10 fotos incríveis feitas pelo astronauta Scott Kelly

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O astronauta Scott Kelly retornou de sua missão de 340 dias à bordo da Estação Espacial Internacional. Com esta missão de duração recorde, os cientistas esperam obter novas informações sobre os efeitos da microgravidade sobre o corpo, já pensando em uma possível missão a Marte sem gravidade artificial.

No período de quase um ano, o Comandante Kelly esteve não só no comando da EEI, mas também conduziu várias experiências científicas importantes. Sempre que podia, ele compartilhava na sua conta no Twitter imagens incríveis feitas no espaço. Selecionamos dez delas para seu deleite.

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Esta incrível foto colorida foi twittada em fevereiro, mostrando o Parque Nacional Tassili N’Ajjer, da Argélia.

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Neste twitter, o Comandante Kelly diz: “#Bahamas, os traços de suas aquarelas são sempre uma visão amena”. A imagem foi feita em julho.

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Esta zínia foi a primeira flor a se desenvolver no espaço. A  foto foi feita pelo comandante em janeiro.

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Nesta foto, o comandante saúda o Egito, declarando que as cores daquele país nunca deixaram de maravilhá-lo. A foto foi feita sobre a província de Wadi Al-Jadid (Vale Novo).

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No dia 207, o comandante compartilhou esta foto do crepúsculo sobre o Oceano Índico, com uma faixa amarela no horizonte. A faixa é a luz do sol refletida na atmosfera.

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O Furacão Patricia foi o segundo ciclone tropical mais intenso já registrado, e foi responsável por seis fatalidades. Nesta foto, o comandante Kelly aponta como ele parece ameaçador, pouco antes de atingir o solo mexicano.

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Esta foto fantástica da aurora foi feita em agosto.

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Nosso lar no universo, a Terra e a Via Láctea podem ser vistas nesta bela imagem.

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Os Alpes e toda a “bota” italiana são visíveis debaixo das nuvens. Esta foto foi twittada em janeiro.

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Uma imagem do lago salgado La’nga Co, no Tibete. Seu nome significa “lago do demônio”, em sânscrito. Ele recebeu este nome por não ter nem peixes, nem plantas. Mais uma foto twittada em janeiro. [IFLScience]

Tatuadora e bióloga cria fantásticas artes na pele inspirada no mundo animal

Gülşah Karaca é bióloga, ilustradora e, recentemente começou a tatuar também. O trabalho desta turca de Istambul passeia por diferentes vertentes artísticas, de desenhos clássicos da botânica a técnicas de pontilhismo.

Fazendo jus a sua formação, Karaca tem como temática principal o universo da natureza na hora de compor, mas não deixa de transitar, porém, por diversos objetos de referência, como bicicletas e guarda-chuvas.Você pode acompanhar este colorido trabalho multifacetado através do Instagram da artista.

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Todas as imagens © Gülşah Karaca

Série sofisticada retrata a atmosfera livre e sensual do erotismo parisiense

Inspirado na liberdade de expressão da cidade de Paris, o fotógrafo australiano Vee Speerscriou a série Parisienses. Segundo Vee Speers, a liberdade sexual e de expressão da cidade, além da arquitetura clássica e da cultura efervescente foi o que lhe fez se mudar para lá.

O ensaio traz o clima burlesco e sensual dos bordeis, dos shows circenses e das prostitutas com quem ele passou a cruzar, notar e admirar. A força feminina, de maneira geral, é o que permeia as fotografias que, para ele, trazem um tanto do simbólico que lhe seduziu na cidade-luz.

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Designer transforma braille em fontes inspiradoras

Existem tantas fontes tipográficas disponíveis por aí que costuma ser difícil escolher a melhor para um projeto e algumas vezes até coisas bastante simples fazem com que percamos muito tempo decidindo qual letra usar. Mas você já pensou que as pessoas que sofrem com deficiência visual não têm tanta escolha? Afinal, a escrita em braille não varia muito – ou pelo menos era o que acontecia antes.

Recentemente, o designer Deon Staffelbach, que vive em Portland, nos Estados Unidos, decidiu criar um projeto tipográfico voltado exatamente para aqueles que não enxergam. Deon é responsável pela d30n Design e investiu em três novas fontes para a escrita em braille, inspiradas em símbolos como estrelas, pirâmides e corações. Cada fonte ganhou um nome alusivo à sua forma, sendo chamadas respectivamente de Constelação, Pirâmide e Amor.

Além de oferecer mais variedade na escrita em braile, o designer também pensou nas nuances da escrita, como o negrito, por exemplo, que é representado por letras com maior relevo do que as outras. Deon foi ainda mais longe e imaginou como seria uma nova geração de tatuagens táteis que poderiam também ser apreciadas por aqueles que não veem.

Confere só o resultado:

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Todas as fotos © Deon Staffelbach

Essas fotografias feitas há um século mostram uma Paris deliciosa e colorida

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Com a ajuda da tecnologia, as fotos antigas em preto e branco podem até ganhar cores. Acontece que o banqueiro francês Albert Kahn comissionou quatro fotógrafos em 1909 para documentar as charmosas ruas de Paris em fotografias coloridas. E o resultado dificilmente poderia ter sido melhor.

As imagens foram clicadas por Leon Gimpel, Stephane Passet, Georges Chevalier e Auguste Leon com um processo chamado autocromo, ou Autochrome Lumière, que permitia fotos em cores em meados do século XX. O grupo chegou em Paris, que estava entre as cidades a serem fotografadas, em 1914 para dar início aos trabalhos.

O sistema para alcançar fotos coloridas era bem artesanal, porém eficiente. Uma chapa de vidro era revestida com uma camada bem fina de grãos minúsculos de fécula de batata nas cores laranja, verde e violeta, que eram sobrepostos a uma fotografia preta e branca. Depois de receber uma camada de verniz impermeável, a chapa era imersa numa emulsão pancromática – solução homogênea de compostos sensíveis a todas as cores.

Não é incrível? Olha só:

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Todas as fotos © Albert Kahn