Fotos de 20 animais da Caatinga

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Caatinga significa mata branca em tupi, uma referência à vegetação sem folhas que predomina na temporada de seca. As plantas que vivem aqui tiveram que se adaptar às condições áridas desse ecossistema. Muitas armazenam água, como os cactos, enquanto outras possuem raízes espalhadas pela superfície do solo para absorver o máximo de água. É difícil entender como algum animal pode sobreviver nessas condições.

Mas o período das chuvas, no início do ano, modifica totalmente a paisagem. O verde volta à copa das árvores e as flores colorem a Caatinga, que deixa de ser a mata branca por um breve período. Os bichos conseguem alimento com uma maior facilidade e começam a engordar para enfrentar a seca que virá logo em seguida.

É o ecossistema menos estudado do Brasil, mas, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), 80% de seus habitats originais já foram alterados, 62% das áreas que podem se tornar desertos no país estão em zonas originalmente ocupadas pela Caatinga e menos de 1,5% do bioma se encontra em áreas de proteção integral (como Parques, Reservas Biológicas e Estações Ecológicas). O desmatamento – para a formação de pastos ou para a produção de lenha e carvão – é a principal ameaça.

Mesmo assim, os dados do MMA indicam uma grande biodiversidade. São 932 espécies de plantas, 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios e 241 de peixes, muitas delas endêmicas (ocorrem somente na Caatinga). Para garantir a preservação desse ecossistema é preciso ampliar as medidas de proteção ambiental e promover alternativas para o uso sustentável de seus recursos.Veja abiaxo:

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Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)

Observada pela primeira vez na natureza pelo biólogo alemão Helmut Sick no final da década de 1970, a arara-azul-de-lear é encontrada somente naCaatinga, no nordeste da Bahia, onde se alimenta principalmente das sementes da palmeira licuri. A espécie é classificada como ameaçada de extinçãopela lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês). O tráfico de animais, o desmatamento para a criação de pastos e o abate  por fazendeiros que querem defender suas plantações do apetite das aves são as principais ameaças.

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Tatu-bola (Tolypeutes tricinctus)

Quando o tatu-bola se sente ameaçado curva as costas, coloca a cauda ao lado da cabeça e se fecha em uma esfera de proteção. Seria difícil achar melhor mascote para a Copa do Mundo de 2014 do que um bicho que se transforma em bola e só existe no Brasil. A ONG Associação Caatinga, responsável pela campanha da mascote, espera chamar a atenção para o animal – considerado vulnerável pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês) – e, a partir daí, conseguir mais apoio para preservar o habitat em que vive. Com isso, outras espécies doCerrado e da Caatinga seriam beneficiadas.

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Soldadinho-do-araripe (Antilophia bokermanni)

O soldadinho-do-araripe vive na Caatinga. É a ave mais ameaçada da família dos dançarinos (Pipridae), aves que se alimentam basicamente de frutos e possuem uma corte muito elaborada. Os machos exibem cores vistosas enquanto as fêmeas possuem cores discretas. O desmatamento para a plantação de monoculturas e criação de gado e o crescimento urbano desordenado são os principais problemas enfrentados pela espécie que se encontracriticamente ameaçada de extinção segundo a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

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Macaco-prego (Cebus libidinosus)

Os macacos-prego receberam seu nome devido ao formato do pênis dos machos. São os únicos macacos das Américas capazes de utilizar ferramentas para facilitar a exploração de recursos. A espécie encontrada na Caatinga utiliza pedras para quebrar coquinhos e comer as sementes.

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Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)

A última ararinha-azul que pintou o céu da Caatinga foi avistada no ano 2000. A espécie é considerada criticamente ameaçada (possivelmente extinta na natureza) pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês). Hoje restam cerca de 60 indivíduos espalhados em zoológicos e coleções particulares, a maioria fora do Brasil. Programas de reprodução em cativeiro e reintrodução da espécie ao habitat natural tentam salvar a ave da extinção completa.

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Corrupião (Icterus jamacaii)

Também conhecido como sofrê, o corrupião é uma das aves mais bonitas do Nordeste. Ele é capaz de imitar o canto de outras aves e chega a roubar o ninho de outras espécies. Xéxeu, bem-te-vi e joão-de-barro estão na lista de passarinhos que podem ser assaltados. É encontrado na Caatinga, onde procura por frutos e pelo doce néctar das flores.

