Conheça os grafites da Galeria a Céu Aberto no coração da Zona Leste de SP

Quando se pensa em locais para apreciar o grafite paulistano, as primeiras respostas que vêm à cabeça talvez sejam o túnel da Paulista e o Beco do Batman. São pontos onde a arte transforma a rua já há uns bons anos. Mas tem um lugar mais afastado do Centro que também é imperdível para quem aprecia essa forma de expressão.O nome já diz tudo: Galeria a Céu Aberto. E a localização no mapa aponta para região periférica da Zona Leste de São Paulo, mais precisamente no bairro da Vila Flávia, em São Mateus.

A galeria é fruto do projeto Favela Graffitada, que vem sendo desenvolvido desde 2009 pelas mãos e latas do Grupo OPNI (Objetos Pixadores Não Identificados). A ideia central é grafitar todos os muros, casas e vielas para transformar a vizinhança em uma grande galeria de arte urbana gratuita. E eles estão conseguindo.

Hoje a galeria conta com aproximadamente 200 intervenções de arte urbana em seu perímetro. Já estiveram por lá nomes de destaque na street art brasileira, como Onesto, Binho, Nove,Chivitz, Minhau, Schok, Finok e Ise, mas também artistas internacionais vindo de países como Canadá, Argentina, Chile, Espanha, Bélgica, Japão e Estados Unidos. Onde antes ficavam expostos o reboco e o tijolo das residências, agora vive cheio de cores e desenhos.

A persistência na iniciativa independente e comunitária já começa a receber reconhecimentos oficiais. No início deste ano, o projeto concorreu ao prêmio Governador do Estado de São Paulo para a Cultura” e foi o vencedor do voto popular na categoria Territórios Culturais.

Acesse o site do Grupo OPNI para conhecer suas outras ações e não deixe de ir à Galeria a Céu Aberto para ver tudo isso ao vivo.

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Foto © Pedro Caravaca

Foto destaque © Jhoao H3nr

Antigos romanos de Pompéia tinham “dentes perfeitos”

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No ano 79, o Vesúvio explodiu, soterrando em cinzas as cidades romanas de Pompéia e Herculano. Os cidadãos que morreram no evento deixaram para trás buracos nessas cinzas, lugares que seus corpos ocuparam.

Ao preencher estes buracos de gesso, os arqueólogos modernos conseguiram determinar a posição exata em que estes cidadãos morreram. Dentro das estátuas de gesso, estavam preservados os restos mortais destes cidadãos, incluindo dentes e ossos.


Examinando com tomografia computadorizada 30 indivíduos, um grupo de arqueólogos, antropólogos, radiologistas, especialistas em dentição e engenheiros – liderados por Massimo Osanna – descobriu que eles tinham dentes perfeitos, descontado o desgaste natural.

As imagens abaixo são do escaneamento do corpo de um bebê de 4 anos que foi encontrado com um casal e outra criança, provavelmente seus familiares.
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O estudo tinha por objetivo mapear o estilo de vida, trabalho e classe social dos cidadãos escondidos no gesso, a partir da análise dos ossos e do que mais pudesse ser encontrado. Uma das descobertas é que os ossos estavam danificados por excesso de flúor na água que os romanos bebiam em Pompéia.

Não foi fácil descobrir tudo isso. A densidade do gesso usado para “montar” os corpos era parecida com a densidade dos ossos, mas eles conseguiram separar as duas coisas na tomografia usando técnicas avançadas.
Quanto à razão para os dentes perfeitos, uma dieta com baixo teor de açúcar, rica em frutas e verduras, além da água rica em flúor parecem ter sido a receita para tal sorriso belo, em uma época em que não havia nem escova de dentes, nem creme dental. 

Com mais de 12 mil flores, esse café no Japão fica dentro de uma estufa

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Se você é apaixonado pelo clima da primavera e por flores de todos os tipos, o Japão pode ser um destino perfeito para suas próximas férias. Não se engane: isso não tem nada a ver com o clima do país, onde as temperaturas variam tanto quanto o seu humor na segunda-feira.

O responsável pela eterna primavera é o parque Nabana no Sato, que fica na cidade de Kuwana, na província de Mie. Famoso por sua enorme quantidade de flores, o parque possui uma estufa de begônias com cerca de 12 mil plantas de todas as cores que você puder imaginar.

O diferencial do parque está na cafeteria que ele abriga, onde é possível apreciar um café rodeado por flores, independente da época do ano. No inverno, por exemplo, você pode apreciar uma bebida quente enquanto tenta acreditar que a temperatura externa está razoavelmente agradável. Na cidade, chega a fazer 0 ºC durante o inverno e era mais ou menos essa a temperatura quando as fotos abaixo foram tiradas.

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Todas as fotos © Nádia Sayuri Kaku

10 plantas recomendadas pela NASA para melhorar a qualidade do ar da sua casa

Hoje em dia mesmo aquilo supostamente feito para nosso bem estar pode estar nos fazendo mal, através de químicos que ingerimos direta ou indiretamente. É das comidas, dos remédios e de outros produtos do nosso cotidiano – além, é claro da poluição inclemente que invade nossos pulmões diariamente – que surgem a maioria das nossas alergias e outras doenças ainda mais graves.

