O homem que desafia a radiação de Fukushima para cuidar dos animais abandonados por lá

Em 11 de março de 2011, um tsunami provocado por um terremoto de magnitude 9,0 causou a destruição de parte dos reatores da Central Nuclear de Fukushima, no Japão, o que liberou radiação, apresentando riscos sérios aos moradores da região. Localizada a poucos quilômetros da planta, mais de 57 mil pessoas foram evacuadas da pequena cidade de Tomioka. Naoto Matsumura, de 55 anos, foi para a casa dos seus pais, deixando para trás seus cachorros. Mas ao entender as proporções do desastre, o mais grave desde Chernobil, em 1986, Matsumura decidiu burlar as regras de segurança e voltou. Ele não suportou a ideia de abandonar os animais à própria sorte em uma cidade vazia.

A evacuação imediata fez com que as pessoas deixassem seus bichos, talvez pensando que em breve poderiam voltar. Contudo, ao retornar para Tomioka, Matsumura percebeu que não eram apenas os seus cachorros que estavam famintos e com sede. Com a ajuda de doações externas, hoje ele cuida e alimenta diversos cães, gatos, porcos, vacas, avestruzes e até mesmo um pônei. “Eles não conseguiam esperar, então eles se juntavam e começavam a latir sem parar toda vez que ouviam meu carro. Todos os lugares por onde eu ia havia latidos“, contou ele à revista Vice.

A fome chegou a matar mais de mil cabeças de gado na região e transformou as ruas desertas em um grande cemitério. Segundo ele, o silêncio era tão intenso que o único barulho que se ouvia eram as moscas sobre os animais mortos. Desde então, Matsumura vive por lá, cuidando dos animais e sem se preocupar com a quantidade alarmante de radiação que está recebendo. Segundo médicos japoneses que o examinaram, o nível de radiação presente no corpo de Matsumura é 17 vezes maior do que o máximo saudável para um humano. “Mas eles também me disseram que eu não ficaria doente por mais 30 ou 40 anos. Até lá eu já devo ter morrido, de qualquer forma, então eu não me importo“, afirmou.

A incrível história deste homem foi contada no documentário “Alone in the Zone” (“Sozinho na Zona”, em português), o qual você pode assistir logo abaixo:

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Fotos © Vice

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Fotos © Naoto Matsumura/Arquivo Pessoal

Jovem faz mais de 3 mil km de bike em seu país e prova que não é preciso sair pra se encantar

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Pedalar até a padaria da esquina é fácil, queremos ver percorrer o mundo com a magrela! A jovem polonesa Anita Demianowicz  mostra toda a sua determinação e amor pelo ciclismo ao percorrer mais de 3.500 km de bike em seu país. Neste espírito girl power, ressaltamos ainda que ela cumpriu a meta de rodar a Polônia inteira em apenas dois meses.

As experiências anteriores de Anita com viagens incluem idas para o Estados Unidos, Japão e América Central, entre outros. Mas, ainda estava faltando explorar sua terra natal, então ela tratou de resolver o problema a bordo de sua bicicleta. “Muito poucas pessoas me perguntavam por que eu tinha decidido dar um giro em torno da Polônia, em vez de algum outro e ainda mais belo país. ‘Porque a Polônia é absolutamente incrível e pitoresca!‘, eu respondia”, escreveu ela.

Abraçando a causa e ressaltando que estamos muito enganados em achar que a grama do vizinho é sempre mais verde, ela ressalta o quanto conhecer suas raízes foi importante nesta jornada. “Nós tendemos a olhar para o que é exótico e mágico longe de casa, em partes mais distantes do mundo. Nós não percebemos que o que você pode realmente encontrar ao alcance do seu braço é o mais excepcional”. Fica a lição: antes de desbravar o que há lá fora, pense com carinho no que pode ser encontrado aqui dentro.

