Este menino de 4 anos tem um Instagram melhor do que o seu

 

Dizem por aí que talento tem, sim, um viés genético – a velha história de que filho de peixe… Se a regra é verdadeira, a gente não sabe, mas o pequeno Hawkeye Huey, de apenas 4 anos, está fazendo um ótimo trabalho ao seguir os passos do pai, Aaron Huey, fotógrafo da National Geographic.

Há pouco mais de seis meses, Aaron deu ao filho uma câmera Fujifilm Instax 210, que releva as fotos instantaneamente, como as antigas Polaroids, para diverti-lo durante viagens e incentivar sua expressão. O resultado é uma paixão crescente do pequeno pela fotografia e imagens que têm chamado a atenção, principalmente por terem sido captadas por uma criança. As fotos de Hawkeye são postadas pelo pai em uma conta do Instagram que já conta com cerca de 50 mil seguidores. Mais do que um incentivo à fotografia, a iniciativa é uma forma de unir pai e filho, afirma Aaron.

Como o garoto não pode acompanhar o pai durante as viagens da National Geographic, Aaron cria passeios para que o filho possa explorar o mundo de forma fotográfica. A dupla visitou recentemente uma área de circo e também um rodeio, lugares pelos quais o garoto andou livremente, conhecendo e fotografando pessoas e situações.

“Fotografar pessoas abre a ele [Hawkeye] a oportunidade de se comunicar com pessoas que são diferentes. A fotografia é uma forma que encontrei para sair da zona de conforto e para lembrar, todos os dias em que saio com a minha câmera, que há infinitos mundos a serem explorados – que eu não sou o centro do universo e que as minhas ideias estão entre as várias perspectivas e manifestações de vida que formam o mundo”, explica Aaron.

Veja algumas das imagens captadas pelo pequeno e algumas fotos de Hawkeye se divertindo com a câmera:

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Todas as fotos © Hawkeye Huey

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Cidades que mesclam passado e futuro

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Algumas cidades, como Praga, servem como grande referência histórica. Andar por lá parece uma viagem ao tempo. Já outras, como Brasília, são recheadas de construções modernas. Você gosta dos dois estilos? Pensando nisso, o Rent a Local Friend separou algumas cidades para você visitar na sua próxima viagem. Veja as cidades que mesclam o passado e o futuro.
Dubai
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 Em pouquíssimos anos, Dubai levantou mais arranha-céus do que qualquer outra cidade do mundo. Dentre eles o mais alto do mundo, o Burj Khalifa. Mas vale tirar um dia longe dos grandes hotéis. Para conhecer mais da parte cultural, o ideal é um passeio pelo rio Creek. Pequenos barcos de madeira levam as pessoas até o bairro de Deira. Este barquinho se chama Abra é custa baratinho. O legal é que os próprios locais utilizam esse meio de transporte. E aproveite para conhecer o Al Bastakiya, construído em 1890. Para ver tudo em Dubai, alugue a Renata
Lyon
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O centro histórico da 2ª maior cidade da França é repleta de construções medievais e renascentistas. Basta uma caminhada pelo bairro chamado Velha Lyon que você já se sente em outro século. Mas os moradores da nossa geração também fizeram questão de deixar sua marca. O Orange Cube foi feito em 2011 após o projeto ganhar um prêmio de Design em 2005. No terraço é possível ter uma linda vista de 360º de Lyon. Por dentro, a construção segue o mesmo desenho, com paredes vazadas. Não deixe de alugar Local Friends em Paris!
Berlim
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Após a queda do Muro de Berlim, a cidade se modernizou. Um bom exemplo é a Praça Potsdamer, que já existia desde o século 19. Com a 2ª Guerra Mundial e o Muro, o espaço ficou totalmente devastado. Em 1989, a praça deu a volta por cima e hoje é um centro de lazer, com grandes prédios espelhados, cinemas e restaurantes. Por outro lado, a cidade, que tem muita história para contar, é cheia de museus. Para lembrar um pouco do passado, passeie pela Avenida Kurfürstendamm. Por lá, fica a Gedächtniskirche, conhecida como Igreja Quebrada. Na verdade, o que restou foi apenas uma parte da construção destruída na 2ª Guerra. Mas as ruínas não foram tiradas de lá justamente em um ato de memória. Local Friends em Berlim!
Na verdade, estas e outras cidades têm muitos outros cantinhos e cheios de história, e nada melhor do que visitar com pessoas locais. Fuja da rota turística e descubra os lugares que só os locais conhecem! Alugue um Local Friend na sua próxima viagem!

