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5 fatos que quase ninguém sabe sobre a 1ª Guerra Mundial

Quando você pensa na Primeira Guerra Mundial, provavelmente imagina trincheiras, máscaras de gás e capacetes com uma grande aba. Porém, alguns fatos importantíssimos – principalmente para o nosso entretenimento – acabaram recebendo pouco destaque nos livros de história. Esta guerra contou com alguns acontecimentos bastantes esquisitos. Confira:

5. Lanças eram usadas no mesmo campo de batalha que metralhadoras

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Apesar de ser considerada a primeira guerra moderna, com uso de metralhadoras, soldados ainda usavam armas mais tradicionais como lanças e espadas.
O campo de batalha era uma mistura entre o novo e o velho. A Alemanha, por exemplo, que era já conhecida por ser high tech, tinha o seu exército das primeiras batalhas organizado da seguinte forma: um grupo de Uhlans ia na frente, montados à cavalo e armados com lanças de três metros de comprimento. Eles eram seguidos por unidades armadas com metralhadoras e artilharia.
Os ingleses foram os primeiros a introduzir veículos armados, em 1916. A palavra “tanque” era um código para que qualquer inimigo que interceptasse suas mensagens pensasse que se tratava de tanques de água. Mesmo assim, a Inglaterra ainda dependia muito de cavalos para mover a artilharia e suprimentos.
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Mais de 1 milhão de cavalos foram convocados para esta guerra, e 8 milhões deles morreram apenas no Front Ocidental.

4. Londres foi bombardeada por zepelins alemães

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Sabe a Blitz da Segunda Guerra Mundial, quando os alemães bombardearam Londres por quase um ano todo? Bom, aqui está a sua inspiração um tanto primitiva, que aconteceu com a ajuda de zepelins.
Naquele momento, os dirigíveis eram as únicas aeronaves que conseguiam sobrevoar o Canal da Mancha e chegar até Londres, então os alemães tiraram vantagem disso entre 1915 e 1917. Eles mataram 500 pessoas, mas conforme as armas dos ingleses tiveram o alcance melhorado, eles não mais conseguiam se manter em uma altitude segura. Por isso e pelo fato de que estavam cheios de gás super inflamável, os dirigíveis foram aposentados.
Foi então que aviões começaram a ser usados em bombardeios. Como essa tecnologia ainda era nova, eles eram bimotores simples com um buraco no chão, pelo qual as bombas erram jogadas ao chão – com as mãos.

3. A tropa francesa pegou 600 táxis para chegar ao campo de batalha

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Que exemplo de civilidade chegar à guerra de táxi. Quando os alemães invadiram a Bélgica e o norte da França em agosto de 1914, encontraram resistência de apenas uma pequena força inglesa. Eles logo alcançaram o rio Marne, que deságua no rio Sena, próximo a Paris. A vitória parecia iminente. Até que o general Joseph Gallieni pensou em um jeito criativo de reforçar o front francês.
Ele chamou táxis para levar soldados até o ponto da batalha. Toda a frota de Paris foi contratada para transportar a tropa até o rio Marne. Foram 600 carros fazendo viagens pelo período de 24 horas, sem descanso.

2. Avalanches causadas propositadamente nos Alpes

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Os envolvidos nessa guerra com certeza usaram e abusaram da criatividade. Além de morrerem por fome, doenças, frio e assassinados pelo exército inimigo, havia também a possibilidade de morrer em uma avalanche nos Alpes.
Quando a Itália entrou para a guerra em 1915, seus inimigos mais próximos estavam na Áustria-Hungria, no norte. O que havia entre eles? Os Alpes italianos, uma bela armadilha de gelo e neve.
Chamada de Guerra Branca, essa batalha teve bastante investimento. Vilarejos e linhas de telefone foram instalados no local apenas para este conflito. Cavernas foram escavadas no gelo por engenheiros austríacos nas Dolomitas. Na altitude em que estavam, os soldados sofriam com falta de oxigênio.
Em dezembro de 1916, mais de 10 mil soldados morreram em um único dia vítimas de avalanches. Por isso, há especulação sobre a origem desses deslizamentos de neve. Alguns afirmam que os exércitos provocavam as avalanches artificialmente.

