22 fotos incríveis de garotas negras que sempre foram poderosas

1. Diahann Carroll em 1955

Diahann Carroll em 1955

Hulton Archive / Getty Images

Saudações à rainha-mãe Diahann, que abriu caminho para cada atriz negra que amamos agora quando se tornou a primeira mulher negra a ser a estrela de um programa de televisão em Julia. Tivemos que esperar até Kerry Washington ser escalada como Olivia Pope em Scandal para vermos isso acontecer de novo.

2. Dorothy Dandridge em 1956

Dorothy Dandridge em 1956

Evening Standard / Getty Images

Essa deusa fez história quando se tornou a primeira mulher negra a ser nomeada para um Oscar por seu papel em Carmen Jones. Coincidentemente, a primeira mulher negra a realmente ganhar um Oscar de Melhor Atriz em um papel principal — Halle Berry — viria a interpretar Dandridge em sua cinebiografia Dorothy Dandridge – O Brilho de uma Estrela.

3. Diana Ross em 1968

Diana Ross em 1968

Larry Ellis / Getty Images

A diva original! A modelo! Não somos dignos de sua grandeza! Você teria problemas se fosse procurar um músico que não tenha sido influenciado por essa lenda viva. Ela foi 12 vezes indicada ao Grammy e foi a queridinha da Motown, a vocalista do The Supremes, a estrela de filmes clássicos como Mahogany e muito mais.

4. Lena Horne da década de 1950

Lena Horne da década de 1950

Afp / AFP / Getty Images

Essa mulher do Brooklyn apareceu no cinema, na televisão e na Broadway por 70 anos. Mas o que realmente a fez se destacar foi o seu ativismo político, que também a colocou na lista negra de Hollywood por algum tempo.

5. Eartha Kitt em 1960

Eartha Kitt em 1960

Central Press / Getty Images

Orson Welles uma vez a chamou de “a mulher mais excitante do mundo”, e isso pode ser verdade. Ela era conhecida por dizer o que pensava e usava muitos chapéus como atriz, cantora, estrela de cabaré, dançarina, comediante stand-up, ativista e artista de voz. Em 1953, duas de suas canções, “Santa Baby” e “C’est Si Bon”, atingiram o topo das paradas de sucesso dos EUA.

6. Mary Wells em 1963

Mary Wells em 1963

Michael Ochs Archives / Getty Images

Essa beleza marcante foi a primeira grande estrela da Motown e ajudou a moldar o icônico som original da gravadora na década de 1960 com sucessos como os indicados ao Grammy “You Beat Me to the Punch” e “My Girl.”

7. Tina Turner em 1983

Tina Turner em 1983

Keystone / Getty Images

Essa mulher tornou-se a rainha do rock, três vezes vencedora do Grammy e uma das artistas que mais vendeu discos em todos os tempos, apesar de ser constantemente derrubada, tanto literal como figurativamente. Ela é a rainha da volta por cima, que ensinou às mulheres o poder da força e resistência. Obrigada Sra. Turner!

8. Pearl Bailey em 1945

Pearl Bailey em 1945

R. Gates / Getty Images

Essa atriz e cantora definitivamente tinha o mundo nas mãos. Ela ganhou um Tony e recebeu tanto o Screen Actors Guild Life Achievement Award como a Medalha Presidencial da Liberdade. Nada mal Pearl!

9. Hilda Simms em 1947

Hilda Simms em 1947

Denis De Marney / Getty Images

Essa beleza deixou a faculdade para seguir carreira atuando e, eventualmente, tornou-se mais conhecida por seu papel na Broadway em Anna Lucasta. E suas fotos simplesmente parecem feitas de ouro maciço.