Artista dá exemplo de sustentabilidade e usa sacos do lixo para criar obras de arte pelas cidade

A sacolinha plástica já gerou muita polêmica. Distribuição nos mercados, coleta de lixo… E por que não se apropriar de uma questão tão atual para fazer arte? Conheça agora o incrível trabalho da jovem artista iraniana Nazrin Musayeva.

A estudante de design que vive no Azerbaijão é fã de graffite e street art. E foi unindo a criatividade com uma paixão que ela desenvolveu painéis urbanos feitos de lixo.

Todos sabemos que a humanidade suja o meio ambiente com lixo da rotina. Compramos roupas e produtos que, na maioria das vezes, são colocados em sacos de polietileno -os mesmos utilizados para o lixo. E, assim, sem pensar, prejudicamos a natureza sujando o solo e a água. Afinal, estes sacos de lixo não se decompõe facilmente.

Animais no mar os engolem e morrem por isso. Eu me preocupo muito com esse problema, pois tenho muito amor pelos animais e penso bastante no fato de que muitos deles estão prestes a desaparecer. Sendo assim, o meu projeto atual envolve o trabalho com sacos de plástico.”, escreveu ela.

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Todas as fotos: Reprodução Facebook

Giovani Caramello apresenta mais obras hiperrealistas em sua nova exposição

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Apontado como o único escultor hiperrealista do Brasil, o jovem artista Giovani Caramello apresenta trabalhos de sua nova fase na segunda mostra individual que carrega seu nome. Após um ano de ausência, as obras, que fascinam em cada mínimo detalhe, voltam à tona na exposição em cartaz entre 1 de abril e 25 de maio na Oma Galeria, em São Bernardo do Campo, São Paulo.
Não, ele não está seguindo os passos de Ron Mueck, como muitos pensam ou associam. Suas influências, de maneira geral, são pintores como o realista Lucian Freud, o simbolista Gustav Klimt e o expressionista Egon Schiele. O talento de Mueck é reconhecido, é claro, mas Caramello segue seus próprios passos sem precisar viver às sombras de um outro alguém, porque ao contrário de suas peças, ele é real.
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Foto © Matheus Marinheiro/divulgação
Mas desta vez, o artista autodidata nascido em Santo André distancia-se um pouco dos detalhes e do perfeccionismo, embora seja difícil de acreditar, até pela qualidade do que é apresentado. Deixando o silicone um pouco de lado, entrega-se literalmente ao novo e passa a usar outras matérias-primas. Com pouca experiência em resina, investiu neste material para compor as peças que focam na busca pelo autoconhecimento, a passagem de tempo e a morte, que sempre permearam seus trabalhos, agora mais maduros.
Segundo ele, a exposição foi pensada para que todos possam sair do que é superficial e então imergir no universo que é proposto. “A minha ideia é tirar a atenção da técnica e fazer as pessoas repararem mais na questão da obra em si. Nessa mostra este é o primeiro passo. Percebi que com o silicone vira uma coisa 100% contemplativa, a maioria das pessoas parava na primeira camada e não é o que eu quero”, enquanto tive a sorte de ver as obras antes da abertura oficial.
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Foto © Brunella Nunes
Durante um período de seis meses fez a produção, sendo que cada peça levava em torno de um mês e meio para ficar pronta. Apesar de não querer simular uma pessoa real, as esculturas continuam ricas em detalhes que impressionam. Com certa angústia, peso e leveza, cada uma delas sugere uma reflexão tão poética, atual e intensa quanto a dedicação do artista para elaborá-las. As emoções que pareciam se trancar nas esculturas anteriores ultrapassam as barreiras de tempo e é exatamente isso o que traz vida ao seu trabalho.
O artista afirma que, embora não tenha abandonado o silicone para fazer obras tão precisas, sente que deixar o perfeccionismo de lado só lhe fez bem. Senti mais fluidez no processo criativo e consequentemente mais felicidade e satisfação. Sinto que aos poucos vou encontrando meu caminho”.
Para captar este olhar, filtrado e ao mesmo ampliado pela curadoria de Ananda Carvalho, não deixe de visitar a mostra e imergir dentro destes personagens cheios de paradoxos.
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Fotos © Matheus Marinheiro/divulgação 
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Fotos © Brunella Nunes

