Conheça Alek Wek, a modelo sudanesa que escapou de um massacre em seu país e lacrou o mundo da moda

Por onde passa, Alek Wek impressiona por sua beleza! A modelo sudanesa não é apenas uma top que já desfilou para marcas como Fendi, Gucci e Chanel. Ela é uma refugiada que aos 14 anos teve que deixar seu país por conta de uma Guerra Civil, conflito que já matou quase 2 milhões de pessoas no Sudão.

Alek foi descoberta depois de fugir para Londres, ainda menina. Sua casa foi ataca e durante a guerra e na fuga, sua família se dividiu pelo mundo saindo de barco. Cada um para um canto do mundo. E enquanto passava pelas gôndolas de um pequeno mercado britânico, um fotógrafo a encontrou e propôs o trabalho de modelo.

Antes disso, Alek teve uma vida muito humilde. Sem água encanada ou eletricidade, viveu grande parte de sua vida. E pela primeira vez tinha contato com escadas rolante, ar condicionado e a língua inglesa.

 

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Alek-Wek2.jpg

O legal é saber que autoestima nunca foi um problema! Ao contrário de outras modelos que quando elogiadas por sua beleza rebatem com “mas quando eu era pequena, me chamavam de magrela/nariguda/dentuça…”, Alek costuma agradecer e dizer que sim, ela é muito bonita. Isso como reflexo da ausência de mídia em sua educação e da confiança de sua mãe.

E com atitudes como essa e cheia de histórias para contar e encantar, a modelo não para de conquistar o mundo da moda. Já foi dita como maior inspiração da carreira de Naomi Campbell e de Lupita Nyong’o, que inclusive citou sua trajetória em seu discurso quando ganhou o Oscar.

 

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Alek-Wek1.jpg

Alek também foi a primeira modelo negra a estampar a capa da revista Elle – só em 1997, uma das principais referências da moda em escala global. E sabe o que mais ela já declarou em entrevista? Que não aceita empregos que descrevem uma vaga para mulheres negras. “Mulher negra não é um ‘tipo’”, disse ela ao The Guardian.

Em 2007, Alek publicou um livro (“Alek: De Refugiada Sudanesa a Supermodelo Internacional”)contanto sua história de refugiada para top model. Hoje, aos 39 anos, ela trabalha como embaixadora da ONU representando a agência de refugiados. Sucesso, inspirador!

Alek-Wek3

Alek-Wek4

https://i1.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Alek-Wek3.jpg

alek-wek7

https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Alek-Wek6.jpg

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/03/alek-wek9.jpg

Fotos: divulgação

Anúncios

A maconha pode fazer bem aos ossos?

Você sempre ouviu que o leite faz bem para os ossos, mas existe um outro produto, cada vez mais popular, que parece estar roubando esse status: a maconha. Isso é o que diz um estudo realizado recentemente na Universidade de Tel Aviv, em Israel.

O composto canabidiol (CBD), que é um químico não alucinógeno presente nas plantas da maconha, ajudam a curar fraturas ósseas, disseram os pesquisadores. Os experimentos foram feitos em ratos, mas os roedores já se mostraram modelos úteis para tratamentos ósseos humanos no passado, disse o pesquisador Yankel Gabet, da Faculdade de Medicina da Universidade de Tel Aviv, em Israel. “Todos os tratamentos clínicos para a osteoporose foram testados com sucesso em roedores antes de serem aplicados”, explicou Gabet ao ‘LiveScience’. “Ainda que não existem certezas, essas descobertas são promissoras para a potencial aplicação clínica do CBD no tratamento de fraturas em humanos”.

Gabet disse que ele e sua equipe estavam particularmente interessados em observar os efeitos da cannabis na cura de fraturas pois a maconha e fraturas ósseas são comuns em muitas pessoas. “Provavelmente muitos pacientes sofrendo com fraturas ósseas consomem cannabis”, constatou Gabet.

Os pesquisadores dizem que a CBD reforça a cicatrização ósseas reforçando a ponte de cartilagem que se forma quando um osso está recuperando sua forma. Essa ponte é feita de colágeno, e gradualmente vai se mineraliza, se tornando um novo osso.

https://i1.wp.com/www.laparola.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Maconha-Planta.jpg

Em roedores tratados com o CBD, essa ponte de colágeno era mais forte, e as moléculas mais ligadas umas às outras, em comparação a ratos que não receberam o composto químico. Isso significa, de acordo com os pesquisadores, que os ratos tratados com o CBD eram menos propensos a terem novas fraturas no futuro. Em números, os ossos tratados com composto eram de 35 a 50% mais fortes.

