FOTO DO DIA

Oi! eu sou o Bobynho amiguinho de vivi hoje vou deixar uma mensagem do dia.

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Fernando Teixeira de Andrade

 

Tartaruga nada sobre coral branqueado perto de Heron Island, no sul da Grande Barreira de Corais

 Mudança climática causa morte alarmante de corais no mundo todo

Tartaruga nada sobre coral branqueado perto de Heron Island, no sul da Grande Barreira de Corais
Kim Cobb, cientista marinha no Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos EUA, esperava encontrar corais danificados quando mergulhou nas águas azuis profundas de Kiritimati Island, um atol remoto do Oceano Pacífico.Ainda assim, ela ficou chocada com o que viu. “Todo o recife estava coberto com uma penugem marrom-avermelhada”, disse quando voltou para a superfície. “É outro mundo. Algas têm crescido ao longo do coral morto. Foi devastador”.
 
O dano em Kiritimati é parte de um branqueamento em massa dos recifes de coral em todo o mundo. Esse é o pior já registrado.Os cientistas acreditam que o estresse térmico de vários eventos climáticos, incluindo o mais recente e severo El Niño, agravado pelas mudanças climáticas, tem ameaçado mais de um terço dos recifes do planeta. Muitos podem nunca se recuperar.

Crise que afeta uma grande população

Os recifes de coral são “incubadores” cruciais do ecossistema do oceano, fornecendo alimentos e abrigo a um quarto de todas as espécies marinhas, e apoiando populações de peixes que alimentam mais de um bilhão de pessoas.Eles são compostos de milhões de animais minúsculos, chamados pólipos, que formam relações simbióticas com algas.Estima-se que 30 milhões de pescadores e famílias dependam dos recifes para o seu sustento, mais de um milhão só nas Filipinas. Na Indonésia, peixes suportados pelos recifes são a principal fonte de proteína.
 
“Esta é uma enorme e ameaçadora crise planetária, e não estamos fazendo nada sobre isso”, disse Justin Marshall, diretor do CoralWatch na Universidade de Queensland, na Austrália.
O branqueamento ocorre quando calor elevado e o brilho do sol fazem com que o metabolismo das algas – que dão aos recifes de coral suas cores intensas – acelerem até saírem fora de controle, e comecem a criar toxinas. Os pólipos recuam.Se as temperaturas caem, os corais podem se recuperar, mas alguns podem permanecer vulneráveis à doença. Se o estresse de calor continua, eles morrem de fome.

O perigo continua

Recifes danificados ou agonizantes foram encontrados a partir de Réunion, ao largo da costa de Madagascar, até East Flores, na Indonésia, e de Guam e Havaí, no Pacífico, até Florida Keys no Atlântico.O maior branqueamento, na Grande Barreira de Corais da Austrália, foi confirmado mês passado. Em uma pesquisa com 520 recifes individuais que compõem a parte norte da barreira, cientistas encontraram apenas quatro sem sinais de branqueamento. Quase mil quilômetros de recifes, muitos que anteriormente estavam em bom estado, tinham sofrido branqueamento significativo.
 
Em pesquisas de acompanhamento, os cientistas notaram que metade do coral que tinham visto havia morrido. Terry Hughes, da Universidade James Cook, em Queensland, na Austrália, que participou da pesquisa, advertiu que mais coral pode sucumbir se a água não se refrescar em breve.

Eventos confluentes

Os cientistas dizem que o branqueamento global é o resultado de uma confluência incomum de eventos, que aumentaram as temperaturas das águas já elevadas pelas mudanças climáticas.Por exemplo, no Atlântico Norte, um bloqueio do fluxo normal do ar polar para o sul em 2013 deu início ao primeiro de três invernos mais quentes do que o normal, fenômeno que chegou até o Caribe. 
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Além disso, uma grande onda de calor formada no Pacífico no início de 2014, que se esticou ao longo da costa oeste da América do Norte, aumentou em quatro graus centígrados a temperatura das águas circundantes, e tem sido responsabilizada por uma série de fenômenos estranhos, incluindo o encalhe de leões-marinhos na Califórnia e o avistamento de um peixe tropical, gaiado, no Alaska.2015 ainda viu o mais poderoso ciclo climático El Niño em um século, que espalhou calor através do Pacífico, branqueando recifes de Kiritimati à Indonésia, e atravessando o Oceano Índico até Réunion e Tanzânia.