10. Cicely Tyson em 1973

Cicely Tyson em 1973

Dennis Oulds / Getty Images

Por onde eu começo? Sra. Tyson – que ainda está detonando, ganhando prêmios Tony e soltando joias de sabedoria por onde passa até hoje – tem detonado na TV, filmes e na Broadway desde os anos 1960. Ela foi indicada e/ou ganhou quase todos os grandes prêmios lá fora, de Emmys a Academy Awards — chame como quiser, eles reconheceram sua grandeza. CURVEM-SE!

11. Josephine Baker em 1951

Josephine Baker em 1951

AP Images

Ela foi a primeira mulher negra a estrelar em um grande filme, Zouzou. Ela também se tornou a primeira a ser uma artista mundialmente famosa depois de deixar os EUA e ir para a França, porque ela se recusou a se apresentar para plateias segregadas. Isso que é coragem!

12. Ruby Dee em 1962

Ruby Dee em 1962

Library of Congress

Essa atriz, poetisa, dramaturga, roteirista, jornalista e ativista, provavelmente mais conhecida por seu papel como Ruth em O Sol Tornará a Brilhar, teve uma carreira que durou décadas. Ela também foi indicado ao Oscar recentemente, em 2007, antes de falecer em 2014. Ela e seu marido Ossie Davis foram também um dos mais icônicos casais negros de Hollywood de todos os tempos.

13. Nina Simone em 1964

Nina Simone em 1964

Getty Images

Nina MF Simone gravou mais de 40 álbuns durante sua carreira. QUARENTA. A cantora e pianista cantava, escrevia e compunha sua própria música, que passou por muitos gêneros, incluindo música clássica, jazz, blues, folk, R&B, gospel e pop. O Netflix também lançou recentemente um documentário sobre ela intitulado What Happened, Miss Simone?

14. Billie Holiday (data desconhecida)

Billie Holiday (data desconhecida)

Mpi / Getty Images

Ela era a rainha do blues, a cantora pioneira de um novo estilo de entrega/improvisação vocal para a música jazz e muito mais. Frank Sinatra disse à Ebony em 1958, “Lady Day é, sem dúvida, a mais importante influência no canto popular americano nos últimos vinte anos”, além de ser a única grande influência. Demais, irmã.

15. Bessie Smith em 1924

Bessie Smith em 1924

AP Images

A Imperatriz, como eles chamavam, foi a maior cantora de blues nas décadas de 1920 e 1930. Sua influência ajudou a abrir espaço para cantoras como Billie Holiday. Sua história até ajudou Queen Latifah a ganhar um Screen Actors Guild Award por interpretá-la na cinebiografia da HBO Bessie.

16. Sarah Vaughan na década de 1940

Sarah Vaughan na década de 1940

Metronome / Getty Images

Essa cantora de jazz vencedora do Grammy foi descrita como tendo “uma das vozes mais maravilhosas do século 20”. Também é importante observar que o jogo de acessórios em seu cabelo era perfeito.

17. Donna Summer em 1979

Donna Summer em 1979

Nick Ut / AP

Deixe-me dar uma aula rápida sobre a Rainha da Discoteca. Ela foi a primeira artista — ponto — a ter três álbuns duplos consecutivos atingindo o 1º lugar nas paradas da Billboard, e teve quatro músicas em 1º lugar em um ano. Ela também vendeu mais de 140 milhões de discos. Ah, e eu mencionei que ela ganhou cinco Grammys? Sim, ela era tudo.

18. Aretha Franklin em 1968

Aretha Franklin em 1968

Express Newspapers / Getty Images

A Rainha do Soul realmente não precisa de apresentação. A mulher tem DEZOITO Grammys, 112 músicas nas paradas de sucesso (fazendo dela a mulher com mais músicas nas paradas de sucesso de todos os tempos) e já vendeu mais de 75 milhões de discos em todo o mundo. Ela também foi a primeira mulher no Hall da Fama do Rock e foi classificada em 1º lugar na lista dos Maiores Cantores de Todos os Tempos da Rolling Stone. A Sra. Franklin continua se apresentando até hoje, incluindo a posse do presidente Barack Obama em 2009. Se isso não vale um pouco de R-E-S-P-E-I-T-O, eu não sei o que vale.

