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 15 piscinas que vão te fazer querer tirar a roupa e pular de cabeça a-go-ra

A √°gua √©, muitas vezes, sin√īnimo de divers√£o, e nadar √© uma das melhores coisas da vida. N√£o √† toa, quando a gente viaja n√£o vemos a hora de encontrar um mar, um rio, uma cachoeira ou uma piscina pra pular de cabe√ßa e esquecer dos problemas.
Os hotéis e resorts são experts em criar piscinas deslumbrantes, que fazem todo mundo almejar por um Verão interminável. A arquitetura, o design e as paisagens colaboram com a criação de piscinas de borda infinita, em labirintos, subsolos, no topo de penhascos, na beira do mar, nos Alpes, e onde mais a mente humana permitir.
Se o objetivo é ficar de boa olhando a vida passar ou mergulhar como se não houvesse amanhã, você vai encontrar a piscina dos seus sonhos. Agora vai querer trabalhar em dobro para tornar a vontade realidade!

1.¬†Oberoi Udaivilas ‚ÄstUdaipur, √ćndia
oberoi
2.¬†Hotel Hacienda Na Xamena ‚ÄstIbiza, Espanha
No topo de um penhasco, a piscina est√° suspensa a 180 metros do ch√£o e tem vista panor√Ęmica para as montanhas e para o mar.
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3. Hotel Cambrian ‚Äď Alpes Su√≠√ßos¬†
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4. Hotel Marina Bay Sands ‚Äď Singapura
Piscina panor√Ęmica no 57¬ļ andar do hotel, tem uma das melhores vistas do mundo.


5. Jade Mountain ‚ÄstSanta L√ļcia (Caribe)
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6. Hotel Fasano ‚Äď Rio de Janeiro
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7. St. Regis Lhasa Resort ‚Äď Tibet
golden pool
8. Castelo¬†Hearst ‚ÄstSan Simeone, Calif√≥rnia
Dentro de um castelo histórico, a piscina de Netuno foi projetada em 1924 com a fachada real de um antigo templo romano.
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9. Hanging Gardens ‚Äď Ubud, Indon√©sia
Ubud
10. Resort San Alfonso del Mar ‚Äď Valpara√≠so, Chile
A maior piscina do mundo, abastecida¬†com cerca de 66 milh√Ķes de gal√Ķes de √°gua recolhida do oceano atrav√©s da tecnologia especial.
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11. Sixty Les ‚Äď Nova York¬†
Piscina diferente, decorada com imagens de Andy Warhol ao fundo.
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12. Laucala Island Resort ‚Äď Ilhas Fiji
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13.¬†Hufaven Fushi Resort ‚Äď Ilhas Maldivas
hufaven
14.¬†Umaid Bhawan Palace ‚ÄstJodhpur, √ćndia
Localizada no subsolo da que foi um dia a maior residência privada do mundo, em meados de 1943.
Umaid
15. Hotel¬†Golden Nugget¬†‚ÄstLas Vegas
The Tank
Todas as fotos: divulgação dos hotéis

O caf√© em SP que une pessoas de todas as idades para tricotar

 
Antigamente, era comum ver as mulheres da fam√≠lia tecendo¬†roupas, toucas e cachec√≥is para os filhos e netos. Cada ponto dado na linha¬†aquecia uma gera√ß√£o de cora√ß√Ķes que se derretiam ao falar da origem do que estavam usando. Depois de um certo hiato, eis que a moda volta e est√° fazendo sucesso no mundo todo em lugares como o Novelaria Knit Caf√©, espa√ßo¬†de conviv√™ncia em S√£o Paulo onde pessoas de todas as idades se enrolam entre novelos e boas hist√≥rias.

Os chamados ‚ÄúKnit Caf√©s‚ÄĚ pipocaram em v√°rios lugares do mundo nos √ļltimos anos, como Jap√£o, Estados Unidos e Europa. Apesar do movimento ainda ser t√≠mido no Brasil, j√° faz barulho em lugares como o Novelaria.¬†Depois de trabalhar 30 anos com produ√ß√£o, a empreendedora Lica Isak se uniu com uma amiga e abriu as portas na Vila Madalena h√° cinco anos atr√°s. Atualmente tem a amiga Aida Fonseca como¬†s√≥cia, que mora no Uruguai.

O lugar¬†tem cara de casa de v√≥, decorado com m√≥veis vintage e alguns toques modernos. Tudo muito fofo e aconchegante. Nos sof√°s, poltronas, cadeiras de jardim e at√© no tapete os alunos se jogam na sua imagina√ß√£o e focam nas agulhas. No caso da ex-cantora do Theatro Municipal, Liana Maria Lidger Conrado Pereira, a arte de tricotar voltou com tudo h√° alguns anos atr√°s. ‚ÄúMinha prima me ensinou quando eu tinha 7 anos, mas depois parei. A√≠ em 2006 comecei a fazer de novo e fiquei um tempo tricotando. Voltei ano passado ao trabalho manual e eu vinha quase todo dia aqui. Se eu erro o ponto em casa, corro pra c√° tamb√©m‚ÄĚ, disse.

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Cega desde os 2 anos de idade, ela e seu c√£o-guia S√≠rios passam horas a fio entre agulhas, l√£s coloridas e muito bate-papo, que j√° gerou muitos chales, mantas, ponchos, cachec√≥is e golas de tric√ī. E a coisa te engole de um jeito que eu mesma nem vi a hora passar e fiquei por l√° at√© o fim do expediente. ‚ÄúAs pessoas que fazem aulas acabam fazendo daqui um ponto de encontro, de onde saem amizades, neg√≥cios e muitas ideias bacanas. A gente n√£o imaginou que daria t√£o certo!‚ÄĚ,¬†explicou Lica.

A mem√≥ria afetiva e essa tradi√ß√£o de fam√≠lia continua enraizada em muitas pessoas. No caso da Lica, o gosto por tricotar foi um tanto inusitado.¬†‚ÄúQuando eu tinha uns 15 anos, era junho ou julho, entrou um ladr√£o na minha casa e roubou todos os casacos e os t√™nis que a gente tinha. Era frio o problema dele. A√≠ minha tia me ensinou a fazer cachecol e eu passei o inverno fazendo aquilo. Ent√£o eu sempre ia num armarinho pra comprar l√£ e tricotar quando chegava o frio‚ÄĚ, contou.

No Novelaria as pessoas trabalham com lãs mais sofisticadas e importadas, de materiais diferentes como algodão, seda, tule e bambu. A estante repleta de cores e tipos está disponível para que alunas e alunos olhem, toquem e comprem o material com o qual vão trabalhar. “A ideia é a pessoa fazer sua própria roupa, que também é um movimento sustentável, que diminui o consumo. Você fazer uma peça para usar ou dar de presente tem um outro significado e essa é uma tendência“.

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Entre um ponto e outro podem tomar um ch√°, comer um bolinho, ver as pe√ßas¬†dispon√≠veis para venda na bancada coletiva, trocar refer√™ncias e compartilhar a mesma paix√£o. As aulas de tric√ī, croch√™, bordado e tear podem ser avulsas ou por pacotes mensais e se dividem em cursos e oficinas para crian√ßas, jovens, homens e mulheres ‚Äď mas todos convivem juntos. As professoras acompanham cada aprendiz nos m√£os diversos n√≠veis de aprendizado e, a novidade para 2016 s√£o as aulas ministradas por Thiago Rezende, do projeto Homem na Agulha.

Tricotar hoje em dia está longe de ser coisa de vovozinha. O estilista Gustavo Silvestre, que na Novelaria desenvolveu seu hobby e agora esta parceria, dá aulas no presídio de Guarulhos para um bando de marmanjos dispostos a dominar as agulhas. O pernambucano, que participa dos desfiles da SPFW, cria peças feitas de maneira totalmente artesanal e sustentável, reaproveitando materiais como lona de caminhão, garrafas PET recicladas, retalhos de tecidos e tinturaria natural.

Neste caso, as linhas que prendem os pontos libertam os encarcerados¬†de seus piores pesadelos e do √≥cio. Al√©m disso, as aulas de croch√™ dos 80 alunos os aproximam, de fato, da real liberdade: a cada 12 horas de aulas cumpridas se reduz um dia na pena. Este √© um grande passo dentro do sistema carcer√°rio em prol da ressocializa√ß√£o, do bem-estar e que futuramente pode at√© gerar renda. Fora que ainda¬†promove o croch√™ para o p√ļblico masculino, que h√° anos atr√°s se recusava a fazer ‚Äútarefas de mulherzinha‚ÄĚ.

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As vantagens do tric√ī, croch√™ e outros trabalhos manuais s√£o comprovadas pela ci√™ncia. Um estudo da Harvard aponta que a modalidade n√£o s√≥ cresceu muito nos √ļltimos 10 anos, mas que tamb√©m promove um estado de relaxamento semelhante ao da medita√ß√£o e da ioga, reduzindo os n√≠veis de estresse.

