Surfistas ouvem choro de bebê baleia e passam 6 horas em missão de salvamento tocante

Quarta-feira passada, um casal de surfistas locais em uma praia na Costa Rica estava prestes a cair no mar quando viu um pedaço de alguma coisa na água. Mauricio Camarena e seus amigos se aproximaram do objeto não identificável e viram que era um bebê de baleia encalhado pedindo por ajuda.

Camareno conta que ele estava muito fraco e não conseguia se manter na água.  Os homens carregavam o filhote de baleia de volta para o mar aberto, mas ele estava exausto demais para nadar. Eles ficaram com o animal por mais de 6 horas, auxiliando para que ele pudesse respirar. Além disso, derramaram água sobre ele para protegê-lo do calor.

Quando finalmente ele estava forte de novo, os homens guiaram o filhote para as águas mais profundas e ele nadou em busca de sua família perdida.

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Todas as fotos via The Dodo

8 coisas sinistras que os nazistas fizeram com os presos dos campos de concentração

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As atrocidades cometidas pelos nazistas são bem conhecidas, muito embora tenham havido tentativas de encobrir ou negar o Holocausto. Mas, se você pensa que já ouviu tudo de absurdo que possa ter sido cometido contra judeus e outras minorias naquela época, é com tristeza que venho te avisar que você está provavelmente errado.
 

8. Sonderkommando

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Simplificando, um Sonderkommando era alguém encarregado de eliminar os mortos. Suas funções mais terríveis incluíam arrancar os dentes de ouro dos corpos e varrer as cinzas dos cadáveres. Essas pessoas eram presos. Sua miséria era agravada pelo fato de que eram considerados “Geheimnisträger” (mantedores de segredos) e, como tal, eram demasiado perigosos para ser mantidos vivos por muito tempo. Logo, eram mortos e substituídos a cada poucos meses, sem aviso prévio. O primeiro dever de um novo Sonderkommando era muitas vezes descartar o corpo da pessoa que substituíram.

7. Os trens da morte

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Mover milhares de pessoas para os campos de concentração não era uma tarefa fácil e exigiu uma das aplicações mais repugnantemente eficientes do transporte de massa – no caso, trens. Embora cada trem fosse capaz de acomodar “confortavelmente” 50 passageiros, não era incomum ver carros cheios com mais de 200. Os passageiros não recebiam comida, água ou proteção contra o clima durante a viagem, e portanto não era incomum que as pessoas morressem só de fazer o trajeto. Quando um trem chegou em um acampamento de Corfu, os nazistas encontraram todos lá dentro já mortos. A viagem tinha levado 18 dias.
Como se o envio de milhares de pessoas para suas quase certas mortes já não fosse ruim o suficiente, os nazistas também cobravam as pessoas por esse privilégio. Para ser enviado para um campo de extermínio, um judeu tinha que pagar uma taxa, uma tarifa padrão. Os nazistas não eram monstros completos, no entanto, já que crianças menores de quatro anos de idade eram isentas.

6. Tortura musical

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Os nazistas eram verdadeiramente sádicos quando se tratava de tortura psicológica, tendo sido capazes até de transformar a música em uma arma de produzir miséria. No momento em que um preso chegava ao campo de concentração, uma orquestra (geralmente composta de outros prisioneiros) tocava uma música obscenamente otimista que todos tinham de cantar e marchar junto, enquanto caminhavam para a sua morte. A música continuava mesmo quando as pessoas estavam sendo gaseadas, e nem o som mais alto conseguia abafar os gritos. A culpa de fazer isso assombrou sobreviventes por décadas após a guerra.

5. O sabão com a gordura dos mortos

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É um mito bem repetido que os nazistas fizeram os judeus usarem sabão feito a partir da gordura de vítimas anteriores do Holocausto. De fato, eles chegaram a fazer sabão usando restos mortais, mas não existe nenhuma evidência conclusiva que apoie a reivindicação de que eles fizeram seus prisioneiros usarem esse sabão. Isso, é claro, não impediu que os nazistas contassem aos presos essa história como se fosse verdade. Era mais uma tática para torturar e intimidar os prisioneiros, uma vez que tudo nos campos de concentração tinha que ter o lembrete constante da morte pairando sobre ele.