19. Nina Mae McKinney em 1949

Nina Mae McKinney em 1949

John D. Kisch / Getty Images

Muitas vezes chamada de a primeira estrela negra do cinema, Nina fez seu nome atuando no período de pós-guerra no teatro, cinema e televisão. Suas características impressionantes fizeram dela um sucesso na Europa, onde eles a chamavam de a Greta Garbo negra. Seu trabalho ajudou a definir as bases para outras atrizes como Dorothy Dandridge e Lena Horne a interpretarem papéis de “negras tentadoras”.

20. Theresa Harris em 1940

Theresa Harris em 1940

John D. Kisch / Getty Images

Ela atuou, dançou e cantou em muitos filmes como Para Amar e Ser Amada, Serpente de Luxo e Namoradeira Profissional. Ela é a inspiração por trás da peça de 2011 “By the Way, Meet Vera Stark”.

21. Roberta Flack em 1969

Roberta Flack em 1969

Jack Robinson / Getty Images

Ela foi a primeira cantora a ganhar o Grammy de Gravação do Ano duas vezes consecutivas e foi conhecida por seus sucessos de 1º lugar, como “The First Time Ever I Saw Your Face”, “Killing Me Softly with His Song” e “Feel Like Makin’ Love”, além de seus muitos duetos com Donny Hathaway.

22. Tammi Terrell (data desconhecida)

Tammi Terrell (data desconhecida)

Rb / Redferns

Se você estiver querendo saber a quem agradecer pelas noites de karaokê gastas cantando “Ain’t No Mountain High Enough”, é a essa mulher aqui. Ela e uma série de duetos de Marvin Gaye são lendários, e ela foi definitivamente tirada de nós muito cedo. Além disso, seu delineador é tão perfeitamente alado que um anjo deve ter ajudado a aplicá-lo cada vez que ela pisou no palco.

Como a China está tentando melhorar o ar que se respira nas grandes cidades

 china-ar2
A China é um país desenvolvido, mas em termos ambientais tem deixado – e muito! – a desejar. A poluição do ar tem sido um dos grandes vilões entre os problemas das grandes cidades, afetando 100 milhões de pessoas segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). E como se melhora essa qualidade a curto prazo? Comprando sacos de ar puro.

Os moradores da região montanhosa de Qingyuan, que certamente tem uma vida mais privilegiada, estão ganhando uma renda extra ao vender sacos plásticos de ar puro da província de Guangdong para pessoas que vivem nas metrópoles poluídas. Slogans como “Comprar Ar é Comprar Saúde” e “ar vindo de 1.400 metros acima do nível do mar”, o produto inusitado e um tanto absurdo é vendido por cerca de R$ 16 se for grande e R$ 5,60 se for pequeno.

A ideia, porém, não é novidade. Um britânico chegou a faturar R$ 100 mil com vendas de ar puro das montanhas para os chineses. Já a empresa canadense Vitality Air criou ar em spray focando no mercado asiático. A medida desesperada é como um sopro de alívio para os que sofrem com a poluição, que chegou a causar câncer de pulmão numa garota de apenas 8 anos de idade em 2013, sendo um dos casos mais jovens da doença em todo o mundo.

china-ar6

Fotos: Getty Images

china-ar3

Fotos via

china-ar

Fotos via

Fotojornalistas viajam pelo mundo registrando o empoderamento feminino em diferentes formas

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect7.jpg

Estamos cercados por fotografias de mulheres importantes dentro das redes sociais e da internet. Mas onde ficam aquelas que lutam por pela sobrevivência diariamente sem mostrar isso ao mundo? Dando voz a estas personagens, o grupo de fotojornalistas do projeto Ripple Effect retrata o empoderamento feminino em várias regiões remotas do planeta.

