Série de ilustrações retrata o amor e a ligação única entre pais e suas filhas pequenas

Quando falamos em família, a primeira coisa em que pensamos é na relação entre uma mãe e seus filhos, sem perceber que esta ideia de uma mãe dedicada exclusivamente à sua ninhada é bastante ultrapassada.
Hoje em dia, muitos casais já dividem igualitariamente os cuidados com os filhos e alguns pais são até mesmo responsáveis por criar os pequenos sozinhos. Por que não dedicar a eles a mesma consideração que recebem as mamães coruja?
Em homenagem a estes pais que representam o verdadeiro significado desta palavra, a ilustradora Snezhana Soosh criou lindas aquarelas que mostram todo o amor entre um pai e sua filha pequena (sim, especialmente dedicado a meninas!). As ilustrações foram publicadas através do Instagram da artista e prometem melhorar o dia de qualquer pessoa. 
Confere só:
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Pais estão sempre prontos para nos proteger de qualquer coisa – seja o bullying na escola ou os monstros debaixo da cama
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Pais nunca têm medo de fazer coisas impossíveis por nós. Aprender a trançar nosso cabelo, por exemplo. 
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Quando você está com o papai, você sempre sente como se estivesse no topo do mundo. 
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Ele é tão quentinho e confortável
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Um grande pai pode facilmente ficar menor para sua amada filha
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Pais sempre encontram tempo para participar de nossa pequena festinha do chá, mesmo quando eles são muito ocupados
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Eles sabem exatamente do que nós gostamos
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Por isso que é sempre tão difícil deixá-los ir
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Eles jogam com a gente
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O céu é uma fantasia
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Pais podem fazer qualquer coisa, incluindo as mais loucas e estranhas
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Ou nos ajudar a lidar com algo realmente difícil
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Eles estão sempre prontos para se divertir
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Pais usam sua vida para proteger e amar suas filhas
Todas as imagens © Snezhana Soosh

Conheça o bolo Gota de Chuva, feito de água, que se tornou um sucesso nas ruas de Nova York

 
Culinária é alquimia, é invenção, é sabor mas é também estética. Se a mais nova sobremesa da moda em Nova Iorque é de fato saborosa, isso só as nossas próprias bocas poderão dizer. Mas que ela é bonita, surpreendente e ousada, isso é indiscutível. Ou você já havia visto ou mesmo ouvido falar em um bolo Gota de Chuva, feito de água, basicamente uma gota de chuva gigante e comestível?

© Foto: Tim Ireland. 
© Foto: Tim Ireland.
Feito da mistura de água (logicamente) com ágar, um substituto vegetariano para a gelatina, e coberto por um xarope de açúcar mascavo chamado Kuromitsu e temperado com uma farinha de soja torrada chamada Kinako, o bolo gota de chuva foi levado para Nova Iorque por Darren Wong, de 36 anos, que faz e vende o doce nas ruas pessoalmente.
Ainda que não seja um cozinheiro profissional, Wong é filho de um confeiteiro, e viveu e amou o mundo da cozinha desde muito pequeno.
© Foto: Tia Chiaramonte © Foto: Tia Chiaramonte
O que faz Wong amar a culinária japonesa é justamente o que salta aos olhos diante de sua sobremesa: os ingredientes simples que resultam em uma apresentação (e, normalmente, em um sabor) espetacular. A sobremesa já é popular no Japão, e possui um sabor, uma densidade e uma textura únicas, e por isso Wang decidiu traze-la para as papilas gustativas ocidentais – para oferecer uma nova experiência em termos de doces e sensações.
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Por enquanto, sua empreitada foi no alvo. Wang já vendeu mais de 700 gotas de chuva em uma semana, e só não vendeu mais porque sua capacidade de produção ainda é limitada. Cada gota custa oito dólares, e quase não possui caloria alguma. “Poucas comidas estimulam tantos sentidos ao mesmo tempo”, garante Wang. Seria como um banho de chuva dentro de nossas bocas?
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Imagens: divulgação

O cérebro humano mais extraordinário já visto

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Sim, a foto acima é de um cérebro humano adulto. A diferença é que ele é totalmente liso, sem os sulcos e as dobras tão característicos do órgão mais complexo da nossa espécie.

