Dentistas voluntários devolvem o sorriso para brasileiras vítimas de violência doméstica

Há quatro anos que o projeto Apolônias do Bem oferece tratamento odontológico gratuito a mulheres vítimas de violência doméstica – que muitas vezes danificam a dentição, permanecendo como a marca de um trauma estampada no rosto de quem procura superar essa dor. Segundo a ONU, a cada 15 segundos uma mulher é agredida no Brasil.

Originalmente atuando em São Paulo, hoje o projeto já expandiu para atender vítimas também do Rio de Janeiro e do Espírito Santo – e o desejo é alcançar todo território nacional. As Apolônias do Bem hoje contam com uma rede de mais de 16 mil dentistas, ligados a ONG Turma do Bem, que oferece atendimento odontológico gratuito a jovens de baixa renda em 12 países da América Latina e Portugal. Outro parceiro importante do projeto é a rede Amil.

Conheça um pouco mais do projeto nesse vídeo absolutamente tocante:

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/DENTISTA1.jpg

O nome é inspirado na personagem histórica Apolônia, que viveu em Alexandria e morreu no ano de 249, após ser presa, espancada e ter seus dentes arrancados. Todo atendimento é gratuito, visando exclusivamente apagar a marca da agressão do rosto das vítimas. Com isso, o projeto oferece não só uma dentição nova e perfeita, mas principalmente um belo motivo para que essas mulheres voltem a sorrir.

Confira abaixo o impressionante antes e depois de algumas das mulheres atendidas pela campanha:

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/DENTISTA1.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/DENTISTA2.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/DENTISTA3.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/DENTISTA4.jpg

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/DENTISTA5.jpg

A incrível evolução dos autorretratos do gênio Pablo Picasso

Se você olhar para a série de autorretratos de Pablo Picasso e comparar o primeiro com o último, não diz que foi a mesma pessoa que fez. Mas, se pararmos para analisar todo o processo, conseguimos enxergar alguns pontos em comum e afirmar: sim, essas pinturas foram feitas pelo mesmo homem.

Sendo assim podemos considerar a própria citação do autor:

“Os diferentes estilos que venho usando na minha arte não devem ser vistos como evolução, ou como um passo para trás no sentido de um ideal de pintura. Diferentes temas exigem diferente métodos de expressão. Isso não implica qualquer evolução ou progresso. É seguir uma ideia e ir até onde e como ela quer se expressar.“

Um gênio! Veja só os autorretratos em ordem cronológica:

pablo-picasso-self-portraits-chronology-7

15 anos (1896)

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pablo-picasso-self-portraits-chronology-28.jpg

18 anos (1900)

pablo-picasso-self-portraits-chronology-10

20 anos (1901)

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pablo-picasso-self-portraits-chronology-1.jpg

24 anos (1906)

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pablo-picasso-self-portraits-chronology-2.jpg

25 anos (1907)

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pablo-picasso-self-portraits-chronology-12.jpg

35 anos (1917)

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pablo-picasso-self-portraits-chronology-22.jpg

56 anos (1938)

pablo-picasso-self-portraits-chronology-6

83 anos (1965)

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pablo-picasso-self-portraits-chronology-23.jpg

85 anos (1966)

pablo-picasso-self-portraits-chronology-25

89 anos (1971)

pablo-picasso-self-portraits-chronology-3

90 anos (28 de junho de 1972)

pablo-picasso-self-portraits-chronology-4

90 anos (30 de junho de 1972)

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pablo-picasso-self-portraits-chronology-5.jpg

90 anos (2 de julho de 1972)

pablo-picasso-self-portraits-chronology-26

90 anos (3 de julho de 1972)

Todas as imagens © Pablo Picasso

FOTO DO DIA

Série fotográfica mostra que hippies do século 21 não precisam de drogas; eles meditam e fazem yoga

 
Poucas pessoas podem dizer que entendem tanto da cultura hippie como Steve Schapiro, fotógrafo que, na década de 60, documentou o comportamento de vários deles, inclusive em Haight-Ashbury, bairro de São Francisco considerado o centro difusor do movimento.

Quase 50 anos depois, Steve e seu filho, Theophilus Donoghue, frequentaram vários festivais “neohippies” dos Estados Unidos para fotografar os adeptos de um estilo de vida que, concluiu Schapiro, se dedica menos às drogas psicodélicas e mais a atividades como meditação, alimentação orgânica e Yoga para atingir o mesmo objetivo: se conectar com seu verdadeiro ser.