4. Bloco 13 e celas escuras

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Nem todos mortos nos campos de concentração tiveram a “sorte” e misericórdia relativa de um extermínio rápido; alguns foram simplesmente obrigados a ficar em um quarto sem comida ou água até perecerem. Às vezes usado como um método de tortura e às vezes usado simplesmente para enviar uma mensagem, o “bloco 13” de Auschwitz tornou-se sinônimo de um adeus certo, já que qualquer pessoa que conseguia sobreviver à inanição era invariavelmente assassinada de outra forma. Pior ainda eram as chamadas “celas escuras”, que não continham nenhuma luz e eram tão hermeticamente fechadas que os ocupantes não tinham escolha a não ser sufocar lentamente conforme respiravam o pouco oxigênio que havia no local.

3. Fome

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As rações alimentares diárias de um prisioneiro médio eram escassas na melhor das hipóteses – pão feito de serragem, salsicha feita de cavalos sarnentos, e chá feito de ervas daninhas eram a norma para muitos. Esta falta de nutrição adequada levou a, entre outras coisas, os presos roubarem a comida dos mortos e, em casos mais extremos de fome, a recorrerem a comida apodrecida pega no lixo.

2. Desidratação

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Os nazistas realizaram muitos experimentos nos presos de vários campos, um dos quais foi para avaliar os danos de beber água do mar. O Dr. Hans Eppinger forçou aproximadamente 90 prisioneiros ciganos a beber nada além de água do mar apenas para ver o que aconteceria. Desidratação grave foi a resposta. Segundo relatos, os presos supostamente chegaram a lamber o chão depois de eles terem sido lavados para tentar obter nem que fosse uma única gota de água doce.

1. Experimentações humanas

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Falando em experimentos, brincar com a vida de seres humanos não era apenas comum nos campos de concentração; era algo de fato encorajado. O verdadeiro escopo das coisas que os nazistas fizeram com seus prisioneiros provavelmente nunca será totalmente descoberto, devido à destruição da maior parte dos registros. No entanto, sabe-se que muitas pessoas foram submersas em água gelada para observar os efeitos da hipotermia, injetadas com produtos químicos e venenos para testar a sua eficácia, esterilizadas, vivissecadas e operadas sem anestesia, só para mencionar algumas das crueldades cometidas. [Listverse]

Noiva se casa em hospital no DF para que mãe com doença avançada possa participar da cerimônia

Quando alguém planeja um casamento, o lugar da cerimônia é sempre uma das primeiras coisas a ser pensada: vai ser na igreja, numa casa de festas badaladíssima, na praia…? As opções são muitas, mas quase ninguém pensa em se casar num hospital. Mesmo assim, foi exatamente isso que Fabiana Saraiva Guimarães de Araújo e Frederico Flor Silva de Araújo fizeram.

Os dois planejavam o casamento há quatro meses e, como a mãe da noiva estava gravemente doente, haviam realizado todos os preparativos em tempo recorde para que ela pudesse estar presente. Porém, uma semana antes da cerimônia, Fabiana soube que sua mãe não poderia sair do hospital para comparecer ao evento. “Por alguns instantes, todo o nosso sonho foi desfeito. Afinal, não teríamos a presença da Dona Angela, minha sogra e minha mãe de coração, uma pessoa insubstituível e amada por nós dois”, explica Frederico, o noivo.

Mas, ao invés de cancelar a festa, o casal encontrou uma maneira criativa e inspiradora de fazer com que Dona Angela, mãe da noiva, pudesse estar presente. “Foi quando decidimos tentar mudar o local da cerimônia religiosa para o próprio hospital”, conta Frederico.

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Para surpresa dos dois, a diretoria do Hospital Brasília, no Distrito Federal, onde Dona Angela estava internada, topou a ideia e deu permissão para que o casamento fosse realizado no local, com um número reduzido de convidados. Assim, no dia 16 de abril, a cerimônia aconteceu contando com a presença de 30 pessoas no jardim do hospital.