 Onça-parda (Puma concolor)

Onça-parda (Puma concolor)

Suçuarana, leão da montanha, puma, cougar… A lista de nomes da onça-parda é longa. É encontrada das montanhas Rochosas, no Canadá, até o sul da Patagônia chilena, dos picos nevados dos Andes até florestas brancas da Caatinga, das planícies do Pantanal até a Floresta Amazônica. Devido à sua distribuição extensa, o felino acabou recebendo vários nomes populares em línguas diferentes.

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Rapazinho dos velhos (Nystalus maculatus)

O rapazinho-dos-velhos fica pousado em galhos esperando por insetos e pequenos vertebrados. Também é conhecido como joão-bobo, nome adquirido devido ao seu comportamento: quando um possível predador está por perto a ave fica imóvel e conta com sua camuflagem para escapar do perigo. Apesar de ser uma boa técnica, já que é muito mais fácil ver um animal se movendo, as pessoas o chamam de bobo porque a ave fica parada quando alguém se aproxima.

 Mão-pelada (Procyon cancrivorus)

Mão-pelada (Procyon cancrivorus)

Batizado devido à falta de pelos nas mãos, o mão-pelada, também conhecido como guaxinim, é um animal solitário de hábitos noturnos. Existem poucos estudos sobre a espécie, mas sabe-se é extremamente adaptável e oportunista e, por isso, é encontrado em todos os biomas do Brasil (geralmente próximos a cursos d’água). Alimenta-se de caranguejos, moluscos, peixes, sapos insetos e frutas, lavados antes de comer.

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Calango-de-cauda-verde (Ameivula venetacaudus)

Encontrado somente na Caatinga do Piauí, o calango-de-cauda-verde procura por insetos escondidos sob o folhiço.

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Gralha-cancã (Cyanocorax cyanopogon)

Presente na Caatinga e no Cerrado, a gralha-cancã consegue imitar o canto de outras aves. Ela se alimenta de cupins, carniça e frutos, principalmente o mandacaru.

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Sagui-de-tufos-brancos (Callithrix jacchus)

Um dos primatas mais conhecidos do Brasil, o sagui-de-tufos-brancos habitava a Caatinga originalmente. Porém a espécie se adapta muito bem a áreas degradadas e se espalhou por outras regiões do país. Os primatas vivem em grupos de até seis indivíduos liderados pela fêmea mais velha e se alimentam de insetos, aranhas, ovos, filhotes de aves, lagartos e seiva de algumas árvores.

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Periquito-da-caatinga (Aratinga cactorum)

Encontrado na Caatinga e no Cerrado da região nordeste, o periquito-da-caatinga se alimenta de sementes, frutos e flores – especialmente de cactos.

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Cachorro-do-mato (Cerdocyon thous)

O cachorro-do-mato, também conhecido como lobinho, é um mamífero comum no Brasil. Normalmente é encontrado aos pares, vagando pelos campos da Caatinga a procura de frutas e pequenos animais.

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Azulão (Cyanocompsa brissonii)

O azulão tem uma ampla distribuição no Brasil e é encontrado em todos os biomas do país, inclusive na Caatinga. O sexo dos animais pode ser identificado pela cor: o macho é azulado (foto) e a fêmea é marrom.

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Preguiça-de-chifres (Stenocercus squarrosus)

A preguiça-de-chifres é um lagarto encontrado somente na Caatinga do Piauí. O animal prefere ambientes densos, em meio a galhos secos, onde a camuflagem o torna praticamente invisível.

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Águia-chilena (Geranoaetus melanoleucus)

A águia-chilena é encontrada em campos abertos e montanhas, onde procura por aves, cobras e pequenos mamíferos. Apesar do nome, pode ser encontrada em vários países da América do Sul, incluindo o Brasil.

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Gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris)

Encontrado em uma grande variedade de habitats , o gambá-de-orelha-branca também é conhecido como saruê, seriguê, micurê, entre outros, dependendo da região do Brasil. Na Caatinga são encontrados em zonas de vegetação espinhosa e em áreas perturbadas (é comum abrigarem-se no forro das casas). Os gambás possuem glândulas odoríferas que liberam um cheiro muito ruim e servem como defesa. Em último caso, o animal se finge de morto na esperança de que o predador perca o interesse.

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Carcará (Caracara plancus)

Ao contrário do que diz a música de João do Vale: “Pega, mata e come“,  o carcará prefere se alimentar de carniça. Mas também caça pequenos insetos e vertebrados na Caatinga e nos demais biomas brasileiros.

