Série de ilustrações troca animais por pessoas para mostrar como eles se sentem

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A proposta é: imagine um universo paralelo, em que os animais são dominantes e os humanos dominados, e tente (apenas tente!) se colocar na posição deles em várias situações que para nós são absolutamente banais.

Dificilmente alguém vai ao talho pensando no processo pelo qual o animal passou antes de lá chegar, mas é aí que a arte entra e, mais uma vez, faz aquilo em que ela é melhor: levantar reflexões, questionamentos e debates.

A série foi compilada pelo site Bored Panda e algumas das imagens podem chocar leitores mais sensíveis. Avisado que está, siga com cuidado e de mente aberta:

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Foto © Christopher Golebiowski

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Foto © Nacho Diaz

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Foto © Eric Decetis

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Foto © Christopher Golebiowski

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Foto © Reprodução/Autoria Desconhecida

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“Ajuda! Ajuda! Ajuda!”

“Se ele está cantando, é porque ‘tá feliz!”

Foto © Dan Piraro

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“Eu odeio a forma como ele grita quando você o coloca para ferver!”

“Não são gritos… é só o ar saindo!”

Foto © DrBonerman

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Foto © Vin Paneccasio

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Foto © Larry Torro

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Foto © Adrian Viera

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Foto © Larry Torro

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Foto © Larry Torro

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Foto © Vin Paneccasio

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Foto © kiddhe

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Foto © Vin Paneccasio [via]

Professor usa mesma roupa no álbum de fotos da escola por 40 anos

Camisa creme, colarinhos altos e colete castanho. Foi assim durante 40 anos. O professor de ginástica Dale Irby, já aposentado, vestiu exatamente a mesma roupa no primeiro dia de cada um dos 40 anos letivos passados na escola Prestonwood, Estados Unidos. Agora ele virou celebridade na internet.

Tudo começou por acaso – em 1974, quando tirava a habitual fotografia de início de ano, o professor percebeu que estava vestindo a mesma roupa do ano anterior. Então ele decidiu fazer disso uma tradição – assim, entre 1973 e 2012, ele vestiu essa mesma roupa no primeiro dia de escola.

Veja como ele, além da roupa, mantém o bigode e os óculos ao longo dos anos, variando as formas conforme a moda e a idade.

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 Designer transforma frases de término em bolos criativos para superar o fim do seu próprio namoro

 

Isabella Giancarlo, uma designer do Brooklyn, EUA, encontrou uma maneira divertida – e bem doce! – de superar o fim de um relacionamento. Ela criou o projeto Eat Your Heart Out (“Coma Seu Coração”, em tradução livre), onde transforma aquelas frases típicas de um rompimento em deliciosos doces como tortas, cupcakes e bolos.

A designer conta que teve a ideia do projeto depois que o término veio acompanhado da perda de apetite. “Como eu poderia adoçar palavras que me tiraram a fome?”, pensou Isabella. 

Reuniu então a sua dor com a de alguns amigos e começou a produção dos doces, utilizando frases que os incomodavam também. Segundo a designer, seu objetivo com o projeto é permitir que as pessoas se relacionem com seus sentimentos de uma maneira completamente nova e, claro, um pouco mais doce!

Vem ver:

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“Eu sinto muito.”
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“Eu queria ter te conhecido daqui a um ano.”
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“Nosso amor perdeu o brilho.”
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“Eu vejo você mais como uma irmã.”
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“Nós ainda podemos ser amigos.”
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“Eu não posso fazer isso.”

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“Nós tentamos.”
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“Eu não acho que eu realmente tenha te amado.”
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“Não podemos dizer que não tentamos.”
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“Vai te f*der.”
Todas as fotos © Isabella Giancarlo


O terreno abandonado no centro de Curitiba que virou praça pelas mãos da própria comunidade

No fim de 2013, um terreno abandonado em uma esquina do centro de Curitiba viu seu destino mudar totalmente quando chamou a atenção de um grupo que passava pelo local.

O tal grupo, formado por ciclistas da ONG CicloIguaçu, cuja sede fica próxima ao local, ficou intrigado com o lugar, e resolveu investigar quem era o dono do terreno baldio. Depois de muita procura e um pouco de paciência, eles descobriram que pertencia a Prefeitura (nem a própria Prefeitura sabia disso!). Tiveram então a incrível ideia de transformá-lo em uma praça pública para que toda a comunidade pudesse usufruir daquele espaço até então perdido no meio do caos da cidade.

“Descobrimos que aquele terreno era da prefeitura, fomos lá e pedimos pra eles uma praça no local. O projeto arquitetônico foi feito em parceria com um arquiteto amigo nosso e o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, o IPPUC.”, conta Yasmim, uma das idealizadoras do projeto.

Mas, segundo o presidente do IPPUC, Sérgio Póvoa Pires, para construir no local seria preciso abrir uma licitação, algo burocrático e demorado. Foi então que, em busca de uma alternativa para viabilizar a praça, resolveram doar o espaço para a comunidade, revitalizando assim o centro da cidade de um jeito inusitado.