Pior branqueamento mundial já registrado

“Estamos vivendo o mais longo evento de branqueamento mundial já observado”, disse C. Mark Eakin, coordenador do Coral Reef Watch na Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA. “E vamos perder um monte de recifes durante este evento”.Recifes que levam séculos para se formar podem ser destruídos em semanas. Corais individuais podem sobreviver a um branqueamento, mas branqueamentos repetidos podem matá-los.Prever a duração deste branqueamento ou o próximo é difícil. Dr. Eakin acredita que continue por mais nove meses.
 
 Os cientistas não serão capazes de medir a extensão total dos danos até que o evento esteja terminado.O que está claro é que esses branqueamentos estão acontecendo com frequência e ferocidade cada vez maiores. Eventos anteriores, em 2010 e 1998 (que matou cerca de 16% dos corais do mundo), não parecem ter sido tão extensos ou prolongados.
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Mudança climática

Recifes branqueados em 2014, como na Flórida e no Caribe, não tiveram tempo de se regenerar antes de sofrer mais estresse térmico no ano passado. Eles estão prestes a entrar em um terceiro ano consecutivo de branqueamento, algo que nunca aconteceu antes.Ove Hoegh-Guldberg, diretor do Instituto de Mudança Global da Austrália, observou que 2015 foi o ano mais quente já registrado, tanto em terra quanto nos oceanos – quebrando o recorde estabelecido apenas no ano anterior.“O aumento das temperaturas devido às alterações climáticas têm empurrado os corais além de seus níveis de tolerância”, decretou.
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No caso de Kiritimati, em 2015, a água no atol ficou 10 graus mais quente do que o normal, e nunca se resfriou o suficiente para permitir que o coral se recuperasse. “O pior aconteceu”, disse Kim Cobb. “Isso mostra como as mudanças climáticas e de temperatura estão afetando estes recifes no longo prazo. Este nunca mais será o mesmo”. [NYTimes]
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Por que decidimos trocar nossa festa de casamento por uma viagem de volta ao mundo

