FOTO DO DIA

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Que a simplicidade na vida continue sempre trazendo essa felicidade imensa de viver, sabendo que tudo é fase, mas ainda assim, aproveitar ainda mais, sabendo que tudo uma hora passa.

Luiz Gonzaga 

 

 A vila na Eslovênia que está construindo um chafariz público de cerveja

A gente sabe que você já sonhou (mais de uma vez) com isso. É normal e você certamente não foi o único que esperou ansiosamente por essa notícia. Por sorte, a espera terminou: o primeiro chafariz público de cerveja do mundo já começou a ser construído na Eslovênia.

A fonte está sendo instalada na aldeia de Zalec, que conta com apenas 5 mil habitantes e está localizada a cerca de 60 quilômetros da capital Liubliana. A cidade está localizada em uma região conhecida como Vale do Ouro Verde devido à sua alta produção de lúpulo, um dos principais ingredientes da cerveja.

Fonte-Cerveja

Graças a esta condição, muitas fábricas de cerveja estão instaladas na cidade e passarão a oferecer o líquido de uma maneira nada convencional: através do chafariz, que servirá diferentes tipos de cerveja produzidas na região. Obviamente, a atração não será gratuita, mas os visitantes que chegarem à cidade podem adquirir um caneco comemorativo e enchê-lo por três vezes pelo valor de € 6 (cerca de R$ 25).

O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal e deverá custar cerca de € 350 mil (cerca de R$ 1,5 milhões). Metade dos custos serão financiados pelo serviço público, enquanto o restante deverá ser obtido através de contribuições voluntárias e associações de comerciantes. Pronto para visitar esse paraíso cervejeiro?

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Fotos via

ELE NÃO CONHECIA UM LUGAR ONDE PODERIA TRABALHAR, SURFAR E MORAR: ASSIM NASCEU UM NEGÓCIO

Encontrar o escritório perfeito para trabalhar não é uma tarefa fácil, mas atualmente as opções têm se ampliado tanto ao redor do mundo, que você certamente encontrará um canto para chamar de seu. O dilema do jovem Peter Fabor, 29 anos, era encontrar um lugar onde pudesse viver, trabalhar e surfar. Nisso, surgiu seu próprio negócio, o Surf Office, que combina deveres com diversão.
Com sede em Portugal, a companhia visa unir o conforto de um escritório de coworking onde além de trabalhar normalmente, as pessoas convivem juntas e se divertem com várias atividades de lazer inclusas no pacote, como o surfe. A ideia se popularizou entre startups, freelancers e empreendedores que partilham dos mesmos princípios, afinal, quem disse que trabalhar tem que ser chato?
O princípio é bem simples, baseando-se na ideia que o importante é a qualidade do serviço feito e não as horas que se gastam na frente do computador. Trabalhar menos, produzir mais, com menos distrações. O resultado do esforço e foco? Aulas de surfe, ioga na praia, passeios pela cidade, coisas que aumentam o bem-estar, que é o mais importante. Muitos participantes chegam ao Surf Office para resgatar o tempo livre em suas vidas mesmo com tarefas a serem feitas, já que entrar num ritmo frenético é a nova doença do mundo moderno.
Inovador, o escritório quer expandir este estilo de vida menos estressante e mais produtivo, adaptando o modelo às necessidades de cada um. Já podemos trocar o mouse por parafina?
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Todas as fotos: Divulgação

Usando técnicas de identificação de criminosos, cientistas afirmam ter descoberto a identidade de Banksy

Cientistas da universidade inglesa Queen Mary utilizaram um método investigativo da polícia, conhecido como geographic profiling, (algo como perfilamento geográfico) para um fim no mínimo curioso: descobrir quem afinal é Banksy, o mais famoso artista de rua do mundo, que mantém secreta sua identidade desde seu surgimento, em Bristol, na Inglaterra, no meio dos anos 1990.

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Partindo de 140 obras do artista espalhadas pelos muros de Londres e Bristol, os cientistas levantaram diversos pontos chave frequentados pelo mesmo suspeito, como bares, academias, quadras esportivas, utilizando sofisticados recursos matemáticos para aprimorar ainda mais a pesquisa, e enfim chegarem às suas conclusões. O método é o mesmo utilizado para identificar criminosos em série, possíveis focos durante uma epidemia e terroristas em potencial.

BETHLEHEM, WEST BANK - DECEMBER 05: A Palestinian labourer works under a large wall painting by elusive British graffiti artist Banksy December 5, 2007 on a building wall in the biblical city of Bethlehem in the West Bank. The Bristol-born artist has adorned Israel's West Bank separation barrier and Bethlehem walls with new images, including one of a dove wearing a flak jacket and a soldier being frisked by a young girl. His works, along with those of other international artists, are part of an exhibition called Santa's Ghetto. (Photo by David Silverman/Getty Images)

A identidade revelada pela pesquisa, no entanto, não traz novidades: segundo os cientistas, o nome por trás de Banksy seria mesmo Robin Cunningham, mencionado desde 2008, através de uma reportagem do jornal Mail on Sunday, como principal suspeito de estar por trás do trabalho de Banksy. Robin, de 42 anos, vem de família de classe média, tendo brevemente estudado artes e, segundo o estudo, de fato seus passos combinam perfeitamente com os passos de Banksy. Para os cientistas, Robin é o único real suspeito, e todas as pistas levantadas apontam para ele.

