Já imaginou viver no meio do luxo e do glamour visto nos filmes?

3rd-home (4)

Já imaginou viver no meio do luxo e do glamour visto nos filmes? Bom, os afortunados não só imaginam, mas vivem em casarões incríveis do 3rd Home, uma espécie de Airbnb para milionários e bilionários. O site funciona como um clube onde os associados podem trocar suas casas luxuosas ao redor do mundo entre si.

Incentivando a viagem, o conceito da plataforma é reunir os melhores imóveis e resorts para garantir que os bons vivant mantenham o mesmo padrão de vida longe de casa. O primeiro passo é cadastrar a propriedade, que deve valer pelo menos US$ 500 mil, ter ótimas instalações e estar localizada num destino bem procurado.

Feito isso, os usuários devem pagar um fee inicial de US$ 2.500 e aí sim podem agendar viagens para mais de 4.800 estados cadastrados no site. O clube de troca de estadias cobra ainda transações que variam de 395 à 995 dólares, de acordo com a temporada. Assim, quando o milionário decide viajar, pode deixar sua casa disponível para outros e alugar uma propriedade no destino que vai visitar. Espia só o que tem por lá:

Villa Colonia de Saint Jordi, casa ao sul da Mallorca avaliada em US$ 2,1 milhões

3rd-home (8)

Villa la Percha, casa avaliada em US$ 3 milhões nas Ilhas Turks and Caicos

3rd-home (14)

Vila Turtle Point, casa avaliada em US$ 3,1 milhões em Antigua e Barbuda

3rd-home (12)

Wing House, casa avaliada em US$ 3,5 milhões em Malibu, Estados Unidos

3rd-home (5)

Casa de US$ 3,8 milhões no condomínio Villa El Boura, Marrakech

3rd-home (3)

Residência no Lime Samui Villa, Tailândia

3rd-home (9)

Casa de US$ 4,2 milhões em Kapalua- Maui, Havaí

3rd-home (10)

Sugarloaf Key – Key West, Flórida

3rd-home (6)

Chateau de Monferrier, casa próxima às vinícolas de Saint-Geyrac, na França

3rd-home (7)

Casa avaliada em US$ 4,5 milhões em Punta Mita, México

3rd-home (4)

Hill House West, casa avaliada em US$ 6,5 milhões em Santa Helena, Califórnia

3rd-home (13)

Chalé de US$ 8 milhões em Whistler, Canadá

3rd-home (11)

Propriedade avaliada em US$ 10 milhões no meio de uma floresta tropical da Costa Rica

3rd-home (2)

Propriedade de 8 hectares avaliada em US$ 35 milhões na Reserva Privada de Leobo, em Vaalwater, África do Sul

Leobo

Todas as fotos: divulgação

Anúncios

Que tal ser pago para morar em uma das ilhas mais paradisíacas e isoladas do mundo?

Não, você não está “lendo coisas”. Uma ilha está procurando um funcionário para morar e trabalhar lá. Eles oferecem o dinheiro da passagem e a acomodação. Ou seja, é praticamente 100% de lucro! Mas tem um detalhe: você será ilhado com apenas 300 pessoas.

Nem a menor cidade do Brasil tem essa população. Serra da Saudade (MG), que leva o posto da menos populosa do país, possui 817 habitantes de acordo com o IBGE. Tristan da Cunha é o nome da ilha de domínio britânico que não tem a metade disso. Sim, esta é a ilha mais isolada DO MUNDO!

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha1.jpg

Via The Plaid Zebra

A 2400 km da África do Sul e a 3200 km da América do Sul, a ilha tem apenas 11 km de largura e 98 km². Mas tudo isso tem um outro lado: o lugar é maravilhoso e a natureza ganha vida, espaço e toma conta da beleza.

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha11.jpg

Google Maps

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha8.jpg

©Kent Kobersteen

São milhões de aves nativas, pinguins, bois e ovelhas. Paisagens de tirar o fôlego e até um vulcão inativo Queen Mary’s Peak, que com 2062 m de altitude é perfeito para escaladas. Ou seja, já dá para imaginar o lugar, né? Agora vamos ao trabalho.

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha4.jpg

©Tui de Roy

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha5.jpg

©Rob Tully

Esta é uma vaga perfeita para aqueles que curtem o silêncio e são apaixonados pela companhia da natureza. Eles precisam de um consultor agrícola. De acordo com o Tree Hugger os requisitos para a vaga incluem conhecimentos sobre medicamento para gado, cultivo de legumes, estufa, ou seja, tudo ligado à subsistência. Dá para imaginar a vibe, né?

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha6.jpg

©Kent Kobersteen

Mas Tristan da Cunha também tem sua economia. A maior parte da renda da ilha vem do cultivo e exportação de lagostas assim como selos e moedas exclusivos para colecionadores. Fofo demais!

https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha2.jpg

©Kent Kobersteen

E se você já está se imaginando lá, não fique achando que vai conseguir voltar para passar o Natal em casa. O caminho é longo! A ilha só fica disponível para entrada e saída apenas 60 dias ao ano. E para chegar lá ou você viaja de barco durante seis dias da África do Sul ou pega um de cruzeiro mensal que faz a conexão com a América. É mole?

