.

Pete Souza / The White House
Mas Obama parece gostar de verdade de brincar com essas pequenas pessoas.

Mas Obama parece gostar de verdade de brincar com essas pequenas pessoas.

Pete Souza / The White House
Quando você é o presidente, tem que lidar com muito estresse.

Quando você é o presidente, tem que lidar com muito estresse.

Pete Souza / The White House
Então quando uma criança aparece e aperta suas bochechas…

Então quando uma criança aparece e aperta suas bochechas...

Pete Souza / The White House
Ou te dá uma flor…

Ou te dá uma flor...

Pete Souza / The White House
Ou quer encostar no seu cabelo para ver se é igual ao dele…

Ou quer encostar no seu cabelo para ver se é igual ao dele...

Pete Souza / The White House
É natural que você perca mesmo a linha.

É natural que você perca mesmo a linha.

Pete Souza / The White House
Esteja ele se encontrando com mini-super heróis…

Esteja ele se encontrando com mini-super heróis...

Chuck Kennedy / The White House
Princesinhas…

Princesinhas...

Pete Souza / The White House
Ou pequenos médicos…

Ou pequenos médicos...

Pete Souza / The White House
O Obama não se controla e e se envolve de verdade.

O Obama não se controla e e se envolve de verdade.

Win Mcnamee / Getty Images
De verdade.

De verdade.

Pete Souza / The White House
Ele gosta demais de bebês.

Ele gosta demais de bebês.

Pete Souza / The White House
E parece que eles gostam dele também.

E parece que eles gostam dele também.

Pete Souza / The White House
Talvez seja por causa de suas caretas divertidas…

Talvez seja por causa de suas caretas divertidas...

Pete Souza / The White House
Ou da maneira como ele olha…

Ou da maneira como ele olha...

Pete Souza / The White House
Ou talvez ele seja apenas uma criança grande.

Ou talvez ele seja apenas uma criança grande.

Pete Souza / The White House
Mas quando uma criança está feliz…

Mas quando uma criança está feliz...

Pete Souza / The White House
Ou triste…

Ou triste...

Pete Souza / The White House
Ou se ela quiser um pedaço da torta do presidente…

Ou se ela quiser um pedaço da torta do presidente...

Pete Souza / The White House
Ou quer desafiá-lo para uma corrida…

Ou quer desafiá-lo para uma corrida...

Pete Souza / The White House
Ou simplesmente deseja um aperto de mão…
Ou simplesmente deseja um aperto de mão...
Pete Souza / The White House
Obama vai topar.
Obama vai topar.
Lawrence Jackson / The White House

Já ouviu falar do Yipao, o surreal desfile de jipes da Colômbia?

Os jipes começaram a dar as caras na Colômbia em 1946. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, o exército americano precisava vender os seus veículos remanescentes – e encontrou no país ótimos compradores. Nas regiões montanhosas, o principal meio de transporte eram as mulas até a introdução dos veículos, o que fez com que muita gente os chamasse de “mulinhas mecânicas“.

Por serem veículos pesados e versáteis, eles são bastante usados para transportar produtos agrícolas, como frutas e, principalmente, café. Em algumas áreas onde não há energia elétrica, até mesmo os motores dos jipes são usados em geradores – o que dá uma ideia da importância do veículo por lá.

Para celebrá-los, a maioria das cidades da região cafeeira da Colômbia organiza uma parada conhecida como Yipao. A palavra “yipao” é usada para designar um jipe completamente cheio e é exatamente assim que os jeeps estão durante o festival. Muitas vezes, as pessoas deixam os veículos repletos de móveis e antiguidades, que representam as posses da família. Há até um prêmio para jipes que estejam carregados da maneira mais harmoniosa ou com o maior número de objetos.

Dá só uma olhada em algumas fotos do evento:

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep1.jpg

Foto via

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep2.jpg

Foto via

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep3.jpg

Foto via

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep4.jpg

Foto via

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep5.jpg

Foto via

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep6.jpg

Foto © Alvaro Ramírez/Flickr

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep7.jpg

Foto © Alvaro Ramírez/Flickr

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep8.jpg

Foto © Alvaro Ramírez/Flickr

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep9.jpg

Foto © Alvaro Ramírez/Flickr

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep10.jpg

Foto © Alvaro Ramírez/Flickr

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep11.jpg

Foto © Santiago Restrepo Calle/Flickr

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep12.jpg

Foto © Santiago Restrepo Calle/Flickr

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep13.jpg

Foto © Santiago Restrepo Calle/Flickr

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep14.jpg

Foto © Santiago Restrepo Calle/Flickr

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep15.jpg

Foto via

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2015/12/jeep16.jpg

Foto via

Swamphen Australasian:Conhecido como o pukeko

https://i2.wp.com/cdn.birdseye.photo/media/resized/large/001796-909-20151210175816.jpg

Swamphen Australasian (Porphyrio melanotus) é uma espécie de swamphen ocorrendo no leste da Indonésia , as Molucas , Aru e Ilhas Kai , assim como em Papua Nova Guiné e Austrália . Também é encontrada em Nova Zelândia , onde é conhecido como o pukeko, derivado da língua MĿori . O swamphen Australasian anteriormente era considerado uma subespécie do caimão-comum .