Podemos apenas imaginar como era a vida para essa pessoa. Ele ou ela era um residente do que hoje é o North Texas State Hospital, um centro de saúde mental americano, e lá morreu em 1970. Isso é tudo que sabemos.

 

Enquanto o frasco que contém seu cérebro está rotulado com um número de referência, o microfilme contendo os registros médicos do paciente foi perdido.Algumas pessoas, incluindo o fotógrafo Adam Voorhes, tentaram rastrear mais informações sobre este e outros cerca de 100 cérebros humanos detidos em uma coleção na Universidade do Texas, Austin (EUA), sem sucesso.

O rótulo no frasco deste cérebro bizarro indica que o paciente tinha agiria – uma falta de giros e sulcos formados pelo córtex cerebral normalmente enrugado. Esta condição rara, também conhecida como lissencefalia, muitas vezes leva à morte antes dos 10 anos. Também pode causar espasmos musculares, convulsões e, uma vez que reduz drasticamente a área da superfície desta parte fundamental do cérebro, uma série de dificuldades de aprendizagem.

Lisencefalia significa literalmente “cérebro liso”, e é um distúrbio raro causado por defeito de migração neuronal durante a 12ª e 24ª semanas de gestação, resultando em uma falta de desenvolvimento de dobras cerebrais (giros) e sulcos. As causas de lisencefalia podem incluir infecções virais do útero ou do feto durante o primeiro trimestre, ou fornecimento insuficiente de sangue ao cérebro fetal no início da gravidez. Há também uma série de causas genéticas, como a mutação do gene reelin no cromossomo 7, bem como outros genes no cromossomo X e no cromossomo 17.

David Dexter, do Imperial College Londres (Reino Unido), diz que nunca viu nada parecido com isso antes. “Nós já recebemos indivíduos com certos sulcos faltando, mas nada como este cérebro”, comentou. Segundo Dexter, não é uma surpresa que a pessoa tenha sobrevivido até a idade adulta, uma vez que o cérebro é tão adaptável, embora ele acredite que tenha havido alguns efeitos deletérios.

No início deste ano, a Universidade do Texas recebeu um aparelho de ressonância magnética para documentar a estrutura dos cérebros nessa incrível coleção. Embora isso possa nos ensinar mais sobre o próprio cérebro, a identidade da pessoa que tinha esse órgão tão extraordinário e os detalhes de sua vida parecem estar perdidos para sempre. [NewScientist, NewsMedical]

Série de fotos coloca lado a lado o ‘antes e depois’ de monumentos sírios atacados pelo ISIS

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Às vezes quando ouvimos a notícia de mais um bombardeio no Oriente Médio não temos a dimensão do tamanho do estrago. O grupo terrorista do Estado Islâmico recentemente atacou uma cidade história da Síria, Palmira. E um fotógrafo francês resolveu fazer um antes e depois chocante.

Joseph Eid é fotógrafo da agência mundial de notícias AFP. E, apesar de estar acostumado a ver tragédia e guerras pelo mundo, fotografou monumentos históricos que foram destruídos ao lado de uma fotografia antes das explosões.

Arquitetos e pesquisadores sírios dizem que vão tentar restaurar o que restou. Mas é difícil acreditar diante das ruínas que vemos abaixo. São anos e anos de história que agora viraram pó:

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Todas as fotos © Joseph Eid

Eles largaram seus empregos para conhecer 59 parques naturais em 59 semanas pelos EUA

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Os melhores amigos Darius Nabors e Trevor Kemp encararam a crise do primeiro quarto da vida de uma maneira um tanto quanto inspiradora: eles decidiram botar o pé na estrada e fazer tudo aquilo que eles não vão poder se arrepender depois. 

“Quando eu tiver 45 não quero ter arrependimentos. Eu não quero ter que imaginar como seria um Parque Nacional por conta de um trabalho estável, um apartamento legal e um plano de saúde. Eu quero contar para os meus filhos das aventuras que vivi”, conta Darius no seu blog. E foi com esse espírito de aventura que o “59 in 59” começou.

A viagem começou em junho de 2015, até hoje está em curso e vai até agosto deste ano. Além da paixão pela aventura, outras coisas em comum também traçaram um paralelo entre eles: o gosto pela cerveja, café, fogueiras e pular em fotografias. Coisas que você provavelmente também deve compartilhar com amigo seu!