A mulher que vive sozinha em meio à natureza há mais de 30 anos

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Se você é o tipo de pessoa que não suporta ficar sozinho, talvez seja melhor nem ler este post… Por outro lado, se você acha que a companhia de animais e muitas plantas é tudo o que uma pessoa precisa, então é hora de conhecer Jill Redwood, uma senhora que vive há 30 anos sozinha em sua residência em East Gippsland, na Austrália.

Jill foi uma das pioneiras em adotar um estilo de vida alternativo, voltado para a sustentabilidade. Há mais de três décadas ela se dedica a salvar florestas locais e o meio ambiente em geral. Para que isso seja possível, ela utiliza apenas energia solar e coleta água de um riacho próximo à casa, que utiliza uma roda d’água para abastecer a casa e o seu jardim, o que permite que ela viva uma vida confortável mesmo fora do sistema.

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Escritora e ativista ambiental, Jill só come o que cultiva em sua propriedade de 6 hectares, onde também está localizada a casa que ela construiu sozinha ao longo de oito anos, usando apenas materiais reciclados e reutilizados – as paredes são feitas de sobra de madeira e esterco de vaca, por exemplo. O custo da construção foi de cerca de US$ 3 mil (menos de R$ 12 mil). “Eu odiaria ter de recorrer a um supermercado e a alimentos desnaturados para me sustentar“, disse ela ao Daily Mail.

Mesmo assim, ela confessa ter um luxo: uma máquina de lavar, que é utilizada quando faz muito sol. Ocasionalmente, ela também troca a solidão pela companhia de algum WWOOFer que recebe na fazenda – apesar de confessar que prefere viver sozinha.

Eu vivo com cerca de US$ 50 a US$ 100 por semana. Posso viver com muito pouco, não tenho que pagar contas de energia elétrica. A maioria do dinheiro vai para os animais“, diz ela, que conta com mais de sessenta animais em sua propriedade.

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Todas as fotos © Jill Redwood

Vítima de maus-tratos, cavalo tem pata amputada e ganha prótese

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Roni Rigon/ Agência RBS

Apaixonados por cavalos, os amigos Vitor Boldrini, Adriana Susin, Renata Onzi e Maurício Lazari, ganharam o que eles acreditam ser uma missão em junho do ano passado. Pela Brigada Militar, souberam de uma denúncia que um cavalo havia sido abandonado em um mato do Parque Oásis, em Caxias do Sul. Era um final de semana e eles não pensaram duas vezes: foram até o local, colocaram o bicho dentro da caminhonete e o levaram até a cabanha que administram em Monte Bérico. O cavalo estava muito magro, cheio de bicheiras e não conseguia ficar em pé.

Achamos que ele não sobreviveria. Começamos a tratá-lo em agosto do ano passado e, depois de complicações em função de uma osteomielite (inflamação óssea), ele passou por uma cirurgia para amputar a pata. No lugar foi colocado uma prótese — explica Adriana.

Vítima de maus-tratos, cavalo recebe prótese em pata amputada para voltar a andar Roni Rigon/Agencia RBSCurativo no ferimento da pata amputada é trocado duas vezes ao dia

Depois de quase um ano, Campeão, nome que recebeu dos quatro amigos, segue recebendo cuidados diários. Para que o ferimento na pata amputada não crie escaras, é preciso fazer curativo duas vezes ao dia. Junto da prótese, para facilitar o encaixe, são colocadas uma fralda, medicamentos, meia e faixas. À noite, o animal dorme sem a prótese. Desde junho do ano passado, o cavalo da raça crioula já usou quatro pernas mecânicas:

Campeão tem dois anos e meio e pode crescer até chegar aos seis. Isso pode fazer com que ele tenha que trocar de prótese:imagem 2

Ele tem dois anos e meio e segue crescendo, por isso, essa pode não ser a última. Ele sempre se adaptou muito bem. O que nos dá força para continuar lutando é a força de vontade que ele tem. Ele quer viver! Lidamos com cavalos há muito tempo e sabemos que muitos pensariam em sacrificá-lo. Um cavalo vive, em média, 30 anos. Esse pode ser o tempo que teremos que cuidar dele. E faremos isso  conta Boldrini.