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7a/Purple_Swamp_Hen_Wollongong.jpg

A população da Nova Zelândia (juntamente com swamphens verde-amarelas na Tasmânia) são, possivelmente, um pouco maior do que os pássaros australianos do continente, mas são idênticas. Quando ameaçado, muitas vezes eles vão se afastar do perigo, em vez de voar. Quando voam, as descolagens e aterragens são desajeitados, e as distâncias de vôo curto são preferidos.

https://i1.wp.com/www.texaspeafowl.com/DSC0665.JPG

Swamphens Australásia são considerados os ancestrais de várias espécies insulares, incluindo a extinta swamphen Lord Howe e duas espécies de takahe na Nova Zelândia .  Em ilhas onde as espécies estreitamente relacionadas foram extintos ou diminuído devido à humana interferências, como a Nova Zelândia ou New Caledonia, esta espécie se estabeleceu há relativamente pouco tempo.

https://vivimetaliun.files.wordpress.com/2016/02/ae9e5-swamphen.jpg?w=444

Eles vivem em grupos de 3-12 indivíduos e são conhecidos por agrupar e gritar bem alto para defender ninhos com sucesso durante os ataques por harriers Australásia . Quando mal sucedido em predadores repelir, eles podem abandonar os seus locais de nidificação. A recente chegada à Nova Zelândia, eles têm prosperado em um ambiente que agora contém predadores introduzidos tais como gatos , roedores e mustelídeos (Brunin e Jamieson, 1995).

Na cultura polinésia

A cor vermelha foi associada com nobreza e poder pelos Maori na Nova Zelândia, assim que a ave era tido em alta estima e mantido como um animal de estimação, principalmente por causa de seu bico vermelho e as pernas.  Em Samoa , onde é chamado de “Manuali ‘ i “(literalmente,” pássaro principalmente “). O vermelho era a cor premiado da aristocracia polinésia e enquanto as aves com plumagem vermelha (como o tropicbird de cauda vermelha , alguns honeycreepers havaianas como o ‘i’iwi ‘ e marrom papagaio brilhando ) foram altamente valorizada, o swamphen era único em derivar seu prestígio não de plumagem, mas de sua face avermelhada, bico e pernas.

https://farm6.staticflickr.com/5795/20993287870_9486ef956d_b.jpg

Na velha Samoa apenas chefes poderia manter tais aves como animais de estimação, e marinheiros europeus adiantados notado swamphens amarrados e / ou enjaulados tratados pelos chefes samoanos como animais de estimação domesticados. Alguns samoanos também considerou a swamphen ser a encarnação de um demônio malicioso, agressivo chamado Vave (Corey & Shirley Muse, “Os Pássaros e Birdlore de Samoa”, 1982). Não há tradição de swamphens sendo tomado como jogo de esporte ou de alimentos de aves, exceto, talvez, em tempos de necessidade.

https://i0.wp.com/bestwildlifephotos.net/wp-content/uploads/2014/07/AFRICAN-PURPLE-SWAMPHEN-2994-1024x682.jpg

Maori metáfora

Pukeko são conhecidos por sua intrigante ousado e determinação. Em tempos passados, eles invadiram jardins para Kumara (batata doce) e taro. Uma pessoa teimosa, chata foi comparada metaforicamente para o pássaro, e foi dito ter ouvidos Pukeko (taringa Pakura).  Eles são conhecidos por roubar ovos do outro e isso é uma indicação de seu caráter.

https://cdn.birdingbuddies.com/media/images/large/web/32004_secondary_image3.jpg

Mitologia maori

Na Nova Zelândia, o pukeko é mencionado no mito Maori ‘Como o Kiwi perdeu suas asas’ em que várias aves da floresta são convidados a descer das árvores para comer os insetos na terra e salvar a floresta, mas todos dão desculpas, exceto o kiwi que está disposto a desistir de suas cores e a capacidade de voar. A desculpa do Pukeko é que ele parece muito úmido lá em baixo, e ele não deseja obter seus pés molhados. O Pukeko é punido por sua relutância e disse que ele agora deve viver para sempre nos pântanos.

