Vídeo mostra o que acontece com a pele de um fumante ao longo dos anos

O BuzzFeed criou, com a ajuda do Doutor Hays, diretor do Centro de Dependência de Nicotina da Clínica Mayo, e um maquiador, um vídeo protagonizado por três voluntários que fumam. O objetivo: mostrar os efeitos físicos provocado pelo cigarro. O resultado da produção foi uma prévia de como cada um deles ficará no futuro.

Tal alerta não cabe somente aos Estados Unidos, que perde aproximadamente 480 mil cidadãos anualmente. Aqui no Brasil as vítimas de doenças causadas pelo tabagismo chegam a 200 milpor ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Assista e reflita:

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Michael é o que fuma com mais frequência dos três voluntários. Ele chega a fumar cerca de dois maços por dia. “É algo que eu eventualmente quero parar, mas é muito mais fácil falar do que fazer”.

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Meredith normalmente fuma três ou quatro cigarros por dia, porém mais frequentemente quando bebe. “Eu tentei parar algumas vezes, duas semanas foi o recorde, mas eu simplesmente acabo comprando um maço novo”.

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Edd fuma de maneira infrequente, geralmente em ocasiões sociais, então aproximadamente um maço por mês. “Eu espero ficar com medo de fumar mais e finalmente ser capaz de parar”, disse ele ao ser questionado sobre o que esperava depois dessa experiência.

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Todas as imagens via BuzzFeed

Corredora profissional posta imagens sinceras e inspiradoras do que aconteceu com seu corpo depois da gestação

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As redes sociais estão povoadas de imagens de como é ser fitness, mãe e de que é sim possível manter a forma e ficar quase sem barriga durante a gravidez. Mas, além de muitas das receitas 

para isso poderem comprometer a saúde de quem as aplica, há ainda outra verdade inconveniente por trás de tanta maternidade-fitness: ela não funciona para todo mundo. Na verdade, não funciona para quase ninguém.

Para acabar com esse estigma de que todo mundo precisa se recuperar de uma gestação da noite para o dia e sair por aí desfilando uma barriga intacta, uma corredora profissional decidiu mostrar fotografias sinceras de como ficou seu corpo após dar à luz duas crianças. A responsável por isso é a atleta Stephanie Rothstein Bruce.

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Ela compartilha sua vida de mãe e corredora profissional através do Instagram, mostrando algumas fotografias que deixam claro os efeitos reais que uma gravidez pode ter sobre o corpo feminino. O sucesso e a identificação é tanto, que ela já tem 22 mil seguidores. “Quando olho para baixo, vejo estrias que vieram para ficar, músculos abdominais que precisam de reforço contínuo, pernas poderosas e pés que estão prontos para voar!”, afirma em uma postagem recente.

 Aos 32 anos, a atleta americana está treinando para as Olimpíadas e pretende fazer parte do time que irá disputar a corrida de 10 000 metros pelos Estados Unidos. Mas ela também é mãe de duas crianças pequenas: de 21 e 6 meses respectivamente – e uma ótima inspiração para quem está saindo de uma gestação.

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Todas as fotos © Stephanie Rothstein Bruce

Conheça a história do homem que arrisca sua vida para salvar cães

Todos os anos na China, cerca de 10 milhões de cães são mortos para que sua carne sirva de comida e há até mesmo animais que são criados especificamente para o abate. A estimativa é da Humane Society International, que ainda lembra que aproximadamente 10 mil cachorros são mortos apenas no festival de carne de cachorro de Yulin. Se isso parece uma loucura, então você precisa ver pelo que passou este homem, que dedica (e arrisca) sua vida para salvar estes cães.

Marc Ching faz parte da Animal Hope & Wellness Foundation, que resgata animais que sofreram maus tratos e busca conseguir uma nova família para eles. O diferencial está justamente em quem são os possíveis adotantes visados pela instituição: pessoas que, assim como os animais, também foram vítimas de abuso e violência.

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O objetivo é propiciar que a relação entre humanos e caninos seja benéfica para ambos: pesquisas apontam que vítimas de abuso ou traumas costumam ter menores índices de ansiedade e estresse pós-traumático quando em contato com animais. Dessa forma, resgatar um cachorrinho que estava destinado à morte certa é também uma maneira de ajudar uma pessoa que passou por situações traumáticas recentemente.

O que Marc não poderia imaginar é que seu trabalho também renderia algumas situações bastante perigosas para sua própria vida. Em suas quatro viagens para a Ásia com o intuito de resgatar animais de abatedouros, ele já quase morreu por três vezes. Algumas de suas experiências incluem ter sido espancado, roubado, baleado e feito refém.

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Ao site The Dodo, Marc contou que em sua primeira viagem à Pequim, na China, ele tentou ir a um matadouro, mas acabou sendo feito refém no local. Apesar da má experiência, ele conseguiu salvar 57 cães. Daí em diante, Marc percebeu que seria preciso mudar de estratégia e contratou um tradutor para assessorá-lo em suas viagens. Hoje, sua abordagem é diferente: ele se faz passar por um comprador para a indústria canina em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde vive atualmente.

