Conheça o restaurante sul-coreano onde tudo tem uma forma fálica

O restaurante Deulmusae, localizado em Pocheon, uma província de Seoul, na Coréia do Sul, tem uma temática um tanto quanto excêntrica – tudo o que envolve o restaurante possui representações do órgão genital masculino.

O restaurante existe desde 1996, mas a temática fálica só começou a acontecer depois que um monge budista visitou o local e disse que havia muita energia feminina. Prontamente, o proprietário resolveu balancear a energia feminina com muitos, muitos pênis.

As louças, esculturas, chaminé, quadros, pratos servidos, luminárias, enfim, tudo tem o formato fálico (exceto alguns itens, onde se encontra a forma da genitália feminina). Vem ver este inusitado restaurante:

P6062187

P6062204

P6062207

P6062211

P6072218

P6072224

P6072225

P6072228

P6072229

P6072233

Pocheon11

Pocheon12

Pocheon13

Todas as fotos © Kotaku e My Seoul Searching

Eu não entraria nesse resturante e vocês,entraria? Deixe suas opiniões

Fotógrafos especializados em clicar belas paisagens pelo mundo deram um jeito de levar os filhos junto

Os filhos não podem mais ser desculpa para o lema do “eu não posso viajar porque…”A família não deve ser uma pedra no meio do caminho e sim um caminho alternativo para as viagens ao redor do mundo. Os fotógrafos Dylan Toh e Marianne Lim, baseados na Austrália, trabalham com fotografias de paisagens na Everlook Photography e deram um jeito de levar os filhos nas suas expedições, carregando-os nas costas.

A estratégia dos pais é unir a paixão profissional com a vida em família e tem dado certo. Durante os primeiros anos da primeira filha, os pais viajantes sofriam com sua ausência e isso se refletia no seu trabalho. Eles confessam que não é tarefa fácil combinar as duas coisas, mas o resultado de seus esforços fazem tudo valer a pena. A rotina aventureira traz inspiração ao dia-a-dia do casal e agora faz parte da vida dos filhos, que estão em constante contato com a natureza e com o mundo.

Entre as dicas dadas por eles, tenha certeza de que encontrará um jeito confortável de levar os pequenos junto com você; encontre maneiras de distraí-los enquanto trabalha; invista em equipamentos de segurança e em planejamento; e divida tarefas. “Enquanto um de nós está tirando fotos, o outro está cuidando de Charlotte [um dos filhos]”, contaram ao site 500px.

Não poderia ser diferente na terra dos cangurus, a Austrália. Dá uma olhada nas fotos:

everlook

everlook2

everlook3

everlook4

everlook5

everlook6

everlook7

everlook8

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/12/everlook9.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/12/everlook10.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/12/everlook11.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/12/everlook12.jpg

Todas as fotos © Everlook Photography

Veja deslumbrantes fotos da lua feitas por uma sonda da China

https://i0.wp.com/hypescience.com/wp-content/uploads/2016/02/fotos-novas-lua-china-6.jpg

A missão Chang’e-3, da China, revelou novas fotos de alta resolução da lua, ajudando os cientistas a até mesmo descobrirem um novo tipo de rocha lunar.

Milhares de imagens em alta resolução

A sonda chinesa chegou ao nosso satélite natural no dia 14 de dezembro de 2013, pousando no norte da planície Mare Imbrium. No ano passado, a Administração Nacional Espacial da China divulgou milhares de impressionantes fotos coloridas da missão, mas elas não ganharam muita publicidade no ocidente, principalmente porque foram colocadas em um site pesado escrito apenas em chinês.

Recentemente, Emily Lakdawalla, da ONG americana Sociedade Planetária, passou mais de uma semana vasculhando o equivale a 35 gigabytes de dados para apresentá-los de uma forma facilmente navegável.

 

“Quando se trata de partilha de dados da China, a situação é muito boa”, disse Lakdawalla, observando que os formatos das imagens espelham aqueles usados pela NASA e a Agência Espacial Europeia. “Provavelmente seria muito mais fácil se eu pudesse entender a linguagem”.

As novidades

Embora a coleta de informações tenha acabado em janeiro de 2014, a missão chinesa contribuiu para aprofundar a compreensão dos cientistas da geologia lunar, até revelando um tipo de rocha não descoberto por missões antigas dos EUA e da União Soviética.

Instrumentos da sonda, incluindo o único telescópio baseado na lua, ainda estão funcionando, mais de dois anos após o pouso. Podem ser que mais surpresas e boas descobertas venham por aí.