O tetraidrocanabinol não foi necessário para alcançar esses efeitos, dizem os especialistas. Isso faz com que a propriedade alucinógena da droga não influencie (nem seja necessária) no potencial tratamento de fraturas ósseas.

Agora, novas pesquisas sobre o assunto deverão ser feitas, até que existe aprovação superior para que medicamentos utilizando o CBD passem a ser fabricados e comercializados.CGG

Fotógrafo registra expedição à Antártida num navio construído há 100 anos

O fotógrafo René Koster baseado na Holanda gosta de viajar. E claro, registrar as aventuras que faz mundo afora. Um de seus trabalhos mais incríveis é Antarctica, onde o artista realizou uma série de imagens durante o percurso que fez num navio construído em 1911.

Na solidão e quietude, a natureza dá o tom das cores frias que René faz questão de enfatizar neste trabalho que revela um cenário atemporal, quase sem vestígios da mão humana. ComAntarctica, o fotógrafo foi o vice-campeão do prêmio de fotografia de viagem do ano (Travel Photographer of the Year) em 2006.

Sobre seu interesse em explorar a Antártida, René diz que “Eu sempre tive um grande interesse na história; as histórias das grandes expedições à Antártida, que teve lugar no início do século XX, para descobrir este continente, ainda desconhecido naquela época. Durante o meu tempo na Academia de Arte eu já estava fascinado pelo trabalho de Frank Hurley (1885 – 1962); ele tirou as fotos do lendário navio polar de Ernest Shackleton, preso no gelo da Antártida. Finalmente o navio foi esmagado pelo gelo e afundou”.

Navegue pelos mares gelados através destas imagens submersas em beleza:

Acompanhe este e outros trabalhos de René Koster através de seu Instagram e Facebook

Todas as imagens © René Koster



Projeto fotográfico retrata olhos humanos ao lado de seus donos; ou seria o contrário?


Os olhos são a janela da alma. Através deles demonstramos emoções, estados de espírito, dizemos mais sobre nós do que podemos perceber. Inspirado pela beleza dos olhos, com padrões que nunca se repetem, o fotógrafo romeno Andrei Mogan iniciou uma bela série fotográfica chamada Look Into My Eyes.

A ideia, segundo o próprio Andrei, é capturar não apenas a beleza única de cada olho, mas também a pessoa por trás dele. Nas palavras do fotógrafo, “cada um é diferente em sua própria beleza, e isso pode ser visto nos olhos, que também são diferentes de pessoa para pessoa”.
Dê uma olhada (hehe) em algumas das fotografias:

1457014418_939_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014418_264_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014418_164_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014418_726_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014418_602_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


  
1457014417_493_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_634_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_520_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_530_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_60_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_40_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_219_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_284_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_139_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_181_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes


1457014417_172_Look-Into-My-Eyes-I-Photograph-Unique-Patterns-Of-People’s-Eyes
Imagens: Andrei Mogan

Quer ver mais? Acesse a página do projeto

Mãe cria verdadeiras obras de arte ao pentear os cabelos da filha para ir à escola



A maioria das meninas lembra de, quando criança, ter os cabelos penteados pela mãe, mas esse não era um dos melhores momentos do dia… Na maioria dos casos, os fios nunca pareciam mudar muito de lugar, apesar de acontecer todo um puxa-daqui-puxa-dali. Esse não é o caso da menina Grace, de Melbourne, na Austrália, que vai para a escola sempre com um incrível penteado diferente criado por sua mãe, Shelley Gifford.

Shelley conta que sempre foi apaixonada por tranças e desde pequena adorava trançar o cabelo de amigos e familiares. Na época, ela conhecia apenas alguns estilos de trançado e nunca imaginou que o penteado oferecesse uma infinidade de possibilidades.

tranca1
Foi em abril de 2014 que Shelley descobriu muitos penteados feitos à base de tranças pelas redes sociais. Apaixonada pela ideia, decidiu criar contas no Instagram e no Facebook para mostrar novos estilos de trançado e continuar aprimorando sua técnica através de tutoriais online e workshops. Foi então que começou a explorar todas as possibilidades oferecidas pelo cabelo da pequena Grace, antes de que a menina saísse para a escola.