Os quatro donos do Campeão não sabem ao certo o quanto já gastaram com o tratamento do animal, mas estimam que já desembolsaram mais de R$ 15 mil. Mas, ao falarem do bicho, parecem não se importar com o dinheiro, muito menos com o cansaço.

O equino é da raça Crioula:imagem 3
— Queremos ser exemplo para as pessoas, que a nossa atitude seja multiplicada  destaca Boldrini, que enche os olhos de lágrimas ao falar de Campeão.

O alto custo para manter um cavalo amputado é uma das razões para que a prática seja rara, de acordo com o médico veterinário do conselho regional do Rio Grande do Sul Alexandre Carvalho Monteverde:

Cavalo é um animal que tem função, seja para o trabalho ou para o lazer. Um cavalo amputado e parado é sinônimo de prejuízo para alguns. A outra razão para ser raro é que eles precisam das quatro patas para se locomover e, na maioria das vezes, não se adaptam tão bem a esse tipo de coisa.Vamos dá continuação com uma pergunta que todos querem saber.

Os cavalos que quebram a perna precisam ser sacrificados?

No Velho Oeste, um cavalo (em inglês) que tivesse uma perna quebrada poderia passar os últimos segundos de sua vida na mira da arma de um cowboy. Infelizmente, nos dias de hoje, esses animais ainda são geralmente sacrificados após sofrerem esse tipo de lesão, pois têm pouquíssimas possibilidades de ter uma recuperação bem-sucedida.

O animal anda com certa facilidade, mas precisa ter cuidado com obstáculos :imagem 4

Os pesquisadores estão trabalhandoduro para tentar descobrir novas técnicas que aumentem as chances de um cavalo diante de uma fratura. Por enquanto, a cura ainda parece distante.

Uma perna fraturada pode ser o fim da carreira da vida de um cavalo

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A cura da perna de um cavalo é difícil devido a uma combinação de fatores. Suas pernas devem absorver um impacto considerável, já que seu corpo pesado galopa em alta velocidade. Os cavalos praticam bastante atividade física, o que pode levar à deterioração dos ossos da perna e a um risco maior de queda. Outra coisa a ser considerada é a quantidade de ossos que eles têm na perna. Dos 205 que formam o corpo todo de um cavalo, 80 ficam nas pernas. O complexo sistema de articulações, ossos, ligamentos, tendões, cartilagem, lubrificante, lâminas e cascos, que contribui para a sua incrível velocidade, também pode ser a causa de sua queda. Além disso, entre 60 e 65% do peso de um cavalo concentram-se nas suas pernas dianteiras – é por esse motivo que a maioria das lesões ocorre nelas.

Hoje ele vive em uma cabanha e recebe cuidados diários:imagem 5

Muitos problemas podem afetar as pernas dos cavalos, como inflamação, osteoartrite (em inglês), problemas nas articulações, doenças e, naturalmente, ossos quebrados (em inglês). A recuperação é mais complicada porque os cavalos não podem ficar deitados o tempo todo. Eles foram feitos para permanecer em pé a maior parte do tempo, inclusive enquanto dormem. Por serem possíveis presas, devem estar prontos para correr o mais rápido possível, motivo pelo qual ficam na ponta dos dedos (ou dos cascos, para ser mais preciso).

 

O círculo de vencedores

A segunda colocada do Kentucky Derby 2008, Eight Belles, foi sacrificada na pista depois de ter fraturado inexplicavelmente seus dois tornozelos dianteiros, logo após o final da corrida. Barbaro foi o campeão do Kentucky Derby em 2006, mas sofreu uma queda no Preakness Stakes pouco tempo depois. Ele lutou durante meses para se recuperar, mas foram muitas as complicações pós-operatórias e o animal acabou sendo sacrificado em 29 de janeiro de 2007.

Agora que já sabemos porque as pernas de um cavalo são tão importantes para sua saúde geral e seu desempenho, vamos descobrir o que acontece quando elas se quebram e se o animal terá que ser sacrificado.

