Fotógrafo retrata crianças de ilha no Caribe com ensaio encantador debaixo d’água

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Em busca de mais fantasia para o seu universo criativo, o fotógrafo Noustha Koeckhoven realizou o sonho de muitas crianças que transformaram a imaginação retratos deste belíssimos ensaio. Vem ver!

Para completar seu trabalho de graduação como fotógrafo na Academia de Artes de Amsterdã, Noutsha decidiu se especializar em fotografia embaixo d’água. Um tanto quanto ousado! Mas em suas palavras: “isso me deixa próximo ao mundo de fantasia que quero criar”.

E foi durante uma viagem ao Caribe que ele consolidou este trabalho com o livro “Wonderwater”. Foram muitas e muitas horas sem respirar para conseguir cliques de tirar o fôlego! Confira!

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Todas as fotos © Noustha Koeckhoven

Professora brasileira aposentada usa tempo livre para alfabetizar adultos de graça

Em Pato de Minas (MG), um cartaz no portão de uma casa chamou a atenção: “Ensino Grátis Ler e Escrever (adulto)”. Com o intuito de ajudar analfabetos e a continuar a dar aulas, a professora aposentada Eunir Alves Moreira de Faria, 77, decidiu usar o espaço de sua varanda e o tempo livre para ensinar.
Eu tenho duas mesas e dez cadeiras na varanda e foi esse ambiente que disponibilizei para proporcionar estudo a quem não tem. Colei o papel há pouco mais de uma semana e já consegui preencher todas as vagas“, afirmou em entrevista ao G1. A aposentada, que lecionou na cidade de Itaúna por 25 anos, criou seu próprio método de alfabetização, composto por três volumes de cartilhas ilustradas que ensinam a ler e a escrever em seis meses.
Me sinto melhor como pessoa e ao mesmo tempo volto a fazer o que me dá prazer: dar aula. Como moro sozinha também é uma forma de estar sempre acompanhada“, afirmou. Inspirador, hein?
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Foto © Vinícius de Salles
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Foto: Eunir Alves/Arquivo Pessoal [Via G1]

Homem cria escola na rua para ensinar crianças de comunidade na Índia a ler e escrever




Kamal Parmar é dono de uma fábrica em Ahmedabad, na Índia. Há 15 anos, ele vem dando aulas grátis na rua para ajudar as crianças da cidade a aprender a ler e escrever melhor.

A história de Kamal foi descoberta e publicada pela página Humans of Amdavad. Ele conta que, em 2001, estava parado em frente à sua fábrica, perto das comunidades de Bhudarpura, quando viu cerca de 20 crianças voltando da escola. Por algum motivo, o homem decidiu perguntar o que elas estavam estudando, e ficou chocado por perceber que a garotada mal sabia ler e escrever. E isso frequentando a oitava série (não, não é só no Brasil que existem graves problemas com a educação)!

Então Parmar fez uma pesquisa com 400 crianças vivendo naquela área e concluiu que só cinco delas eram alfabetizadas. Foi aí que ele decidiu agir e ensinar na rua mesmo.

Dou aula por duas horas todos os dias, após eles irem à escola. Depois, todos jantamos juntos. O jantar atrai muitos estudantes”, ele contou. O curso vai da alfabetização básica a assuntos mais complexos, inclusive os preparando para as provas da escola.

Ele começou com 10 alunos, e hoje são 115 nas turmas. Para ajudá-lo, alguns antigos aprendizes hoje também lecionam. E Parmar se orgulha de dizer que alguns deles viraram gerentes e engenheiros. “Só peço para as pessoas que tentem educar uma criança por ano e vejam a diferença que isso fará para a sociedade”.

Absolutamente inspirador! A história rendeu um documentário, chamado Footpath School, que você pode assistir abaixo:

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Fotos © Footpath School Ambawadi

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Fotos: Reprodução

A cidade do futuro que não tem políticos, classes sociais ou religiões, e é governada pelas pessoas

A utopia cantada por John Lennon na canção Imagine, de um mundo sem posses, países, religião, fome ou cobiça, pode estar ainda longe de se tornar uma realidade para todos, mas ganha contornos possíveis, e bem sucedidos, em uma cidade localizada no sul da Índia, chamada Auroville.

Reconhecida oficialmente como cidade tanto pelo governo indiano quanto pela Unesco, Auroville recebe, desde sua fundação, em 1968, pessoas de todo o mundo, inclusive do Brasil. A população da cidade hoje é cerca de 2 mil habitantes, mas o local tem capacidade para receber até 50 mil moradores.

Em sua inauguração, punhados de terra de 124 países foram levados até Auroville, a fim de significar o cunho extranacional e aberto da cidade.

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Ainda que esteja localizada em uma região paradisíaca, e que o lazer e o prazer sejam incentivados em Auroville, todos por lá têm muito o que fazer – e recebem um salário de cerca de R$ 405 por mês, valor mais do que suficiente para os custos de vida e ainda para se guardar um pouco para emergências.

A cidade, totalmente autossustentável, possui escola, restaurantes, padarias, hospitais, cinemas e lojas. Ainda, portanto, que seja possível acumular dinheiro em Auroville, não há muito o que se comprar. Ninguém anda de carro – na cidade, somente bicicletas e motos – e o estilo de vida não inclui muito espaço para ostentação e consumismo.