O que ajudou esse sonho sonho tornar-se realidade foi uma campanha que eles fizeram de crowdfunding que arrecadou US$ 10 000 em troca de fotos épicas sobre momentos mágicos de contato com a natureza. Darius também já tinha uma fama na internet por conta de um vídeo seu no TEDx que viralizou falando sobre uma lista de coisas que ele quer fazer antes de morrer.

Em seu blog ele menciona diversas vezes que essa lista foi o que ajudou a concretizar o sonho e torná-lo ainda mais palpável – até que ele conseguiu cair na estrada em busca de 59 parques nacionais em 59 semanas. Ou seja, fica aí a nossa dica para você que quer fazer o mesmo. Que tal começar já a sua listinha?!

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Fotos: Facebook

 

 

Artista cria série de ilustrações para questionar a obrigação de mulheres retirarem os pelos

Bom, caso você ainda ache isso uma “nojeira”, vamos começar pelo mais polêmico deles: os pelos pubianos. Motivos -científicos – para você deixá-los em paz: eles previnem infecções, DSTs, coceiras, puns (sim!), além de poder fazer queimaduras de alto nível. E você ainda achando que tudo isso é só uma questão estética…

Além das pesquisas, existe a questão do feminismo. Afinal, por que mesmo somos obcecadas a tirar nossos pelos? A fotógrafa que cresceu nas ruas do Brooklyn prova ser descoladíssima ao fazer uma série de ilustras que rompem com padrões estéticos. Marca da primeira geração de paquistanesas norte-americanas, hoje aos 20 anos, Ayqa Khan explica sua relação com o tema.

“Minha mãe tem um salão de beleza e me fazia depilar desde os 11 anos, porque achava que os pelos que cresciam no meu corpo não eram femininos“, ela diz enquanto posta coisas no seu Tumblr como “a pressão social de retirar os pelos do corpo sempre a fez se sentir como um objeto, e não um ser humano”.

E, apesar de comentários negativos que insistem em chamar os desenhos de Ayqa de nojentos, existem pessoas que se tornam ainda mais confiantes por conta dos mesmos. Veja só um dos comentários que ela recebeu abaixo:

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“Eu sou latina, então eu sou mais peluda que outras garotas que eu conheço e o pessoal zoa comigo. Eu sou constantemente julgada, riem de mim e já ouvi falarem que eu deveria me depilar com lâmina, cera ou até fazer uma cirurgia a laser. Eu tenho hoje 16 anos e ainda tenho que aceitá-los. Mas obrigada pelos seus posts sobre o corpo, bem como suas imagens. Elas me fazem ver que eu não estou sozinha e que não sou tão estranha como os nomes bizarros que me chamam quando caçoam de mim. Obrigada.”

Para lacrar geral, ela deixa o recado: “A minha mensagem é de encorajamento. As mulheres devem se sentir confortáveis com seu corpo, cabelo e pelos, isso sim é natural”. Vem com a gente:

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Todas as imagens © Ayqa Khan

Série de fotos capta as freiras da Califórnia que cultivam maconha nos fundos de casa

Já falamos várias vezes sobre sua posição com relação ao tema da maconha e de seu uso medicinal  e afirma que a “Maconha é a cura do câncer”. E o movimento a favor de medicinas alternativas envolvendo o uso de cannabis está crescendo um pouco por todo o mundo.

É essa a motivação das freiras Kate e Darcy, que, longe de procurarem na maconha um escape à vida paroquial, encontram na substância uma forma de ajudar os outros. As duas fazem parte da companhia Sisters of the Valley, na Califórnia, EUA, e decidiram criar um quintal nos fundos de casa para produzir remédios à base do produto.

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O concelho onde vivem ficou perplexo com a história e não coloca de parte a ideia de proibir as freiras de continuar alimentando a plantação. Kate e Darcy, porém, contam já com uma petição online, no Change.org, pelo direito de prosseguir a jornada e ajudar pessoas que sofrem com náuseas, exanquecas ou outros problemas de saúde.

Os fotógrafos Shaughn Crawford e John DuBois foram até Merced, onde se encontra a plantação, retratar o dia a dia destas freiras pouco convencionais. O resultado você vê abaixo:

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Todas as fotos © Shaughn and John