Veja 9 pontes criativas e fant√°sticas pelo mundo

Algumas já passaram aqui  e nos surpreenderam porque, além de cumprirem sua missão principal, de ligar dois pontos, elas se transformam em verdadeiras obras de arte para os pedestres apreciarem.Estas pontes estão localizadas em diferentes partes do mundo e têm caraterísticas bem distintas. Mas um ponto em comum: elas são criativas e transformam positivamente a experiências de as atravessar.

1. Langkawi Sky Bridge, Malásia

A 700 metros do nível do mar, esta ponte dá a sensação de estar caminhando no céu. Você encararia?

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2. Moses Bridge, Holanda

Uma ponte elegante e √ļnica, que se integra com o espa√ßo envolvente, sem o estragar. Ficou conhecida como Ponte de Mois√©s em homenagem √† passagem b√≠blica em que, gra√ßas √† a√ß√£o de M√≥ises, os israelitas cruzam o mar vermelho.

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3. Lego-Br√ľcke, Alemanha

Com recurso de paineis coloridos, o artista de rua Megx cria a sensação de estar vendo uma ponte de brinquedo, feita de peças LEGO.

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4. Tianjin Eye Bridge, China

Sobre o rio Hai, em Tianjin, na China, esta ponte abriga a quarta maior roda gigante do mundo! Movida a energia elétrica, tem 48 compartimentos para passageiros, com capacidade para 8 pessoas em cada um deles. A roda leva 30 minutos para dar a volta, o que significa que, em uma hora, ela leva um máximo de 768 passageiros.

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5. Pontes naturais de¬†Meghalaya, √ćndia

Meghalaya, na √ćndia, √© um lugar frequentemente assolado por chuvas torrenciais, que chegam aos 15 metros por ano. Por isso os habitantes decidiram que em vez de construir pontes, iriam¬†cultiv√°-las.¬†O processo √© feito recorrendo √†s ra√≠zes da¬†Ficus Elastica, uma esp√©cie de figueira, que os habitantes fazem crescer entre as margens dos rios. Como elas est√£o vivas, v√£o ficando maiores,¬†cada vez¬†mais fortes e seguras,¬†chegando a suportar mais de 50 pessoas

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6. Ponte Aquífera de Magdeburgo, Alemanha

√Č a maior¬†ponte aqu√≠fera¬†de toda a¬†Europa, cruzando o¬†rio Elba¬†e conectando dois¬†grandes¬†canais da¬†Alemanha.

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7. Ponte Mapo, Coréia do Sul

Conhecida por servir para um elevado n√ļmero de suic√≠dios, esta ponte na Cor√©ia do Sul foi alvo de uma curiosa a√ß√£o publicit√°ria:¬†foram instalados sensores no gradeamento, para que luzes se ligassem de¬†cada vez¬†que passava um pedestre. Nas calhas iluminadas aparecem ent√£o pequenas mensagens, como se a ponte estivesse falando para as pessoas.¬†Imagens, frases ou s√≠mbolos inspiradores, piadas ou letras de m√ļsica reconfortantes, tudo para que as pessoas sintam mais amor √† vida.¬†Depois da a√ß√£o,¬†a taxa de suic√≠dio na ponte baixou 85%.

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8. Solar Wind

√Č ainda um projeto, mas merece lugar na lista por ser uma √≥tima ideia ‚Äď uma ponte¬†com gera√ß√£o de energia limpa. Pensada por designers italianos, esta ponte com 26 turbinas e√≥licas √© capaz de produzir mais de 40 milh√Ķes de kW/h de eletricidade por ano.¬†Al√©m das turbinas, a ponte conta com capta√ß√£o de energia solar.

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9. Ponte flutuante, Paris

Um concurso lan√ßado pela¬†AZC¬†apresentou ao mundo esta ponte flutuante, que provavelmente nunca passar√° de um projeto, at√© por quest√Ķes de seguran√ßa, mas que √© bem divertida e criativa. O rio que passa por baixo √© o Sena, em Paris.

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E ent√£o, qual a sua favorita?

