Ensaio incrível retrata pessoas totalmente cobertas por mel

Uma inusitada combinação entre o corpo humano e o mel deu origem ao ensaio fotográfico“Preservation” (“Preservação”, em português). O trabalho é da autoria do fotógrafo Blake Little, que cobriu corpos de pessoas nuas com mel dos pés a cabeça e registrou o resultado. Esta estranha e doce combinação faz com que os corpos humanos fiquem estranhamente parecidos com fósseis preservados.

A ideia surgiu quando Blake fotografava um homem sentado. O rapaz tinha uma aparência “grosseira”e, parado ali, Blake o imaginou com um pote de mel, como se fosse um urso. A ideia parecia um pouco clichê, mas ao observar as fotos atentamente, Blake percebeu que o mel escorrendo das mãos do rapaz era intrigante e dava a sensação de que ele estava preservado em um âmbar, uma resina fóssil utilizada na Idade da Pedra. E então Blake foi do imaginário ao real, utilizando modelos de verdade.

Uma dessas modelos disse que a sensação não foi muito agradável. Primeiro sentiu calor, depoisfrio, em seguida sentiu-se como se estivesse protegida. Ao escolher os modelos para as fotos, o fotógrafo selecionou pessoas de diferentes tipos e idade, entre elas crianças, jovens, idosos, mulheres e homens, todas com tipos físicos também diferentes. Como o mel é muito brilhante, as pessoas ficam praticamente irreconhecíveis. Para o fotógrafo, o trabalho com mel foi uma forma de “democratizar as pessoas“, tornando-as seres universais e sem diferenças.

Veja abaixo as fotos e o vídeo de como foi feito o ensaio fotográfico:

mel

mel 02

mel 03

mel 04

mel 05

mel 06

mel 07

mel 08

mel 09

mel ultima

mel 15

mel casal

mel 12

mel 11

Todas as fotos © Blake Little

Como este artista conseguiu “patrocinar” seu mural gigante no Minhocão

Embora a arte tenha se tornado um item importante e fundamental nas grandes cidades como São Paulo, nem sempre conseguem o devido apoio. Driblando a falta de patrocínio, o artista argentino Tec acabou vendo seu carro para enfeitar o Minhocão com um belo mural gigante na empena de um prédio.

O edifício de 18 andares, na Rua Amaral Gurgel, dialoga com desumanização das metrópoles, trazendo referências das paisagens física e humana da região. Radicado há mais de quatro anos no Brasil, o artista plástico não desanimou com a falta de apoio e colocou seu veículo para vender com o intuito de cobrir os custos da obra de 60 metros de altura.

Seus traços sintéticos foram colocados ali para, em suas próprias palavras, “dar olhos a cegueira humana em relação aos dilemas cotidianos“. O projeto literalmente concretizado agora enfeita a cidade e é um presente para os paulistanos, tão acostumados a não enxergarem até onde podem ir os sonhos alheios.

tec3

tec5

tec10

tec4

tec9

tec6

Tec

tec8

Todas as fotos: Reprodução/Tec

Fortuna da mais jovem bilionária do mundo foi conquistada através de trabalho infantil na África

https://i2.wp.com/images.redetv.uol.com.br/public/jornalismo/redetvinoticias/20160308122334c8Etc960f5.jpg

Na esquerda, Alexandra está curtindo a vida. Na direita, uma criança africana trabalhando na plantação de tabaco (Foto: Reprodução/Instagram/Divulgação)

A mais jovem bilionária do mundo, Alexandra Andresen, recebeu US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 4,5 bi) de seu pai, Johan H. Andresen, que construiu sua fortuna através da empresa de tabaco de sua família.

Contudo, em 2001, a companhia foi alvo de uma polêmica após ter sido acusada de utilizar tabacos que foram colhidos por crianças com menos de 10 anos em Milawi e no Zimbábue.

Segundo as informações do Daily Mail, organizações antitabacos tentaram boicotar a “Tiedemanns Tobalsfabrik” e políticos exigiram a criação de uma lei que proibisse o uso de trabalho infantil nas companhias da Noruega.

Na época, Johan foi procurado para comentar o caso, mas preferiu não falar sobre o assunto. Porém, dias depois, um porta-voz da empresa afirmou que tinha conhecimento sobre a exploração, mas que a companhia “nada podia fazer”.