O objetivo do grupo é dar voz às mulheres que se encontram em situação vulnerabilidade por motivos diversos, mas ainda assim conseguem promover mudanças sociais e ambientais onde vivem. As regiões são descritas pelos criadores do projeto como: “onde o conflito se encontra com a pobreza, a escassez de recursos, a desertificação, falta de água, quebra de safra, o aumento dos níveis do mar e a propagação de doenças.”

A ideia não é só fazer cliques e ir embora, mas arrecadar fundos e dar visibilidade para as causas nobres destas heroínas e sobreviventes. Nesta jornada já se somaram 13 países, 15 mil fotos e mais de 1 milhão de dólares em arrecadações. O projeto ainda divulgou que quando meninas e mulheres ganham algum dinheiro, elas reinvestem 90% do valor para a família, em comparação com os 30% a 40% que os homens aplicam dentro de casa. Os retratos trazem à tona uma sensibilidade única, de sentimentos puros que emocionam a gente:

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect12.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect11.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect10.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect9.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect8.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect7.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect6.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect5.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect4.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect3.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect2.jpg

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/03/ripple-effect.jpg

Todas as fotos © Ripple Effect Images

Artista brasileiro coloca trampolins no Rio Pinheiros pra protestar contra a poluição das águas

Se você mora em São Paulo, já deve ter visto alguns coletes de salva vidas colocados em estátuas históricas da cidade. O responsável pela arte é o artista paulistano Eduardo Srur, que agora investe toda sua criatividade em prol de salvar o poluído Rio Pinheiros, através da ação “Às Margens do Rio Pinheiros“, contando com financiamento coletivo para ser finalizada.

Foram espalhados ao longo do curso de águas turvas alguns trampolins e esculturas que interagem com o cenário, com o intuito de chamar a atenção para o descaso do lugar. Ao todo, serão quatro pontes enfeitadas com os trampolins azuis – Cidade Universitária, Morumbi, Engenheiro Roberto Rossi Zuccolo e Eusébio Matoso – onde manequins com roupas de banho estarão posicionados, prontos para dar um mergulho, como se tornassem um sonho em realidade.

E o projeto não termina por aí, já que a ideia de Srur é colocar ainda algumas onças infláveis às margens do rio, fazendo alusão à espécie brasileira em risco de extinção, além de duas esculturas com temática carnavalesca na foz dos córregos Uberaba e Jaguaré, compostas por alegorias de escolas de samba. A  iniciativa é uma parceria entre o artista, a Associação Águas Claras do Rio Pinheiros, e a Attack Intervenções Urbanas.

Vem ver o resultado de algumas dessas ideias:

eduardosrur1

eduardosrur6

eduardosrur9

eduardosrurextra

eduardosrur8

eduardosrur7

eduardosrur4

eduardosrur2

eduardosrur3

eduardosrur15

eduardosrur13

eduardosrur17

eduardosrur12

eduardosrur5

eduardosrur11

eduardosrur14

eduardosrur16

eduardosrur10

Todas as fotos © Eduardo Srur

Essa estante será perfeita para os seus gatos, quer dizer, livros

O trabalho de design de interior tem muito a ver com planejar os espaços de acordo com as necessidades dos clientes no dia a dia. Por isso, quando uma agência de Taiwan foi contratada para projetar o apartamento de donos de gatos, eles inovaram na estante.

Quem convive com os bichanos sabe que eles adoram se aventurar pelos móveis da casa. O pessoal da Thinking Design aproveitou esse hábito para criar uma estante que, além de acomodar os livros, é um ótimo playground para os animais.

Em vez de se limitar às linhas retas, eles criaram diagonais que permitem aos gatos circular pelos diferentes níveis do móvel. Além disso, há um tronco de árvore para o felino se divertir arranhando ou aproveitar na sua escalada.

Mas, como a última foto mostra, nem isso vai impedir os gatos de sentar no notebook de vez em quando…

catwalk-5