Nosso casamento foi celebrado em um lugar lindo. Minha mãe acompanhou e participou de cada momento da cerimônia, emocionando até mesmo o padre celebrante”, lembra Fabiana.

Dá uma olhada nas fotos dessa cerimônia inspiradora:

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Todas as fotos © Thiago Galleone / Galleone Fotografia

 

Casal cria série fotográfica adorável para mostrar que um cão também é um membro da família

Depois de decidirem ter um cãozinho como membro da família, o casal Jan e Chase Renegar, fotógrafos profissionais, fez um álbum de fotos para retratar seu amor incondicional pelo bichinho de estimação.

Fotografados por Jamie Clauss, profissional especializada em imagens de bebês, o casal é retratado com o cão como se fosse um neném, colocado em situações cotidianas de uma família com filho. O resultado é um álbum de família divertido e gracioso que simboliza o amor e a chegada de um novo membro ao clã.

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Todas as fotos © Jamie Clauss

UPDATE: Desafiamos nossos leitores a compartilhar com a gente as fotos de seus familiares de quatro patas e a reação foi tão positiva que não poderíamos deixar de mostrar como esse amor é universal e incondicional. Infelizmente, não podemos publicar todas as fotos que recebemos, visto que foram centenas, mas agradecemos a cada pessoa que tirou um pouco do seu dia para compartilhar esses momentos com a gente.

Abaixo algumas imagens que recebemos dos leitores:

Weber Ribeiro

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Bruno Carvalho

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Bárbara Guerreiro

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André Luiz Pina

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Carol Astorga

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Ana Paula Bittencourt

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Brícia Moraes

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Cleo Leal

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Cora Pett

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Fernanda Kuzma

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Fernanda Lenhard

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Jéssika Batista

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Renata Danin

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Mariana Cano

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Karen Drago

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Rosa Lepine

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Jéssica Rocha

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Graciela Oliveira

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Dayse Cintra

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Anna Sallé

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Carolina Pohlmann

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Carla Baluz

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Natália Matos Raimundo

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Mayanne França

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Silvia Zamora

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Fotógrafa brasileira ‘se transforma’ nas mulheres que a inspiram e que ela gostaria de ser

Crianças gostam de imaginar como seria se elas fossem seus super-heróis favoritos. A fotógrafa Mariana Ser criou uma série parecida com isso, mas com uma diferença: suas heroínas são reais.

O projeto “As mulheres que eu gostaria de ser” teve início com uma foto de Mariana vestida de Frida Kahlo. A imagem, publicada no Facebook, fez sucesso, e os comentários incentivaram a fotógrafa a ir além. Em entrevista ao Arte * Risco, ela conta que passou a pensar em mulheres interessantes e admiráveis, e que tem tido a ajuda de amigos para planejar novas fotografias. O legal é que Mariana cria as personagens e as fotos em casa, com poucos recursos (apenas um pouquinho de Photoshop).

Mariana diz ainda que “a maioria das mulheres escolhidas para o projeto tiveram vidas duríssimas, histórias de superação”. Por isso, o projeto é uma oportunidade também de apresentar algumas mulheres que nem todo mundo conhece.

Olha só que legal:


Frida Kahlo, pintora


Carolina de Jesus, escritora

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Sónia Braga, atriz


Leila Diniz, atriz


Betty Davis, cantora


Elza Soares, cantora


Pagu, escritora


Marta, jogadora de futebol


Clarice Lispector, escritora


Elis Regina, cantora


Nina Simone, cantora

Todas as imagens © Mariana Ser

O primeiro dog café nos EUA é a coisa mais encantadora que você já viu

Ama café – e cachorros? Conheça um lugar mágico: o dog café! Inaugurado em Los Angeles, este estabelecimento cobra US$ 10 a entrada oferecendo aos clientes chá e café enquanto eles brincam com filhotinhos.E sabe qual é a parte mais fofa dessa história? Todos estão disponíveis para adoção!

Os dogs são resgatados de abrigos próximos e os que chegam no café primeiro são os que já estão abandonados a mais tempo. Além disso, aqueles que estão próximos da eutanásia também chegam primeiro.

Não é incrível?!

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Todas as fotos: Divulgação