O dia em que, por acaso, Os Beatles fizeram um show exclusivo para apenas 18 pessoas

Em pouco mais de dois anos eles j√° seriam a maior banda do mundo. Em 9 de dezembro de 1961, por√©m, os Beatles se apresentaram pela primeira vez no sul da Inglaterra. O show aconteceu no Palais Ballroom, em Aldershot, Hampshire, horas antes deles realizarem o primeiro show da banda em Londres. E o n√ļmero de presentes n√£o era nada promissor: 18 pagantes.

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A estreia dos Beatles na regi√£o seria uma estrat√©gia para contornar o desinteresse do resto do pa√≠s pela regi√£o de Liverpool, ao norte da Inglaterra. J√° que nenhum grande produtor ou empres√°rio iria at√© sua cidade, os Beatles ent√£o teriam de ir at√© eles. O que a lenda reza √© que o promoter do evento pagou por um grande an√ļncio em um jornal local, mas o pagamento teria sido feito em cheque, e o jornal n√£o confiou na proced√™ncia daquele dinheiro ‚Äď e jamais veiculou o anuncio. O resultado: depois de uma viagem de nove horas de Liverpool at√© o sal√£o, n√£o havia quase ningu√©m para assisti-los.

O an√ļncio que jamais chegou a ser publicado O an√ļncio que jamais chegou a ser publicado

Para piorar, a banda que iria dividir a noite com os Beatles simplesmente não apareceu. Vale lembrar que na época os Beatles já eram a maior banda de Liverpool, e estavam acostumados a tocar em casa para plateias apaixonadas. Profissionais que eram, a banda realizou o show mesmo com a casa às moscas.

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Por√©m, os Beatles eram t√£o profissionais quanto debochados, e o show foi um festival de piadas, can√ß√Ķes estranhas tocadas em todo volume, com a banda trocando de instrumentos e eventualmente descendo para a plateia para dan√ßar e brincar com os poucos presentes. Uma hora da manh√£ Os Beatles eram esperados na porta do sal√£o por tr√™s viaturas da pol√≠cia, convocadas por um vizinho sem qualquer senso hist√≥rico.

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O local do show anos depois se destruiu em um inc√™ndio, e aquela bandinha se tornou a maior banda de todos os tempos. Os que assistiram o show podem se orgulhar de terem assistido os Beatles em um local pequeno e vazio, em um show quase privativo, coisa que praticamente nunca mais viria a acontecer. Foi sem d√ļvida a noite de um dia dif√≠cil para os quatro rapazes de Liverpool.

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© fotos: divulgação

Este s√≠tio na Costa Rica √© o para√≠so dos vira-latas e dos apaixonados por c√£es

Se voc√™ ama cachorros, j√° tem um compromisso quando for √† Costa Rica: visitar este abrigo para animais abandonados! Conhecido como Territorio de Zaguates (‚ÄúTerrit√≥rio de Vira-Latas‚ÄĚ, em tradu√ß√£o livre), o local √© praticamente um para√≠so para os c√£ezinhos sem ra√ßa definida.

Criada pelo casal Lya Battle e Alvaro Saumet h√° oito anos, a ONG √© gerida por volunt√°rios que acreditam na promo√ß√£o do bem-estar e respeito aos animais. Por isso mesmo, a institui√ß√£o n√£o sacrifica os animais que n√£o foram adotados, como ocorre em algumas organiza√ß√Ķes do g√™nero.

Mas h√° algo ainda mais interessante a respeito da iniciativa, que tem como um de seus objetivos mostrar que um cachorro vira-lata √© na verdade um animal de ra√ßa √ļnica. Por isso mesmo, cada um dos 700 animais do abrigo recebe um nome especial para sua ‚Äúra√ßa‚ÄĚ ‚Äď todas, obviamente, rar√≠ssimas.

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A brincadeira é que você pode trocar a palavra vira-lata pela Alaskan Collie Fluffyterrier ou mesmo adotar um Border Cocker, por exemplo. Misturando os nomes de algumas raças que deram origem ao cão, eles ficam ainda mais atraentes (ou pelo menos engraçados) aos olhos dos possíveis adotantes.