Com o disfarce perfeito, ele leva todos os animais que consegue, geralmente os que estão em pior estado, e os redireciona para veterinários locais para que possam melhorar e posteriormente ser destinados à adoção. Mesmo assim, alguns animais são escolhidos para voar aos Estados Unidos com ele – e são estes cães que ganham uma nova vida ao lado de pessoas que foram vítimas de violência, assim como eles.

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Todas as fotos © Marc Ching

A incrível história da publicitária que largou tudo para fazer o Caminho do Chá e construir seu próprio negócio

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Após assistir ao filme Julie e Julia, que conta a história de Julie, uma jovem nova-iorquina que decide começar um blog para fazer todas as ~ 524 ~ receitas do livro de Julia, Daniele Lieuthier, que até então trabalhava como redatora publicitária, percebeu que precisava fazer algo parecido, ou que pelo menos envolvesse a troca dos lápis e papeis por facas e panelas.

Dani, que é natural de Curitiba, conta que era feliz no seu trabalho, mas sentia falta de algo. Como ela mesma diz, faltava um “temperinho”, literalmente. Resolveu então largar seu emprego na agência para trabalhar na cozinha de um café em Curitiba e, em paralelo, começou a fazer jantares temáticos para os amigos com o intuito de juntar dinheiro para fazer um curso de aperfeiçoamento na nova área. Não demorou muito e partiu para a Argentina, onde se formou em Chef Pâtisserie e Boulangerie na Colegio de Cocineros Gato Dumas, uma reconhecida escola de culinária do país.

De volta ao Brasil, Dani começou a trabalhar em um bar descolado da cidade, ao mesmo tempo em que foi estudar Gerenciamento e Gestão de Negócios. Quando terminou, pensou: “já sei o que se passa dentro da cozinha e fora dela”. “E agora? O que faço com todo esse conhecimento?” Foi então que se lembrou das casas de chá que conheceu na Argentina, e se deu conta de que não tinha nenhum negócio parecido na sua cidade.

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Não é na Argentina, mas é no Deserto do Saara, onde Dani aprendeu a servir chá com os berberes.

Mas agora que tinha se decidido pelo produto no qual iria investir, percebeu que faltava um pouco mais de conhecimento sobre esse novo mundo. Não encontrando muitas informações aqui pelo Brasil, resolveu que era hora de partir novamente, agora para percorrer o “Caminho do Chá”, uma viagem que durou 9 meses e passou por 8 países, desde lugares mais requintados na França e Inglaterra, onde chegava a visitar 7 casas de chá ou confeitarias por dia, até plantações na Turquia, China e Tailândia, onde colheu e plantou muitas ervas, além de adquirir ensinamentos e aprender diversas técnicas com 12 mestres de chá.

Durante a viagem, Dani conta que precisou trabalhar para se manter, seja em colheitas de chás nas fazendas, em restaurantes e até mesmo vendendo os chás que ia encontrando pelo caminho para os amigos aqui do Brasil. Hoje Dani tem sua casa de chás em Curitiba, além de ter fundado o primeiro curso de Sommelier de Chá do Brasil!

Abaixo você confere um pouquinho de como foi a viagem inspiradora – e transformada – dessa ex-publicitária:

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“O principal objetivo da viagem foi fazer uma enorme pesquisa de mercado mundial. Fiz o máximo de cursos que pude. Em Londres, passei um dia inteiro com uma das maiores especialistas de chá do Reino Unido, Jane Pettigrew, que tem 13 livros publicados sobre o assunto. Na Turquia e na China, que são os países onde passei mais tempo, fiz cursos de sommelier de chás e aprendi com vários mestres”, conta Dani.

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Tomando com Yan, da tribo Lahu, tradicionais cultivadores de chá da Tailândia.

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Durante a viagem, participei da produção de alguns chás, como este da foto acima, conhecido como Oolong.

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Fábrica de chás em Taiwan.

Todas as fotos © Daniele Lieuthier

Dunas e lagoas na costa do Maranhão

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No litoral do Maranhão, no Nordeste do Brasil, as dunas têm formato de lua crescente e, vistas do céu, lembram lençóis brancos expostos para secar sob o sol em tarde de ventania. É uma terra mágica, onde cardumes de peixes prateados nadam em lagoas que se formam depois das chuvas, pastores conduzem rebanhos de cabras sobre montanhas de areia branca, em caravanas bíblicas, e pescadores saem para enfrentar o mar tempestuoso sob a orientação das estrelas e de fantasmas de velhos naufrágios.

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“A sensação é a de estar numa espécie de mundo paralelo, onde elementos distintos da natureza se encontram, com montanhas de areia e lagoas, rios e oásis de vegetação, tendo o mar como moldura ao fundo”, descreve a analista ambiental Carolina Alvite, ex-diretora do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, uma área de 155 mil hectares demarcada em 1981 para proteger o ecossistema das dunas e a vegetação de restinga no entorno. No coração do deserto, aos olhos de forasteiros entorpecidos pelo verde ou azul intenso das lagoas, a sensação é a de que o mar das Bahamas ou das Maldivas foi, num passe de mágica, transportado para o meio do Saara.

