Experimento encantador prova que a generosidade supera a ganância

Dinheiro não cai do céu e é uma coisa que todo mundo precisa. Então, o que você faria se visse um monte de dólares dando sopa, com uma placa que diz “dê o que você puder, pegue o que for necessário”? Num experimento social surpreendente, capturado em vídeo, o grupo Ark Project mostra que não somos tão gananciosos quanto parecemos.

Um painel com algumas notas, que somavam em torno de US$ 20, foi pendurado em Mission Beach, uma praia da Califórnia, onde circulam centenas de pessoas diariamente.

Veja só o que aconteceu:

O esperado era que as pessoas simplesmente parassem para pegar algum dinheiro, masacabou acontecendo o exato oposto e o valor dobrou em apenas 45 minutos. Claro que algumas pessoas acabaram sim pegando a grana, talvez porque realmente precisassem, enquanto outros tiraram fotos e refletiram sobre a mensagem, mas a grande maioria por fim colaborou com a ação, colocando ainda mais dinheiro e criando uma rede de amor e doação.

Um dos entrevistados declarou que “[a ação] faz seu cérebro ver rapidamente todo aquele dinheiro voando. Faz você pensar em quantas pessoas estão por aí fazendo a coisa certa”. Ele ainda disse que, se fosse rico, colocaria 100 dólares a mais no quadro já que há “muito mais pessoas com maior necessidade do que eu”. “Não sou ganancioso. A ganância destrói as amizades, amor, casamentos, relacionamentos, destrói tudo. Confiança e amizade valem mais do que ouro”, filosofou.

Um dos doadores argumentou que “ninguém nunca ficou falido por doar. Há pessoas aqui que realmente precisam”. Ao final, os organizadores da ideia garantem que o dinheiro chega em quem precisa, assim, na base da confiança e da parceria.

Viu só como uma boa ação pode incentivar muitas outras?

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Todas as imagens: Reprodução YouTube

A incrível jornada do jornalista que se propõe andar 7 anos a pé a desbravar o mundo

Se você é daquelas pessoas apressadas que mal veem a hora de chegar ao destino final e fica se perguntando “já estamos chegando?”, precisa conhecer esta história. O jornalista norte-americano Paul Salopek se propôs, em 2013, a uma longa viagem a pé de 7 anos ao redor do mundo. Atualmente já são três anos de andanças para reproduzir a migração humana global no projeto Out of Eden Walk.

Repórter da revista National Geographic e vencedor do prêmio Pulitzer, ele preza pelo chamado “slow journalism“, conteúdo digital focado em relevância ao invés de audiência. E isso certamente leva um bom tempo e muita dedicação, afinal, não são todos que topam a missão de viver 7 anos de suas vidas longe de casa e andando. O ponto de partida foi a Etiópia e, pelos planos, a ideia é que a jornada se encerre no Chile depois de passar pela África, Oriente Médio, Ásia, Alasca, Estados Unidos, América Central e do Sul.

Encarando o desafio com fascínio, tem ao todo cerca de 34 mil quilômetros para percorrer, na companhia de sua mulher, alguns cadernos e uma mochila nas costas. Seguindo passos de civilizações primitivas, já passou pelas mais diversas situações, como ficar dias em cima de camelos sem sinal de civilização humana por perto e esperar barcos por quase 2 meses – devido a ataques piratas – quando estava rumo a Arábia Saudita.

A viagem é financiada pela National Geographic, Knight Foundation e Pulitzer Center for Crisis Reporting. O blog possui pouco conteúdo perto de tudo o que ele viu, mas sempre tem os chamados posts “milestones“, que marcam o lugar por onde passou com uma foto panorâmica e uma entrevista curta com um local.

Assim a viagem segue, em ritmo lento mesmo num tempo de pressa:

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Todas as fotos © National Geographic e Pulitz Center

Conheça o país no Pacífico que pode acabar se o nível do mar continuar subindo

 

Você já pensou como seria se tudo que você conhece simplesmente sumisse de mapa? A situação parece irreal, mas os habitantes de Kiribati precisam conviver com esse fantasma diariamente. O país localizado na Oceania pode desaparecer nos próximos 30 anos caso o nível do mar continue subindo.

Para entender isso, basta uma olhada mais atenta à geografia do país: o Kiribati é um grupo de ilhas e atóis, localizados na linha do Equador, bem no meio do Oceano Pacífico. Na região, a elevação do nível do mar é de cerca de 10 milímetros ao ano, o que faz com que o arquipélago esteja ameaçado de desaparecimento. A causa do fenômeno já é bastante conhecida por estes lados também e atende pelo nome de “aquecimento global“.

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Ao todo, o país insular conta com 33 ilhas e atóis coralinos, mas a maioria delas está a apenas um ou dois metros acima do nível do mar. A exceção fica por conta da ilha Banaba, que possui 87 metros de altitude. Os seus cerca de 100 mil habitantes precisam se locomover utilizando barcos ou algumas poucas estradas levantadas artificialmente.