E mesmo que sua ideia não seja levar um amigo canino para casa, é possível visitar a ONG para interagir com os animais e passear com eles pelas incríveis paisagens do local, localizado nas montanhas da Costa Rica. Além de muito amor, os cãezinhos também têm à disposição uma área interna para alimentação e camas confortáveis.

Confere só a difícil vida que eles levam por lá:

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Todas as fotos: Territorio de Zaguates/Facebook

Conhe√ßa os animais viajantes mais famosos do Instagram

De mimos em cachorrinhos at√© porcos viajantes! Conhe√ßa as contas do Instagram de animais aventureiros. Mimados ou n√£o, todos eles j√° deram as cara em volta do globo e agora seus donos compartilham fotos incr√≠veis em seus perfis ‚Äď famos√≠ssimos, diga-se de passagem!

Miami, o Chihuahua

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Hamlet, o porco

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Aspen, o Golden Retriever

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Millie the adventure cat

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Loki, o cachorro-lobo

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Biddy, o ouriço

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Burma, o gato 

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Kahlua, o c√£o resgatado

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Gandalf, o gato

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Fotos: reprodução Instagram

 

Conhe√ßa o homem que colecionava cores e o museu que protege os pigmentos mais raros do mundo

Se hoje √© poss√≠vel acessar e utilizar todas as cores existentes e suas combina√ß√Ķes atrav√©s do computador ou da escala Pantone, antigamente para se usar qualquer cor que fosse, das mais banais √†s mais raras, era preciso que ela existisse fisicamente, como um pigmento, normalmente em p√≥ que, misturando a uma resina, se tornaria, por exemplo, uma tinta.

A história das cores, seus pigmentos e tintas, se mistura com a história da arte. O historiador Edward Waldo Forbes viajou por todo mundo entre os anos 1910 e 1940, reunindo os mais raros e diversos pigmentos. Sua missão inicial era levantar essas tonalidades para autenticar pinturas italianas clássicas, mas, ao longo dos anos, Forbes se tornou detentor da maior coleção de cores raras do mundo.

O acervo de Forbes

O Museu de Artes Forbes, na Universidade de Harvard, nos EUA, re√ļne mais de 2500 amostras de pigmentos. A cole√ß√£o √© utilizada principalmente para fins t√©cnicos e cient√≠ficos ‚Äď como comprovar que uma pintura descoberta em 2007, supostamente feita por Jackson Pollock, era na verdade uma falsifica√ß√£o.

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Cada cor possui uma história, algumas bastante peculiares, como o pigmento Mummy Brown, uma tonalidade milenar, feita a partir de uma resina que saía dos corpos mumificados e tingia as faixas, o corante vermelho Cochineal, que era retirado de besouros esmagados, ou o pigmento Lapis Lazuli, de intensa beleza, utilizado na máscara mortuária do faraó Tutankhamon que, de tão admirado ao longo dos séculos, o mineral que lhe deu origem chegou a valer mais do que o ouro.

Forbes, e a tonalidade Mummy Brown

Hoje a cole√ß√£o inclui tamb√©m pigmentos modernos, a fim de servir para a an√°lise de obras de arte contempor√Ęneas, mas as joias da cole√ß√£o s√£o mesmo os pigmentos reunidos por Forbes, devidamente protegidas para que certas cores e suas hist√≥rias n√£o entrem em extin√ß√£o.

O pigmento Lapis Lazuli

O corante vermelho Cochineal

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Todas as fotos © Museu de Artes Forbes

Empresa cria casinhas de papel√£o para gatos inspiradas em monumentos famosos

N√£o importa o qu√£o chique e cara seja a casinha que voc√™ comprou para seu gato, o fato √© que √© o felino vai sempre preferir estar e dormir dentro de uma mera caixa de papel√£o. Foi pensando nisso que a empresa Poopy Cat criou a Landmarks, uma s√©rie de casas em papel√£o para gatos e outros animais de pequeno porte, que simulam sete monumentos ic√īnicos espalhados pelo mundo.