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Apesar da alegada eficiência do método, alguns complicadores se impõem sobre a pesquisa. Primeiramente, o fato de que muitas obras atribuídas a Banksy não foram de fato feitas por ele. Além disso, sua identidade secreta é parte de seu trabalho e discurso, e possivelmente o artista pode ter criado falsas pistas. Há quem diga que Banksy não é somente uma pessoa mas sim um coletivo de artistas que trabalham sob esse codinome.

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Misturando críticas políticas, sociais e culturais com humor ácido e satírico, Banksy fez fama através de grafites realizados com a técnica de estêncil. A manutenção do mistério ao redor de seu nome se dá não só para evitar a polícia, como é parte de um discurso crítico ao culto às celebridades e ao significado comercial das obras de arte e do sucesso artístico hoje. Veja abaixo outras obras do artista.

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A ilha que é um paraíso ecológico onde pessoas constroem suas próprias casas e plantam o próprio alimento

Já pensou em uma ilha sem acesso a nenhum tipo de transporte público, em que os moradores precisam construir a sua própria casa e ainda cultivar a sua comida? Não se trata de um remake da série Lost, mas sim de um paraíso ecológico conhecido como Lasqueti Island.

A ilha, localizada a cerca de 150 km de Vancouver, no Canadá, só é acessível por um serviço de ferry boat ou através de barcos e aviões privados. Seus cerca de 400 habitantes estão muito felizes em viver longe de sistemas convencionais de eletricidade, água e esgoto, o que permite que a pegada de carbono do local seja mínima.

Construir seu próprio lar com materiais ecológicos e colher a própria comida estão entre algumas das tarefas comuns para quem optou por viver nesta ilha de apenas 73,5 km². Algumas casas contam também com painéis para captação de energia solar ou geradores à gás.

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E é bom repensar se você acha que o local é apenas uma comunidade hippie moderna. Segundo pesquisas recentes realizadas no Canadá, Lasqueti Island abriga as pessoas com maior nível de educação em toda a região de Colúmbia Britânica: você irá encontrar físicos, engenheiros, escritores, músicos e diversos tipos de artistas vivendo por aqui.

Mas, se estiver pensando em largar tudo para morar e trabalhar diretamente do computador neste ilha paradisíaca, é bom repensar a ideia. “Ninguém pode trabalhar cinco dias por semana em sua casa, porque leva pelo menos três dias apenas para sobreviver: cortando madeira, mantendo a criação de eletricidade, buscando água, plantando comida e outras coisas“, avisa o site do local.

As imagens abaixo mostram um pouco mais sobre a vida no local:

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Fotos © Lasqueti.ca

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Fotos © SynergyCreek

Casal de moradores de rua limpa diariamente parque de NY para melhorar a vida no bairro

Chris, de 57 anos, e Tammy de 54, estão sendo elogiados pelos moradores dos arredores de Bay Ridge, no Brooklyn. Há dois e meio eles têm dormido num pequeno parque do bairro, que foi transformado após a estadia do casal ali. Isso porque o local tornou-se mais limpo e seguro graças a eles.
Vindos da Pensilvânia após perderem seus empregos, Chris e Tammy dormem no parque e contam com a ajuda de uma casa de sopa para se alimentar e banheiros de postos de gasolina e lavanderias. “Eu sou sem-teto minha esposa é sem-teto e o que nós fazemos é limpar o parque“,disse Chris.
Shelay Amadou, residente do bairro contou que “Nos últimos dois anos, você vê as pessoas vendendo drogas em todo lugar. Meus filhos estão com medo. O único parque que frequentamos é este, porque Tammy e Chris chutaram aquelas pessoas de lá”.
Embora o casal tenha causado grandes feitos para o local, eles sabem melhor do que ninguém as dificuldades de dormir na rua: “Eu sei que nós assumimos um risco à noite lidando com essas pessoas. Você não sabe se alguém está vindo com um taco de bola, você não sabe se eles estão vindo com uma faca ou uma arma, nós não dormimos muito“, contou Tammy.
Sobre a situação dos sem-teto de Nova York, Chris acredita que a culpa seja do atual prefeito, Bill de Blasio: “Eu culpo o prefeito Blasio por tudo isso. Ele não está fazendo nada para os sem-teto”.
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Todas as imagens: Reprodução

Fotógrafa colore fotos antigas e acrescenta um toque de magia ao resultado final

Sempre que vemos uma antiga foto preto e branco digitalmente colorida, a impressão é de que uma mágica foi feita; como se a foto ganhasse nova vida, um sopro de inspiração que a fizesse pulsar novamente. Quando a fotógrafa australiana Jane Long decidiu colorir digitalmente uma série de antigas imagens recuperadas, ela aproveitou para aprofundar esse efeito mágico das cores e, através do Photoshop, transformar de fato as imagens em algo mais.

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No lugar de simplesmente adicionar cores a fotografias em PB, Long decidiu abandonar um pouco a objetividade e inserir elementos fantásticos, singelos contextos poéticos, oferecendo um novo sentido para esses registros do passado.

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As fotos originais foram tiradas pelo romeno Costică Acsinte, um importante fotógrafo que registrou em imagens a primeira guerra mundial e, ao fim do combate, seguiu na carreira como retratista. Em 2013, o arquivo de Acsinte decidiu por digitalizar seu trabalho, e foi em cima dessas imagens que Long trabalhou. O projeto foi batizado de “Dançando com Costică Acsinte”.

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Em grande parte aprofundou o sentimento originalmente indicado pela imagem de Acsinte, sublinhando aspectos subjetivos ou literais que a foto original já oferecia. O resultado é uma curiosa e bela parceria entre o passado e o presente, que traz a tona poemas visuais até então discretamente escondidos sob a impressão do passado que as fotos antigas nos trazem.

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Todas as fotos © Jane Long