1. As batalhas na Europa são mais famosas, mas este foi um conflito global

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Os livros de história dão muito mais atenção às batalhas que aconteceram em solo europeu. Mas essa guerra não recebeu o nome de “mundial” à toa.O Japão enviou 23 mil tropas e seis navios da marinha para atacar a colônia alemã em Tsingtao, na China, e depois invadiu ilhas alemãs no Pacífico. A
África do Sul invadiu o Sudoeste Africano Alemão (hoje Namíbia). Ao mesmo tempo, aconteceu um conflito entre a Alemanha e a África Oriental Britânica (hoje o Quênia).Os ingleses tinham tropas no Oriente Médio, navios alemães afundaram barcos de suprimentos no Atlântico e no Mediterrâneo, e eles até tentaram convencer o México a invadir os Estados Unidos antes mesmo deste último ter sequer entrado na guerra.
Os franceses convocaram tropas das colônias na Indochina, Tunísia, Senegal e Sudão. Claro que a Inglaterra também conseguiu reunir tropas nas colônias, desde o Canadá até a Austrália e Nova Zelândia. [Cracked]

Pai conta o que aprendeu ao viajar sozinho com a filha de 2 anos

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Stefen Chow percebeu que teria oito dias de férias do trabalho, começando na véspera de Natal. Ele não havia planejado nada, mas decidiu levar sua filha de apenas dois anos em uma viagem que se tornaria inesquecível para os dois – e ainda serviria de desculpa para compartilhar sua experiência e ótimos momentos com a pequena.
Como a mãe da menina estaria trabalhando, a viagem foi ainda mais íntima: apenas pai e filha.
Em um post recente publicado através do Medium, ele conta o que aprendeu com esta aventura e mostra como uma criança tão pequena pode ser a melhor companhia de viagem.
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1. Crianças têm métodos sofisticados de comunicação
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2. A maioria dos medos não têm fundamento
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3. É melhor para o mundo se centrar nos pais e não nas crianças
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4. É uma experiência incrível para um pai
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5. Faz você apreciar sua companheira muito mais
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6. Viajar constrói uma amizade duradoura
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Todas as fotos: Reprodução

Conheça Honor, o pônei que está ajudando pessoas a superar seus traumas

Animais terapêuticos fazem com que a pressão sanguínea dos pacientes diminua e os níveis de endorfina aumentem. A consequência disso é que as pessoas ficam mais felizes ao lado deles – e podem responder melhor ao tratamento. Essa é a tarefa do pônei Honor, que irá ajudar pessoas que acabam de passar por situações traumáticas.

No início do ano, o Honor começou seu treinamento para atuar como um animal terapêutico em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Por enquanto, ele tem apenas 10 meses e deverá passar os próximos dois anos anos em treinamento para se acostumar com o contato com humanos. O pônei faz parte da instituição Gentle Carousel Miniature Therapy Horses, que organiza visitas a mais de 45 mil crianças e adultos doentes todos os anos.

Assim que terminar o treinamento, o pônei deverá começar com o “trabalho duro”: ajudar pessoas que passaram por situações traumáticas recentemente. Nos Estados Unidos, pôneis terapêuticos tiveram grande importância no tratamento de pessoas que estiveram presentes nos tiroteios da escola de Sandy Hook, em Connecticut, e na igreja de Charleston, na Carolina do Sul. Mesmo assim, nem tudo é trabalho para estes animais: quando está de folga, Honor aproveita a vida em uma fazenda em Nova Jersey.

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Todas as fotos © Reuters

FOTO DO DIA

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Todos nós já tivemos, de uma maneira ou de outra, experiências difíceis na vida. Isto faz parte de nossa viagem por esta Terra – e embora muitas vezes pensamos que “as coisas podiam ter acontecido de outra maneira” – o fato é que não podemos mudar nosso passado.