J√° o¬†Journal of Neuropsychiatry &¬†Clinical Neurosciences revela que transtornos cognitivos leves e perda de mem√≥ria podem ser evitados com a pr√°tica de trabalhos manuais.‚ÄúTem muita gente que largou a terapia, porque as pessoas se sentem √† vontade aqui para desabafar, conversar e √†s vezes contam coisas t√£o √≠ntimas‚Ķo bacana √© que o tric√ī¬†tamb√©m √© produtivo, voc√™ ganha conhecimento, faz para vender, ainda mais em √©poca de crise, tem de tudo‚ÄĚ, argumentou¬†Lica.

Quando a l√£ entra em contato com as agulhas, o¬†mundo pode desabar l√° fora e vai estar tudo bem. O tric√ī relaxa, traz uma reconex√£o com voc√™ mesmo, tem cheiro de mem√≥ria afetiva ‚Äď que √© uma del√≠cia -, gera renda e ainda por cima √© sustent√°vel, promovendo o consumo consciente. Est√° estressado? Vai tricotar!

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Todas as fotos © Brunella Nunes

ELE LARGOU OS ESTUDOS AOS 18 ANOS E AT√Č AGORA J√Ā VISITOU 97 PA√ćSES

Desde o nascimento, já somos condicionados a ter fases pré-estabelecidas ao longo da vida, divididas entre: nascer, estudar, trabalhar, casar, reproduzir, envelhecer e morrer. Mas há quem fuja da regra e faça diferente, como é o caso do jovem Christian Lindgren, que aos 18 anos tratou de largar os estudos para viver uma grande aventura mundo afora. Hoje, aos 27, já conta com 97 países em sua lista de lugares visitados e sonhos realizados.

Viajando com baixo or√ßamento em mente, o noruegu√™s divide epis√≥dios¬† de sua jornada num¬†blog¬†pessoal e afirma que nunca usa guias para se encontrar, dando prefer√™ncia por explorar todos os cantos das cidades em que p√Ķe os p√©s, como Coreia do Sul e Paquist√£o. As belezas escondidas que teve a sorte de achar ao longo do caminho s√£o fotografadas e compartilhadas.

Entre os lugares ex√≥ticos e fascinantes est√°¬†Larung Gar, em Sichuan, na China, onde h√° a maior escola budista do mundo, al√©m de Isfahan, no Ir√£, cidade considerada por ele como ‚Äúa mais linda do mundo‚ÄĚ. Suas lentes registraram ainda um casamento em¬†Tajiquist√£o, o Monte Everest e o¬†Registan, em Uzbequist√£o. ‚ÄúEste foi um dos edif√≠cios mais impressionantes de qualquer lugar do mundo‚ÄĚ, escreveu Lindgren.

Isfahan, Ir√£

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Coreia do Norte: vista do quarto do hotel, reservado com pouco dinheiro

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Um antigo e esquecido barco onde o mar Aral costumava ser, em Uzbequistão

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Monte Everest: o viajante teve a sorte de visitar o local tr√™s vezes ‚Äď 2 pelo Nepal e 1 pelo Tibet

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Registan, Uzbequistão: templo na praça Samarcanda, considerado pelo fotógrafo como um dos mais do mundo

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Larung Gar, na China: lar da maior escola budista do mundo

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Caminhão no lago Attabad, Paquistão 

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À esquerda: o fotógrafo teve a sorte de ser convidado para este casamento em Tajiquistão
√Ä direita: Katski Pilar, na Georgia ‚Äď o viajante se hospedou por uma noite nesta igreja ao topo.

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Todas as fotos © Christian Lindgren

Veneza √© t√£o linda que at√© o ch√£o da cidade merece aten√ß√£o especial

Passear por Veneza¬†√© geralmente sin√īnimo de dor no pesco√ßo, de tanto olhar para cima e se maravilhar com as vistas e os topos de constru√ß√Ķes hist√≥ricas que completam a cidade! Mas isso √© apenas metade do show. A outra metade est√° bem embaixo dos seus p√©s!

O fot√≥grafo alem√£o Sebastian Erras¬†percebeu que muitos turistas e at√© venezianos n√£o reparavam nos mosaicos que haviam no ch√£o da cidade italiana. Foi a√≠ que ele virou a c√Ęmera para baixo e passou a retratar verdadeiras obras de arte.

‚ÄúMuitos dos ch√£os est√£o escondidos em igrejas e monumentos. As pessoas que vivem l√° me disseram que passavam ali todos os dias e nunca tinham reparado. √Č uma forma diferente de descobrir uma cidade‚Äú, disse Sebastian ao Amusing Planet.

Ele descobriu também que o chão em lugares como Marraquech, Marrocos e Paris também são lindos. Assim ele completou o seu trabalho. Já a série sobre Veneza você confere em seguida. Ela também foi publicada de forma interativa aqui. Vale a pena conferir!

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Todas as fotos: ©Sebastian Erras

Conhe√ßa o casal que est√° criando seus dois filhos a bordo de um trailer de bicicleta pelo mundo

São muitas as pessoas que decidem desbravar o mundo. Algumas delas viajam a bordo de uma bicicleta, outras preferem trailers, enquanto outras escolhem o meio de transporte de acordo com a ocasião. Mesmo assim, muita gente ainda acha que a rotina de viajante é incompatível com a maternidade.

Alice Goffart e Andoni Rodelgo estão mostrando que as coisas não são bem assim e decidiram criar seus dois filhos pequenos a bordo de um trailer de bicicleta. Tudo começou quando o casal belga decidiu fazer sua primeira viagem, em 2004. A ideia inicial era apenas ir de Bruxelas até Berlim, mas a viagem acabou sendo muito mais longa do que isso e durou 3 anos. Quando voltaram, Alice estava grávida de 7 meses e quis voltar para casa para ter sua primeira filha, Maia.

Quando a menina tinha dois anos, eles resolveram pegar a estrada novamente, em uma viagem que acabaria percorrendo diversos continentes. Durante a jornada, Alice engravidou novamente, mas decidiu que desta vez a gravidez não iria deixar de lado os planos do casal.

Assim, Unai nasceu na Bolívia, em uma das paradas feitas pelo casal, em uma casa que haviam alugado. Sobre pedalar durante o período, a mãe conta: “A maioria das mães holandesas e dinamarquesas sabem que é na verdade mais fácil pedalar do que caminhar quando você está grávida“.

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Ela tamb√©m considera que criar os filhos na estrada √© mais f√°cil do que em casa e compara suas duas experi√™ncias como m√£e. Enquanto Maia nasceu em Bruxelas, com milhares de pessoas dando palpites sobre como deveria ser sua cria√ß√£o, Unai cresceu em contato direto com os pais e foram eles os √ļnicos a decidirem como iriam cuidar do beb√™.

A¬†dupla tamb√©m lembra que os gastos na estrada foram bem menores do que poderiam parecer ‚Äď menores at√© do que se eles estivessem vivendo em seu pa√≠s: uma m√©dia de 700 a 800 euros por m√™s para toda a fam√≠lia. Apesar disso, o quarteto voltou para a B√©lgica recentemente, quando Maia chegou √† idade escolar, para que ela pudesse frequentar a escola. Mesmo assim, novas viagens n√£o est√£o fora dos planos da fam√≠lia, que transformou parte da aventura em um document√°rio inspirador.

D√° o play para ver o trailer:

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Todas as fotos © Alice Goffart e Andoni Rodelgo

0 unidades militares improv√°veis

Se h√° uma coisa que os humanos n√£o conseguem largar m√£o, essa coisa √© brigar. E ficamos cada vez mais criativos na arte da guerra. Claro que n√£o abrimos m√£o dos cl√°ssicos como infantaria e cavalaria, da For√ßa A√©rea e da Marinha, mas tamb√©m podemos encontrar, bem, outros grupos militares, unidades especiais peculiares e certamente originais que, acredite se quiser, t√™m suas fun√ß√Ķes.

10. ‚ÄúO Ex√©rcito Fantasma‚ÄĚ

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Voc√™ poderia pensar que uma prerrogativa de qualquer ex√©rcito seria lutar. No entanto, isso n√£o foi exatamente o caso do Ex√©rcito Fantasma, uma unidade t√°tica especial dos EUA implantada na II Guerra Mundial. Continha 1.100 soldados com muito pouco treinamento no quesito ‚Äúluta‚ÄĚ. Ao contr√°rio, eles eram atores, ilustradores, designers, operadores de r√°dio e engenheiros de som.

A unidade ainda incluiu artistas que ficaram famosos pouco tempo depois, como fotógrafo Art Kane e o pintor Ellsworth Kelly.
Mas qual era o objetivo da unidade ent√£o?