Desde 1999 foi registrado o desaparecimento de atóis inteiros de Kiribati, engolidos pelo mar. A previsão é de que até 2050 o nível das águas terá subido de 20 a 50 centímetros. Nesse caso, mesmo que o litoral conseguisse resistir à erosão e a terra permanecesse acima do nível do mar, as águas atingiriam as reservas de água doce das ilhas, fazendo com que se tornassem inabitáveis. Para proteger a população do eventual desaparecimento das ilhas, o presidente do país comprou terras em Fiji, onde poderá realocar parte de seus habitantes.

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Todas as fotos © Kadir Van Lohuizen/NOOR

África é o berço da inteligência humana

A cultura humana nasceu muito antes do que imaginávamos. E na África – não na Europa, como pensavam os estudiosos. Há 77 mil anos, os ancestrais do homem já eram capazes de fazer arte e pensar de forma abstrata. Prova disso são duas barras de argila colorida com desenhos geométricos encontradas no sítio arqueológico de Blombos, a 290 quilômetros da Cidade do Cabo, na África do Sul, em 2004. As descobertas foram feitas pela equipe do antropólogo americano Christopher Henshilwood, da Universidade de Nova York. “A presença de objetos entalhados de gravuras significa que as habilidades de aprendizagem e a capacidade para o pensamento abstrato estavam presentes entre aqueles homens”, diz. “Essa aptidão para o armazenamento de informações fora do cérebro humano é entendida como cultura, como inteligência.”

Os novos achados refutam a teoria de que o despertar da cultura humana teria ocorrido na Europa, conforme sugeriam pinturas rupestres encontradas em grutas na França, em lugares como Lascaux (a descoberta foi em 1940), Chauvet (em 1994) e Cussac (em 2004), além de Altamira, na Espanha (ocorrida em 1868) – todos esses desenhos encontrados na Europa não têm mais do que 35 mil anos. “Isso indica que o povo africano, de quem nós todos descendemos, era moderno em suas atitudes muito antes de eles chegarem à Europa e substituírem os neandertais”, afirma Henshilwood.

Jóia é sinal de cultura

Stefan Gan
Fabricar jóias é um sinal de aprendizagem. Isso foi levado em conta pela equipe de Christopher Henshilwood como um dos sinais de que a África foi realmente o berço da inteligência. No mesmo sítio arqueológico de Blombos, os cientistas encontraram 41 peças que acreditam terem sido usadas como ornamentos pessoais. Elas têm 75 mil anos e eram feitas com as conchas de um molusco que habita a região, o Nassarius kraussianus.

Os objetos têm perfurações e marcas de uso. Até então, as jóias mais antigas já encontradas eram mais recentes: tinham cerca de 50 mil anos. “As conchas eram usadas como jóias, símbolos de troca e também para identificação de algum grupo específico. Isso tudo indica que, há 75 mil anos, já existiam formas de os homens se comunicarem uns com os outros”, afirma Henshilwood. “Portanto, podemos dizer que a linguagem humana já estava desenvolvida.”

Racionais

Geometria esperta

Os desenhos geométricos encontrados nas duas peças de argila em Blombos são uma série de losangos. Os pesquisadores só os consideraram manifestações de inteligência porque não são simples rabiscos, e sim símbolos de pensamento abstrato.

Conchas reveladoras

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Jóias descobertas na caverna em Blombos.

As conchas encontradas em Blombos também serviam como parte de um sistema de troca de presentes conhecido como hxaro. Se uma seca provocasse escassez em uma tribo, esse grupo mudava-se para o território de outro, onde encontrava auxílio com quem tinha estabelecido laços hxaro.

Livro velho

A corrida pelos vestígios humanos mais antigos do mundo é acirrada. O livro O Despertar da Cultura, de Richard Klein e Stanley Ambrose, recém-publicado no Brasil, já chega por aqui velho. O livro relata a descoberta pelos dois de jóias de 50 mil anos na África. Os achados em Blombos os deixaram para trás.

Exposição combate estereótipos relacionados ao corpo das mulheres negras

Cansada de ver mulheres negras representadas em dois extremos, acima do peso e assexuadas ou hipersexualizadas, a curadora Janice Bond decidiu organizar uma exposição para abrir espaço para obras que questionassem esses estereótipos.

Um ponto levantado pela curadora é o paradoxo social de ter as negras como fetiche, ao mesmo tempo em que são consideradas indesejadas. As obras exploram conceitos como os padrões de beleza ocidentais, identidade cultural, exclusão histórica e traumas, com instalações multimídia, esculturas, filmes, fotografias e outros formatos.

O local escolhido para abrigar a exposição é a Woman Made Gallery, uma organização que tem como objetivo cultivar e promover o trabalho de mulheres artistas, além de levantar discussões sobre o que o feminismo significa hoje.

Após abrir as inscrições para o projeto, Janice escolheu uma a uma as obras que seriam exibidas. Segundo ela, há coisas que a atingiram de maneiras muito diferentes. “Algumas são mais viscerais, outras me deixaram triste, outras me fizeram rir, mas todas me fizeram pensar”. Basta ver as imagens para entender a curadora.