Por outro lado, é uma mentira pensar que tudo que nos acontece tem o seu lado bom; existem coisas que deixam marcas muito difíceis de superar, feridas que sangram muito.

Como, então, nos livrarmos de nossas experiências amargas?

Só existe uma maneira: vivendo o presente. Entendendo que, embora não possamos mudar o passado, podemos mudar a próxima hora, o que acontecerá durante à tarde, as decisões a serem tomadas antes de dormir.

Como diz o velho provérbio hippie: “hoje é o primeiro dia do resto da minha vida”.

Paulo Coelho

Esse cão foi treinado para fins medicinais e salvou a vida de seu dono enquanto ele dormia

Se a inteligência humana parece invariavelmente falhar, a sabedoria dos animais nunca cessa em nos surpreender. Basta ver o caso do labrador Jedi, que salvou Luke, um menino de dois anos, portador de diabetes tipo 1, enquanto todos dormiam.

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No meio da madrugada, o nível de açúcar no sangue de Luke caiu súbita e perigosamente. Ao seu lado, porém, estava Jedi, um cão de guarda para diabéticos, treinado desde filhote para sentir e reagir diante de alterações perigosas de açúcar no sangue de alguém. Ao perceber a situação de Luke, Jedi não demorou em cumprir seu trabalho.

O cachorro correu até o quarto da mãe de Luke, Dorrie, pulou em sua cama, latiu e a chamou, sem cessar até que ela despertasse. Dorrie rapidamente entendeu o recado e, quando mediu a glicose de seu filho, percebeu que Jedi havia acabado de salvar a vida de Luke.

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E, como se não bastasse, o treinamento de Jedi não se resumo a isso. O cachorro atua como um verdadeiro monitor, comunicando-se em códigos para precisamente informar o que está acontecendo com seu “paciente”. Se o nível de açúcar caiu, Jedi se curva e se abaixa, não sem antes entregar à Dorrie um aparelho usado para medir a glicose. Se o nível de açúcar está alto demais, ele abana o rabo.

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Jedi é o cão de guarda de Luke desde que ambos eram filhotes e, não por acaso, tornaram-se inseparáveis. A relação dos dois é tão bonita que vai se transformar em um documentário. Uma campanha de financiamento coletivo arrecadou o valor necessário para realizar o filme, que já possui um trailer!

Não será a primeira vez que veremos um Mestre Jedi cuidando de alguém chamado Luke no cinema – mas provavelmente essa será a mais bonita.

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Série fotográfica divertida levanta debate sobre preconceito de gênero

Em janeiro, a fotógrafa canadense Masika May viu um de seus trabalhos viralizar na internet. A série em questão mostrava um marido em poses sensuais pensadas para presentear a esposa.

O fotografado da vez é um amigo de Masika, e entrou em contato com ela após ver o sucesso do primeiro ensaio. Sua esposa adorou as fotografias de Williams e implorou para que o marido fizesse o mesmo. E ele topou. Segundo Masika May, ela apenas seguiu o modelo enquanto ele fazia tarefas diárias da vida na fazenda, mas usando apenas cuecas. Parece uma rotina diferente…

Como na primeira vez, as imagens causaram polêmica na internet, com muitos comentários, divididos entre quem faz graça com o fotografado e aqueles que gostam da ideia de ver homens posando de forma sexy também. Dá uma olhada:

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Todas as fotos © Masika May

Não é a geleia real que cria uma abelha rainha

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Durante décadas, os cientistas pensavam que o excesso de uma substância especial chamada geleia real é o que elevava uma larva de abelha comum a uma rainha.Uma nova pesquisa sugere que não é isso, no entanto: é o que futuras rainhas não comem que importa.

 

Geleia real para uma, pólen e mel para outras

A geleia real, também chamada de “leite de abelha”, se parece com muco branco. Mais de metade é água, o resto é uma combinação de proteínas e açúcares. Glândulas especiais nas cabeças das abelhas operárias secretam o material.