Embora os cavalos ainda sejam sacrificados com freqüência após fraturarem uma perna, o procedimento, hoje em dia, geralmente é realizadode uma maneira mais humana, com uma injeção intravenosa de barbiturato, administrada por um veterinário, e não são só os cavalos de corrida que sofrem lesões nas pernas. Os pôneis também. Além de coices e quedas, acidentes simples, como pisar em falso, podem causar fraturas e lesões sérias. Fadiga e a estrutura musculoesquelética do próprio cavalo (em inglês) também podem ser fatores determinantes. Problemas pré-existentes difíceis de diagnosticar, como tendões distendidos, fraturas e microfraturas, também podem contribuir para a fratura dos ossos (em inglês).

Cavalos jovens têm mais chance de recuperação total após fraturarem uma perna?

Se o pior acontecer e o cavalo quebrar uma perna, existem vários fatores que ajudam a determinar se um veterinário será capaz de curar a perna quebrada e fazer o animal voltar a ser saudável. Algumas perguntas que o dono de um animal lesionado precisa fazer são:

Qual é a gravidade da fratura? O tipo de fratura faz uma grande diferença na hora de determinar se o cavalo conseguirá se recuperar com êxito. A gravidade das fraturas é bastante variada. Por exemplo, na fratura incompleta, o osso racha, mas não se quebra totalmente. Ela é mais fácil de ser tratada do que uma fratura completa, que pode resultar na fragmentação do osso. Muitos cavalos com fraturas incompletas conseguem se recuperar. Lesões extensas e múltiplas fraturas estão mais ligadas a uma possível necessidade de eutanásia. Se os fragmentos dos ossos saem ou não pela pele, é outro fator a ser levado em conta, pois sua exposição pode aumentar a chance de complicações, conforme discutiremos a seguir.

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Que idade tem o cavalo? Cavalos mais jovens geralmente têm mais chance de se recuperar de uma perna quebrada porque seus ossos ainda estão se desenvolvendo. Esses cavalos normalmente são mais leves e colocam menos peso sobre a lesão.

À noite, o bicho dorme sem a prótese:imagem 8

Onde é a fratura? O sucesso da cura varia conforme a parte da perna em que o osso quebrou. Por exemplo, uma fratura na parte inferior pode ser difícil de reparar porque os cavalos apresentam menos vasos sangüíneos nesse local. O processo de recuperação pode levar ainda mais tempo se a fratura ocorrer em um dos ossos maiores do animal.

 

Prevenção de lesões

Uma forma que está sendo testada para ajudar a prevenir lesões em cavalos de corrida é o uso de materiais sintéticos ao se projetar a superfície da pista de corrida. Por exemplo, a camada superior de Polytrack™ é composta de areia de sílica, fibra e material reciclado [fonte: Keeneland]. As camadas internas absorventes da pista criam um caminho esponjoso, capaz de amortecer as pisadas dos cavalos e absorver parte do impacto, diminuindo a probabilidade de um passo em falso ou de uma torção na perna. Os exercícios são importantes para manter a saúde do animal, como também dar tempo suficiente para que ele se recupere completamente após lesões e tensões moderadas. Os donos também podem oferecer ao cavalo suplementos nutricionais que ajudarão a fortalecer e manter saudáveis os cascos, as articulações e os ossos.

Mesmo que o dono do cavalo decida dar uma chance à perna quebrada para se recuperar,existem várias coisas que podem dar errado no processo de recuperação. Veja na próxima página alguns obstáculos que esses animais enfrentam .

Complicações do tratamento de uma perna quebrada

Talvez você esteja se perguntando: “Mesmo que a cura da perna quebrada de um cavalo (em inglês) seja difícil, por que não deixar que a natureza decida se ele deve viver ou não?”. Parte da resposta é que pode haver muita dor envolvida no processo de reabilitação. Algumas pessoas acham que o sacrifício do animal é mais humano do que deixá-lo viver e sofrer.