 

Era encontrar maneiras criativas de chegar o mais perto poss√≠vel do ex√©rcito alem√£o e derrot√°-lo. E eles conseguiram fazer isso, emitindo ru√≠dos nos alto-falantes do ex√©rcito, enviando transmiss√Ķes de r√°dio falsas etc. Engenhoso, n√£o?

Os atores at√© fingiram ser generais b√™bados em bares para descobrir espi√Ķes. Mais de 20 miss√Ķes deste tipo foram realizadas, e a estimativa √© que elas salvaram entre 15 a 30.000 vidas.

9. 61ª Unidade de Cavalaria


Houve um tempo em que as unidades de cavalaria eram uma parte indispens√°vel de qualquer ex√©rcito. No entanto, nesse meio tempo, n√≥s inventamos v√°rios dispositivos com rodas e motores, e elas acabaram ficando com um papel secund√°rio. Mas n√£o foram eliminadas por completo. A √ćndia, por exemplo, ainda mant√©m a sua 61¬™ Unidade de Cavalaria, tamb√©m conhecida como a maior unidade de montagem a cavalo do mundo. Esta √© uma unidade operacional. Isso significa que ainda est√° √† disposi√ß√£o sempre que houver necessidade. No entanto, o √ļltimo combate de que participou foi em 1971, durante a Guerra Indo-paquistanesa.

Uma curiosidade é que cerca de um terço dos voluntários são enviados de volta por causa de suas habilidades insuficientes. Estes dias, a unidade não vai ver muita ação e é normalmente reservado para desfiles.

8. Os 13 imundos

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Esses s√£o os verdadeiros ‚ÄúBastardos Ingl√≥rios‚ÄĚ. Esses soldados n√£o foram exatamente assassinos, mas sim um grupo de desajustados. De acordo com o l√≠der Jake McNiece, eles n√£o tinham ‚Äúnenhum respeito para mostrar aos diretores ou qualquer disciplina por qualquer um dos regulamentos‚ÄĚ.

Mas faziam o trabalho sujo.

Essa unidade batalhou durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a invas√£o da Normandia, eles explodiram uma ponte para parar os refor√ßos alem√£es. Antes da Batalha de Bulge, eles penetraram profundamente em todo o territ√≥rio inimigo para realizar reconhecimento da √°rea. Os 13 imundos foram incumbidos de miss√Ķes extremamente perigosas, mas essenciais. Devido a isso, eles sabiam que eram indispens√°veis, que √© o que lhes permitiu agir da maneira que agiam. De acordo com McNiece, seus quart√©is foram sempre uma bagun√ßa/sujeira (da√≠ o nome), e eles guardavam todo fim de semana para festas. Eles roubaram jipes e trens, explodiram quart√©is (s√≥ para se divertirem), e roubaram u√≠sque de coron√©is.

A pior punição que já receberam foi de alguns dias na prisão militar. Bem ok, eu diria.

7. Escoteiros Lovat

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O Escoteiros Lovat foi um regimento especial composto de unidades escocesas formadas por um lorde brit√Ęnico, comandado por um major americano, e enviados para lutar em uma guerra sul-africana. Ele foi criado em 1900 por Joseph Simon Fraser, o 14¬ļ Lord Lovat, para lutar na Segunda Guerra Boer contra a Rep√ļblica Sul-Africana. A unidade foi comandada pelo Major Frederick Russell Burnham, um americano que depois voltou para os Estados Unidos e fundou os Escoteiros da Am√©rica.

Quando a guerra acabou, os escoteiros Lovat foram desmantelados, mas se reuniram novamente apenas um ano mais tarde, desta vez em dois regimentos. Ambos viram muita ação durante a Primeira Guerra Mundial I.

Por esta altura, eles j√° haviam se estabelecido como alguns dos melhores olheiros do mundo, mas tamb√©m come√ßaram a se especializar como snipers (ou atiradores de elite, como eram chamados na √©poca). Eventualmente, isso levou √† forma√ß√£o, em 1916, da primeira unidade de franco-atiradora da hist√≥ria do ex√©rcito brit√Ęnico. O aparelho em si n√£o durou muito tempo, uma vez que foi considerado muito pequeno para funcionar efetivamente como uma entidade independente.

6. Os Ritchie Boys

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Os Ritchie Boys era uma unidade especial militar dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial composta principalmente de jovens judeus (a maioria deles adolescentes) da Alemanha e da √Āustria. A unidade era composta por milhares de membros, ou que foram redigidos ou se voluntariaram para o ex√©rcito, assim que chegavam aos EUA. Muitos deles eram apenas crian√ßas quando imigraram e chegaram ao pa√≠s sem seus pais. Todos eles foram treinados em Camp Ritchie, da√≠ o nome do grupo, s√≥ que sua experi√™ncia n√£o era focada em combate armado, mas sim na intelig√™ncia.

Apesar de muito jovens, os Ritchie Boys foram para a linha de frente, ou mesmo atr√°s das linhas inimigas para reunir informa√ß√Ķes, realizar interrogat√≥rios e se envolver em guerra psicol√≥gica. Seu maior trunfo era a compreens√£o da l√≠ngua alem√£, bem como da cultura alem√£, ou seja, se encaixavam muito melhor do que qualquer espi√£o americano.

Primeiro, a maioria deles lidou com os soldados alemães de baixo nível. Estes eram todos jovens recrutas como eles mesmos, por isso uma abordagem suave quase sempre funcionava. Depois veio o Dia D. E, de repente, os meninos Ritchie estavam lidando com os nazistas barra pesada.

 

5. Escoteiros Jessie

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Os Escoteiros Jessie formavam um pequeno grupo de soldados irregulares que n√£o lutaram mais do que 60 combates para a Uni√£o durante a Guerra Civil Americana. Eles operavam em territ√≥rio confederado na insurg√™ncia, coletando informa√ß√Ķes sobre a condi√ß√£o e os movimentos das for√ßas inimigas. Eles normalmente se vestiam com uniformes confederados para passarem despercebidos. Isto os colocava em risco n√£o s√≥ de serem pegos como espi√Ķes pela Confedera√ß√£o, mas de serem atacados por apoiantes da Uni√£o tamb√©m.

Os Escoteiros Jessie foram liderados pelo Capitão Charles Carpenter, e logo ganharam uma reputação de aventuras bastante divertidas. Carpenter conta de um incidente envolvendo Henry Hale, um companheiro do grupo, que estava em seu caminho para Lexington para entregar alguns despachos. Logo, encontrou um velho e pensou que seria engraçado roubar seu cavalo. Hale apontou sua arma para ele, ordenando-o a desmontar o cavalo e fugir. Hale continuou sua viagem com o cavalo no reboque, assobiando tranquilão. No entanto, o separatista conseguiu alcançá-lo, armado, e ordenou que Hale jogasse sua arma para longe e devolvesse o cavalo. Ele também exigiu que Hale tirasse as calças. O velho homem então saiu com seu cavalo, e deixou Hale nu, para andar 7 km até Lexington.

Merecido: sim ou com certeza?

4. A Força

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A forma√ß√£o do referido Santo Ex√©rcito durante a Segunda Guerra Mundial estava realmente inspirada pelo trabalho realizado pela For√ßa, a rec√©m-inaugurada unidade de intelig√™ncia secreta brit√Ęnica. A for√ßa motriz por tr√°s da unidade foi seu fundador, o top espi√£o brit√Ęnico Dudley Clarke. Inicialmente, Clarke cuidava principalmente das opera√ß√Ķes do Oriente M√©dio e trabalhava sozinho. Durante uma opera√ß√£o, no entanto, Clarke teve que inventar uma unidade fict√≠cia que apelidou de ‚ÄúA For√ßa‚ÄĚ.

Mais tarde, a unidade se tornou realidade, especializando-se em contraespionagem.

A For√ßa continuou a operar no Oriente M√©dio e Norte da √Āfrica e foi fortemente envolvida durante a batalha de El Alamein, no Egito. Clarke liderou a Opera√ß√£o Tocha, que foi um sucesso e garantiu que os alem√£es fossem pegos de surpresa quando as for√ßas aliadas invadiram a √Āfrica do Norte francesa, em novembro de 1942.

Ao mesmo tempo, A Força também supervisionou a Operação de Tratamento, uma missão para enganar os alemães, fazendo com que eles pensassem que a contra-ofensiva em El Alamein viria duas semanas mais tarde do que realmente planejado.

Apesar de todo o sucesso de Clarke, hoje em dia ele √© principalmente lembrado por um estranho incidente, de quando foi preso em Madrid durante uma miss√£o em que estava travestido. A foto dele vestido como uma mulher circulou por toda a Europa e causou um grande desconforto, digamos assim, no Consulado Brit√Ęnico.