Seu gato poderá morar no Taj Mahal, em um templo Maia, na Esfinge de Gizé, no Kremlin, na Casa Branca, na Torre Eiffel ou num templo japonês. Assim, ele continuará feliz por viver em uma caixa de papelão, mas você poderá ter um desses marcos da arquitetura, história e turismo simpaticamente decorando sua casa.

Todos saem felizes.

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Al√©m disso, as casinhas possuem atra√ß√Ķes especiais para divers√£o dos felinos. A Torre Eiffel, por exemplo, possui um elevador em sua parte interna, e √© poss√≠vel pendurar brinquedos no topo das casinhas para distrair os gatos. Landmarks ainda est√° em campanha de financiamento coletivo, mas parece fadada ao sucesso.

Se ainda assim seu gato preferir uma caixa de papelão velha e sem graça, será mesmo só pra te provocar.

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Todas as fotos © Poopy Cat

Voc√™ nem imagina de onde veio seu c√£o antes de compr√°-lo numa loja de animais

Esse é um tema difícil, mas necessário de ser abordado. Você já parou pra pensar onde ficam e de onde vêm os animais que você vê no pet shop à venda? Uma ONG dos Estados Unidos, a Oscar’s Law, busca mudar a lei para mudar a forma como são mantidos, criados e vendidos os animais de estimação.

Segundo o site, as ‚Äėfazendas‚Äô de c√£es s√£o como cria√ß√Ķes de gado, porcos ou galinhas, s√≥ que absurdamente prec√°rias. L√° os c√£es n√£o tem nenhuma interven√ß√£o veterin√°ria, vivem em lugares imundos, com pouca √°gua e comida inadequada, entre fezes e urina. Os c√£es mantidos nesses lugares s√£o os reprodutores da esp√©cie, ou seja, aqueles que geram novos filhotes, mas n√£o s√£o ‚Äėbonitos‚Äô o suficiente para serem vendidos, e por isso vivem escondidos nessas f√°bricas de c√£es. Para alertar as pessoas sobre a gravidade desse problema, uma ONG fez um v√≠deo para mostrar √†s pessoas que compram seus filhotes, de onde eles vem, e o que eles passam antes de chegar aos pet shops ou¬†e-commerce de animais.

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Apenas lembrando que existem locais que criam animais da forma correta e amorosa, com cuidados veterin√°rios, tranquilidade e carinho. O que a ONG denuncia s√£o os locais que tratam os animais como meros produtos de f√°brica. Por isso, antes de comprar um bichinho um pet shop, procure saber de onde ele veio, de onde s√£o seus pais, etc. E se voc√™ quiser fazer algo ainda melhor, fica sempre a dica: n√£o compre, adote! Para mais informa√ß√Ķes, acesse a fanpage deles aqui.

A rede brasileira que revolucionou o mercado artesanal investindo no empoderamento das mulheres

N√£o s√£o poucos aqueles que alimentam o sonho de empreender um projeto. No Brasil de hoje, com todas as dificuldades que enfrentamos, sobra gente disposta a fazer alguma iniciativa que gere transforma√ß√£o social. Infelizmente, no entanto, a maior parte das pessoas planeja, planeja e n√£o sai do campo das ideias. Por esse motivo, hoje a hist√≥ria de Alice Freitas e da sua Rede Asta, um caso emblem√°tico de quem acreditou, p√īs a m√£o na massa e hoje fomenta e capacita 970 artes√£s em todo o pa√≠s.

Ainda com 23 anos, Alice seguia o roteiro trivial de concluir os estudos, ingressar em uma multinacional e fazer carreira. No meio do caminho, porém, uma amiga chamada Renata Brandão a incentivou a largar tudo e viajar. Mas viajar pra quê? Largar tudo e fazer o quê?