Os convidados da vez são Stela e Fernando Inkote, um casal que decidiu fazer uma escolha bem peculiar, e que resultou no projeto Felicidade Pelo Mundo. Vem ler, porque vale a pena:
Estamos juntos faz 5 anos e assuntos como festa de casamento, casa, lua de mel e filhos sempre fizeram parte do nosso dia a dia. É natural que a sociedade, amigos, família perguntassem sobre esses temas, como se fosse um script a ser seguido. E nós estávamos seguindo.
Paralelamente à isso, o tema viagem sempre esteve no topo da lista de nossos interesses. O tão esperado período de férias, anualmente, era nossa válvula de escape para conhecer um novo destino. Fizemos algumas viagens ao longo desses anos e em todas, sem exceção, não havia descanso, pois queríamos explorar ao máximo cada lugar. A cada destino que visitávamos a vontade de conhecer o próximo só aumentava, e um outro sonho ia ganhando força: a viagem de volta ao mundo.
Nosso plano era casar, constituir uma família, se aposentar e partir sem rumo. Ou seja, um sonho distante, lá na frente, com muita vida ainda para seguir. Todavia, no meio desse caminho entre noivar, viajar de férias e planejar uma festa, sentimos na pele a brevidade da vida. Tivemos perdas familiares num curto período de tempo, praticamente todas de forma inesperada. Momentos tristes, mas também de muitos aprendizados.
A reflexão do ter contra o ser tomou conta da nossa cabeça, e ficou nítido para nós a importância do viver o agora. A ordem de prioridades foi completamente alterada, e apesar da festa de casamento também ser um sonho, identificamos que com o mesmo investimento poderíamos viajar o mundo (num estilo mochilão econômico). A decisão estava tomada! Trocamos um dia de festa, com amigos e familiares, por 365 dias de festa, com desconhecidos e lugares improváveis. Nossa comemoração seria pelo mundo, quebrando regras e tradições!
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Nova Délhi, Índia
Não foi uma decisão fácil. Estávamos bem na carreira. Apesar de planejarmos essa viagem há algum tempo, o câmbio não jogou favoravelmente na reta final, mas nada que a flexibilidade não resolva. Muitas pessoas nos sugeriram, “acho que agora não é a hora”. O fato é que para realizar sonhos às vezes precisamos ter coragem, sair da zona de conforto e se lançar ao risco. Decidimos desbravar o mundo agora, enquanto jovens, com energia e sem filhos.
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Velha Délhi, Índia 
Nossa jornada começou no dia 3 de setembro de 2015, quando embarcamos para a Ásia. Já passamos por 16 países, e os próximos passos serão nas Arábias, África e Europa. Compartilhamos nosso diário de viagem, dicas, fotos e experiências através do nosso blog Felicidade pelo Mundo, Instagram e página do Facebook. A escolha do tema Felicidade foi para falar sobre coisas positivas durante a jornada.
Através de pequenos relatos, dividimos os momentos com povos e como observamos a felicidade em outras culturas. São histórias curtas, com pessoas reais, tentando passar um pouco do que aprendemos sobre simplicidade, felicidade e amor ao próximo.
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Muita gente nos perguntou “valeu a pena esta decisão”? Podemos dizer sem dúvidas que foi a melhor decisão de nossas vidas. Mesmo ainda na metade da jornada, já passamos por experiências extremamente enriquecedoras, além de termos nos deslumbrado com paisagens incríveis.
Arrepiar-se com a fé que emana dos indianos, tomar banho de onsen no Japão ou dirigir entre cangurus pelas belezas da Austrália são algumas das experiências que provam que fizemos a melhor escolha. Com tantas aventuras na bagagem, é inevitável o crescimento pessoal. Foram tantos aprendizados que seria impossível listar todos. Mas queríamos compartilhar alguns.
Na vida é preciso correr riscos, pois é melhor se arrepender do que fez do que daquilo que não fez. Hoje podemos dizer que independente do que acontecerá no futuro, cada minuto foi valioso! Estamos há meses usando as mesmas roupas, zero luxo, zero conforto, e vendo que dá para viver feliz com tão pouco. Acho que depois dessa viagem, invés de comprar uma roupa, vamos optar por comprar um livro de viagem, rs.
O maior obstáculo que existe, antes mesmo do financeiro, é o preconceito. Julgamos pessoas e lugares sem nunca ter estado lá antes. E quase sempre não é nada do que achamos ou ouvimos falar! Às vezes é preciso “se perder” para se encontrar. Andando pelo mundo descobrimos tantas coisas a respeito de nós mesmos que nem imaginávamos. Além de tudo que se vê e se vive, os aprendizados com essa escola chamada mundo são imensuráveis!
Para finalizar, se pudéssemos dar um conselho é que todos também corram atrás dos seus sonhos. Com fé e força de vontade tudo acontece. Como diz uma frase de Oscar Wilde, “Viver é a coisa mais rara do mundo, a maioria das pessoas apenas existe”, então viva o agora e seja feliz!
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Coron, Filipinas
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Perth, Austrália
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Kalbarri, oeste da Austrália 
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Doze apóstolos, Victoria, Austrália
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Hospital de coalas, sul da Austrália
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Dubai, Emirados Árabes
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Burj Khalifa , Dubai
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Mesquita Sheik Zayed, Abu Dabi
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Templo Humayun , Nova Délhi, Índia 
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Jaipur, Índia
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Amber Palace, Índia
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Agra, Índia
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Taj Mahal, Índia 
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Templo do céu, Beijing, China
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Luta de sumo, Tóquio
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Kyoto, Japão
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Floresta de bamboo, Kyoto, Japão
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A eletrizante Tóquio, Japão
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Nara, Japão
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Castelo de Osaka, Japão
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A Segunda Guerra Mundial em fotos que você nunca imaginou

Allemagne, Berlin. 2 mai 1945. Le drapeau rouge flotte sur les to”ts du Reichstag

Fotos históricas talvez sejam uma das maiores unanimidades entre as pessoas. Mesmo as que retratam períodos terríveis são aclamadas por todo o mundo.

O fascínio que elas causam provavelmente está no fato de trazerem o passado, e toda nossa história, até o mundo em que vivemos. No caso desta lista, além de toda a importância histórica, as imagens servem como alerta: não podemos repetir nossos erros e permitir que algo tão terrível aconteça de novo.

Apesar das milhares, até mesmo milhões, de fotos que provavelmente foram tiradas durante a Segunda Guerra Mundial serem bastante célebres, um punhado delas nunca se tornou popular. Porém, às vezes são as fotografias menos conhecidas que nos revelam toda a crueldade e a incerteza que as guerras trazem à humanidade.

