Homem que vive sem dinheiro constrói o primeiro bar grátis do mundo

 Mark Boyle, conhecido como o “homem sem dinheiro”. Mark está desenvolvendo o projeto de permacultura na Irlanda chamado An Teach Saor. Ele pede doações para finalizar este incrível trabalho, que será um centro comunitário e irá oferecer oficinas, performances, palestras, alojamentos e frutas dos pomares, jardins e estufas do local. E, claro, para um típico inglês como Mark, não poderia faltar um pub, que também fará parte do projeto. O mais interessante é que as pessoas poderão usar tudo isso gratuitamente!

O principal objetivo é oferecer um espaço no qual as pessoas possam aprender, criar e compartilhar.“Queremos criar um local onde as pessoas possam explorar livremente comida selvagem, jardinagem, arte, educação, fabricação de cerveja, música, filosofia, apicultura, peripécias circenses, fitoterapia, plantas perenes, construções naturais, e muito mais” diz Mark. Ele e uma equipe de voluntários dedicados estão construindo a propriedade com materiais naturais e reciclados.

Este trabalho de amor é baseado na ideia de uma economia de troca, em que aqueles que recebem favores são incentivados a pagar de uma outra forma. Mark foi estudar economia quando encontrou os ensinamentos de Gandhi e percebeu que a destruição social e ecológica que o mundo está enfrentando decorre de ganância e de uma separação entre as pessoas e o que elas consomem. “Se todos nós cultivássemos nossa própria comida, não iríamos desperdiçar tanto, diz ele.

Boyle viveu por mais de três anos sem gastar um único centavo. Além de plantar sua própria comida, ele vivia em uma caravana e andava a pé ou de bicicleta para se locomover.

Confira abaixo o vídeo do “homem que vive sem dinheiro”e as fotos do incrível trabalho que está desenvolvendo:

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Todas as fotos: Divulgação

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As freiras que fingem ser prostitutas para salvar mulheres e crianças do tráfico sexual

 
 

Você provavelmente nunca viu nenhuma delas por aí ou sequer ouviu falar de suas ações, mas um grupo de freiras está indo muito longe para resgatar vítimas do tráfico de pessoas. É o que relata John Studzinski, banqueiro e diretor da entidade Talitha Kum, responsável por esses resgates.

A rede conta com cerca de 1.100 mulheres distribuídas por mais de 80 países e dispostas a lutar contra o tráfico de pessoas e a venda de crianças para escravidão. Para isso, elas se infiltram em bordéis fingindo ser prostitutas e tentam ajudar mulheres que sejam mantidas à força nesses locais. Criado em 2004, o grupo estima que 1% da população mundial é traficada de alguma forma – isso representa um total aproximado de 73 milhões de pessoas, sendo que 70% destas são mulheres.

Essas irmãs não confiam em ninguém. Elas não confiam nos governos, não confiam em corporações, e não confiam na polícia local. Em alguns casos, elas não podem confiar nem no clero masculino”, conta John.

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Outra das ações do grupo é reunir dinheiro para “comprar” crianças que seriam vendidas como escravas por seus pais. Para isso, criaram casas específicas para receber estas crianças em países da África, bem como nas Filipinas, no Brasil e na Índia.

Vale a pena conhecer melhor esse trabalho aqui.

Foto: Getty Images.

Expedição tenta reproduzir façanha de 70 anos atrás e atravessar o maior deserto de areia do mundo

Com muita ambição e coragem, um pequeno grupo de homens, liderados pelo explorador Bertram Thomas, saiu em expedição em 1930 com o objetivo de atravessar o Rub’ al Khali, o maior deserto de areia do mundo. Eis que agora um outro time de corajosos sai em busca de cumprir a façanha de 70 anos atrás, reproduzindo seus passos e relatando tudo no projeto Crossing The Empty Quarter.

Conhecido como “Quarteirão Vazio“, o deserto na região sul da península Arábica tem 1.000 km de extensão, dunas do tamanho de arranha-céus e grandes reservas de petróleo. Para se ter uma ideia da gravidade de atravessá-lo, um casal morreu de sede em 2014 após se perder no meio da infinidade de areia, onde as temperaturas costumam passar dos 50ºC.

A turma de nove homens começou a expedição em dezembro de 2015. Eles mantêm contato por meio de um equipamento da Thuraya Telecomunicações, que transforma smartphones em telefones por satélite e assim facilitam o acesso ao wi-fi. Além disso, estão equipados com duas caminhonetes, escoltados por camelos e médicos. Será que agora vai dar certo? Torcemos que sim.

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Todas as fotos © John C. Smith e Sim Davis

A incrível aventura de um jovem francês num santuário de lobos na Rússia

Até onde você iria pelo trabalho voluntário, ou seja, não-remunerado? O francês Mathieu Fumey saiu de seu país para ir até a Rússia viver uma experiência pra lá de inusitada: cuidar de lobos num santuário. Sempre disposto a buscar novas aventuras ao redor do mundo, ele viaja desde os 21 anos de idade e quando chegou aos 25 estava a fim de uma coisa bem diferente pra sua vida.