Para produzir o livro Bliss: Transformational Festivals and the Neo-Hippie (Êxtase: Festivais Transformadores e os Neo-Hippies, em tradução livre), pai e filho passaram por festivais famosos, como Burning Man, Shasta Festival, e Rainbow Gathering.

A pressão da vida moderna parece levar a uma tendência de neohippies se agrupando para aflorar a espiritualidade. No Brasil, eventos como o Festival Holístico de Artes Cósmicas, os Festivais Dharma e FICA – Festival Internacional de Cultura Alternativa seguem a linha, assim como o Boom Festival, em Portugal.

Confira algumas fotos da jornada de Schapiro e Donoghue:

562e366b54458

Todas as imagens: Steve Schapiro


Artista cria obra com 6 mil retratos de pessoas que passavam pelo local

“As ruas são a maior galeria de arte do mundo”. Quem o diz é JR, artista francês conhecido por suas intervenções públicas e que voltou a chamar a atenção com o projeto Inside Out. Na Times Square, em Nova York, numa das esquinas mais movimentadas do mundo, ele quis unir as pessoas: pediu a quem passava que tirasse uma foto de rosto e a colasse, em tamanho gigante, no chão. O resultado é um mosaico multicultural que reflete o caráter da cidade.

JR montou uma cabine de fotos num dos cruzamentos da Times Square, onde habitualmente as pessoas passam correndo e sem sequer notar o que está em seu redor. À medida que o projeto chamava a atenção, as pessoas faziam fila pra tirar seu próprio retrato, fosse ele mais sério, mais sorridente ou com mais palhaçada.

A ação acabou unindo pessoas desconectadas e criou uma sensação de proximidade única num lugar frenético como esse. JR tem sempre essa preocupação de pedir a colaboração dos habitantes do lugar onde intervém. O Inside Out Project, com fotos gigantes em estruturas locais, já esteve em Paris e já passou por África e América (com Brasil incluído).

Abaixo deixamos o vídeo e algumas fotos da ação em Nova York:

InsideOutNy1

InsideOutNy2

InsideOutNy3

InsideOutNy4

InsideOutNy5

InsideOutNy6

InsideOutNy7

InsideOutNy8

InsideOutNy9

Pode ver o resultado do Inside Out Project em outras cidades aqui.

Artista russa cria perucas impressionantes feitas apenas de papel

A arte em papel ou paper art já ocupa um bom espaço nos murais do Pinterest, mas poucos são os artistas que conseguem criar grandes composições usando apenas este material. Entre eles, a artista russa Asya Kozina tem um lugar de destaque, ao criar perucas incríveis utilizando apenas papel.

Perucas históricas sempre me fascinaram, especialmente as da época barroca. Isso é arte pela estética da arte pela estética – sem nenhum sentido prático, mas elas são lindas. Neste caso, o papel ajuda a realçar a forma principal e não ser obcecado com detalhes desnecessários“, conta sobre seu trabalho no Behance.

O resultado é realmente incrível. Vem ver:

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel1.jpg

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel2.jpg

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel3.jpg

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel4.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel5.jpg

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel6.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel7.jpg

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel8.jpg

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel9.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel10.jpg

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel11.jpg

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel12.jpg

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/papel13.jpg

papel14

Todas as fotos © Asya Kozina

Artista imagina como seriam pinturas clássicas se seus personagens usassem tatuagens

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/02/quadrostattoos_interna.jpg

As tatuagens são cada vez mais trabalhadas, com alguns tatuadores criando desenhos que podem ser considerados obras de arte. E não é que um designer francês decidiu misturar arte e tattoos, imaginando como pinturas famosas ficariam se seus personagens fossem tatuados?

O trabalho é de Nicolas Amiard e inclui obras de alguns dos mais consagrados pintores da história, como Leonardo Da Vinci ou Caravaggio. A imaginação de Nicolas foi grande o suficiente para ele incluir tatuagens de diversos estilos, como tribais e desenhos de inspiração japonesa.

Invejosos dirão que é montagem:

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Ornate Gold Frame on a Brown Wall

Todas as imagens © Nicolas Amiard