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Os cavalos são animais majestosos, mas normalmente sofrem sérios problemas de saúde quando não recebem o cuidado necessário

 

Dificilmente você consegue salvar a vida de um cavalo apenas amputando a perna quebrada. Os cavalos não são como os cachorros, que conseguem ter uma vida razoavelmente ativa com três patas. Eles são mais pesados e esse peso pode causar problemas para os outros cascos. Infelizmente, poucos cavalos conseguem adaptar-se a próteses (em inglês). Os cavalos devem gozar de boa saúde geral, ser capazes de se adaptar a novas situações e ter um dono que esteja disposto a gastar seu tempo e dinheiro nos tratamentos para acompanhamento do processo de colocação de uma prótese.

O alto custo para manter um cavalo amputado é uma das razões para que casos como o do Campeão sejam raros:imagem 13

O tratamento de uma perna quebrada pode apresentar muitas complicações. Aqui vão exemplos de alguns problemas que podem afetar a recuperação:

Peso: os cavalos, em geral, são animais pesados e suas pernas e cascos, pequenos, em comparação com o seu peso total. O apoio de uma perna quebrada normalmente força as pernas saudáveis a suportarem mais peso do que deveriam e isso – somado a outros fatores – pode aumentar as chances de desenvolvimento de problemas incapacitantes, como laminite e abscessos . A causa exata da laminite (uma doença inflamatória do material que liga o casco ao osso da perna, que pode levar ao seu descolamento) é desconhecida, mas a dor causada por ela aumenta muito a probabilidade de eutanásia. As faixas que são colocadas sob o abdômen e que mantêm o cavalo erguido (tirando o peso das pernas) são geralmente usadas por curtos períodos de tempo, mas não conseguem prevenir a laminite. As faixas podem ser desconfortáveis, causar excesso de pressão localizada e levar a sérios problemas gastrointestinais. Se a faixa é usada por muito tempo, a perna curada não consegue suportar o peso do cavalo devidamente e a laminite ainda pode ocorrer. O peso de um cavalo deve ser igualmente distribuído nas quatro pernas.

Movimento: os cavalos são animais que gostam de se movimentar e há um grande risco de se machucarem novamente em algum momento durante o processo de cicatrização. Um cavalo mais tranqüilo, que não se importa em ter os movimentos limitados, geralmente tem mais chance de se curar adequadamente.

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Infecção: as fraturas expostas normalmente se complicam por conta de infecções, que podem ser mais graves, dependendo do local onde ocorrem. Como os cavalos não têm músculos abaixo das articulações do jarrete (semelhante ao tornozelo humano), não há muitos vasos sangüíneos para conduzir anticorpos ao local da infecção, dificultando assim o tratamento. Esse fato também dificulta a administração de antibióticos (em inglês). Dar ao animal quantidade suficiente de antibiótico para ser eficaz, pode matar os microorganismos intestinais naturais do cavalo e influenciar a ação de importantes analgésicos.

Dor: o controle da dor é uma faca de dois gumes quando se trata de cavalos. Ela certamente precisa ser tratada, mas corre-se o risco de medicar o cavalo em excesso. Se o animal não sentir dor alguma, há uma grande chance de lesionar novamente a perna. A gravidade da dor das complicações pós-operatórias comuns, como a laminite, é a base da decisão para a eutanásia.

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Custo: o longo e complicado processo de tratamento do cavalo pode ser caro e não ter garantia de que funcionará. Além do custo elevado, a reabilitação pode ser comprometida pela falta de instalações disponíveis que possam tratar cavalos com lesões graves e pela falta geral de conhecimento.

FOTOS: Hospital para cavalos de corrida em Istambul

Mantido pelo Jockey Club da Turquia, centro de ponta é o maior e mais antigo do país.Veja a baixo como fuciona este hostpital de ponta que cuida de cavalos de corrida.

Um cavalo de corrida é erguido antes de ser colocado em mesa de cirurgia no hospital equino Veliefendi em Istambul, na TurquiaUm cavalo de corrida é erguido antes de ser colocado em mesa de cirurgia no hospital equino Veliefendi em Istambul, na Turquia

Um cavalo começa a perder a consciência após ser anestesiadoUm cavalo começa a perder a consciência após ser anestesiado

Cavalo de corrida é visto com seu treinador durante tratamento no hospital equino VeliefendiCavalo de corrida é visto com seu treinador durante tratamento no hospital equino Veliefendi

Um cavalo inala anestesia durante cirurgia no hospital Veilefendi em IstambulUm cavalo inala anestesia durante cirurgia no hospital Veilefendi em Istambul