O jovem turismólogo costumava dormir em albergues e camping, mas passou a ir atrás de algo mais gratificante. “Depois de um mês de espera para o meu visto, eu estava no meu caminho viajando de ônibus a partir da França“, relatou ao site BoredPanda. Foi uma hora de trajeto até chegar a uma aldeia 80% coberta por mata virgem, acessível somente por táxis locais.

Sem TV, internet, telefone ou algo semelhante, e ainda sem falar russo, teve que se virar para ter essa vivência inesquecível. “Durante duas semanas eu estive totalmente imerso na natureza“. Para chegar até a mãe lobo, tarefa que precisava ser feita todos os dias, o viajante caminhava durante duas horas na floresta, e ainda correndo o risco de se deparar com ursos.

Depois de cuidar de filhotes, dormir em cabanas ao som de uivos e lidar com uma porção de mosquitos, sentiu a gratidão de ter momentos tão preciosos próximo à mãe natureza e saído da zona de conforto. E este sim é o verdadeiro retorno de um trabalho voluntário.

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Todas as fotos © Mathieu Fumey

Projeto fotográfico colaborativo retrata comunidade gay de New Orleans com realismo e poesia

A fotógrafa suíça de pais americanos radicada nos EUA Meg Turner é especializada em métodos artesanais de impressão fotográfica, como a fotogravura. O conteúdo de suas imagens são tão fortes e ao mesmo tempo delicados quanto a estética criada por ela para esses retratos. Olhares ternos, poses sem pretensão, a poesia em estado puro.

Tuff Enuff é uma série dedicada à comunidade gay de New Orleans. É dedicada a tudo aquilo que não etiquetamos. Ao limiar. “Aprender a ser confortável, sem fixar algo em A ou B e perceber que estar entre os dois é realmente emocionante“, conta Meg sobre o projeto colaborativo de retratos.

A ideia de realizá-lo começou pela insatisfação da fotógrafa ao ver trabalhos sobre esse público em revistas e galerias de arte. Para ela, eles não refletiam as pessoas e as vidas que ela conhecia. E mais, a maioria era sobre e para o público gay masculino. O propósito destas fotografias é preencher as lacunas.

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A autora

O nome “Tuff Enuff” vem da junção das tatuagens de sua melhor amiga e parceira platônica de vida, Meredith. A série retrata a vida de seus amigos mais próximos, “Aqueles cujas lutas e triunfos eu testemunhei. Eles são meus amigos, companheiros de quarto, colegas de trabalho, amantes e ex-amantes”.

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Se você tiver a sorte de estar por News Orleans, não deixe de visitar a exposição de Meg na galeria Scott Edwards, a partir de 20 de fevereiro.

Todas as imagens © Meg Turner

Mãe registra em fotos tocantes a singela relação de seus filhos com o avô

Alina Gabrel-Kaminska é fotografa e mãe de Lenka e Thyme – a quem ela carinhosamente se refere como “meus monstrinhos”. Como toda mãe coruja, antecipando as saudades que sabe que sentirá do presente quando este se tornar passado – e seus monstrinhos se tornarem adultos – ela vem registrando as inocentes e surpreendentes aventuras da infância dos filhos, em que cada dia é um novo capítulo, repleto de revelações e novidades.

E um dos capítulos mais bonitos de seus registros é a relação de seu pai com as crianças. Segundo Alina, ele não foi um pai perfeito, mas tornou-se perfeito como avô. Registrar os momentos divididos entre vovô e os netos tornou-se parte importante e simbólica desse comovente e singelo registro.

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Alina e seus filhos

Alina garante que não é boa com as palavras. Portanto, escolheu contar a história da relação de seus filhos com seu pai em fotografias. E o resultado vale a pena ser visto:

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Todas as fotos © Alina Gabrel-Kaminska

Messi vai encontrar menino afegão fotografado com camisa de plástico

Fã de Lionel Messi, menino afegão foi fotografado usando uma camisa improvisada feita com uma sacola de plástico (Foto: Shah Marai/ AFP ) 
 Fã de Lionel Messi, menino afegão foi fotografado usando uma camisa improvisada feita com uma sacola de plástico (Foto: Shah Marai/ AFP )
Lionel Messi vai se encontrar com um menino afegão que foi fotografado usando uma camisa improvisada feita com uma sacola de plástico com o nome e o número do seu ídolo. Foto viralizou na Internet.O menino Murtaza, de 5 anos, pertence a uma família pobre do distrito de Jaghori, na província central de Ghazni. Ele se tornou uma sensação na web depois que as imagens dele foram compartilhadas no Facebook e em outras redes sociais.
Como ele não tinha condições de comprar uma camisa autêntica de Messi, o irmão de Murtaza improvisou uma como uma sacola plástica nas cores azul e branco da seleção argentina, e escreveu “Messi” e o número “10” com caneta.
As fotos foram compartilhadas em todo o mundo e a Federação Afegã de Futebol declarou em seu site nesta segunda-feira que está em contato com representantes do craque e que irá arranjar um encontro dele com Murtaza em breve.
No mês passado, Messi foi eleito o Jogador do Ano da Fifa pela quinta vez.
Foto de menino Murtaza, de 5 anos, virou sensação nas redes sociais (Foto: AFP) 
Foto de menino Murtaza, de 5 anos, virou sensação nas redes sociais (Foto: AFP)