 

10. Os soldados nazistas muçulmanos

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A imagem acima é a de soldados alemães muçulmanos da era nazista em oração. Eles são da 13ª Waffen-Gebirgs-Division der SS Handschar, uma divisão completamente muçulmana do exército alemão. A unidade, que consistia principalmente de muçulmanos bósnios, foi formada em março de 1943, depois que a Alemanha conquistou a Croácia, que incluía a Bósnia-Herzegovina. Os muçulmanos bósnios foram aceitos na classificação nazista por causa da crença de Heinrich Himmler de que o povo da Croácia era de ascendência ariana, não eslava. Os nazistas também acreditavam que a nova divisão iria ajudá-los a ganhar o apoio da maioria dos muçulmanos em todo o mundo. Com o tempo, a divisão também incluiu croatas católicos romanos, que representavam 10% de suas fileiras.

A unidade foi iniciativa do Grande Mufti Hajj Amin al Husseni. Al Husseni tinha levado um golpe fracassado no Iraque e sido exilado para a Itália e, em seguida, Berlim, onde encorajou bósnios muçulmanos a se juntarem às fileiras do exército alemão. Husseni incentivou os assassinatos de judeus no Norte de África e na Palestina. Ele também queria que a Luftwaffe bombardeasse Tel Aviv. Após a guerra, Husseni fugiu para a França, onde foi preso. Mais tarde, escapou e fugiu para o Egito, onde os Aliados foram desencorajados a prendê-lo novamente por causa de seu “status” no mundo árabe. Husseni morreu em 1974 em Beirute, no Líbano, tendo seu desejo de ser enterrado em Jerusalém negado pelo governo israelense.

9. Mulher francesa tendo o cabelo raspado

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Depois que a França foi libertada no final da II Guerra Mundial, os cidadãos franceses que apoiaram a invasão das tropas alemãs sob qualquer forma foram perseguidos e tiveram suas cabeças vigorosamente raspadas como um símbolo de desonra. A fotografia acima é a de uma mulher cuja cabeça estava sendo raspada em Montelimer, França, em 29 de agosto de 1944. Cerca de 20.000 cidadãos franceses tiveram suas cabeças raspadas em público, a maioria mulheres. A punição foi frequentemente realizada por moradores ou membros da Resistência Francesa e feita em todos os lugares, desde as casas das vítimas até praças públicas na presença de uma grande multidão. Durante o mesmo período, a Alemanha também decretou que as mulheres que tiveram relações sexuais com não arianos ou prisioneiros de guerra deviam ter suas cabeças raspadas.

A ideia de raspar o cabelo das mulheres como forma de punição não teve início durante a 2ª Guerra Mundial – há registros de que este ritual tenha sido feito na Europa durante a Idade Média, quando foi usado como punição para mulheres adúlteras.

8. A mulher chorando nos Sudetos

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Esta é uma das fotografias mais controversas da Segunda Guerra Mundial. Foi também uma ferramenta de propaganda utilizada tanto pelos Aliados quanto por nazistas. A fotografia foi tirada na região dos Sudetos, na Checoslováquia, em outubro de 1938, após a cidade ser capturada e anexada pela Alemanha antes da Segunda Guerra Mundial começar oficialmente.

A fotografia mostra uma mulher chorando levantando um dos braços para saudar as tropas alemãs invasoras, enquanto a outra mão segura um lenço sobre olhos cheios de lágrimas. A fotografia apareceu em diversos jornais, em diferentes países, com diferentes legendas. Foi publicada pela primeira vez por um jornal alemão, o Võlkischer Beobachter, que afirmava que a mulher estava tão contente pelo avanço dos soldados alemães que não conseguia esconder seus sentimentos. Nos Estados Unidos, um jornal disse que a mulher não conseguia esconder o seu sofrimento enquanto “respeitosamente” saudava Hitler.

7. O homem chorando na França

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No verão de 1940, soldados alemães marcharam em Paris, marcando a derrota da França e o início do “Les Annee Noires” franceses, também conhecidos como “Os anos negros”. No momento em que os soldados alemães começaram a se mover, o governo francês já tinha abandonado a cidade e fugido para Bordeaux, no sul da França, que era o seu último reduto. A data exata em que a foto foi tirada é contestada. Enquanto ela apareceu originalmente em 1941, acredita-se que tenha sido tirada em 1940. O homem da foto, acredita-se, é Monsieur Jerome Barrett, que estava chorando enquanto as bandeiras da França faziam o seu caminho através de Marselha até a África.