Um cavalo de corrida é submetido a castração no hospital equino Veliefendi em Istambul, na TurquiaUm cavalo de corrida é submetido a castração no hospital equino Veliefendi em Istambul, na Turquia

Cuidadores conversam enquanto aguardam a avaliação médica no hospital equino VeliefendiCuidadores conversam enquanto aguardam a avaliação médica no hospital equino Veliefendi

Os veterinários Hulya Hartoka (esquerda) e Dursun Dogan enfaixam a perna de um cavalo de corrida após cirurgia laparoscópica para remover fragmentos ósseos no hospital equino Veliefendi Os veterinários Hulya Hartoka (esquerda) e Dursun Dogan enfaixam a perna de um cavalo de corrida após cirurgia laparoscópica para remover fragmentos ósseos no hospital equino Veliefendi

10 lugares surreais que você provavelmente nunca ouviu falar

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O mundo está cheio de destinos curiosos e uma das coisas que mais nos motiva a desbravá-lo são os lugares surreais, aqueles que são difíceis de acreditar que existem. Agora está na hora de apresentar aqueles que você provavelmente nunca ouviu falar.  

A natureza é a grande responsável pela criação destes destinos tão maravilhosos, que formam cenários de sonhos. Com cores vibrantes, labirintos, águas cristalinas e até terapêuticas, fica difícil escolher qual será a próxima viagem a ser feita. Olha só:

1. Esta gruta incrível em St Marcel d’Ardèche, na França, foi descoberta em 1836 por um caçador. Desde então tem encantado o mundo com sua rede subterrânea de bacias hidrográficas e formações rochosas que a tornam uma das maiores grutas do mundo.

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2. Um dos destinos imperdíveis na Guatemala é Semuc Champey, uma ponte de pedra que cobre o leito do Rio Cahabón, formando maravilhosas piscinas de cor esmeralda.

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3. O distrito de Dongchuan, na cidade de Xintian – China, é formado por uma cadeia de vales avermelhados que dão ao local o apelido de “Terra Vermelha”. A coloração é justificada pela presença de ferro oxidado e minerais no solo, além de plantas que florescem ao longo do ano.

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4. A cinco horas de Lima, no Peru, um dos lugares mais fascinantes é o oásis de Huacachina. A fonte d’água no meio do deserto atrai mochileiros que praticam sandboard e fazem passeios de buggy.

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5. Na região de Thassos, na Grécia, quem ganha o coração dos turistas é o Lago Giola, uma piscina natural que se forma nas rochas próximas ao mar. Esculpida pela força das ondas, a piscina de águas cristalinas fica numa praia próxima a aldeia de Astria.

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6. A Vila Popeye, em Malta, serviu como cenário para a filmagem de “Popeye” em 1980. Após as filmagens esta charmosa aldeia continuou montada e se tornou um museu a céu aberto. 

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7. Rotorua é uma cidade da Nova Zelândia conhecida por suas águas termais, gêiseres e spas. Um dos locais mais famosos na região é a chamada “piscina de champanhe”, dentro do parque termal de Waiotapu, que borbulha CO². A borda alaranjada é por conta dos metais pesados presentes na água.

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8. A região de Namaqualand se estende pela Namíbia e África do Sul. Durante a Primavera é tomada por uma porção de margaridas laranjas e brancas, criando um dos cenários mais surreais do mundo.

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9. A Ilha das Flores, dentro do arquipélago de Açores, em Portugal, tem paisagens deslumbrantes. O nome tem origem nas flores selvagens que cercam o local, ao redor de belas lagoas e fontes termais.

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10. Na província de Cádiz, Espanha, está a curiosa Setenil de las Bodegas, cidade construída logo abaixo de um penhasco com vista para o Rio Tejo. O local se destaca pela gastronomia de qualidade, que pode ser apreciada em bons bares e restaurantes.

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Eles decidiram se casar no meio de uma geleira e registraram tudo em fotografias

Anthony e Mari são um casal islandês, e decidiram que a cerimônia de casamento dos seus sonhos deveria traduzir as tradições e costumes de seu país. Ela vestiu-se com um típico vestido de noiva da Islândia, a música era tradicional, assim como a comida. E o local do casamento, realizado no último dia 03, não poderia ter sido outro: dentro de uma geleira.