Felizmente, Clarke conseguiu convencer as for√ßas espanholas de que ele era um correspondente de guerra para o jornal The Times que ‚Äúqueria estudar as rea√ß√Ķes de homens e mulheres nas ruas‚ÄĚ.

3. Os Merrill’s Marauders

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Dizem que no amor e na guerra, vale tudo. Esse ditado tem uma raz√£o de ser. No amor, n√£o sei bem, mas na guerra, a gente pode ter certeza de uma coisa: sempre haver√° a necessidade de uma unidade especial preparada e disposta a fazer as miss√Ķes perigosas que ningu√©m mais quer fazer. E √© a√≠ que os Merrill‚Äôs Marauders entram.

Eles foram nomeados oficialmente a 5307¬™ Unidade provis√≥ria, e sua designa√ß√£o ‚ÄúMerrill‚Äôs Marauders‚ÄĚ era uma homenagem ao seu l√≠der, o brigadeiro-general Frank Merrill. O que eles fizeram?

Bom‚Ķ Os ‚Äúmarotos‚ÄĚ (‚Äúmarauders‚ÄĚ em ingl√™s) eram respons√°veis por penetra√ß√£o de longo alcance de opera√ß√Ķes especiais da unidade de guerra na selva. Em outras palavras, eles iam atr√°s das linhas inimigas. Formados em 1943 depois de um pedido do Presidente Roosevelt √† procura de volunt√°rios para ‚Äúuma miss√£o perigosa‚ÄĚ, mais de 3.000 soldados se ofereceram e eles foram divididos em seis equipes de combate de 400 homens cada.

Ap√≥s o treinamento na √ćndia, os Marauders se dirigiram para uma regi√£o controlada pelos japoneses. L√°, participaram de cinco grandes compromissos de combate e dezenas de menores, culminando na batalha de Myitkyina.

 

Essa luta ocorreu ap√≥s 80 dias de caminhadas que totalizaram mais de 800 km andados em um terreno acidentado e perigoso. Quase todos os homens estavam doentes, sofriam de infec√ß√Ķes, febre ou disenteria. Como Myitkyina tinha um aer√≥dromo que poderia reabastecer unidades na √°rea, era um alvo valioso. De maio a agosto de 1944, os marotos e os japoneses lutaram pelo controle da cidade. Eventualmente, os marotos receberam refor√ßos chineses e conseguiram tomar a cidade.

2. O Batalhão Mórmon

grupos militares 2
O Batalh√£o M√≥rmon tem a peculiar caracter√≠stica de ser a √ļnica unidade militar religiosa da hist√≥ria dos EUA. Ele foi formado em 1846 durante a Guerra Mexicano-Americana a partir de cerca de 550 m√≥rmons volunt√°rios.

Essas pessoas foram alistadas não para lutar, mas para ajudar a colonizar a Califórnia e garantir uma boa relação entre o governo dos Estados Unidos e os imigrantes mórmons que queriam se estabelecer lá. Normalmente, a unidade só incluiria homens com idades entre 18 a 45. Mas o Batalhão Mórmon teve membros de 14 a 67 anos, acompanhados por 33 mulheres e 51 crianças.

Juntos, cerca de 600 pessoas embarcaram em uma jornada de 3.250 quil√īmetros de Council Bluffs para San Diego, na Calif√≥rnia. Durante esta aventura, os membros do batalh√£o testemunharam v√°rios eventos not√°veis.

1. Os Scallywags

grupos militares 1
Houve um tempo durante a Segunda Guerra Mundial em que a Alemanha nazista exercia seu dom√≠nio sobre a maior parte da Europa. A maioria do continente europeu ou era aliado ou ocupado pelos nazistas, e se acreditava fortemente que era apenas uma quest√£o de tempo at√© que o Reino Unido ca√≠sse em uma dessas duas posi√ß√Ķes.

Foram feitos planos para um movimento de resist√™ncia caso isso acontecesse. Oficialmente, esses grupos de resist√™ncia eram chamados simplesmente de unidades auxiliares. No entanto, eles logo ficaram conhecidos como os Scallywags, em homenagem a ‚Äúscallywagging‚ÄĚ, o termo usado para caracterizar a realiza√ß√£o de miss√Ķes secretas √† noite. A unidade especial foi formada em 1940 e acabou compreendendo de 3 a 6 mil membros. No papel, eles faziam parte da Guarda Municipal. Na pr√°tica, era bem diferente.

Os Scallywags operavam apenas em pequenos grupos de sete ou oito pessoas, e cada homem n√£o sabia nada sobre ningu√©m fora seu grupo, para que n√£o fossem capazes de fornecer informa√ß√Ķes sigilosas.

Qualquer um poderia ser um membro. Nerds, dentistas e at√© mesmo cl√©rigos faziam parte deste movimento subterr√Ęneo secreto. A √ļnica prova de seu trabalho era um n√ļmero de telefone dado a policiais caso algum deles fosse preso.[Listverse]

Todas as vezes que Obama ficou maluco brincando com crian√ßas

No Halloween do ano passado, o presidente Obama ficou doido quando encontrou essa criança vestida de Papa na Casa Branca.
No Halloween do ano passado, o presidente Obama ficou doido quando encontrou essa criança vestida de Papa na Casa Branca.
Andrew Harnik / AP
O presidente não conseguiu lidar com a fofura da fantasia da criança.
O presidente não conseguiu lidar com a fofura da fantasia da criança.
Andrew Harnik / AP
Tipo, n√£o soube lidar mesmo.
Tipo, n√£o soube lidar mesmo.
Saul Loeb / AFP / Getty Images
Mas nossa pesquisa meticulosa mostra que o presidente geralmente fica maluco quando se encontra com crianças, especialmente as vestidas com fantasias de Halloween.

nstagram: @petesouza

Aqui est√° ele, em 2012, junto com uma miniatura do Homem-Aranha.
 Aqui está ele, em 2012, junto com uma miniatura do Homem-Aranha.
Pete Souza / The White House
E aqui está ele se divertindo com Ella Rhodes, a filha de seu conselheiro adjunto de segurança nacional, quando ela usava uma fantasia de elefante que era tão bonita que ele literalmente caiu no chão.

E aqui está ele se divertindo com Ella Rhodes, a filha de seu conselheiro adjunto de segurança nacional, quando ela usava uma fantasia de elefante que era tão bonita que ele literalmente caiu no chão.

Pete Souza / Via Facebook: WhiteHouse
Não é a primeira vez que a fofura de Ella deixou o presidente no chão.

Não é a primeira vez que a fofura de Ella deixou o presidente no chão.

Pete Souza/White House
Foto após foto, Obama simplesmente perde a linha quando se encontra com crianças.

Foto após foto, Obama simplesmente perde a linha quando se encontra com crianças.

Pete Souza/White House
Ele at√© as procura s√≥ para dizer ‚Äúoi‚ÄĚ.

Ele até as procura só para dizer "oi".

Pete Souza/White House
Claro, devemos lembrar que a primeira-dama também é incrível com as crianças.

Claro, devemos lembrar que a primeira-dama também é incrível com as crianças.

Pete Souza / The White House
Ela é conhecida pelos incríveis movimentos de dança.

Ela é conhecida pelos incríveis movimentos de dança.

Lawrence Jackson / The White House
Ela topa tudo, até adesivos na cara.

Ela topa tudo, até adesivos na cara.

Chuck Kennedy / The White House
Mas tem algo muito legal em ver este homem poderoso se soltar quando está perto das crianças.

Mas tem algo muito legal em ver este homem poderoso se soltar quando está perto das crianças.

Pete Souza / The White House
Naturalmente, quando você é um político você precisa beijar um monte de crianças.

Naturalmente, quando você é um político você precisa beijar um monte de crianças.

Pete Souza / The White House
E brincar com muitas crianças.

E brincar com muitas crianças.

Pete Souza / The White House
Mas Obama parece gostar de verdade de brincar com essas pequenas pessoas.

Mas Obama parece gostar de verdade de brincar com essas pequenas pessoas.

Pete Souza / The White House
Quando você é o presidente, tem que lidar com muito estresse.

Quando você é o presidente, tem que lidar com muito estresse.

Pete Souza / The White House
Então quando uma criança aparece e aperta suas bochechas…

Então quando uma criança aparece e aperta suas bochechas...

Pete Souza / The White House
Ou te dá uma flor…

Ou te d√° uma flor...

Pete Souza / The White House
Ou quer encostar no seu cabelo para ver se é igual ao dele…

Ou quer encostar no seu cabelo para ver se é igual ao dele...

Pete Souza / The White House
√Č natural que voc√™ perca mesmo a linha.

√Č natural que voc√™ perca mesmo a linha.