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O mais interessante de Auroville, porém, são suas bases políticas. Não há cargos públicos ou hierarquias governamentais – bem, não há sequer governo ou eleitos. Diante de cada dilema ou proposta social que a cidade atravessa, um conselho geral se reúne, no qual são delegados membros para resolver o que estiver em debate.

Além disso, não existe religião oficial, nem qualquer mistura possível entre o “estado” e a religiosidade individual dos moradores. Contanto que não preguem, persigam ou incomodem outros moradores, cada um é livre para exercer a religião que quiser – ou não exercer nenhuma.

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Para morar em Auroville basta querer, e ter um pouco de dinheiro. Uma casa por lá custa em torno de 3 mil dólares – que arquitetonicamente são espetaculares!

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É preciso ter um trabalho oficial, e contribuir em outras funções, com eventuais aptidões pessoais. Você pode, por exemplo, ser um artista, e sua produção será remunerada. Por um ano – período chama do “estágio” – os cidadãos decidem se o novato pode ou não permanecer como morador. Se o pedido for negado, o valor investido é devolvido integralmente.

Os moradores de Auroville comprovam o que Lennon diz na canção: ainda que sonhador, ele não era o único. Alguém se habilita?

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O monumento Matrindir, localizado no centro da cidade

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Todas as fotos © Divulgação

Fotógrafa usa o Photoshop para transformar os registros de seu gato em imagens incríveis

A fotógrafa russa Kristina Makeeva tem um gato chamado Kotleta (Costeleta, em português), fonte de inspiração para a criação de imagens incríveis, cujo protagonista é ele mesmo. “Kotleta tem este olhar conquistador do mundo desde que ele nasceu”, contou Kristina.

Além do charme, o felino parece gostar de ser o modelo dos ensaios de sua dona, que explicou: “Ele é um gato bastante fleumático, e isso me ajuda a fazer composições. Em casa, ele pode sentar-se com um boné na cabeça durante 2 minutos. Na rua ou em outras áreas que ele simplesmente não foge – ele se senta onde quer que você o coloque”.

Kristina começou a trabalhar com o Photoshop com 14 anos; dois anos depois passou a fotografar também. “O fato de que eu comecei a trabalhar no Photoshop, e só mais tarde comecei a fotografar, predeterminou meu estilo – o que quer que eu fotografe, eu sempre edito no editor de gráficos.”

A artista explica suas obras como “uma ilustração no meu mundo interior, que consistem em toneladas de contos de fadas que eu li“. Descubra abaixo o mundo mágico de Kristina, onde reina um gato mais que fotogênico.

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Todas as imagens © Kristina Makeeva

 

Essa roupinha evita que cães pequenos sejam atacados por animais maiores


Quem tem cachorros de raças pequenas, como Yorkshires ou Pinchers, por exemplo, sabe o terror que é estar andando com seu pet na rua e encontrar um animal com o triplo do tamanho do seu, solto, prestes a dar o bote. Quando os pequenos começam a latir para os grandões, a coisa pode ficar ainda pior! Foi mais ou menos o que aconteceu quando os criadores desta armadura para cachorros viram seu Poodle ser atacado por um coiote – e decidiram que não queriam que ninguém mais perdesse um animal desta maneira. Assim nasceu o CoyoteVest.

A roupinha funciona exatamente como uma armadura e foi feita para ser usada por cães de até 9 kg. O corpo da roupa é protegido por uma camada resistente a pontadas, capaz de resistir até mesmo aos dentes mais afiados. Além disso, a região do pescoço também oferece proteção ao bichano, contando com 12 espinhos capazes de fazer um bom dano ao animal que se meter com seu cachorrinho.

A roupinha para proteger seu cachorro está disponível por US$ 69,95 ( cerca de R$ 250) no site da CoyoteVest. Além dela, é possível aumentar a proteção comprando espinhos adicionais (e super coloridos) que podem ser colados na área do corpo do animal – os acessórios custam entre US$ 19,95 (R$ 70) e US$ 59,95 (R$ 215).

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Todas as fotos: Reprodução.

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Viajante transforma suas fotografias na estrada usando dinossauros de brinquedo

Embora ainda exista uma polêmica sobre os seres humanos terem ou não convivido com dinossauros, o fotógrafo viajante Jorge Saenz aplica um toque lúdico em suas fotos ao adicionar dinossauros de brinquedo em cenários da América do Sul. Os turistas pré-históricos parecem se divertir tanto quanto nós.
O projeto chamado “#Dinodinaseries” tem feito sucesso no Instagram, onde Saenz tem cerca de 12 mil seguidores. Tudo começou quando ele adquiriu num mercado de pulgas, na Bolívia, o Braquiossauro verde chamado Dino, que trouxe a ideia a tona. Após a primeira foto se tornar um hit, o paraguaio não parou mais.
Nesta jornada imaginária, Saenz acabou comprando alguns amigos para Dino: a Estegossauro Dina, o Espinossauro Spiny e o Braquiossauro Brachy. O uso da perspectiva faz os brinquedos parecerem maiores ou tem tamanho real entre as paisagens e monumentos clicados com iPhone. O resultado você confere abaixo:
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Todas as fotos © Jorge Saenz