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Tudo se deu como tinha de ser. O tempo estava firme e ensolarado, e os convidados, todos devidamente encasacados, foram levados em jipes especiais para o local da cerimônia, em uma geleira chamada Langjökull.

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As canções de amor islandesas preferidas da família da noiva entoaram pelos belos salões da geleira, e comidas típicas como cordeiro defumado foram devoradas em um picnic regado a champagne após a cerimônia – já fora do gelo. Que o casamento de Anthony e Mari seja inversamente proporcional, em termos de temperatura, mas perfeitamente proporcional, em termos de beleza, ao local em que selaram esse amor.

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 Série de postais vintage documenta a beleza feminina 100 anos atrás

 

Os padrões de beleza feminina mudaram muito nas últimas décadas. No início do século XX, as curvas eram bastante valorizadas, como um sinal de fartura e fertilidade. Mas, com a chegada das Guerras Mundiais, elas foram saindo de moda aos poucos e, por um bom tempo, as magrinhas tiveram sua vez. Hoje, temos o resgate do corpo como ele é, com campanhas pela valorização do corpo real, seja ele magro, curvilíneo, alto ou baixo.
O mesmo se passa com as roupas e o estilo de vestir. A globalização trouxe também uma homogeneização que te permite comprar aquele mesmo par de calças em qualquer parte do mundo. Para lembrarmos um pouco dessa transformação, e de como era a vida e a moda antes da Internet ou sequer da TV, aqui nós apresentamos essa série de postais vintage, reunida por um usuário PostMan, no Flickr,  com fotos de mulheres ao redor do mundo tiradas de 1900 a 1910.
Uma viagem no tempo que, além de mostrar a mudança deste padrão, relata também a diferente relação entre beleza e estilo de cada cultura. Confira:

1. Luzon, ilha nas Filipinas

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2. Carolina Ótero, dançarina e atriz nascida em Espanha

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3. Menina cigana com um mandolin [instrumento musical]

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4. Anna May Wong, primeira atriz chinesa a estrelar um filme norte-americano

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5. Lily Elsie, atriz inglesa

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6. Guerreira japonesa

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7. Garotas da Argélia

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8. Garota berbere

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9. Anna Pavlovna, bailarina da Rússia

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10. Rainha Mary da Romênia

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11. Agnes Ayres foi estrela americana do cinema mudo

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12. Mulher nepalesa

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13. Mulher desconhecida

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14. Gabrielle Ray, atriz inglesa

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15. Louise Derval, atriz francesa

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16. Mulher japonesa, identidade desconhecida

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17. Irmãs das Filipinas

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18. Miss Valli Valli, atriz e comediante nascida em Berlim, Alemanha

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19. Mulher de identidade desconhecida

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20. Mulher de identidade desconhecida

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Você pode conferir todas as imagens aqui.

A moda das ‘blackout tattoos’ cobre partes do corpo de preto e está fazendo a cabeça de muita gente

 

Linhas pretas são tradição no mundo da tatuagem. Mas, e se pensarmos a tatuagem como maneira de preencher e não apenas contornar? Muitas pessoas têm optado por cobrir a pele usando apenas tinta preta, preenchendo determinadas partes do corpo com esta em grandes proporções.

Conhecido como blackout, o estilo tem feito a cabeça de profissionais da arte no corpo, como o tatuador Chester Lee, de Cingapura, que já tem feito já faz escola, adotando a técnica há aproximadamente cinco anos. Ele comenta que o blackout “é um gosto adquirido”, e recomenda a tatuagem para “cobrimentos massivos, e, deixar, lentamente, que as pessoas vejam a beleza do trabalho negro”.

O blackout também vale para cobrir tatuagens antigas, como a popular do Instagram Linjojo’z, também de Cingapura, fez. Ela cobriu uma tatuagem anterior e preencheu o colo e o braço com tinta preta. Chester alega, porém, que quando o blackout é feito sobre uma tatuagem já existente, linhas negativas aparecerão junto com o novo trabalho.

Sobre a aceitação do estilo, o tatuador diz: “Lentamente, a nova geração está apreciando a limpeza deste tipo de trabalho, e a arte de olhar apenas formas e linhas que enfatizam os contornos do corpo.”

E aí, toparia?

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