Pete Souza / The White House
Esteja ele se encontrando com mini-super heróis…

Esteja ele se encontrando com mini-super heróis...

Chuck Kennedy / The White House
Princesinhas…

Princesinhas...

Pete Souza / The White House
Ou pequenos médicos…

Ou pequenos médicos...

Pete Souza / The White House
O Obama n√£o se controla e e se envolve de verdade.

O Obama n√£o se controla e e se envolve de verdade.

Win Mcnamee / Getty Images
De verdade.

De verdade.

Pete Souza / The White House
Ele gosta demais de bebês.

Ele gosta demais de bebês.

Pete Souza / The White House
E parece que eles gostam dele também.

E parece que eles gostam dele também.

Pete Souza / The White House
Talvez seja por causa de suas caretas divertidas…

Talvez seja por causa de suas caretas divertidas...

Pete Souza / The White House
Ou da maneira como ele olha…

Ou da maneira como ele olha...

Pete Souza / The White House
Ou talvez ele seja apenas uma criança grande.

Ou talvez ele seja apenas uma criança grande.

Pete Souza / The White House
Mas quando uma criança está feliz…

Mas quando uma criança está feliz...

Pete Souza / The White House
Ou triste…

Ou triste...

Pete Souza / The White House
Ou se ela quiser um pedaço da torta do presidente…

Ou se ela quiser um pedaço da torta do presidente...

Pete Souza / The White House
Ou quer desafiá-lo para uma corrida…

Ou quer desafi√°-lo para uma corrida...

Pete Souza / The White House
Ou simplesmente deseja um aperto de mão…
Ou simplesmente deseja um aperto de m√£o...
Pete Souza / The White House
Obama vai topar.
Obama vai topar.
Lawrence Jackson / The White House

J√° ouviu falar do Yipao, o surreal desfile de jipes da Col√īmbia?

Os jipes come√ßaram a dar as caras na Col√īmbia em 1946. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, o ex√©rcito americano precisava vender os seus ve√≠culos remanescentes ‚Äď e encontrou no pa√≠s √≥timos compradores. Nas regi√Ķes montanhosas, o principal meio de transporte eram as mulas at√© a introdu√ß√£o dos ve√≠culos, o que fez com que muita gente os chamasse de ‚Äúmulinhas mec√Ęnicas‚Äú.

Por serem ve√≠culos pesados e vers√°teis, eles s√£o bastante usados para transportar produtos agr√≠colas, como frutas e, principalmente, caf√©. Em algumas √°reas onde n√£o h√° energia el√©trica, at√© mesmo os motores dos jipes s√£o usados em geradores ‚Äď o que d√° uma ideia da import√Ęncia do ve√≠culo por l√°.

Para celebr√°-los, a maioria das cidades da regi√£o cafeeira da Col√īmbia organiza uma parada conhecida como Yipao. A palavra ‚Äúyipao‚ÄĚ √© usada para designar¬†um jipe completamente cheio e √© exatamente assim que os jeeps est√£o durante o festival. Muitas vezes, as pessoas deixam os ve√≠culos repletos de m√≥veis e antiguidades, que representam as posses da fam√≠lia. H√° at√© um pr√™mio para jipes que estejam carregados da maneira mais harmoniosa ou com o maior n√ļmero de objetos.

Dá só uma olhada em algumas fotos do evento:

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Foto © Alvaro Ramírez/Flickr

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Foto © Alvaro Ramírez/Flickr

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Foto © Alvaro Ramírez/Flickr

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Foto © Santiago Restrepo Calle/Flickr

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Foto © Santiago Restrepo Calle/Flickr

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Foto © Santiago Restrepo Calle/Flickr

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Foto © Santiago Restrepo Calle/Flickr

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Swamphen Australasian:Conhecido como o pukeko

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Swamphen Australasian (Porphyrio melanotus) √© uma esp√©cie de swamphen ocorrendo no leste da Indon√©sia , as Molucas , Aru e Ilhas Kai , assim como em Papua Nova Guin√© e Austr√°lia . Tamb√©m √© encontrada em Nova Zel√Ęndia , onde √© conhecido como o pukeko, derivado da l√≠ngua MńŅori . O swamphen Australasian anteriormente era considerado uma subesp√©cie do caim√£o-comum .

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A popula√ß√£o da Nova Zel√Ęndia (juntamente com swamphens verde-amarelas na Tasm√Ęnia) s√£o, possivelmente, um pouco maior do que os p√°ssaros australianos do continente, mas s√£o id√™nticas. Quando amea√ßado, muitas vezes eles v√£o se afastar do perigo, em vez de voar. Quando voam, as descolagens e aterragens s√£o desajeitados, e as dist√Ęncias de v√īo curto s√£o preferidos.

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Swamphens Austral√°sia s√£o considerados os ancestrais de v√°rias esp√©cies insulares, incluindo a extinta swamphen Lord Howe e duas esp√©cies de takahe na Nova Zel√Ęndia .¬† Em ilhas onde as esp√©cies estreitamente relacionadas foram extintos ou diminu√≠do devido √† humana interfer√™ncias, como a Nova Zel√Ęndia ou New Caledonia, esta esp√©cie se estabeleceu h√° relativamente pouco tempo.

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Eles vivem em grupos de 3-12 indiv√≠duos e s√£o conhecidos por agrupar e gritar bem alto para defender ninhos com sucesso durante os ataques por harriers Austral√°sia . Quando mal sucedido em predadores repelir, eles podem abandonar os seus locais de nidifica√ß√£o. A recente chegada √† Nova Zel√Ęndia, eles t√™m prosperado em um ambiente que agora cont√©m predadores introduzidos tais como gatos , roedores e mustel√≠deos (Brunin e Jamieson, 1995).

Na cultura polinésia

A cor vermelha foi associada com nobreza e poder pelos Maori na Nova Zel√Ęndia, assim que a ave era tido em alta estima e mantido como um animal de estima√ß√£o, principalmente por causa de seu bico vermelho e as pernas.¬† Em Samoa , onde √© chamado de “Manuali ‘ i “(literalmente,” p√°ssaro principalmente “). O vermelho era a cor premiado da aristocracia polin√©sia e enquanto as aves com plumagem vermelha (como o tropicbird de cauda vermelha , alguns honeycreepers havaianas como o ‘i’iwi ‘ e marrom papagaio brilhando ) foram altamente valorizada, o swamphen era √ļnico em derivar seu prest√≠gio n√£o de plumagem, mas de sua face avermelhada, bico e pernas.

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Na velha Samoa apenas chefes poderia manter tais aves como animais de estima√ß√£o, e marinheiros europeus adiantados notado swamphens amarrados e / ou enjaulados tratados pelos chefes samoanos como animais de estima√ß√£o domesticados. Alguns samoanos tamb√©m considerou a swamphen ser a encarna√ß√£o de um dem√īnio malicioso, agressivo chamado Vave (Corey & Shirley Muse, “Os P√°ssaros e Birdlore de Samoa”, 1982). N√£o h√° tradi√ß√£o de swamphens sendo tomado como jogo de esporte ou de alimentos de aves, exceto, talvez, em tempos de necessidade.

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Maori met√°fora

Pukeko são conhecidos por sua intrigante ousado e determinação. Em tempos passados, eles invadiram jardins para Kumara (batata doce) e taro. Uma pessoa teimosa, chata foi comparada metaforicamente para o pássaro, e foi dito ter ouvidos Pukeko (taringa Pakura).  Eles são conhecidos por roubar ovos do outro e isso é uma indicação de seu caráter.

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Mitologia maori

Na Nova Zel√Ęndia, o pukeko √© mencionado no mito Maori ‘Como o Kiwi perdeu suas asas’ em que v√°rias aves da floresta s√£o convidados a descer das √°rvores para comer os insetos na terra e salvar a floresta, mas todos d√£o desculpas, exceto o kiwi que est√° disposto a desistir de suas cores e a capacidade de voar. A desculpa do Pukeko √© que ele parece muito √ļmido l√° em baixo, e ele n√£o deseja obter seus p√©s molhados. O Pukeko √© punido por sua relut√Ęncia e disse que ele agora deve viver para sempre nos p√Ęntanos.