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/44/Porphyrio_porphyrio_-Waikawa,_Marlborough,_New_Zealand-8.jpg

Segundo um relato, o pukeko é a semente de Punga (o antepassado de tubarões e répteis – inimigos do povo), mas foi reivindicada pela relativa (e alto-chefe) Tawhaki . Tawhaki cortou-se ao corte de madeira e assim por rebocam testa do pukeko com seu próprio sangue para indicar seu vínculo. Assim, o pukeko travesso recebe o seu personagem de Punga e seu distintivo nobre de Tawhaki

https://i0.wp.com/carolinabirds.org/People/AdamCraigLG/Swamphen,_Purple_CraigAdam.jpg

Caça hoje contra a conservação

Na Nova Zelândia, eles são protegidos como gamebirds nativas, o que significa que podem ser caçadas apenas sob licença (de peixes e do jogo ), durante a temporada de caça pato. Às vezes, há uma temporada estendida na costa oeste da Ilha do Sul. Eles geralmente não são caçados para comida e mais não são recolhidos após a sessão de caça. Eles foram, por vezes, comido por Maori, mas foram considerados pobres comida,  sendo vigoroso e resistente. Em um relato escrito dada mais de 100 anos atrás, Maori foram descritos como trapping Pukeko (perto do lago Taupo ). Eles iriam escolher um local adequado, onde Pukeko eram conhecidos para se alimentar, e dirigir uma série de estacas no solo.

https://i0.wp.com/www.birdsinbackyards.net/sites/www.birdsinbackyards.net/files/factsheets/images/hero/IMG_4366.jpg

Estas participações foram conectados por uma corda de linho fino. Nooses do tipo cabelo (feita a partir de árvore de repolho fibra) foram, então, pendia na altura apropriada, a partir da cadeia de linho, para pegar Pukeko como eles alimentados após o anoitecer, nas condições de pouca luz.  Na Nova Zelândia e Austrália populações têm se expandido devido à criação de novos lagos e lagoas artificiais. As subespécies endémicas para Palau tem sido considerada em perigo, bem como,apesar de uma pesquisa de 2005 descobriu que as subespécies, enquanto potencialmente ameaçadas, é pelo menos agora ainda comum.

https://vivimetaliun.files.wordpress.com/2016/02/dc1bc-purpleswamphen2watermark.jpg?w=444

Comportamento Roadside

As aves são muitas vezes vistos isoladamente, ou em grupos de dois para três, em busca de alimento ao lado auto-estradas ou valas de beira de estrada, e coleta de grão. Um estudo mostrou que a cor do grão preferida é vermelho (seguido de amarelo e azul, por último), apesar de grão vermelho é menos comum. Roadkill é uma causa de mortalidade.

https://i1.wp.com/lh3.ggpht.com/_OV9QICon5o4/S_ZzpNtQJsI/AAAAAAAAG6g/CQBcQquZs9M/s1600/IMG_8857_lr.jpg

via

Uma viagem ao interior da réplica do Titanic, que estará pronta a navegar em 2018

Depois de chorar umas 15 vezes no cinema e passar noites pensando que “tinha espaço para o Leonardo DiCaprio em cima da porta“, você poderá deixar de imaginar como era a vida no Titanic. A empresa australiana  Blue Star Line anunciou seus planos de recriar o famoso navio. Os corajosos poderão navegar com ele a partir de 2018.

A embarcação deverá ser uma réplica detalhada do Titanic, incluindo 840 quartos e nove decks, com capacidade para 2.400 passageiros. A única diferença é que o novo navio deverá contar com comodidades modernas, além de um padrão de segurança atualizado (para sorte de quem topar a viagem).

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic14.jpg

A obra já está sendo chamada de Titanic II e o processo de desenho da embarcação já começou. Os primeiros testes do novo modelo deverão ser conduzidos em breve. Se tudo der certo, o navio começará a ser construído na China, de onde fará sua primeira viagem com destino a Dubai. Ainda não foram divulgados os valores para quem quiser participar da experiência.

E não há dúvidas de que a embarcação deverá ser tão impressionante quanto seu predecessor. Até mesmo a arquitetura e decoração de época deverão ser recriadas para que os passageiros se sintam em uma verdadeira  e inesquecível viagem no tempo. Além de cabines de primeira, segunda e terceira classe, haverá ainda academia, piscina e saunas disponíveis para entreter os viajantes.

Confere só:

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic1.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic2.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic3.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic4.jpg

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic5.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic6.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic7.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic8.jpg

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic9.jpg

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic10.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic11.jpg

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic12.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/titanic13.jpg

Todas as fotos: Divulgação