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha7.jpg

©Mark Hannaford

Mas calma, não se assuste com o marasmo. A cidade tem um minúsculo centro turístico com café, pub, “balada” e até piscininha. E aí, você encararia?

https://i2.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha3.jpg

©Viddar Bakken

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha9.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/02/cunha10.jpg

Via The Plaid Zebra

Inspirados na natureza, tapetes levam o clima do jardim para ambientes fechados

Filha de uma tradicional família de criadores de tapetes, a artesã argentina Alexandra Kehayoglou decidiu seguir sua linhagem tapeteira de um modo inesperado: utilizando os restos da fábrica que sua família possui em Buenos Aires para criar peças únicas, inspiradas em gramados reais e na natureza.

TAPETE12

Nenhum tapete criado por Alexandra segue padrões ou se assemelha com alguma outra de suas criações. São como obras de arte de fato, e não por acaso: a inspiração em pinturas campestres é uma das evidentes características especiais de seus tapetes – que, além de belos, são considerados extremamente confortáveis. Cada obra pode levar até dois meses para ser confeccionada, e a ideia é realmente remeter a um imaginário lúdico, onírico e imaginativo – segundo Alexandra, para que sirvam como portais que te levam para onde suas memórias forem. Abaixo, alguns exemplos de suas criações.

TAPETE1

TAPETE18

TAPETE17

TAPETE16

TAPETE15

TAPETE14

TAPETE13

TAPETE11

TAPETE10

TAPETE9

TAPETE8

TAPETE7

TAPETE6

TAPETE5

TAPETE4

TAPETE3

TAPETE2

Homem junta dinheiro por 10 anos para comprar ambulância e salvar animais abandonados





Onde há muitos animais, há também muitos abandonos. Felizmente, porém, existem pessoas dedicadas a melhorar a vida dos bichinhos sem lar. É o caso do indiano Balu, que passou 10 anos economizando para comprar uma van e transformá-la em ambulância de animais.

Segundo Balu, ele tinha medo dos cães no começo, mas depois que começou os trabalhos, não consegue pensar em viver sem eles. O indiano e sua esposa passam o dia recolhendo cães e gatos nas ruas e levando eles para serem tratados em veterinários.

Para ajudar a bancar o serviço, ele cobra 16 rúpias, o equivalente a 94 centavos de real, por quilômetro rodado em suas missões. Quem paga é o tutor, a pessoa que entra em contato com ele para indicar um animal que precisa de ajuda.

2
Quando não há vagas para os bichinhos em ONG’s, Balu os acolhe em casa, também pedindo uma colaboração financeira, de 300 rúpias ou R$17,64 por dia. Geralmente ele toma conta de cinco ou seis animais, tratando de seus ferimentos, dando comida e remédios.

Apesar de muita gente admirar o trabalho de Balu, alguns vizinhos se incomodam com os animais. Eles reclamam principalmente do barulho e do cheiro, e chegam a xingar o cuidador, que não se importa. “Essa é minha vida agora, e não posso deixá-los para trás. Vou continuar fazendo isso para sempre”, conta com um sorriso no rosto.

Confira mais sobre o trabalho de Balu neste vídeo, com legendas em inglês e se inspire também:





4

6

13

9

12

14

7

Todas as imagens: Reprodução YouTube

Construção moderna feita entre rochas no deserto vai confundir seus sentidos

Há quem diga que esta é uma casa de pedra, no melhor estilo Flintstones. Porém, basta um olhar mais demorado para entender a beleza de “Organic Modern Estate”, uma construção feita de cobre, aço e concreto que se confunde com as rochas do deserto do Parque Nacional de Joshua Tree, na Califórnia (EUA).

A obra, idealizada pelo arquiteto Kendrick Bangs Kellogg em 1988, segue as linhas orgânicas das construções modernas. O telhado em forma de domo apresenta características irregulares que contrastam com os detalhes aconchegantes de seu interior, “enfatizando formas masculinas e femininas, que são a marca registrada da arquitetura moderna”, segundo o arquiteto.

A parte de dentro da construção foi pensada pelo designer de interiores John Vugrin, que acabou por criar arte dentro da arte. Pensados nos mínimos detalhes, os cômodos são pura inspiração e design. “Tudo foi feito pensando na arte e no design: um interruptor, uma tomada, o puxador do armário, torneiras – tudo foi criado de forma personalizada, utilizando metais precisos e pedras”, afirma um dos agentes imobiliários, que hoje é responsável por tentar vender essa preciosa pedra desértica por nada menos que US$ 3 milhões.

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Organic Modern Estate, a casa nas rochas

Fotos: TTK Represents