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Segundo um relato, o pukeko √© a semente de Punga (o antepassado de tubar√Ķes e r√©pteis – inimigos do povo), mas foi reivindicada pela relativa (e alto-chefe) Tawhaki . Tawhaki cortou-se ao corte de madeira e assim por rebocam testa do pukeko com seu pr√≥prio sangue para indicar seu v√≠nculo. Assim, o pukeko travesso recebe o seu personagem de Punga e seu distintivo nobre de Tawhaki

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Caça hoje contra a conservação

Na Nova Zel√Ęndia, eles s√£o protegidos como gamebirds nativas, o que significa que podem ser ca√ßadas apenas sob licen√ßa (de peixes e do jogo ), durante a temporada de ca√ßa pato. √Äs vezes, h√° uma temporada estendida na costa oeste da Ilha do Sul. Eles geralmente n√£o s√£o ca√ßados para comida e mais n√£o s√£o recolhidos ap√≥s a sess√£o de ca√ßa. Eles foram, por vezes, comido por Maori, mas foram considerados pobres comida,¬† sendo vigoroso e resistente. Em um relato escrito dada mais de 100 anos atr√°s, Maori foram descritos como trapping Pukeko (perto do lago Taupo ). Eles iriam escolher um local adequado, onde Pukeko eram conhecidos para se alimentar, e dirigir uma s√©rie de estacas no solo.

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Estas participa√ß√Ķes foram conectados por uma corda de linho fino. Nooses do tipo cabelo (feita a partir de √°rvore de repolho fibra) foram, ent√£o, pendia na altura apropriada, a partir da cadeia de linho, para pegar Pukeko como eles alimentados ap√≥s o anoitecer, nas condi√ß√Ķes de pouca luz.¬† Na Nova Zel√Ęndia e Austr√°lia popula√ß√Ķes t√™m se expandido devido √† cria√ß√£o de novos lagos e lagoas artificiais. As subesp√©cies end√©micas para Palau tem sido considerada em perigo, bem como,apesar de uma pesquisa de 2005 descobriu que as subesp√©cies, enquanto potencialmente amea√ßadas, √© pelo menos agora ainda comum.

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Comportamento Roadside

As aves s√£o muitas vezes vistos isoladamente, ou em grupos de dois para tr√™s, em busca de alimento ao lado auto-estradas ou valas de beira de estrada, e coleta de gr√£o. Um estudo mostrou que a cor do gr√£o preferida √© vermelho (seguido de amarelo e azul, por √ļltimo), apesar de gr√£o vermelho √© menos comum. Roadkill √© uma causa de mortalidade.

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Uma viagem ao interior da r√©plica do Titanic, que estar√° pronta a navegar em 2018

Depois de chorar umas 15 vezes no cinema e passar noites pensando que “tinha espaço para o Leonardo DiCaprio em cima da porta“, você poderá deixar de imaginar como era a vida no Titanic. A empresa australiana  Blue Star Line anunciou seus planos de recriar o famoso navio. Os corajosos poderão navegar com ele a partir de 2018.

A embarca√ß√£o dever√° ser uma r√©plica detalhada do Titanic, incluindo 840 quartos e nove decks, com capacidade para 2.400 passageiros. A √ļnica diferen√ßa √© que o novo navio dever√° contar com comodidades modernas, al√©m de um padr√£o de seguran√ßa atualizado (para sorte de quem topar a viagem).

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A obra já está sendo chamada de Titanic II e o processo de desenho da embarcação já começou. Os primeiros testes do novo modelo deverão ser conduzidos em breve. Se tudo der certo, o navio começará a ser construído na China, de onde fará sua primeira viagem com destino a Dubai. Ainda não foram divulgados os valores para quem quiser participar da experiência.

E n√£o h√° d√ļvidas de que a embarca√ß√£o dever√° ser t√£o impressionante quanto seu predecessor. At√© mesmo a arquitetura e decora√ß√£o de √©poca dever√£o ser recriadas para que os passageiros se sintam em uma verdadeira ¬†e inesquec√≠vel viagem no tempo. Al√©m de cabines de primeira, segunda e terceira classe, haver√° ainda academia, piscina e saunas dispon√≠veis para entreter os viajantes.

Confere só:

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Todas as fotos: Divulgação

Povo Dogon e sua ‚Äúinexplic√°vel‚ÄĚ rela√ß√£o com as estrelas

Dogon √© um povo que habita o Mali e o Burkina Faso. Os dogons do Mali s√£o um povo que vive em uma remota regi√£o no interior da √Āfrica Ocidental – s√£o cerca de 200 mil e a sua maioria vive em aldeias penduradas nas escarpas de Bandiagara, ao leste do Rio N√≠ger. Ainda n√£o podem ser qualificados como “primitivos”, pois possuem um estilo de vida muito complexo, e n√£o s√£o excelentes candidatos a possuir conhecimentos cient√≠ficos. Contudo, possuem um conhecimento muito preciso do sistema estelar de Sirius (incluindo pelo menos uma estrela que ainda n√£o foi identificada pelos astr√īnomos) e dos seus per√≠odos orbitais. Os sacerdotes dogons dizem que sabem desses detalhes, que aparentemente s√£o transmitidos oralmente e de forma secreta, s√©culos antes dos astr√īnomos.

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Esses conhecimentos foram publicados pela primeira vez em 1950, no “A Sudanese Sirius System“, escrito pelos antrop√≥logos franceses Germaine Dieterlen e Marcel Griaule, que viveram muito tempo com os dogons no final dos anos 1940. Os dois cientistas ganharam a confian√ßa dos sacerdotes at√© o ponto deles lhe confiarem esses not√°veis conhecimentos, muito ligados √†s suas cren√ßas religiosas.

A astronomia Dogon

A origem da vida

Para os dogons, toda a cria√ß√£o est√° vinculada √† estrelas que eles chamam de Po Tolo, que significa “estrela semente”. Esse nome vem da min√ļscula semente chamada de “fonio”, que em bot√Ęnica √© conhecida como Digitaria exilis. Com a diminuta semente, os dogons referem-se ao inicio de todas as coisas. Segundo os dogons, a cria√ß√£o come√ßou nessa estrela, qualificada pela astronomia como an√£ branca, e que os astr√īnomos modernos chamam de Sirius B, a companheira muito menor da brilhante Sirius A, da constela√ß√£o C√£o Maior.

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Os dogons sabem que a Po Tolo tem uma enorme densidade, totalmente desproporcional ao seu reduzido tamanho e acreditam que isso deve-se à presença do sagala, um metal extremamente duro e desconhecido na Terra. Continuam descrevendo que as órbitas compartilhadas da Sirius A e da Sirius B formam uma elipse, com a Sirius A localizada em um dos seus focos.

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Os dogons tamb√©m dizem que a Sirius B demora 50 anos para completar uma √≥rbita em volta da Sirius A, a astronomia moderna estabeleceu que o seu per√≠odo orbital √© de 50,4 anos. Igualmente intrigante √© a sua afirma√ß√£o de que a Sirius B gira em torno do seu pr√≥prio eixo e demora um ano terrestre para terminar este movimento. Alguns astr√īnomos afirmam que isso √© poss√≠vel, enquanto outros discordam dizendo que esse per√≠odo de rota√ß√£o √© muito longo para uma estrela t√£o pequena e densa.

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Mas, o que √© realmente assustador √© o conhecimento que dizem ter sobre o terceiro astro do sistema Sirius, descoberto apenas recentemente pelos astr√īnomos(NENHUMA estrela “Sirius C” foi descoberta e sua exist√™ncia √© tida hoje como “pouco prov√°vel” pelo astr√īnomos), j√° que possui um tamanho irrelevante perto dos dois outros astros do sistema, e por isso levou quase meio s√©culo para ser descoberto (novamente, “Sirius C N√ÉO FOI DESCOBERTA E A SUA EXIST√äNCIA √Č POUCO PROV√ĀVEL)(Fonte, entre outras: SAO/NASA Astrophysics Data System/¬†Astronomy and Astrophysics, v.299, p.621 Is Sirius a triple star? Authors:¬†Benest, D. & Duvent, J. L.) .

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Os Dogons chamam este terceiro corpo de Emme Ya, ou “Mulher Sorgo” (um cereal) e dizem que √© uma estrela pequena com apenas um planeta em sua √≥rbita, ou um grande planeta com um grande sat√©lite. Os modernos int√©rpretes dessa tradi√ß√£o chamam esta estrela de Sirius C.

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Influências européias

A conclus√£o de que a informa√ß√£o recebida por Dieterlen e Griaule era conhecida pelos dogons h√° milhares de anos, e √© aceita pelo membro da Royal Astronomical Society, Robert Temple, uma vez que h√° provas a favor de tal afirma√ß√£o. Contudo, h√° um grupo de cr√≠ticos que n√£o concordam com essa informa√ß√£o. Entre este grupo de c√©tico, est√£o Carl Sagan, Ian Ridpath, James Oberg e Ronald Story. Segundo eles, os exploradores da Europa e dos Estados Unidos encontraram os dogons h√° 150 anos e forneceram-lhes informa√ß√Ķes sobre Sirius, que logo foi incorporada √† sua cosmologia.