A abelha rainha é alimentada exclusivamente com geleia real, e não recebe pólen e mel, assim como suas irmãs proletárias. Alguns descrevem isso como castração nutricional. Nas abelhas que não recebem o alimento especial, os ovários murcham, e elas não se tornam rainhas (ou pelo menos é isso que pensávamos até agora).

Mas não é assim que funciona. Ao invés do problema ser as operárias não receberem geleia real, é o fato de que a rainha não recebe pólen e mel que faz com que ela se torne realeza.

Genes

Animais radicalmente diferentes podem ser criados a partir de material genético idêntico; uma abelha operária e uma abelha rainha só diferem em quais genes são ativados.

Genes fazem proteínas que constroem o resto de nossos corpos. Ao manipular o ambiente de sua prole, abelhas geneticamente alteram seus corpos através da nutrição.

Sabemos há algum tempo que a dieta das abelhas está envolvida na construção de diferentes tipos de corpos. A ciência ainda não sabe muito bem como isso acontece. Larvas de abelha rainha são cercadas por geleia real. Já abelhas operárias comem um tipo de pólen fermentado e mel.

O estudo

A Dra. May Berenbaum, professora da Universidade de Illinois (EUA) e uma das autoras do novo estudo, diz que não há uma resposta simples para a pergunta “O que as bebês abelhas comem?”.

Pólen e mel são derivados a partir de materiais de plantas, e como muitos materiais vegetais, contêm uma variedade de produtos químicos fenólicos (flavonoides). A geleia real, no entanto, não tem ácidos fenólicos detectáveis.

A partir de pesquisas anteriores, os pesquisadores sabiam que os flavonoides aumentavam as respostas imunes de abelhas operárias adultas. Isso é uma coisa boa; tem o efeito colateral de ajudá-las a desintoxicar pesticidas mais rápido. Os cientistas se perguntavam como abelhas em desenvolvimento iriam reagir a compostos fenólicos.

Para descobrir, alimentaram dois grupos de larvas de abelhas com e sem ácido p-cumárico, um tipo comum de flavonoide. Em seguida, observaram atentamente as diferenças na ativação de genes entre os grupos. Os resultados foram surpreendentes.

Descoberta inesperada

O que faz com que uma abelha rainha seja a rainha? Ela é a única na colmeia que põe ovos. Quatorze genes conhecidos estão envolvidos nesse processo. Abelhas rainhas também são maiores e vivem mais do que as operárias.

No estudo, abelhas criadas na dieta com ácido p-cumárico tiveram ovários significativamente menores do que as criadas sem esse composto.

Num conjunto de genes conhecidos por regular o tamanho do órgão em animais, o ácido p-cumárico alterou significativamente a expressão de mais de metade deles.

Isso pode significar que as abelhas que consomem pólen e mel com flavonoides têm ovários menores e se tornam operárias. A descoberta foi inesperada, pois os cientistas não estavam tentando analisar esse aspecto da vida dos insetos, mas sim sua resistência a pesticidas.

O silenciamento de genes

De acordo com o Dr. Ryszard Maleszka, da Universidade Nacional Australiana, que não participou do novo estudo, epigenética é o estudo de como os ambientes afetam a expressão de genes. “Com nosso conhecimento atual só arranha a superfície dos sistemas biológicos, a biologia da abelha não é nenhuma exceção”, diz. “Estamos lidando com 500 milhões de anos de evolução animal, assim há muito para descobrir”.

Muitos fatores além de produtos químicos podem interferir no que torna uma abelha a rainha: um composto com o nome de royalactin, por exemplo, tem sido proposto como fundamental para o desenvolvimento da rainha.

Maleszka já havia negado a ideia de que um único composto criava uma rainha. Em 2008, seu laboratório foi capaz de criar abelhas rainhas sem qualquer consumo de geleia real, silenciando um conjunto de genes.

O verdadeiro poder desta nova investigação pode ser explicar por que as abelhas operárias não se tornam rainhas. Em vez de castração química, é este processo de alimentação elaborada que fornece proteção química aos ovários da rainha. Ela fica longe dos potenciais efeitos tóxicos ou metabólicos de substâncias químicas de plantas. [Wired]