Caso você esteja pensando que a Chang’e-3 pode ficar muito sozinha lá em cima, tranquilize-se. Em 2017, a China planeja enviar outra sonda para a lua que irá retornar amostras para a Terra, se tudo correr bem. [NatGeo]

                                                 Veja algumas das imagens da missão chinesa:
https://i0.wp.com/hypescience.com/wp-content/uploads/2016/02/fotos-novas-lua-china-1.jpg

Em 23 de dezembro de 2013, a Chang’e-3 capturou este mosaico de quatro imagens do seu companheiro rover Yutu. O painel solar direito do rover está inclinado para baixo para melhor captar a luz do sol.

https://i0.wp.com/hypescience.com/wp-content/uploads/2016/02/fotos-novas-lua-china-2.jpg

Chang’e-3 fez este panorama em 17 de dezembro de 2013, três dias após o desembarque na lua. A sonda descansou a 786 quilômetros da Apollo 15, a primeira missão lunar tripulada.

https://i1.wp.com/hypescience.com/wp-content/uploads/2016/02/fotos-novas-lua-china-3.jpg

O mosaico de 2014 mostra os rastros curvos deixados por Yutu. Yutu e Chang’e-3 pousaram no Mare Imbrium, região formada a partir do refluxo de lava após um enorme impacto lunar cerca de 3,85 bilhões anos atrás.

https://i2.wp.com/hypescience.com/wp-content/uploads/2016/02/fotos-novas-lua-china-4.jpg

Com o sol diretamente em sua parte traseira, Yutu tirou uma foto de sua própria sombra em 2014.

https://i2.wp.com/hypescience.com/wp-content/uploads/2016/02/fotos-novas-lua-china-5.jpg

Yutu fez seis fotos para criar o mosaico da Pyramid Rock (Long Yan), um grande bloco de rocha perto de Chang’e-3 que foi lançada até seu lugar atual por um impacto antigo.

https://i0.wp.com/hypescience.com/wp-content/uploads/2016/02/fotos-novas-lua-china-6.jpg

Em 13 de janeiro de 2014, o rover Yutu fez um panorama da Chang’e-3 e seus arredores. Dois dias terrestres depois, seu motor falhou, encalhando-o.

Mulher dedica sua vida a salvar e cuidar de cachorros destinados a virar comida em restaurantes

Na Coreia do Sul, ainda é prática comum criar e matar cachorros para comer. Nos últimos anos, as novas gerações têm tentado mudar isso e já se tornou menos “excêntrico” ter um cão de estimação. Porém, não são só os jovens a seguir na contramão.

Jung Myoung Sook tem 61 anos e muito amor para dar. Ela decidiu dedicar sua vida aos animais e há 26 anos que trabalha para resgatar e cuidar de cachorros a caminho dos pratos servidos em restaurantes do país. Uns são resgatados das ruas, outros ela compra diretamente nos abrigos que fornecem os estabelecimentos.

Os meus meninos não passam fome“, conta Sook à Associated Press. “Eles podem brincar e viver livremente por aqui“, diz com orgulho a mulher que encontra felicidade em alimentar e cuidar dos animais.

Vale a pena conhecê-la e usá-la como inspiração para tornarmos nosso mundo melhor. Dá uma olhada na reportagem abaixo, feita pela Mashable:

JungSook2

JungSook3

JungSook4

JungSook1

Todas as fotos © Lee Jin-Man

Você teria coragem de explorar a caverna mais funda do mundo?

Viajar é preciso, mas antes de mais nada requer coragem para abraçar o novo e desapegar do que ficou pra trás. Quando o espírito aventureiro fala mais alto, nada melhor do que testar seus limites e ir à fundo nos lugares mais extremos do planeta, como é o caso da Krubera, a caverna mais profunda do mundo, no maciço de Arabika, região do Cáucaso, em Geórgia.

Também conhecida como caverna Vorónia ou Voronja, o labirinto de túneis situa-se na montanha de pedra calcária Gagrinsky Range, formada há milênios e descoberta em 1963 por uma equipe de geólogos. A entrada fica a 2.240 metros de altitude e à 15 quilômetros do Mar Negro, que recebe a deságua de um rio subterrâneo. Sua profundidade foi aumentando ao longo dos anos e das expedições, sendo que o primeiro título como “caverna natural mais profunda do mundo” veio em 2001, após espeleólogos percorrerem 1.710 metros; em 2004 o número subiu para 2.080 e em 2012 chegou-se ao número final.