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Aldeia Dogon (Banani)

Contudo, em uma entrevista ao programa Horizon da BBC, Germaine Dieterlen n√£o concordou com esse ponto de vista e, para prov√°-lo, mostrou um esquema feito pelos dogons do sistema Sirius de 500 anos de idade. Al√©m disso, outros pesquisadores argumentam que muitos dos astr√īnomos dos dogons n√£o eram conhecidos no Ocidente at√© o s√©culo XX.

As supostas migra√ß√Ķes gregas

Os pesquisadores afirmam que os conhecimentos sobre o sistema Sirius dos dogons possuem milhares de anos, e tem a seu favor as provas hist√≥ricas. Sup√Ķe-se que os dogons s√£o remotos descendentes dos gregos que colonizaram a parte da √Āfrica que atualmente constitui a L√≠bia. Her√≥doto os chama de Garamantianos, de Garamas, o filho de Gaia, a deusa grega da terra. Os elementos da tradi√ß√£o grega s√£o muito parecidos √† preocupa√ß√£o dos dogons com os n√ļmeros. Al√©m disso, durante a sua perman√™ncia na L√≠bia, aqueles gregos expatriados poderiam ter adquirido alguns conhecimentos dos seus vizinhos, os antigos eg√≠pcios.

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S√©culos de lenta emigra√ß√£o para o sul levaram os dogons ao Rio N√≠ger, onde se estabeleceram e se misturaram com os habitantes negros locais. Segundo Robert Graves, os √ļltimos restos dessa errante tribo est√£o agora em uma aldeia chamada Koromantse, tamb√©m chamada Korienze, a 75¬†km de Bandiagara.

Visitantes Anfíbios

Para alguns adeptos das teorias dos antigos astronautas, com refer√™ncias no livro Eram os Deuses Astronautas? – 1968 – Portugu√™s, Erinnerungen an die Zukunft – T√≠tulo original em Alem√£o, do escritor sui√ßo Erich von D√§niken, isso constitui uma prova irrefut√°vel da antiguidade dos conhecimentos astron√īmicos dos dogons. Mas a forma como os adquiriram continuam sem respostas.

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Como um povo que não dispunha de instrumentos óticos poderia conhecer os movimentos e as características da estrela mais brilhante, da sua companheira pouco visível e de um terceiro astro do qual ainda não existem provas cientificas de sua existência?

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Os dogons explicam os seus conhecimentos astron√īmicos do sistema Sirius de uma forma muito simples: seus antepassados os adquiriram de visitantes anf√≠bios extraterrestres, chamados por eles de “nommos”, provenientes da estrela Po Tolo (Sirius B). As descri√ß√Ķes feitas pelos dogons s√£o muito precisas.

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Contam que os nommos chegaram pela primeira vez do sistema Sirius em uma nave espacial que girava em grande velocidade quando descia e que fazia um barulho t√£o forte quanto o rugido do vento. Tamb√©m dizem que esta m√°quina voadora rebateu ao aterrissar como se fosse uma pedra pela superf√≠cie da √°gua, semeando a terra com “jorros de sangue”.

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Nativos dizem que “jorros de sangue” na l√≠ngua dogon √© semelhante a “escape de foguete”, o empuxo invertido usado nos ve√≠culos espaciais. Os dogons tamb√©m falam que pode ser interpretada como “nave m√£e” colocada em √≥rbita. Isso n√£o √© t√£o estranho quanto parece: A Apollo 11 ficou em √≥rbita lunar enquanto o m√≥dulo descia para fazer a primeira alunissagem em julho de 1969.

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Tudo isso parece rid√≠culo se n√£o fosse pelo paralelismo com as civiliza√ß√Ķes que apareceram na √©poca das migra√ß√Ķes dos antepassados dos dogons. As representa√ß√Ķes art√≠sticas dos nommos na forma de r√©ptil assemelham-se ao semideus babil√īnico Oannes, com rabo de peixe, aos anf√≠bios dos acadianos conhecidos como Ea, e √† representa√ß√£o na arte primitiva eg√≠pcia de √ćsis em forma de sereia. Todos esses personagens foram, para seus respectivos adoradores, os pais das suas civiliza√ß√Ķes.

Os seus v√≠nculos com as antigas civiliza√ß√Ķes do Oriente M√©dio dependem da aceita√ß√£o da teoria que diz que seus antepassados teriam viajado at√© o sul, enquanto a afirma√ß√£o de que os extraterrestres descreveram-lhes o sistema estelar.

Correspondentes egípcios

A Sirius A era conhecida pelos antigos eg√≠pcios como Sothis. Seu ano come√ßava como os “dias do C√£o”, quando a Sirius, a estrela da constela√ß√£o C√£o Maior, surgia atr√°s do Sol, por volta do dia 23 de julho. Aparentemente tamb√©m conheciam a Sirius B porque, nas suas tradi√ß√Ķes religiosas, a deusa √ćsis era s√≠mbolo da Sirius A e Os√≠ris, seu consorte, era associado √† sua escura companheira.

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Os antigos rituais vinculam √ćsis a Sirius. A c√Ęmara do ano novo do templo de Dendera foi constru√≠da de forma que a luz da Sirius seja canalizada por um corredor at√© o interior da c√Ęmara.

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Isso √© um antecedente da cerim√īnia Sigui que os dogons celebram quando a Sirius pode ser vista pela fresta de uma rocha da aldeia de Yougo Dogorou. Devido ao fato de Os√≠ris ser adorado como o senhor da vida ap√≥s a morte e as lendas dos antigos eg√≠pcios falarem de almas, que voavam a uma mans√£o imortal junto aos deuses, √© poss√≠vel que considerassem que essa mans√£o estivesse localizada na Sirius B.

Répteis humanos

Os dogons acreditam que deuses (nommos) vieram de um planeta do sistema Sirius, h√° 5 ou 6 mil anos. Na linguagem dogons, Nommos significa “associado √† √°gua”¬†; “bebendo o essencial”. Segundo as lendas, os anf√≠bios Nommos viviam na √°gua e os Dogons referem-se a eles como “senhores da √°gua”.

A arte dogon, sempre mostra os Nommos parte humanos, parte r√©pteis. Lembram o semideus anf√≠bio Oannes dos relatos babil√īnicos e o seu equivalente sum√©rio Enki. Os textos religiosos de muitos povos antigos referem-se aos pais de suas civiliza√ß√Ķes com seres procedentes de algum lugar diferente da Terra. Coletivamente, isso √© interpretado por algumas pessoas como a prova da exist√™ncia de vida extraterrestre que estabeleceu contato com o nosso planeta em um passado distante.

A Pesca do Povo de Dogon

Uma vez ao ano, milhares de homens de 23 aldeias do povo Dogon em Mali, se re√ļnem para pescar nas √°guas sagradas de um a√ßude barrento que resiste √† a√ß√£o da seca. Um ritual sagrado chamado “Antogo” onde recordam a lenda de como este pequeno lago foi descoberto por uma menina, o que provocou uma guerra tribal entre os povos pr√≥ximos de Bamba e Yanda.

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Este a√ßude √© a √ļnico que n√£o seca na regi√£o durante a calorenta esta√ß√£o seca e guarda grande quantidade de bagres, motivo pelo qual √© um lugar m√°gico para os dogon.¬†

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Durante o resto do ano √© proibido pescar e somente no s√°bado escolhido pelo conselho de s√°bios realiza-se esta cerim√īnia, onde as mulheres n√£o podem participar por serem consideradas impuras pela antiga cultura dogon.¬†
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De repente, depois de uma aparente calma ouve-se o som de um disparo de um fuzil, é o sinal para que a multidão de dogons impacientes se lancem no barreiro com o objetivo de capturar o máximo numero de peixes já que acham que assim atrairão as chuvas e colheitas abundantes para suas famílias. 
30 minutos depois o lago esta vazio de peixes e outro disparo marca o fim do ritual. Ent√£o todas as capturas s√£o levadas ao homem mais velho de Bamba para que garanta uma partilha equitativa entre todas as aldeias.
As cenas do seguinte e impressionante vídeo, também fazem parte da nova série da rede BBC, Human Planet, e fazem com que o espectador seja transportado para um mundo que a gente jamais poderia pensar que existisse nos dias atuais.

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 Video, Pesca do Povo de Dogon

FOTO : © Afreak,  ©Google

As 8 tropas militares mais assustadoras do mundo

Convenhamos que a pr√≥pria defini√ß√£o de ex√©rcito j√° √© algo bem assustador: um bando de homens armados e camuflados cujo objetivo maior √© destruir o maior n√ļmero de indiv√≠duos inimigos poss√≠veis.

No entanto, alguns grupos de soldados se destacam. Nós já os vimos em filmes, seriados e jogos de videogame, mas fotografias desses guerreiros reais prometem aterrorizar-nos por algum tempo.

