“Papiro Erótico de Turim”

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O papiro acima é a representação mais antiga de sexo que conhecemos.

Feito em algum momento do período ramessida (1292-1075 aC), os fragmentos chamados coletivamente de “Papiro Erótico de Turim” (por causa de sua “descoberta” no Museu Egípcio de Turim, na Itália) sugerem algumas bizarrices sobre o sexo que era praticado antigamente.

As imagens retratam 12 posições sexuais que variam de impressionantemente acrobáticas a irritantemente ambiciosas. Uma chega a envolver uma carruagem.

Além de símbolos de fertilidade, o papiro também tem um propósito “bem-humorado e/ou satírico”, e, provavelmente, era destinado ao público masculino, conclusão baseada talvez na sua semelhança com a pornografia dos anos 70: os homens são mais descuidados, carecas, com barba por fazer, enquanto as mulheres são o ideal de beleza no Egito da época.

Na verdade, a parte erótica do papiro só se tornou pública na década de 1970. Egiptólogos já conheciam um livro maior do qual faz parte, chamado tecnicamente de “Papiro de Turim 55001”, desde a década de 1820. Além da parte lasciva, esse livro também possui outras peças satíricas, como o papiro abaixo, que mostra animais agindo como se tivessem profissões humanas (músico, soldado, artesão).

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Segundo a estudante de egiptologia Caroline Seawright, a percepção de que os antigos egípcios eram caretas e reprimidos não é verdadeira. O que os registros mostram é uma cultura sexual ritual estilizada, bastante diferente dos nossos costumes limitados atuais.

Prostitutas eram sagradas e tinham uma posição privilegiada na sociedade. Além disso, narrativas mitológicas incorporavam descrições imparciais sobre homossexualidade e transexualidade.

Os antigos egípcios inclusive achavam que teriam relações sexuais após a morte, anexando órgãos criados em suas múmias.
No entanto, conforme explica o arqueólogo David O’Connor, isso aplica-se principalmente a uma determinada classe egípcia antiga. O alto mérito artístico do papiro indica que ele era dirigido a uma audiência de elite.

Confira abaixo uma representação do documento mais detalhadas: [OpenCulture]

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Os donos desse gato “ladrão de roupas” acharam uma maneira de devolver as peças aos vizinhos

A neozelandesa Sarah Nathan publicou um anúncio (muito fofo, diga-se de passagem) no jornal depois que descobriu o hábito nada convencional do seu gato – trazer para casa meias e roupas íntimas dos vizinhos para a sua casa.

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Você perdeu uma roupa íntima?

Nós descobrimos que nosso gato roubou uma série de cuecas e meias da vizinhança. Se você é uma delas, pedimos desculpas! Nós temos todas aqui e queremos devolvê-las. Fiquem felizes por saber que estamos de mudança…

Duvide-o-dó: o gatinho siamês já montou uma coleção de peças que são capazes de preencher uma gaveta inteira! E foi depois de encontrar tantas roupas que Sarah decidiu comprar o espaço no jornal local e convidar os vizinhos que, recentemente tiveram peças desaparecidas em seus armários, a conferirem o acervo feito por Brigit.

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“Esta é a coleção de Brigit dos últimos dois meses”, ela postou.

E apesar disso tudo ser engraçado e fofinho, saiba você que gatos siameses têm tendências a serem cleptomaníacos! Um felino de São Francisco, CA, já pegou mais de 600 itens em um passado próximo. E você aí achando que o Wando era um perigo para a humanidade…

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Fotos: Facebook, Stuff.co.nz e Almeida Rocha/Folhapress

Hamster doente passa seu últimos dias vivendo aventuras incríveis

Quando descobrem que seus animais de estimação estão prestes a morrer, muitas famílias decidem fazer uma lista de desejos, com coisas que acreditam que os bichanos gostariam de fazer em seus últimos dias . É sempre fofo ver estes animais curtindo a vida adoidado. Agora, quem está aproveitando ao máximo seus últimos momentos é o hamster Robin.

Robin tem apenas dois anos e vive com seus “irmãos coelhos”, Poppy e Pippin. O trio é praticamente inseparável, mas será obrigado a dizer adeus em breve. De tão gordo, Robin costuma ser confundido com um porquinho-da-índia e recentemente sua família descobriu que ele possui um tumor no abdômen. A única esperança de cura é uma cirurgia que colocaria em risco a vida do animal.

Dessa forma, sua família decidiu que seus últimos dias seriam os melhores de todos. Para garantir isso, sua lista de desejos está sendo seguida à risca e inclui itens como uma visita ao Instituto de Artes de Chicago, ser famoso por um dia e passar pelo Rio Chicago durante o pôr-do-sol, além de muitas outras aventuras. Tudo está sendo retratado na conta de Instagram, que o hamster divide com seus irmãos coelhos.

Acompanha só:

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Todas as fotos © Arden Kirby

Álbum de casamento de modelo com Down lembra que todas as mulheres podem ser o que quiserem

Não só por aquelas que têm necessidades especiais, mas por todas as mulheres que não se reconhecem nas revistas de noivas, uma fotógrafa fez mais um álbum de casamento virar notícia.

Aos 18 anos, Madeline Stuart já está fazendo história no mundo da moda – eliminando esteriótipos e mostrando que há sim espaço para todo mundo. Ela tem Síndrome de Down e trabalha com modelo. Simples assim. Em seu site (que é lindo) ela coleciona trabalhos e nos apresenta até seu canal no Youtube.

E foi junto da fotógrafa Sarah Houston e do grupo de wedding planners Rixey Manor que Madeline se tornou inspiração para milhares de outras noivas. “Eu queria achar alguém que inspirasse outras noivas. E Madeline é perfeita! Sempre calorosa e cheia de alegria”, conta a Isadora Martin-Dye, quem a contratou como modelo, ao BuzzFeed.

Já a mãe de Madeline comentou que assim como ela alimenta um amor incondicional aos familiares, não há motivos que a impeçam de fazer o mesmo dentro de um relacionamento. Se apaixone você também por esse ensaio e não perca o making off em seguida. É, no mínimo, inspirador!

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Madeline Stuart – Rixey Manor from Nugen Media on Vimeo.

Todas as fotos © Sarah Houston

Contra a homofobia, Superman e Batman se beijam em graffiti

Enquanto nas telonas Batman e Superman brigam feio, nas ruas de Londres e Nova York a história é bem diferente: Superman pega o homem morcego pelo pescoço e os dois super heróis protagonizam um beijo caliente.

O romance é obra do artista Rich Simmons, que diz ter concebido a ideia por “querer levantar a discussão sobre igualdade pegando os dois super-heróis mais macho alfa e os colocando nessa situação”.

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A primeira exibição de “Superman beijando Batman” havia sido exibida por ele em 2014, mas, aproveitando o gancho do filme com o duelo entre os dois, Simmons criou os stencils em tamanho real, aplicados nos bairros de Croydon e Soho, em Londres, e Baixo Manhattan, em Nova York.

Segundo o artista, “ser um herói transcende quem a pessoa é, quem ela ama, no que ela acredita ou de onde ela vem. Devemos julgar os outros a partir de como eles tratam cada um, e não por quem eles dividem a cama”.

Saca só os trabalhos!

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Manhattan, Nova York:

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Londres:

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Croydon, Londres:

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Soho, Londres:

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Fotos: Rich Simmons