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Passando por Kruszyniany, conheceu uma aldeia ainda habitada pelo povo Tatar. Lá provou a gastronomia local, conheceu uma bela mesquita e um cemitério muçulmano

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Em Stańczyki passou pelas pontes mais altas do país, formadas por arcos enormes

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Suando como um porco, eu vagava ao longo das rotas ásperas do Parque Nacional Bieszczady, admirando suas maravilhosas paisagens montanhosas – escreveu

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Ao longo da estrada, escutou as histórias de ouro e prata das minas de Złoty Stok e Srebrna Góra, cujos tesouros escondidos estão ainda a serem encontrados

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Acampou próxima a belos lagos e lagoas

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Andou pelas praias de areia de Darlowko e Kołobrzeg

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Passando pela Floresta Białowieża, encontrou um bisão eventualmente

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Foi até Gorlice, onde passou a infância e hoje tem um novo olhar sobre a cidade

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Visitou “bruxas” polonesas szeptucha. Um deles disse que Anita era indiana na minha vida anterior! 

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Por fim, chegou até a bela cidade de Gdańsk, grata pelo o que conquistou ao longo da aventura

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Todas as fotos © Anita Demianowicz

Marca cria sabores de sorvete inspirados em Star Wars

 

Com a estreia marcada para 17 de dezembro nos cinemas, “Star Wars: O Despertar da Força” já recebeu muitas homenagens mundo afora de diversas formas.

Querendo entrar na onda, a sorveteria Ample Hills Creamery, no Brooklyn, bairro de Nova Yorque, EUA, desenvolveu dois novos sabores –  aparentemente deliciosos – que você vai poder apreciar quando estiver vendo o filme. Um deles é o The Dark Side, que é um sorvete de chocolate meio amargo com espresso, brownies, com pedacinhos de cacau e chocolate branco. Já o outro, o The Light Side é feito com sorvete de marshmallow e pequenos pedaços crocantes de cacau caseiro.

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Para quem mora nos EUA, fica fácil de encomendar e receber em casa os sorvetes. É só entrar no site da Ample Hills. Os pedidos são feitos a partir de 4 potes por US$ 36 o mesmo que R$ 138.

Todas as fotos © Ample Hills Creamery

Brasileira cria ilustrações de mulheres nuas e suas histórias pra lutar por aceitação do corpo feminino

Manu Cunhas, designer e ilustradora de Santa Catarina, é a autora do projeto Outras Meninas, que retrata a beleza feminina nas suas mais variadas formas. Já tínhamos falado sobre ela neste maravilhoso trabalho sobre os queridinhos da internet – os gatos e agora ela volta a surpreender com essa iniciativa empoderadora.


Manu, que vem trabalhando no projeto desde fevereiro do ano passado, reuniu depoimentos anônimos de diversas mulheres contando sobre a relação que possuem com o próprio corpo, que foram enviados junto com uma foto nua, na qual a designer se baseou para criar as lindas ilustrações aquareladas.O projeto, que começou nas redes sociais e já conta com mais de 50 histórias publicadas, cresceu e vai virar livro, através de um financiamento coletivo no Catarse, que contará com dezenas de ilustrações e histórias exclusivas, distribuídas por 180 páginas.
 
“Está sendo uma experiência única para todas, que a partir da ilustração e da interação do público nas redes sociais, passam a perceber uma beleza que muitas vezes não veem em si no dia-a-dia.”, conta Manu.

