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Designers transformam caravana em escritório e trabalham com as paisagens da Nova Zelândia como fundo

Trabalhar ao ar livre deixa qualquer um mais disposto e cheio de novas ideias. Se você fizer isso em meio às incríveis paisagens da Nova Zelândia, é praticamente garantia de aproveitar ao máximo as horas de trabalho.
Agora, os funcionários do estúdio de arquitetura Studio106 não precisarão mais sair de seu escritório para aproveitar o melhor destas paisagens. Até mesmo o escritório tem clima de road trip: ele foi adaptado em uma Caravan para que a equipe tivesse mais mobilidade.
O projeto contou a ajuda da Retro Events e da More Than Print, que ficaram responsáveis por transformar o veículo em um escritório móvel totalmente equipado, fazendo com que a empresa inteira possa ir a qualquer lugar em busca de inspiração para novas ideias. Por contar com um espaço mais limitado, o projeto se restringiu a manter apenas o necessário para o funcionamento da empresa: computadores, mesas, cadeiras, uma cafeteira e uma planta. 


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Todas as fotos © Jo Wickham Photography

Como 40 mil pessoas salvaram e transformaram em reserva esta incrível praia ameaçada

Uma campanha de financiamento coletivo reuniu 40 mil investidores e mais de 1 milhão de dólares para salvar uma praia imaculada e paradisíaca localizada no sul da Nova Zelândia, que havia sido posta à venda. E a campanha deu certo!

Tudo começou em 22 de janeiro desse ano, quando dois neozelandeses, temorosos de que aquele pequeno paraíso se tornasse um insípido e banal ponto turístico ou que o novo dono impedisse o acesso de todos à praia, começaram a campanha.

A meta era reunir mais de 1 milhão de dólares, para comprar o local, e oferece-lo de presente ao parque, a fim de que se tornasse uma reserva. Os investimentos começaram a entrar ininterruptamente, e até mesmo o governo local participou, investindo uma bela quantia para que a meta pudesse ser alcançada.

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Reunindo a quantia através de pequenos ou médios investimentos de maneira geral, a praia de 800 metros de cumprimento, também chamada Abel Tasman, assim como os 7 hectares de terra ao seu redor, será mantida intacta para que possa ser, nas palavras dos organizadores, “cuidada e desfrutada por todos para sempre”.

Essa é mais uma prova de que o financiamento coletivo cada vez mais se fortalece como um modelo de negócios eficiente e transformador que, ao cortar o intermediário entre investidores e a campanha em questão, permite ao público realizar o desejo que realmente quer – seja um disco, um livro, uma ação beneficente ou a salvação de uma praia.

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Duane Major e Adam Gard’ner, os dois organizadores da campanha

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Alguns dos investidores reunidos

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Todas as fotos © Divulgação

Família aceita desafio de morar em uma incrível casa sustentável dentro de uma estufa gigante

Criada pelos alunos da Universidade de Rotterdam, na Holanda, a Casa Conceito é um experimento que muda nossa visão sobre como deve ser o futuro. No lugar de tecnologias digitais e realidades virtuais, de eletrônicos zunindo e designs arrojados em plástico, a sustentabilidade, o orgânico, o verde e a madeira em uma casa dos sonhos, autossustentável e ecologicamente correta, construída dentro de uma estufa.

E para ver como nos adaptamos a esse futuro idílico, um professor da universidade convidou uma família para viver na Casa Conceito por três anos.

A família Scholten, formada por um casal com duas filhas adolescentes e um cachorro, rapidamente se inscreveu e foi aceita. Mudaram-se para a casa no meio de 2015, e uma certeza já brotou da experiência: mesmo passados somente nove meses, eles garantem que jamais voltarão a morar em uma casa “normal”.

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O telhado de 400 metros quadrados é coberto de verde, repleto de hortas onde se planta e colhe grande parte da comida consumida pelos Scholten e seus convidados – trata-se, portanto, de um telhado “comestível”.