Ela conta que suas vidas são tão ocupadas que adora aproveitar esse momento pela manhã em que está junto com a filha para criar novas composições, que são verdadeiras obras de arte. Quase todos os dias, a menina sai com um novo estilo de trança para a escola. Os penteados são todos fotografados e publicados nas redes sociais desta criativa mamãe coruja e você confere alguns deles abaixo:



tranca1

tranca2

tranca3

tranca4

tranca5

tranca6

tranca7

tranca8

tranca9

tranca12

tranca13

tranca15

tranca10

tranca11

tranca14




tranca2
tranca3
tranca4
tranca5
tranca6
tranca7
tranca8
tranca9
tranca12
tranca13
tranca15
tranca10
tranca11
tranca14
Todas as fotos © PrettyLittleBraids

Veja o que mulheres levam na bolsa quando vão para a maternidade em diferentes lugares do mundo

frida-khalo12

Ao longo da vida escolar, conhecemos muitos personagens que revolucionaram a humanidade. Por incrível que pareça, todos são homens, como se só eles fossem os donos de grandes conquistas. Com o empoderamento feminino a todo vapor, estudantes do Centro de Ensino Médio 1 de São Sebastião, no Distrito Federal, estão mudando essa cena ao criar um museu virtual para destacar mulheres que fizeram história.

Chamado de Heroína Sem Estátua: o conhecimento a partir das mulheres, o projeto encabeçado pela professora Maria Del Pilar Tobar já consegue ser revolucionário só pelo fato de ter nascido após tantos anos em que o sexo feminino viveu e se limitou às sombras de afazeres domésticos. Mas calma lá! Na verdade já faz muito tempo que as mulheres exercem papéis fundamentais dentro das mais diversas áreas, exercendo papéis tão importantes quanto o dos homens.

Segundo uma análise da docente, ainda que há avanços na igualdade de gênero dentro da grade curricular do Estado, a história das mulheres continua secundária. Dentro da sala de aula, figuras como Dandara dos Palmares, guerreira negra que lutou contra a escravidão no período colonial, a psiquiatra Nise da Silveira e a militante Olga Benário, não costumam ser abordadas.

Com a ampliação de debates sobre tema e a criação do museu virtual Heroína Sem Estátua, inserido dentro da disciplina de Língua Portuguesa, os alunos podem enfim destacá-las e acrescentar histórias de tantas outras figuras femininas marcantes do Brasil e do mundo. Este é, certamente, um pequeno grande passo para a igualdade. Obrigada, professora!
Prof. Pilar
Professora Pilar
Professora Pilar
Stephanie Kwolek
museu heroinas sem estatua
museu heroinas sem estatua
Cora Coralina
cora
cora
Madre Teresa
madre teresa
madre teresa
Dandara dos Palmares
Dandara
Dandara
Angela Davis
Angela Davis, 1974.
Angela Davis, 1974.
Frida Kahlo
frida-khalo12
frida-khalo12
Nise da Silveira
nise
nise

Conheça as 7 marcas de chocolate que utilizam trabalho escravo infantil

“Vocês desfrutam de algo que foi feito com o meu sofrimento. Trabalhei duro para eles, sem nenhum benefício. Estão a comer a minha carne”, a frase chocante de uma criança liberada do trabalho escravo em uma plantação de cacau mostra a falta de fiscalização contra o trabalho escravo infantil. O documentário ‘Escravidão: uma investigação Global‘ entrevistou crianças que foram libertadas do trabalho escravo na África Ocidental.

Marcas mundialmente conhecidas se comprometeram em 2001 a acabar com o trabalho escravo infantil das suas empresas até 2005. O prazo tem sido repetidamente adiado e sua meta atual é até 2020. Enquanto isto, o número de crianças que trabalham na indústria do cacau aumentou 51% entre 2009 e 2014, segundo um relatório de julho de 2015 da Universidade Tulane. 



“Sempre que te carregavam com sacos [de grãos de cacau] e caías enquanto os transportavas, ninguém te ajudava. Em vez disso, batiam-te e batiam-te até que te levantasses de novo”, disse uma outra criança ao documentário.  via

As 7 marcas de chocolate que utilizam cacau proveniente de trabalho escravo infantil são:

    Hershey
    Mars
    Nestlé
    ADM Cocoa
    Godiva
    Fowler’s Chocolate
    Kraft