Confira abaixo algumas das histórias emocionantes recebidas pelo Outras Meninas e inspire-se também:
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“Eu tinha 14 anos, 1 metro e 59 centímetros e 56kg. Embora tudo em mim fosse normal, eu me achava uma aberração. Resultado: perdi 14kg em 3 meses. Hoje, 6 anos depois e com 16kg a mais, deixei de brigar com a balança, com os chocolates, com a celulite e com as gordurinhas.  Há brigas maiores para se carregar nas costas. Aliás, dizem que meu comportamento em relação aos padrões de beleza midiáticos é muito agressivo. “Que bom, obrigada”.“
2
“É curioso como relacionamentos destrutivos podem minar a nossa autoestima, fazendo com que a gente entre num ciclo de autodestruição. Namorados que deixam claro que preferem as meninas magras, mães que parecem ficar mais orgulhosas com peso perdido do que com conquistas profissionais e pessoais, pais que fazem piadinhas a cada vez que você resolve entrar em dieta.”
3
“Ficar com garotas me fez perceber a beleza feminina de uma forma diferente. Não esteticamente perfeita, como os modelos impossíveis que tentamos seguir, mas cheia de peculiaridades, marcas, nuances, que fazem cada mulher única e incrível de  se descobrir. E quem diria que, conhecendo o outro, estaria conhecendo melhor a mim mesma? A beleza das pessoas está além da casca.”
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“Acho que cada um cuida de seus pelinhos como se sentir mais a vontade, mas julgar a higiene e o cuidado pessoal de uma moça por ela ser mais ou menos peluda não faz sentido, depilar é apenas uma decisão pessoal. “Ah, mas eu não sou obrigada a pegar mulher peluda!” Ainda bem que a mulher peluda também não é obrigada a te pegar, mas não custa nada rever certas ideias para quem sabe assim mudá-las e nos tornarmos criaturas mais tolerantes e menos estressadas.”
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“Esses dias vi uma amiga minha nua. Somos iguais. Me senti linda. Cada uma com as suas inseguranças, a barriga, o umbigo, as costelas, a dobrinha no culote onde as calças baixas fizeram um vale. E as duas vozinhas boas gritando uma pra outra – sem que ninguém escutasse: você é linda!, estamos juntas nessa!”.
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“Esta sou eu, este é meu corpo. Vivi por muito tempo uma relação de amor e ódio por ele, mas a cada dia que passa eu tento ama-lo mais, o que inclui cuidar. Não quero mais fazer dietas loucas e rápidas, nem fazer academia como esporte e nem viver em função de um processo de emagrecimento. Eu quero sim emagrecer, quero ter saúde física e mental. Fazer um esporte que me dê prazer, ter uma alimentação equilibrada e gostosa para me sentir bem, fazendo tudo isso de forma tranquila e natural, sem pressão.”
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“Aos 12 anos, fui estuprada. A partir disso, meu corpo se tornou algo imundo e nojento, eu não conseguia gostar dele. Com isso, foram vários anos de tratamento contra depressão e várias etapas de aceitação de mim mesma e do meu corpo. Mas, a cada dia, ganho força. Desconstruí vários padrões e consigo ver beleza em todos os corpos, inclusive em mim. Hoje não enlouqueço quando ganho uns quilinhos e também sei que meu corpo não é algo sujo! Sei que peitos, coxas, vaginas e bundas são arte, cada um desses esculpido de uma forma diferente.”
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“Hoje eu tô me aceitando mais, aceitando o meu eu, me amando e pretendo me amar muito mais, estou em um processo de transição capilar querendo os meus cachos de volta, a minha genética, sem nenhuma estética modificando todo o meu eu, quero me sentir maravilhosa com o meu próprio corpo, meu próprio cabelo. Eu sou linda e pretendo me sentir assim sempre, me sinto livre e desejo esse sentimento pra todas.“
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“O meu nariz largo, um sinal claro da minha descendência negra, sempre gerou piadas de toda espécie, parecia ser uma coisa impossível ser considerada bonita tendo esse nariz. Vendo novelas e filmes, é possível ver lindas mulheres negras contracenando, mesmo que em menor número, mas todas com traços delicados à mostra. Com seus narizes finos e corpos esbeltos, sua parca presença na media só me fazia ter certeza que a minha aparência é que estava errada.”

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“Eu tenho aqui tatuado várias coisas bonitas e várias feias, assim como minha vida é repleta de altos e baixos. A gente envelhece e tudo vai caindo, perdendo o vigor, começa a ficar mais difícil para o corpo, mas deveria ficar mais fácil para a mente. Nossa existência é efêmera, as décadas vão passar e você não passou de um peido na superfície da Terra.”

Para acompanhar o projeto, entre aqui, aqui e aqui, e para apoiá-lo e fazê-lo virar livro, siga o link do Catarse.
Todas as lustrações © Manu Cunhas

Conheça a belíssima e rara baleia albina vista na costa do México

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Conheça Galão de Leite, uma das mais belas baleias da Terra. Nomeada por sua brilhante tonalidade leitosa, a baleia cinzenta albina incrivelmente rara foi avistada na semana passada por biólogos marinhos na costa do Pacífico do México, ladeada por um filhote muito menor e mais escuro. Galão de Leite não era vista desde 2009.