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Este é um deserto onde as miragens são reais.

Há 27 anos, o geógrafo Antônio Cordeiro Feitosa, professor da Universidade Federal do Maranhão, tenta entender a singular dinâmica dos Lençóis, caminhando pelas areias com seus alunos, medindo a direção e a velocidade do vento, a temperatura e a umidade do ar e da superfície do solo.

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As dunas fixas mais antigas, descobriram os pesquisadores, foram formadas até 12 mil anos atrás, e nos contam histórias de oscilações climáticas em que períodos mais secos foram intercalados por outros mais úmidos. “Os Lençóis são, acima de tudo, um palco de processos sedimentares raros e intensos, pelos quais a paisagem é transformada radicalmente por rigorosos ciclos sazonais”, conta Cordeiro.

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Todas as respostas vêm da água. A própria areia vem da água. A marcha de acontecimentos naturais que alimenta o cenário insólito começa quase 100 quilômetros a leste, no delta do rio Parnaíba, cujo leito caudaloso carrega para o mar muita areia e argila desde o interior do continente – outros rios, como o Preguiças, são coadjuvantes no mesmo trabalho.

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Essa massa de sedimentos é depois empurrada por correntes marinhas que fluem no sentido leste-oeste, e a maior parte dela acaba depositada nos 70 quilômetros da orla dos Lençóis, na área do parque nacional.

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Aqui, assim como em uma vasta faixa de costa no norte do Brasil, as marés são altas, vão a 7 ou 8 metros, e desenham praias muito largas e planas. Entra em ação a seguir um vento que sopra sem trégua na direção nordeste, sobretudo na estação seca, entre julho e dezembro, e se encarrega de conduzir a areia de volta ao interior por uma distância de quase 50 quilômetros, esculpindo dunas a perder de vista, cujas maiores podem alcançar 40 metros de altura. Grande parte delas é de um tipo conhecido como barcana, em formato de meia-lua, em que a parte convexa é sempre voltada para o vento.

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Seria um deserto típico, arenoso e estéril, de horizontes amplos e luzes ofuscantes, mas então chove, e muito. A cada ano, entre janeiro e junho, a região recebe cerca de 125 centímetros de chuva, ao passo que, por definição científica, desertos têm precipitações que não superam 25 centímetros por ano. Um subsolo argiloso facilita a retenção da umidade e, em alguns lugares, o desenvolvimento de vegetação perene – há dois oásis habitados no interior dos Lençóis. Quando as areias ficam saturadas, liberam água para o lençol freático. Como a argila não permite a percolação da água para zonas mais profundas, a drenagem ocorre horizontalmente para aflorar em depressões entre as dunas, formando as lagoas.

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Algumas têm mais de 90 metros de comprimento e até 3 metros de profundidade. No início de julho, época em que estão mais cheios, esses corpos d’água chegam a interligar-se entre eles e com alguns rios que avançam pelas dunas, como o Negro. Com isso, os peixes podem migrar para as lagoas, onde se alimentam de outros peixes ou de larvas de insetos depositadas na areia.

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Certas espécies, como a traíra, passam toda a estação seca dormentes na lama, só despertando quando recomeçam as chuvas. Na seca, com a evaporação causada pelo calor equatorial, a água pode baixar 1 metro por mês, até que a maioria das lagoas seca completamente, à espera da volta das águas. “Na verdade, pelos critérios técnicos mais rigorosos, os Lençóis não são uma região desértica”, diz Cordeiro.

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Tal como as dunas e as lagoas, a gente dos Lençóis muda de acordo com a época do ano – além da população dos vilarejos existentes no entorno do campo de dunas, cerca de 90 homens, mulheres e crianças vivem no interior do parque, nos oásis de Queimada dos Britos e Baixa Grande. Na estação seca, os nativos criam galinha, cabra e vaca; cultivam mandioca, feijão e caju; e extraem a fibra de buriti e carnaúba, as palmeiras generosas que brotam nas margens dos alagados.

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Quando chegam as chuvas, a piscosidade das águas aumenta, assim como o plantio se torna mais árduo. Muitos partem para o litoral, onde vivem da pesca em cabanas improvisadas na praia deserta. Ali salgam e secam a carne do camarupim e de outras espécies para intermediários que, depois, vendem o pescado nas cidades.

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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que administra os parques nacionais brasileiros, aplica atualmente uma política de populações tradicionais, uma tentativa de estabelecer diálogo e procurar soluções de interesse comum entre as prioridades dos parques nacionais e as pessoas que vivem dentro das áreas protegidas. “Os nativos são importantes, pois preservam um estilo de vida que também é patrimônio, mas é preciso buscar um caminho que permita que esse modo de vida não ameace a biodiversidade local”, avalia Carolina Alvite.

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