O material utilizado para a construção do local foi pensado a fim de manter o interior da casa aquecido, reduzindo o consumo de energia radicalmente. A própria estufa retém calor e permite a entrada de muita luz solar, o que, no intenso inverno europeu, é um adendo e tanto.

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Toda a mobília da casa, majoritariamente de madeira e aço, se integra perfeitamente com a grande estrela decorativa da casa: as plantas, espalhadas por toda parte.

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Segundo a mãe, Helly Scholten, trata-se de uma casa que “trabalha pra você, ao invés de você trabalhar pela casa”. Para ela, que trabalha como paisagista e “estilista botânica”, morar na casa é um prato cheio – como pode se ver pelo Instagram que acompanha a vida da família na casa.

Após o experimento, essa casa dos sonhos será posta à venda.

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Todas as fotos © Divulgação

A PRAIA NA ESTÔNIA QUE SE FORMOU EM VOLTA DAS RUÍNAS SUBMERSAS DE UMA ANTIGA PRISÃO

O fundo do mar tem mistérios surpreendentes, muitas vezes ainda não descobertos ou explorados pelo homem, que mesmo tão curioso não conseguiu alcançar toda a profundidade possível. Um dos fatos mais curiosos e que podemos conferir de perto é a prisão submersa de Rummu, ao noroeste da Estônia.

A pequena cidade abrigava uma prisão soviética chamada Murru e uma pedreira, fundada em janeiro de 1938. Em 1991, quando a União Soviética entrou em colapso, a Estônia conquistou sua independência e a pedreira foi extinta. Ao longo do tempo, o nível de água da chuva formou um lago, dando origem a uma pequena praia que atualmente é ponto turístico dos mais interessantes no país.

A prisão se transformou em ruínas quase que submersas e os locais passaram a chamar o local de Lagoa Azul, um belo recomeço para um lugar tão triste antigamente, onde havia trabalho forçado e almas perdidas. A praia tem águas cristalinas de até 40 metros de profundidade, onde as ruínas da cadeia parcialmente cobertas acabaram virando ponto de salto e sinônimo de diversão.

O vídeo abaixo dá a conhecer um pouco mais do local:

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Fotos: 1. wikipedia; 2. smarttravel; 3. amazingplacesonearth.; 4. m6mmik; 5. wikimedia; 6.Dronestagram; 7. Stara; 8. youtube;

Caixa secreta com fotografias de mais de 100 anos revela ensaios que questionam a identidade de gênero

Em uma caixa que anunciava “privado”, uma incrível coleção de placas de vidro foi encontrada há 30 anos, entre o acervo restante dos dois fotógrafos de retrato Marie Høeg (1866-1949) e Bolette Berg (1872-1944).

Em 1895, eles fundaram o estúdio Berg & Høeg em Horten, uma base naval com um estaleiro para a marinha norueguesa, onde fotografaram retratos e vistas da comunidade e arredores e viviam com a venda destas produções. A coleção do Preus Museum, o Museu Nacional de Fotografia da Noruega, possui 440 negativos de vidro da dupla.

O conteúdo da caixa “privada” poderia ser qualquer coisa, qualquer lembrança pessoal desinteressante para o público. Ela revelou, porém, algo muito mais inesperado: Os negativos continham imagens que os dois fotógrafos tiraram um do outro fazendo cross dressing, em sessões onde interpretavam vários ‘papéis’.

Apesar de divertidas, as imagens refletem algumas expectativas (ou a falta de) em relação à liberdade das mulheres. Segundo relata o museu, Marie Høeg, que posa na maioria das fotos, iniciou grupos para lutar pelos direitos das mulheres. As fotografias divulgadas são reproduções digitais das placas de vidro originais.

Veja a seguir as belas imagens feitas há mais de 100 anos, sobre um assunto que, em 2016, não foi tirado da caixa completamente:

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Todas as imagens: Cortesia Preus Museum