A derrota da França durante a Segunda Guerra Mundial foi chocante, e também bastante decepcionante. Antes da guerra, acreditava-se que a França tinha o melhor exército em toda a Europa. Após a queda para a Alemanha, Adolf Hitler insistiu que os documentos que reconheciam a rendição da França deviam ser assinados na floresta de Compiegne, dentro do mesmo vagão de trem em que a Alemanha tinha assinado os documentos de sua própria rendição no final da Primeira Guerra Mundial. O vagão já estava em um museu, mas foi retirado e levado para a floresta para que os documentos pudessem ser devidamente assinados.

6. O Dispositivo

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As bombas atômicas que explodiram sobre Hiroshima e Nagasaki são por vezes mencionadas como as primeiras armas nucleares. Na verdade, as duas bombas foram apenas as primeiras armas nucleares a matar e destruir. A primeira bomba atômica já feita foi o Gadget (O Dispositivo). Ela foi concluída e testada semanas antes de Hiroshima e Nagasaki. O teste, chamado Trinity, foi realizado no Alamogordo Bombing and Gunnery Range, hoje conhecido como White Sands Missile Range, no Novo México, EUA.

A bomba foi colocada em uma torre de vigia na floresta de 30 metros de altura. Três bunkers foram construídos a 9.000 metros de distância da torre, de modo que a iminente explosão pudesse ser observada. Nas primeiras horas de 16 de julho de 1945, o Dispositivo disparou. A explosão resultante enviou ondas de choque através do deserto, vaporizando a torre e produzindo uma gigantesca nuvem em forma de cogumelo a 12.000 metros de altura. Ela produziu um flash brilhante equivalente ao de 10 sóis. O flash foi tão brilhante que foi visto em todo Novo México e partes do Arizona, Texas e México. O calor produzido foi tão forte que observadores a 16 km de distância o compararam a estar em pé na frente de um incêndio barulhento.

5. O menino no gueto de Varsóvia

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Durante o que ficou conhecido como a Revolta do Gueto de Varsóvia, os judeus em Varsóvia, na Polônia, iniciaram uma revolta de 10 dias contra os soldados alemães. Os judeus sabiam muito bem que seriam derrotados, mas se recusaram a desistir sem lutar. “O menino do gueto de Varsóvia” é o nome dado a um menino judeu com não mais do que 10 anos de idade que foi preso por soldados alemães no gueto após o levante ter sido contido.

As mãos do menino não identificado foram levantadas no ar, enquanto um soldado alemão apontava uma metralhadora para ele. Embora a fotografia seja uma das imagens mais divulgadas do Holocausto, ninguém sabe quem é o rapaz ou o que aconteceu com ele. Algumas fontes dizem que ele foi morto em uma câmara de gás no campo de concentração de Treblinka, enquanto outros dizem que ele sobreviveu.

Em 1999, um homem chamado Avrahim Zeilinwarger contatou um museu israelense dizendo que o garoto era seu filho, Levi Zeilinwarger, que teria sido realmente morto em um campo de concentração, em 1943. Em 1978, um homem não identificado entrou em contato com o Jewish Chronicle dizendo que o menino era o filho dele. Em 1977, uma mulher chamada Jadwiga Piesecka alegou que o menino era Artur Dab Siemiatek, que nasceu em 1935.

4. Os Jogos Olímpicos dos campos de concentração

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Por causa da guerra em curso, os Jogos Olímpicos de 1940 e 1944, que deveriam acontecer em Tóquio e Londres, não puderam ser realizados. No entanto, vários campos de prisioneiros na Polônia seguiram em frente com seus próprios Jogos Olímpicos, tanto em 1940 quanto em 1944. Embora muitos dos eventos tenham sido realizados em segredo, os Jogos Olímpicos de 1944 de Woldenberg, realizados no campo em Woldenberg, e outro realizado no acampamento em Gross Born (ambos na Polônia), foram realizados em uma escala muito maior.