Uma ajuda importante no combate a essa intoxicação diária, porém, pode vir de um elemento natural, decorativo e que ainda eleva o espírito de um ambiente e de quem o frequenta. Um estudo levantado ao longo de 15 anos pela NASA comprovou que uma série de plantas possui capacidade de filtrar nosso ar, diminuindo nossa absorvição de gases tóxicos e purificando ambientes fechados.

Separamos algumas das plantas selecionadas pela agência espacial americana para quem quiser limpar um pouco os ares de um ambiente e ainda redecorar e trazer um pouco mais de vida para nossos lares.

1. Espada de São Jorge

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Além de purificarem o ar e produzirem bastante oxigênio durante a noite, as Espadas de São Jorge são consideradas plantas de proteção – ritualisticamente sendo colocadas na entrada das casas. Espécie de planta sagrada para as religiões de matizes africanas, é também conhecida como Espada de Ogum ou Espada de Oxóssi, e limpa o ar contra poluentes como benzeno, metanal (formol), tricloroetileno, xileno e tolueno.

2. Ficus

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O Ficus é especialmente eficiente para filtrar o formaldeído, presente em fumaça de cigarro, espuma, madeiras compensadas, colas adesivas e sacos de supermercado. Prefere luz indireta e é indicado para salas de estar e escritórios – mas precisa de espaço, pois é uma planta que pode crescer por metros e metros!

3. Gérbera

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De flores belas e coloridas, além de alegrar e colorir o ambiente a planta filtra especilamente tóxicos como Tricloroetileno, xilneno e formaldeído. A gerbera precisa de bastante luz e solo levemente umido, mas pode ser utilizada em qualquer ambiente – principalmente em quartos, pois há quem diga que suas flores ajudam a combater a insônia.

4. Jibóia

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Excelente filtro de formaldeído, a Jibóia não precisa de muita luz, o que pode indica-la para ambientes mais fechados, como garagens. É uma planta que absorve e filtra o benzeno, presente em diversos produtos de limpeza – combatendo assim alergias provenientes da utilização desses produtos.

5. Samabaia

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Por ficar pendurada, a Samabaia é uma ótima opção para ambientes pequenos. Espécie de planta de época, muito popular nos anos 1970 e 1980, a Samambaia não precisa de muita luz nem de muita rega, principalmente no inverno. Filtra poluentes como Benzeno, formaldeído e xileno.

6. Hera inglesa

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A Hera inglesa é uma trepadeira, que pode ser pendurada em um suporte, posta sobre a base de uma árvore ou como revestimento. Apreciadora da umidade e de um tanto de frio, a Hera não suporta o solo encharcado. Essa planta funciona como filtro para Benzeno, xileno e formaldeído, além de ser uma decoração versátil e clássica, que ajuda a umedecer qualquer ambiente.

7. Tamareira Anã

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Planta de crescimento lento, a Tamareira Anã, apesar do nome, ironicamente pode chegar a 4 metros de altura. Bastante adaptável a tipos de solo diferentes e resistente ao frio, é especialmente absorvente da fumaça dos carros.

8. Crisantemo

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De origem asiática e uma das plantas mais nobres da China, o Crisântemo era exclusividade da realeza, e sua flor foi utilizada como distintivo oficial do exército. Não suporta sol direto, mas precisa de muita luz para sua saúde – e, para nossa saúde, filtra o o benzeno, o tricloroetileno, xileno, amônia e formaldeído.

9. Dracena

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Também considerada sagrada em culturas de origem africana, a Dracena não precisa de muita água, mas sim de luz. Porém, deve-se evita-la quem possui animais de estimação, pois alguns tipos de Dracena podem ser venenosos se ingeridos.

10. Antúrio

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O antúrio é ideal para cozinha e principalmente para banheiros, por ser uma das plantas mais indicadas para filtrar amônia. Precisa de bastante luz, porém indireta, e funciona também como filtro para os tóxicos liberados pelos produtos de limpeza. Além da cor exuberante, sua flor ainda traz charmosas folhas em formato de coração.

Adivinhe o que estas 13 baleias tinham no estômago quando morreram

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Uma autópsia em 13 baleias cachalote que encalharam perto da cidade de Toenning, em Schleswig-Holstein, Alemanha, encontrou em seus estômagos algo que, infelizmente, cada vez mais faz parte da dieta destes animais: plástico. As baleias provavelmente morreram de insuficiência cardíaca e circulatória devido à fome, no entanto, e não por causa do lixo em seus intestinos.

Ainda assim, o conteúdo do estômago – que inclui uma rede de pesca de 13 metros de comprimento e um pedaço de 70 centímetros de plástico de um carro – são lembretes do impacto ambiental do lixo humano.


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“Estes resultados nos mostram os efeitos de nossa sociedade consumidora de plástico”, afirmou Robert Habeck, ministro do meio-ambiente de Schleswig-Holstein. “Animais inadvertidamente consumem plástico e seus resíduos, o que faz com que eles sofram e, na pior das hipóteses, faz com que morram de fome mesmo com o estômago cheio”.

Todas as baleias eram do sexo masculino, na faixa etária entre 10 e 15 anos, e pesavam cerca de 15 toneladas – um peso baixo, considerando que cachalotes normalmente pesam de 32 a 41 toneladas. Especialistas acreditam que as tempestades no nordeste do Atlântico afetaram a fonte de alimento das baleias no Mar do Norte. Guiadas por seus estômagos famintos, as baleias seguiram as lulas e acabaram encalhando em águas rasas. [I Fucking Love Science]