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Na cara de pau , entraram em contato com o assessor do velejador Amir Klink ‚Äď ora, viagem era com ele mesmo ‚Äst e a dica foi: descubram um prop√≥sito. Elas logo descobriram e deram a ele o nome de Realice. Venderam seus terninhos e apetrechos de executivas em um bazar, rasparam os cofrinhos e se embrenharam em uma viagem de 4 meses passando por √ćndia, Bangladesh, Vietn√£ e Tail√Ęndia.
Mas pra quê mesmo? Catalogar e divulgar em um site iniciativas sociais que pudessem servir de inspiração. Deu tão certo que elas receberam mais de 2 mil e-mails de jovens de todo o Brasil interessados em saber como se voluntariar ou iniciar na área social.

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Ao voltar ao país, Renata investiu no jornalismo e hoje é a CEO da Conspiração Filmes; Alice mal chegou e desembarcou no AfroReggae, onde aprendeu muito sobre o papel da mulher como eixo central das famílias nas comunidades de Vigário Geral e da Parada de Lucas.
O contato com grupos de artes√£s da regi√£o gerou nela o insight: criar a primeira rede de venda direta de produtos artesanais do Brasil. 10¬†anos se passaram e, em meio a muitos trope√ßos e aprendizados, hoje ela bate no peito e afirma: ‚ÄúN√£o adianta¬† gastar seu tempo planejando. Onde voc√™ vai, n√£o importa; o que importa mesmo √© o caminho. E √© esse caminho que vai lhe mostra para onde seguir‚ÄĚ.

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Hoje, a Asta tem parcerias firmadas com 59 grupos produtivos compostos por 970 artesãs. Na fila de espera: 150 grupos. E como funciona a coisa toda? Para começo de conversa, o grupo produtivo tem que atender aos seguintes pré-requisitos:
‚Äď Ter pelo menos 3 pessoas na produ√ß√£o;
‚Äď Ser de uma regi√£o de baixo poder aquisitivo;
‚Äď Ter pelo menos um produto com potencial de mercado;
‚Äď Ter uma capacidade de produ√ß√£o m√≠nima de 200 pe√ßas;
‚Äď Ser composto por mulheres em sua maioria.

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Tendo passado por esse crivo, um produto espec√≠fico √© trabalhado com o apoio de designers parceiros da rede. Todo um treinamento de capacita√ß√£o para estocagem, log√≠stica e venda √© realizado. O primeiro lote ent√£o √© comprado pela Asta ‚Äď n√£o h√° consigna√ß√£o ‚Äď que revende o produto em uma de suas duas lojas no Rio de Janeiro ‚Äď uma no bairro de Laranjeiras e outra no bairro de Ipanema ‚Äď ou no site de com√©rcio eletr√īnico. A pol√≠tica de quem fica com o qu√™, por qu√™ e quanto, est√° l√° na Internet pra todo mundo ver.
A inovação, é importante frisar, não ficou ali no caminho e segue enraizada na marca, tal qual um bichinho que coça o tempo todo!
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Exemplo 1

‚ÄėE se pergunt√°ssemos √†s empresas o que elas jogam fora, reaproveit√°ssemos esses res√≠duos e vend√™ssemos esse ‚Äėlixo‚Äô em forma de artesanato para essas mesmas empresas oferecerem de brindes para seus colaboradores, parceiros ou clientes?‚Äô

Pois √©, a ideia deu t√£o certo que as vendas corporativas j√° respondem por 70% do faturamento da rede, que em 2015 foi de R$ 2,2 milh√Ķes.

Exemplo 2

‚ÄėOk, o grande gargalo do trabalho artesanal √© a escala, certo? Ou seria a comercializa√ß√£o? Os dois? Bem, e se criassem escolas de neg√≥cios focadas exclusivamente no trabalho das artes√£s com tudo o que tem direito: pesquisa, plano de a√ß√£o, metas e at√© uma recompensa no final?‚Äô

Batata! Hoje já são 18 grupos literalmente na sala de aula em Manaus, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro em uma ação que tem a parceria da Coca-Cola.