Marcada como parte do sétimo censo anual de baleias realizado pela Comissão de Áreas Naturais Protegidas dos EUA (Conanp), Galão de Leite manteve-se muito bem escondida, apesar do brilho luminoso de sua pele que corta a superfície do oceano no vídeo acima.

Na natureza, se os indivíduos albinos são raros em terra, eles são ainda mais raros no mar. Este fenômeno ocorre em pessoas e animais com uma predisposição genética a falta do pigmento melanina – que normalmente têm de herdar genes recessivos de ambos os pais para nascer com albinismo, ou, em casos raros, os genes recessivos a partir de apenas um dos pais pode ser o suficiente.

Enquanto em terra os animais albinos correm muitos riscos porque a coloração branca brilhante é como um farol para os predadores famintos, para os mamíferos marinhos, como Galão de Leite, ainda não está claro o quão desfavorecidos são por sua coloração mais evidente.

Com seu enorme tamanho, Galão de Leite pode não ter muitos predadores que se preocupar, mas a pesquisa mostrou que ela provavelmente lida com questões tais como a absorção reduzida de calor em águas mais frias, aumento da sensibilidade à luz solar e comunicação visual prejudicada.

Mas Galão de Leite não é a única baleia albina a capturar nossos corações – Migaloo, da Austrália, uma baleia jubarte albina, faz aparecimentos ocasionais ao largo da costa da Baía de Botany, em Sydney. [Science Alert]

Irmãs gêmeas prematuras fazem sucesso com suas poses adoráveis e divertidas

Tudo começou como uma forma de registrar o crescimento das filhas e de informar aos parentes e amigos como estavam as meninas Leia e Lauren, que nasceram após sete meses de gravidez e precisaram passar algum tempo na UTI Neonatal.

Só que, graças à atenção ao estilo da mãe Amber Yong e ao gosto por fotografia do pai Peter Lok, as duas garotinhas de Singapura estão bombando no Instagram, e já têm mais de 164 mil seguidores!

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Como se não bastasse serem gêmeas idênticas, elas estão sempre vestidas igual ou combinando. E Amber se esforça para montar cenários divertidos que complementam o estilo das filhas em cada fotografia.

O objetivo principal é poder dar as fotos para as filhas quando elas ficarem mais velhas, mas Amber gostaria de lançar um livro quando tiver imagens suficientes – apesar de ainda não ter encontrado um editor.

Confira essas imagens que vão te fazer choras lágrimas de arco-íris:

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Todas as fotos © LeiaLauren

Shoebill Stork: Cegonha-bico-de-sapato

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A cegonha-bico-de-sapato ou bico-de-tamanco (Balaeniceps rex) é uma ave de bico grosso, grande, largo e comprido, que lhe confere a aparência de um cetáceo. Vive em regiões pantanosas localizadas no centro do continente africano. Alimenta-se, basicamente, de peixes e rãs. É uma espécie de ave pelecaniforme, a única da família Balaenicipitidae. Seu nome comum se refere à forma de seu enorme bico.

Características

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De cor cinza, nidifica no solo e geralmente põe dois ovos. Os filhotes apresentam uma plumagem acastanhada. Sua dieta consiste de peixes e rãs que caça nos pântanos e águas estagnadas da África tropical e oriental, particularmente em Uganda, onde o papiro cresce normalmente.

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Afinidades

Até agora foram descritos dois parentes fósseis da cegonha-bico-de-sapara; Goliathia do Oligoceno Inferior do Egito e Paludavis do Mioceno Inferior do mesmo país. Tem sido sugerido que a enigmática ave fóssil africana Eremopezus é parente também, mas a evidência confirmou a falsidade desta hipótese. Tudo o que se sabe é que Eremopezus foi uma ave muito grande, provavelmente do tipo de ave não voadora com pés flexíveis, o que lhe permitia manusear bem a vegetação ou a presa.

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