“Nós nos opomos ao trabalho infantil. Nós nos distanciamos do trabalho infantil e tentamos operar com controle de qualidade junto aos nossos fornecedores. Em princípio somos contra o trabalho de crianças, mas o que podemos fazer?”, declarou.

Para o doutor Karl Erik Lund, pesquisador e diretor do Departamento de Álcool, Drogas e Tabaco da Noruega, “os Andresens são ricos porque sua empresa foi responsável por sofrimentos”.

Apesar das acusações, Johan não mostrou-se solidário quando foi questionado sobre “como se sentia ao fazer fortunas em cima de mortes e ferimentos graves”. “Eu não penso nisso”, respondeu.

Em 2005, o magnata norueguês vendeu a empresa por US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 1,8 bilhão) e durante as negociações afirmou que fazia isso por uma “questão ética”. Entretanto, seu discurso não comoveu o doutor Lund, que criticou o bilionário.

“É fácil dizer que você está vendendo por motivos éticos, mas quando você recebe US$ 500 milhões, pode haver outras razões por trás”, afirmou o diretor. “Ele não doou os US$ 500 milhões para caridade. Sua explicação serviu apenas como camuflagem”, concluiu.

Através do Instagram, Alexandra e sua irmã Katharina, de 20 anos, ostentam com frequência carros e iates luxuosos.

http://thumbs.web.sapo.io/?epic=Y2Y1fxpQBnO+OY9C3jN8GTbuKDKEMQqqnoAxJn6xX4J8L8oIHGcPH4f/cDfcJl7xlyygGAkEef0sR6LheJPq+ktEWN7gRTE4kiOkGnktWTpWSPw=&crop=center&tv=2&errorpic=transparent&delay_optim=1&W=1920&H=1080&Q=70&bgcolor=ffffff

https://gfx.nrk.no/RpcmKVXnCob_KArFQN31tAW3ZjtY0tUd6r4aODQ0VLwA

 

https://i1.wp.com/static.elle.exp.mx/wp-content/uploads/2016/03/04161419/DESTACADA_alexandrandre.jpg

https://i0.wp.com/www.dn.no/incoming/article5213938.ece/ALTERNATES/fullwidth/Katharina_Andresen012.jpg

https://i0.wp.com/www.ferd.no/resources/people/presse/Katharina-G.-Andresen-Photo-Frederic-Boudin_-Ferd.jpg

Katharina, irmã de Alexandra e também bilionária (Foto: Reprodução/Instagram)

Designer curitibana cria floricultura a bordo de um Fusca e leva mais cor e romance ao seu dia a dia

A curitibana Cristiana Prante trabalhava como designer de produto quando decidiu que era hora de fazer algo diferente. Num período de insatisfação profissional, Cristiana, que sempre gostou do universo das flores, resolveu fazer um curso de arte floral em Holambra, SP.

Na volta à Curitiba e com uma vontade imensa de empreender, ela pensou em abrir uma floricultura. Mas não queria cair no modelo tradicional, sem falar no alto investimento que uma loja exige. Foi então que olhou para dentro da garagem da sua família e teve uma ideia: porque não criar um “fusca flower”? E assim surgiu a Florista Viajante, um projeto criativo e romântico que inspira por onde passa.

Cristiana montou sua floricultura, onde vende seus charmosos arranjos e buquês, num fusquinha verde que sua mãe ganhou do seu pai quando estava grávida dela, há 28 anos. Com ele, a curitibana participa de encontros de food truck e outros eventos, além de ter um ateliê onde monta os arranjos sob encomenda e desenvolve uma coleção de vasos para a marca, não tendo assim abandonado a antiga profissão de designer de produto.

A florista conta ainda que queria fazer algo em que acreditasse e que fosse realmente inspirador. Conseguiu!

Florista-1-valendo 

Florista-3-valendo

É preciso comprar arroz e flores. Arroz para viver e flores para ter pelo que viver.” Confúcio

Florista-4-valendo 

Florista-valendo 

Florista-5-valendo
Todas as fotos © Carolina Ritzmann

FOTO DO DIA

https://i2.wp.com/www.contioutra.com/content/uploads/2015/06/20-fotos-foto-15.jpg

Existem certos sofrimentos que só podem ser esquecidos quando podemos flutuar por cima de nossas dores.

Paulo Coelho