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‚ÄúInovar n√£o √© inventar a roda. √Č fazer a roda girar diferente. E o mais lindo do neg√≥cio social √© que o universo parece que conspira a seu favor‚ÄĚ, diz Alice.

Que o diga Alcid√©ia Estev√£o, do grupo artes√£o Toque de M√£o, localizado em Santa Teresa, que produz as bolsas de lona de algod√£o bordadas e pintadas √† m√£o da foto a√≠ de cima. ‚ÄúElas mandam trabalho e a gente n√£o deixa por menos.‚Ä̬†E a crise? Algu√©m falou em crise? Diz a√≠ Alice: ‚ÄúO que a Asta faz √© um neg√≥cio do futuro. Empoderar as mulheres √© o nosso core business. N√£o tem como ter crise em um neg√≥cio como esse.‚ÄĚ

Mas, enfim, confira você mesmo logo abaixo algumas maravilhas do artesanato brasileiro e que bom que alguém acreditou e investiu nele!

1. Centro de mesa feito de malotes banc√°rios recortados ‚Äď Produzido pelo Grupo N√≥s do Ponto Chique de Nova Igua√ßu (RJ)

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2. Colares com vidrinhos de cosm√©ticos reciclados com tsurus ¬†‚Äď Produzido pelo grupo Arte em Fam√≠lia de Niter√≥i (RJ)
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3. Fridas feitas de baga√ßo de cana de a√ß√ļcar processada misturada com papel√£o ‚Äď Produzido pela AME (Associa√ß√£o das Mulheres Empreendedoras)
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4.¬†Espelhos com a moldura feita com o reaproveitamento de revistas ‚Äď ArteJor

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5. Lumin√°rias feitas com fibra de pupunha resinada ‚Äď Produzido pelo grupo de mulheres da reserva bot√Ęnica Silva Jardim
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6. Escultura feita com vergalh√£o de obra ‚Äď Produzido pelo grupo Dedo de Gente, de Minas Gerais
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Todas as fotos © Rede Asta

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Fot√≥grafo viaja at√© a Mong√≥lia para registrar o cotidiano de tribo n√īmade

 

Voc√™¬† j√° imaginou como √© a vida na Mong√≥lia? O fot√≥grafo e pesquisador ¬†Hamid Sardar-Afkhami¬†retratou parte dela, documentando a vida dos pastores n√īmades que vivem ao norte do pa√≠s, chamados de Dukha. Eles levam uma vida um tanto quanto selvagem, cercados com um rebanho de renas, o que resultou em fotos surpreendentes de um povo ex√≥tico sobre o qual pouco conhecemos.
Segundo a apura√ß√£o de Sardar-Afkhami, que √©¬† Ph.D em S√Ęnscrito e Estudos Tibetanos pela reputada¬†Harvard University, os Dukhas t√™m diminu√≠do consideravelmente em quantidade ao longo dos anos. Atualmente s√£o 44 fam√≠lias, em torno de 200 e 400 pessoas. J√°¬† as renas, s√£o¬† 600, sendo que em 1970 eram estimadas em torno de 2000. Elas s√£o domesticadas,¬†fornecem leite, queijo e pele, e tamb√©m s√£o¬† utilizadas para a ca√ßa.¬†Atualmente, os n√īmades obt√™m renda por conta do artesanato que produzem e por deixarem os turistas andarem em algumas de suas renas.
Al√©m de clicar belos e impactantes retratos, o fot√≥grafo documenta este povo para preservar sua cultura. Parte disso est√° compilado no filme, produzido pelo pr√≥prio, ‚ÄúThe Reindeer People‚ÄĚ (algo como ‚ÄúAs Pessoas-Renas‚ÄĚ), que descreve, dentre outras coisas, as conex√Ķes¬† entre florestas e esp√≠ritos dos antepassados.
Vem ver os registros feitos por l√°:

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Todas as fotos © Hamid Sardar-Afkhami