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A prefeitura doou o terreno, forneceu a terraplanagem e todos os materiais necessários. A construção da área de 127m² ficou por conta de voluntários que, por três meses, trabalharam debaixo de sol e de chuva contribuindo cada um da sua maneira para que a Praça de Bolso do Ciclista saísse do papel.

Pelo menos 200 pessoas ajudaram na obra. “Enquanto arrumávamos o espaço, as pessoas que passavam pela rua também se solidarizavam e acabavam dando sua contribuição. Rolou até comida e cerveja!”, disse o coordenador da ONG, Vinícius Brand.

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Hoje, a praça virou referência na cidade, sendo palco de várias intervenções artísticas locais e nacionais, já tendo sediado shows, peças de teatro, filmes ao ar livre e até uma feira de orgânicos, além de ser um local de encontro entre amigos no fim de semana.

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Um belo exemplo de ocupação do espaço público, feito de forma pacífica através de uma parceria Estado/Comunidade, simbolizando a transformação da cidade através de seus próprios atores!

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Todas as fotos © Reprodução Facebook Praça de Bolso do Ciclista e Maurício Cheli

Série de ilustrações mostra as transformações (e o legado!) de Prince através de suas cabeleiras

Que Prince foi um gênio da música, um personagem inspirador, irreverente e um profundo agitador do establishment todos sabemos (mas falamos mais sobre isso em nosso especial dedicado à sua vida e obra). Ao longo de 35 anos de uma carreira cheia, o artista soube sempre se reinventar, tocando diversos instrumentos, cantando, produzindo, atuando e dirigindo como poucos, mudando sua identidade e, claro, usando a roupa e o visual como uma fiel vitrine de sua obra camaleônica.

As várias cabeleiras que foi usando são imagens de marca, que vão muito além da questão estética. Elas são a afirmação de uma forma de estar na vida, onde o questionamento foi sempre uma constante e onde as modas contaram muito menos do que as ideias.

Gary Card, artista e designer, decidiu recriar (antes da morte ontem anunciada, diga-se) as várias transformações visuais de Prince entre 1978 e 2013. O resultado é uma prova de que Prince pode não ter seguido as modas, mas foi responsável por criá-las. E que, apesar de desde ontem, 21 de abril de 2016, ter deixado o mundo dos vivos, sua personalidade e legado servirão de inspiração para várias gerações de músicos e artistas.

Dá uma olhada:

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Tudo resumido na imagem e no GIF abaixo. Porém, a única coisa impossível de resumir é a obra de um artista singular, que da lei da morte se libertou.

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Todas as imagens © Gary Card

                                   GALERIA DE FOTOS

 

 
 

Artista usa 50 mil lâmpadas solares para criar iluminação mágica em deserto australiano

Bruce Munro, artista britânico conhecido por suas grandiosas instalações que trabalham com a luz, desembarcou sua maior obra já criada em Uluru, no deserto australiano.

Intitulada “Field of Light”, a instalação é feita de 50 mil lâmpadas que mudam de cor, todas trazidas do Reino Unido e movidas a energia solar. O trabalho, que é o maior com luzes feito até hoje e tem o tamanho equivalente a quatro campos de futebol, foi concebido pelo artista em 1992, quando fazia uma viagem de carro pela Austrália e se encantou com a energia, o calor e o brilho especial da paisagem do deserto.

Mas, voltando para o seu país, Bruce acabou trabalhando em outra área por um tempo até que, 12 anos mais tarde, criou a primeira instalação de luzes em um campo atrás de sua casa, e, desde então, já levou Fields of Light a vários locais do mundo todo, como Estados Unidos, Inglaterra, México, e agora Austrália.

“Eu queria criar um campo iluminado com hastes que, como a semente dormente em um deserto seco, calmamente esperaria até a escuridão cair, sob um cobertor de estrelas, para florescer com ritmos suaves de luz“, disse poeticamente o artista.

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Como uma cidade vista da janela do avião

As obras de Munro fazem referência à sua própria experiência como um pequeno elemento do padrão mais amplo da vida, e empregam a luz de uma maneira que acaba mexendo com o emocional do público.

Fields of Light é o resultado do trabalho de 40 pessoas durante 6 semanas e, segundo o artista, pode tanto lembrar a vista da janela do avião durante a noite, como um vasto e brilhante recife de corais. É uma arte para ser sentida, em vez de apenas visualizada.

Mas, como não é todo dia que pegamos um avião até a Austrália, ficamos com as incríveis imagens feitas de instalação, que são um verdadeiro deleite para os olhos:

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Aqui as luzes criam um formato ramificado, lembrando neurônios.

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E algumas imagens feitas da instalação durante sua passagem pelos Estados Unidos e Reino Unido:

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A instalação fica em Uluru até março de 2017, e todo o lucro será revertido para beneficiar a comunidade local. Bem que a próxima parada podia ser aqui no Brasil!

Todas as imagens © Bruce Munro