369 dos 7.000 prisioneiros no campo de Woldenberg participaram em diversas modalidades, incluindo handebol, basquete e boxe. Esgrima, tiro com arco, salto com vara e dardo não foram autorizados. As bandeiras para os jogos foram feitas com lençóis. Aos vencedores dos eventos esportivos foram dadas medalhas feitas de papelão. Os Jogos Olímpicos de 1944 foram realizados porque os soldados poloneses queriam permanecer em forma e, ao mesmo tempo, honrar Janusz Kusocinski, atleta polonês que venceu a corrida de 10.000 metros nos Jogos Olímpicos de 1932, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

3. O naufrágio do HMAS Armidale

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O HMAS Armidale era uma corveta, um tipo de navio de guerra, de três mastros, e com uma só bateria de canhões (embora tenha sido originalmente construído para ser um caça-minas) a serviço da marinha australiana durante a Segunda Guerra Mundial. Foi encomendado em 11 de junho de 1942, apenas para ser afundado em novembro do mesmo ano. Enquanto estava em uma missão para evacuar soldados e civis de Betano Bay, no Timor, o HMAS Armidale foi descoberto por aviões japoneses, que o atacaram, assim como a seu “irmão”, o navio HMAS Castlemaine. O Armidale foi logo destruído pelos aviões japoneses, forçando seus tripulantes a abandonar o navio. Vinte e um tripulantes, incluindo o capitão, subiram em uma lancha pequena e danificada, onde aguardaram resgate. Uma vez que o resgate nunca veio, eles começaram a remar em direção a águas australianas.

Dois dias depois, outros 29 sobreviventes começaram uma viagem semelhante em um baleeiro danificado que não parava de encher de água. Os sobreviventes se agarraram a uma balsa flutuante enquanto aguardavam o resgate. Depois de vários dias no mar, os homens na lancha foram resgatados junto com os do baleeiro. Mas os homens pendurados na balsa que aparecem na fotografia nunca foram encontrados. A foto mostrada acima foi tirada pelo piloto de um avião de reconhecimento Hudson, que até deixou cair uma mensagem para eles dizendo que seus salvadores estavam a caminho.

2. Yakov Dzhugashvili, o filho de Josef Stalin

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O homem com as mãos no bolso na fotografia acima é Yakov Dzhugashvili, o primeiro filho de Josef Stalin. A foto foi tirada depois que Yakov foi capturado pelas tropas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial. Yakov e Stalin não estavam exatamente tendo um bom relacionamento de pai e filho antes do início da guerra. Stalin muitas vezes o insultou e até mesmo o deserdou. Ele também impediu que Yakov mudasse seu sobrenome para Stalin depois que ele mudou o seu.

Quando os alemães perceberam que Yakov era filho de Stalin, tiraram uma fotografia para fins de propaganda, sempre ela. Na parte de trás das fotografias foi colocada uma curta nota dizendo aos soldados soviéticos para que se rendessem assim como o filho de Josef Stalin. Quando os alemães pediram para trocar Yakov por um marechal de campo alemão capturado, Stalin negou, dizendo que ele não trocava tenentes por marechais de campo. Mesmo com seu ódio e as ofensas públicas a seu filho, na verdade, Stalin tentou resgatá-lo duas vezes.

Yakov morreu no campo de concentração de Sachsenhausen em abril de 1943, sob circunstâncias misteriosas. Enquanto arquivos secretos revelam que ele foi baleado por não seguir ordens, outros dizem que ele cometeu suicídio ao encostar em uma cerca eletrificada. Outro relatório afirma que ele foi morto em ação em 1945.

1. A bandeira erguida sobre o Palácio de Reischtag

Allemagne, Berlin. 2 mai 1945. Le drapeau rouge flotte sur les to”ts du Reichstag
Essa não é exatamente uma foto desconhecida. A imagem da bandeira com a foice e o martelo, símbolos do comunismo soviético, tremulando sobre uma Berlim completamente destruída é, na verdade, uma das imagens mais divulgadas do período pós-guerra. Não é de se espantar, afinal, uma guerra fria estava prestes a ser iniciada e as cartas já estavam sendo postas na mesa. Os soviéticos queriam mostrar para todo o mundo que a vitória sobre Hitler era uma conquista do exército vermelho. Mas você sabia que essa foto não é exatamente o que podemos chamar de espontânea?

Levantar uma bandeira sobre o Reichstag teria sido o equivalente russo da bandeira americana na batalha em Iwo Jima, outra célebre imagem de honra e vitória, exceto que, no caso dos soviéticos, a cena foi encenada, um fato que o fotógrafo, Yevgeny Khaldei, confirmou.