A cerim√īnia sexy e ousada da australiana que se casou vestida de preto

Engana-se quem pensa que os vestidos de noiva sempre foram brancos. Os vestidos de casamento na nobreza da idade média, por exemplo, simbolizavam a riqueza de uma família.
Cores fortes, joias e tecidos caros eram fundamentais na vestimenta da noiva. Era comum, portanto, que os vestidos fossem da cor da prefer√™ncia da noiva ‚Äď e o preto era uma das tonalidades mais populares.
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N√£o foi por oposi√ß√£o a ideia de pureza e virgindade que a cor branca oferece, no entanto, que a blogueira australiana Sophie Cachia decidiu se casar usando um vestido preto ‚Äď seu filho de 1 ano e meio j√° era s√≠mbolo suficiente de que a virgindade n√£o era t√≥pico em quest√£o.
Na realidade, ela simplesmente escolheu a cor de que mais gosta, com a qual se sentiria melhor em cerim√īnia t√£o importante.
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Para ela, que nunca se imaginou entrando de branco em seu casamento, o preto √© uma cor ‚Äúcl√°ssica, que cai bem em qualquer pessoa. √Č corajoso, sexy e ousado‚ÄĚ, ela disse.
Em entrevista ao site Bored Panda, Sophie garante que a sugest√£o veio inclusive do seu marido, Jaryd. ‚ÄúN√£o quer√≠amos nada tradicional simplesmente porque n√£o somos tradicionais. Se me importasse com o que os outros diriam, jamais teria tomado essa decis√£o. Eu simplesmente quis vestir o que eu de fato queria, e n√£o o que diziam que deveria‚ÄĚ, ela diz.
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‚ÄúEu n√£o fiz isso por ningu√©m al√©m de mim e Jaryd‚ÄĚ, afirma Sophie. Diante da tediosa sugest√£o de pureza que os vestidos brancos imp√Ķem sobre as mulheres, a ideia de uma noiva simbolizando coragem, sensualidade e ousadia para seu casamento parece de fato bastante mais interessante e potencialmente duradoura. Coragem e sensualidade s√£o atributos absolutamente mais importantes e bonitos do que pureza e virgindade.
Portanto, um brinde aos noivos.
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© fotos: acervo

Designer constr√≥i incr√≠vel casa autossustent√°vel no Hava√≠ com menos de R$ 70 mil

Tem gente que adora procurar motivos para dizer que uma vida mais simples √© mais dif√≠cil do que parece‚Ķ e tem gente que vai l√° e prova o contr√°rio. √Č o caso da designer americana Kristie Wolfe, que construiu uma casa de madeira e bambu no Hava√≠.

Detalhe que Kristie j√° havia constru√≠do uma casinha econ√īmica em sua cidade, Boise, em Idaho, EUA, com apenas 3 mil d√≥lares, onde ela vive atualmente. Sua casa de praia custou 11 mil em materiais e 8 mil pelo terreno (o que, ao c√Ęmbio atual, d√° um pouco menos que R$ 70 mil). Al√©m disso, a designer inclui ainda¬†4 mil d√≥lares entre passagens a√©reas, caminh√Ķes para frete e alimenta√ß√£o, totalizando 23 mil.

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Foto © AirBnB

A casa foi toda planejada por Kristie, e construída em conjunto com sua mãe. Toda a estrutura é feita de madeira e bambu, e, como se não bastasse, a casa é autossustentável. Painéis captam energia solar para garantir a eletricidade, um sistema coleta água da chuva e tem até um combo pia-privada que aproveita a água usada na torneira para dar descarga.

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A construção conta com um quarto, um banheiro e espaço para uma cozinha, que Kristie ainda não finalizou. Mesmo com toda a simplicidade, a designer não abriu mão do estilo, com lustre feito à mão, portas de vidro de correr e muitas plantas. Tem também um espaço embaixo da casa com um trampolim transformado em uma espécie de cama.

E, como a dona não fica lá o tempo todo, a casa fica disponível para aluguel. Te interessa? Olha só essas fotos:

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Foto © AirBnB

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Foto © AirBnB

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Foto © AirBnB

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Foto © AirBnB

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Foto © AirBnB

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Todas as fotos © Kristie Wolfe e AirBnb