No Twitter, muitos internautas japoneses t√™m postado fotos de diversas for√ßas especiais assustadoras daquele pa√≠s. Na sequ√™ncia, voc√™ pode conferir algumas das tropas mais intimidantes de todo o mundo ‚Äď n√≥s selecionamos 8 delas. Voc√™ j√° pode ter visto alguns desses soldados antes, como a imagem do homem-r√£ de chumbo, que se tornou viral em alguns pa√≠ses do mundo. Outras fotografias, por√©m, podem ser novas. Prepare-se:

 

8. Os homens-r√£s dinamarqueses

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S¬Įv√ärnets Fr¬Įmandskorps
Trata-se de uma elite de for√ßas especiais da Marinha Real da Dinamarca, constitu√≠da em 1957, e composta por equipe de mergulhadores profissionais e por soldados. O principal dever dos homens-r√£s √© reconhecimento de terreno, mas eles tamb√©m podem ser encarregados de invadir navios inimigos, sabotar instala√ß√Ķes fixas e combater. Al√©m disso, ainda podem executar servi√ßos de for√ßas especiais em terra, incluindo a√ß√Ķes anti-terrorismo e trabalho anti-criminal.

7. A Divisão de Cavalaria do exército chinês

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Considerada uma for√ßa em decad√™ncia, por√©m com uma rica e intensa hist√≥ria, os soldados da Divis√£o de Cavalaria do ex√©rcito chin√™s costumavam dominar as extens√Ķes territoriais do terceiro maior pa√≠s do mundo. Basta dar uma olhada na imagem que ilustra este t√≥pico, com guerreiros mal encarados, cavalos grandes e espadas!

6. Exército iraniano vestido de branco

APTOPIX Mideast Iran National Army Day

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Esque√ßa o modelo padr√£o de soldados vestidos de uniforme camuflado ‚Äď que j√° √© meio estranho, mas pelo menos j√° estamos acostumados. Agora preste aten√ß√£o nas vestes inteiramente brancas (incluindo m√°scaras!) do ex√©rcito do Ir√£. O ‚Äútoque‚ÄĚ de Ku Klux Klan √© bem aterrorizante, certo?

5. As tropas sul-coreanas que quebram tijolos como parte de uma demonstração militar

South Korea Childrens Day
Não se trata de uma locação de filme do Jackie Chan nem de um truque de cinema. Os soldados desta imagem estão realmente quebrando tijolos com a força do corpo. As faixas ninjas na cabeça e o rosto inteiro pintado dão um toque ainda mais sinistro à cena.

 

4. Agentes do sexo feminino da Coreia do Sul

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O 707¬į Batalh√£o de Miss√£o Especial representa a for√ßa especial do Comando de Guerra do Ex√©rcito da Coreia do Sul. A unidade tem como objetivo principal ser a rea√ß√£o contra-terrorista prim√°ria do pa√≠s. O apelido do batalh√£o √© ‚ÄúTigre Branco‚ÄĚ. A unidade tamb√©m possui um pequeno n√ļmero de mulheres agentes das for√ßas especiais, como se pode observar na fotografia. Elas s√£o usadas ‚Äč‚Äčem opera√ß√Ķes antiterrorismo, onde a presen√ßa de uma mulher n√£o √© vista como uma amea√ßa para um terrorista. N√≥s, por outro lado, achamos essas mo√ßas bem amea√ßadoras.

3. Forças Especiais do exército francês

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Outro caso de uniforme que parece sa√≠do de um filme de fic√ß√£o cient√≠fica de Hollywood. Novamente, n√£o √© o caso. Desta vez, a imagem ilustra soldados pertencentes √†s For√ßas Especiais do ex√©rcito da Fran√ßa, mais especificamente √† Se√ß√£o de Interven√ß√£o da Ofensiva N√°utica francesa. Mas poderiam muito bem pertencer aos est√ļdios da Universal.

2. Forças Especiais mexicanas

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Os soldados que fazem parte das For√ßas Especiais do M√©xico est√£o divididos entre o Ex√©rcito e a Marinha do pa√≠s. Na foto, os militares exibem metralhadoras quase t√£o compridas quanto a altura dos pr√≥prios soldados ‚Äď al√©m da pintura facial, moda j√° tradicional nesta lista. Encontrar com um sujeito desses no campo de batalha seria aterrorizante.

 

1. For√ßas Especiais da Bielorr√ļssia quebrando tijolos que est√£o pegando fogo

BELARUS ARMY

APTOPIX BELARUS ARMS EXHIBITION

APTOPIX BELARUS ARMS EXHIBITION
O que pode ser ainda mais m√°sculo e ninja do que quebrar tijolos com a cabe√ßa? Bem, vamos come√ßar prestando aten√ß√£o no detalhe que alguns soldados est√£o sem camisa, mesmo que a temperatura na hora das fotografias estivesse congelante (repare no pessoal todo encasacado observando a demonstra√ß√£o militar). Agora vamos ao ponto principal: esses integrantes das For√ßas Armadas Bielorrussas est√£o rachando blocos de concreto usando apenas simplesmente sua cabe√ßa. Ah, e os objetos ‚Äď claro! ‚Äď est√£o pegando fogo. Por favor n√£o tente reproduzir isso em casa. [Kotaku]

Carta de pai rejeitando filha por namoro com negro causa revolta


Stephenie com seu namorado, Nike, em imagem publicada no Twitter da jovem - Reproduçao do Twitter

RIO ‚ÄĒ A carta de um pai renegando a filha porque ela est√° envolvida com um jovem negro vem causando revolta. A brit√Ęnica Stephenie Hicks, de 19 anos, compartilhou nas redes sociais o texto escrito por seu pai, criticando o comportamento da garota e deixando claro que, se ela n√£o terminar o namoro, ter√° que sair da casa da fam√≠lia. “H√° tr√™s malas vazias e esperando. Se voc√™ escolher esse menino negro em vez de seus pais, encha as malas e deixe minha casa”. No Twitter, Stephanie Hicks publicou a carta com uma introdu√ß√£o. “Triste porque estamos em 2016 e a cor da pele ainda importa”.

Leia, abaixo, a carta:

“Stephanie,

Isto não é fácil, mas você não deixou as coisas fáceis.

Ao longo dos √ļltimos anos, voc√™ negou tudo o que tentamos ensinar desde sua inf√Ęncia. Voc√™ n√£o est√° nem perto da filha que eu achei que voc√™ se tornaria nessa idade, e eu estou profundamente magoado.

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A carta do pai, publicada com trechos riscados - © @st3phanie_hicks @itsnikeee_fr

Você trata seus pais com desdém. Você vem nos usando por dinheiro, enquanto nos desrespeita de todas as maneiras. Você se veste como um membro de gangue e se irrita quando a levamos para a igreja. Você não tem respeito por morais e abandonou qualquer traço de bom-senso.

Sim, tivemos essa discuss√£o – mais ou menos – h√° algum tempo. Na √©poca, achei que eventualmente aceitaria uma rela√ß√£o interracial. A verdade √© que sou humano, e fa√ßo minhas pr√≥prias escolhas. Por mais que n√£o seja algo contra a B√≠blia, eu sei que nunca vou aceitar, e nunca vou lhe perdoar. Acredito que rela√ß√Ķes interraciais sejam repugnantes. Vulgares e repreens√≠veis. N√£o h√° nada pior do que um mesti√ßo, e estou devastado porque minha pr√≥pria filha come√ßou um relacionamento t√£o nojento.

Erros podem ser perdoados, mas você escolheu conscientemente e por vontade própria um estilo de vida doentio, e não vou tolerar isso.

Voc√™ tem uma oportunidade final. Ou termina sua rela√ß√£o com ‘Nike’, ou encara as consequ√™ncias. H√° tr√™s malas vazias e esperando. Se voc√™ escolher esse menino negro em vez de seus pais, encha as malas e deixe minha casa. Remova meus dados de seu telefone, e N√ÉO tente entrar em contato comigo de novo, para o resto da sua vida

Mude seu nome assim que possível, porque eu não vou ter nenhuma associação com você. Nunca.

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Papai.”

O namorado de Stephenie, Nike, tamb√©m compartilhou a carta no Twitter, deixando claro que ele e a jovem decidiram continuar juntos. Ambas as publica√ß√Ķes tiveram centenas de respostas, a maioria delas oferecendo apoio emocional ou financeiro. “Amor n√£o v√™ cor. A sua felicidade deveria ser a √ļnica preocupa√ß√£o do seu pai. Mantenham as cabe√ßas erguidas”, escreveu um internauta. “Espero que tudo fique bem para voc√™s”, escreveu outro. “Isto √© um absurdo, seu pai √© um idiota, sejam felizes”, diz mais uma mensagem. Tem gente sugerindo ao casal criar uma p√°gina no site “GoFundMe” para receber doa√ß√Ķes.

Mas, claro, há também mensagens racistas apoiando o pai de Stephenie.

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