A fotografia mostra um jovem soldado russo levantando a bandeira soviética sobre Berlim após a derrota do exército alemão. Yevgeny Khaldei estava em Moscou quando o exército soviético invadiu Berlim, mas ele rapidamente foi para a Alemanha sob as ordens de oficiais soviéticos do alto escalão, possivelmente do próprio Josef Stalin. Suas ordens eram para produzir imagens que mostrassem a vitória soviética na Alemanha. Yevgeny chegou a Berlim e inspecionou vários locais, incluindo o Aeroporto Tempelhof e o Portão de Brandenburgo, antes de se estabelecer no edifício do Reichstag. Yevgeny tirou 36 fotos diferentes da cena, que seria usada como propaganda soviética. Curiosamente, uma unidade do exército soviético tinha inicialmente içado sua bandeira sobre o edifício não muito tempo depois que a cidade foi capturada, mas a imagem não foi registrada por nenhum fotógrafo. [Listverse]

Filhote de leão resgatado há 2 anos se recusa a dormir sem o seu cobertor de sempre

Tudo começou há cerca de 2 anos, quando Lambert, um filhote de leão africano preso em cativeiro (de forma ilegal) por uma família do Texas, que o criava como um animal de estimação foi resgatado por uma organização de defesa dos animais, a In-Sync Exotics Wildlife Rescue and Educational Center.

Pequeno, mais próximo de um adorável cachorro do que de um temível leão, o antigo dono tinha comprado Lambert como prenda para os filhos de 2 e 3 anos, que, após assistirem ao filme “Rei Leão“, pediram incessantemente um “Simba” para chamar de seu. Além da ilegalidade do ato, ao fim de 3 meses, a família cansou do animal e foi aí que entrou Vicky Keahey, fundadora da entidade que salvou o leãozinho.

Tínhamos ouvido do dono que Lambert dormia na cama com o avô“, contou Keahey ao site The Dodo. “Então eu arrumei um cobertor para ele, e coloquei-o num canto da cerca. Aí ele se enrolou no cobertor e foi dormir. A partir desse dia, eu dou sempre o cobertor para ele“.

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Agora, Lambert tem 2 anos de idade e continua vivendo na instituição porque não teria capacidade para sobreviver na vida selvagem. No entanto, tem um espaço grande para brincar e se sentir livro, além de outro coberto, que o protege das condições climatéricas, seja temporal ou do calor abrasante. “Ele é igual a qualquer outro leão de 2 anos, ativo e brincalhão, e cheio de atitude“.

Uma história que acaba da melhor forma:

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 Todas as fotos via The Dodo

Os mercados flutuantes da Indonésia são a maneira mais incrível de comprar seu almoço

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Quem visita a ilha de Bornéu, na Indonésia, pode ficar confuso ao ver diversos barquinhos sendo puxados por uma embarcação maior. A cena se repete sempre no início e no final do dia, quando os mercadores vão e voltam do Mercado Flutuante de Lok Baintan.

No local, comerciantes passam o dia comprando e vendendo frutas e legumes em pequenos barcos. Porém, quando chega a hora de voltar para a casa, muitos decidem pegar carona em uma corrente de barcos levada por um barco maior. É que as embarcações menores são usadas apenas para remar, enquanto os outros veículos são motorizados e permitem uma viagem mais confortável, levando até 20 barcos pequenos conectados algumas vezes.

Em uma visita ao mercado, o fotógrafo Fauzan Maududdin, natural da Indonésia, registrou um pouco das belezas deste incrível mercado flutuante, nas imagens que você confere abaixo:

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Todas as fotos © Fauzan Maududdin

Mãe cria ensaio sensível para retratar o amor entre o filho e seus pets

As redes sociais comprovam: quase ninguém resiste a fotos fofas de animais. Elas já nos derretem quando são feitas por amigos, mas essa fotógrafa norte-americana apelou: ela criou uma linda série para registrar a relação de seu filho e seus animais de estimação.

Ana Rosenberg costuma fotografar o amor. Seja em ensaios de bebês, famílias ou casais. E, dessa vez, não precisou ir longe para fazer isso. As imagens abaixo mostram seu filho com a gatinha Lola, que tem “espírito livre e ama aventuras”, e o hamster Mr. Ozzy, que “adora tomatinhos cereja”.

O resultado você confere abaixo – tente não se apaixonar:

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Todas as fotos © Ana Rosenberg