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Imagens: Reprodução/Woman Made Gallery

Apple elege as melhores fotos de todos os tempos tiradas pelo mundo com iPhone 6

Tirar fotos se tornou mania internacional e com auxílio do smartphone, algumas pessoas descobriram um lado fotógrafo inusitado dentro de si. Com redes sociais tomadas por imagens, a Apple resolveu lançar não só o concurso anual iPhone Photography Awards (IPPAWARDS), que já falamos aqui, mas uma galeria que reúne fotografias do mundo todo feitas com iPhone 6s e 6s Plus.

A chamada World Gallery é o novo incentivo para que as pessoas continuem capturando momentos e retratos a partir dos aparelhos da marca. A galeria inclui 53 fotos de 41 fotógrafos, que depois estarão expostas em 85 cidades de 26 países ao redor do mundo. A Apple já selecionou algumas fotografias e, ao o que tudo indica, as pessoas são tema central da seleção.

Crianças, homens e mulheres curtindo o momento, posando ou simplesmente sem entender nada (no caso dos bebês) estrelam as fotos, que acabam revelando várias traços culturais. Esse tipo de fotografia, mais despojada, pode ser feita por fotógrafos profissionais ou amadores, em qualquer lugar, a qualquer hora, com mais naturalidade. Talvez por isso façam tanto sucesso. Olha só:

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Foto © Christopher Anderson em Brooklyn, NY

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Foto © Gianluca Colla from Fully, Suíça
 
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Foto © Cielo de la Paz, em Livermore, Califórnia
 
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Foto © Timothy Mulcare em North Salem, NY
 
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Foto © Kevin Mao de Xangai, China
 
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Foto © Zak Noyle em Honolulu, Havaí
 
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Foto © Melissa Casillas de Querétaro, México
 
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Foto © Erin Brooks de Lakewood, Washington
 
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Foto © Pierre Babin em Montreal, Canadá
 
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Foto © Jirasak Panpiansin na província de Chaiyaphum, Tailândia
 
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Foto © Jake Debruyckere em Mt. Davidson, São Francisco
 
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Foto © Jirasak Panpiansin na província de Chaiyaphum, Tailândia
 
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Foto © Hollyn Barão de Brooklyn, NY
 
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Foto © Chris Hamill nas Maldivas
 
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Foto © Dustin Cohen, de Brooklyn, NY
 
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Foto © Ashish Parmar de Bangalore, na Índia

5 lugares fascinantes e intocados pelo mundo

Quando a gente acha que já viu de tudo, descobre uma porção de lugares novos e percebe que ainda há muito a ser explorado neste mundão. Mesmo aqueles que deram a volta por todos os continentes acabam deixando muitas cidades, aldeias, ilhas e vilarejos para trás. E como nem tudo é tão fácil quanto parece, se prepare para conhecer cinco lugares fascinantes e intocados pelo mundo.

Se o homem mal chega até lá, é porque o trajeto não deve ser nada tranquilo. Aliás, alguns destinos são tão remotos, que não há como acessá-los, então no máximo se consegue avistar de longe ou tirar fotos aéreas. Caso a adrenalina fale mais alto e a aventura te chame para uma nova jornada, esteja avisado para deixar a preguiça em casa, a quilômetros de distância, porque as caminhadas são longas.

1. Vulcão Dallol, Etiópia

O deserto de Danakil, na parte oriental da Etiópia, reserva um dos lugares mais fascinantes e mais quentes da Terra. Com temperaturas que podem chegar a 60ºC, o vulcão Dallol surpreende por seu terreno ardente forrado de cores brilhantes, do laranja ao verde. A paisagem se forma devido o impacto de magma basáltico nas minas de sal e a atividade hidrotermal no subsolo.

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2. Reserva Natural Integral do Tsingy de Bemaraha, Madagascar

Com uma porção de lanças de pedra apontando para o alto, a região da reserva natural do Tsingy de Bemaraha traz um visual surreal. As rochas de calcário se formaram durante milhões de anos atrás e entre a floresta de mangue vivem milhares de espécies raras.

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3. Cataratas Honokohau, Maui

Com uma queda livre de 341 metros de altura, as cataratas de Honokohau são paraísos intocados em meio a uma paisagem verde deslumbrante. As quedas mais altas de Maui ficam no meio de montanhas inacessíveis, portanto só são observadas a distância ou por helicópteros que sobrevoam a região.

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4. Tepui, Venezuela

As montanhas de mesa plana no Planalto das Guianas, na Venezuela, tem nome de origem indígena, que significa “casa dos deuses”. O ponto mais alto chega a ter 3 mil metros de altura. Somente três picos podem ser alcançados a pé, incluindo o Monte Roraima, na fronteira com o Brasil, que está a 2.180 metros acima do nível do mar.

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5. Rock Islands, Palau

Em Chalbacheb, Palau, está um fascinante arquipélago que pouca gente alcança e pouca gente sabe sobre. O paraíso intocado ganhou fama após imagens aéreas capturas por fotógrafos começarem a circular na internet. São 250 pequenas ilhas no Oceano Pacífico, com uma população de aproximadamente 20 mil habitantes. Operadoras de turismo fazem passeios de barco até o local.

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Todas as fotos: Reprodução