Para se ter uma ideia de sua profundidade, a única pessoa que conseguiu chegar num nível mais fundo do longo, estreito e difícil caminho foi a lituana Saul Pankene, que acabou por se tornar recordista após setembro de 2010. No mesmo ano, a bióloga portuguesa Ana Sofia Reboleira chegou a encontrar 16 espécies de pequenos invertebrados, sendo cinco novas, algumas vivendo a mais de 2 mil metros de profundidade.

O vídeo abaixo mostra uma das expedições. Será que você se arriscaria a tentar quebrar o recorde e chegar até o final?

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/10/krubera.jpg

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/10/krubera2.jpgFoto: wordlesstech.com

krubera3Foto: traveltripjourney.blogspot.com

krubera4Foto: www.glbrain.com

krubera5Foto: fgportugal.blogspot.com

krubera6

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/10/krubera7.jpgFoto: www.yaplakal.com

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/10/krubera13.jpgFoto: lostininternet.com

krubera8

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/10/krubera12.jpgFoto: englishrussia.com

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2014/10/krubera11.jpgFoto: englishrussia.com

krubera10Foto: www.charismaticplanet.com

krubera9Foto: enjoyourholiday.com

Você toparia? Conheça a estrada mais perigosa do mundo

Colocar o pé na estrada pode ser um verdadeiro grito de liberdade, mas tem algumas no mundo que acabam dando uma adrenalina tão  grande, que é  melhor pensar duas vezes. Na Turquia, a Bayburt D915 é o que acreditam ser a estrada mais perigosa do mundo, cheia de curvas sinuosas no meio de um clima nada agradável. Vai encarar?

Ligando as cidades de Bayburt e Of, próxima ao Mar Negro, a rodovia tem apenas 106 km, mas o sufoco para atravesa-la é a única certeza que o motorista tem, que nem sabe se vai chegar vivo do outro lado. A uma elevação de 2 mil metros de altura, possui somente uma faixa, bem estreita por sinal, sem guardrails de proteção e sem pavimentação em alguns trechos.

Descidas no meio das montanhas Soganli exigem muita experiência no volante, especialmente na hora de manobrar para fazer curvas íngremes, com “ajuda” de condições climáticas nem um pouco favoráveis, muitas vezes com neblina e neve. A via foi construída por soldados russos em 1916 e desde então parece que não estão muito preocupados com a segurança de quem passa por ali, o que a tornou um desafio para aventureiros de plantão. Na dúvida, é melhor pegar estradas um pouco mais seguras.

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/01/d915_3.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/01/d915_2.jpg

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/01/d915.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/01/d915_4.jpg

Todas as fotos: Reprodução

Donos criam ensaio tocante para contar a história de seu cachorro duas vezes rejeitado por famílias

Nós amamos vira-latas e até já mostramos muitas matérias aqui porque você deveria adotar um deles. Mas o cãozinho mestiço Antonin teve que aprender da pior forma que nem todo mundo pensa da mesma maneira. Só depois de ser rejeitado por duas famílias é que ele finalmente encontrou um lar para chamar de seu, onde vive há 10 anos com seus donos, que amam cada uma de suas imperfeições.

A primeira família conviveu com Antonin por cinco anos, até decidir que já não o queria mais e deixá-lo em um abrigo de animais. Não demorou para que ele encontrasse um segundo lar, onde permaneceu por apenas dois meses até ser novamente abandonado – desta vez na rua. Por sorte, a equipe do abrigo onde o cãozinho vivia o encontrou perambulando por aí e levou ele de volta em busca de uma família que o amasse de verdade.

Quando a fotógrafa checa Metteorwa Zvaná Čá o adotou há 10 anos, o cachorro nunca havia brincado com algum brinquedo canino e sequer sabia sentar – muitos dos problemas causados pela adoção irresponsável de suas outras famílias. Com o tempo, Antonin aprendeu até mesmo a passear sem a coleira, mas nunca conseguiu socializar com outros animais normalmente, sendo bastante agressivo com outros cães. Ainda hoje, mesmo depois do amor recebido ao longo da última década, a agressividade e os traumas estão presentes.

Para celebrar o amor e contar um pouco de sua história, Matteorwa criou um lindo ensaio fotográfico, em que mostra como é a rotina de seu melhor amigo. Vem ver – e se apaixonar:

dog1

dog2

dog3

dog4

dog5

dog6

dog7

dog8

dog9

dog10

dog11

dog12

dog13

dog14

dog15

Todas as fotos © Metteorwa Zvaná Čá