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Perereca-de-capacete (Corythomantis greeningi)

Com glândulas urticárias de veneno ao redor de todo o corpo, a perereca-de-capacete é encontrada somente na Caatinga, onde se reproduz em cachoeiras e riachos temporários. Fonte: viajeaqui

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Fotógrafo grava vídeo com dicas para você tirar fotos ao melhor estilo National Geographic

Bob Holmes tem mais de 35 anos de experiência fotografando viagens. Seu trabalho foi frequentemente publicado em revistas como National Geographic, LIFE e Time. Ele também é o maior ganhador do prêmio de Fotógrafo de Viagens do Ano, com 4 conquistas. Pouca gente no mundo manja mais do assunto que ele.

Bob participou de um vídeo feito pelo canal Advancing Your Photography (“Melhorando Sua Fotografia”, em tradução livre), e deu algumas dicas para que fotógrafos amadores e profissionais possam se aproximar de seu olhar diferenciado.

Segundo Bob, a fotografia não é sobre o fotógrafo, e sim sobre o fotografado. Ele diz que o uso de cores fortes faz parte de seu estilo, e garante que é preciso se preparar bastante para tirar grandes fotos.

Confira as dicas de Bob no vídeo, em inglês, ou resumidas abaixo:

Você precisa conhecer muito bem sua câmera para não precisar pensar nela na hora de fotografar. Se concentrar no equipamento tira o foco do objeto a ser fotografado.

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Exercite seu olhar. É preciso educá-lo a partir do conhecimento da pintura, e Bob destaca os pintores do século XX.

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É preciso pontuar. Foque em captar os detalhes que contextualizam a imagem – no caso do exemplo, o bailarino em um movimento que deixa claro o que ele está fazendo.

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Siga as regras, mas não deixe de improvisar. Seguir a Regra dos Terços ou a Proporção Áurea (lembre Steve McCurry de novo) o tempo todo pode deixar suas fotos padronizadas, chatas. Adicione seu toque pessoal quando possível.

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Busque cores fortes e ângulos que destaquem a geometria.

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Você é responsável por cada elemento na imagem. Se alguma coisa está lá e não deveria, a culpa é sua.

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Se envolva. Para tirar as melhores fotografias, é preciso se concentrar 100% no objeto da foto.

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Tenha paciência. É preciso estar disposto a ficar algum tempo esperando pelo momento ideal para tirar a foto perfeita.

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Todas as fotos © Bob Holmes

Líder feminina no Malawi anula 850 casamentos infantis e envia meninas de volta para a escola

Theresa Kachindamoto, supervisora de um distrito em Malawi, país da África, se destaca como uma líder feminista ajudando mulheres e garotas de sua comunidade. Nos últimos 3 anos, ela já anulou mais de 850 casamentos forçados, colocou meninas na escola e começou uma luta para abolir rituais que iniciam crianças sexualmente.
Mais da metade das mulheres em Malawi acabam se casando antes dos 18 anos. Além disso, o país ainda conta com um baixo Índice de Desenvolvimento Humano. É por essas e outras que o trabalho de Kachindamoto é tão importante.
Ela já trabalha na área há 27 anos e ainda assim não para de conquistar vitórias para sua sociedade. Foi só no ano passado que ela conseguiu instituir a maioridade de 18 para casamentos (mesmo com assinatura dos pais). É comum meninas de 12 anos grávidas por conta disso. E agora ela briga para que essa idade seja elevada para os 21 anos.
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Por ser uma região muito pobre, é grande a incidência de famílias que arranjam casamentos para meninas a fim de aliviarem os gastos da casa, deixando as despesas para o futuro marido. E as consequências de comportamentos como esses que diminuem a voz feminina na sociedade são drásticas. Uma em cada cinco mulheres são vítimas de abuso sexual. O que é extremamente preocupante, uma vez que os índices de HIV só crescem no país. 
Por conta de sua conduta e postura, Theresa já foi até ameaçada de morte por outros políticos que são contra suas políticas públicas. Mas ela rebate e diz que continuará lutando até morte. E deixa uma mensagem quando entrevistada: “se elas forem educadas, podem ser o que quiserem”. Ou seja, até esposas e mães. Mas se elas quiserem.
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Fotos via Al Jazeera

Rústicas, aconchegantes e integradas ao ambiente, as casas norueguesas são um bom motivo para visitar o país

Há pouco tempo, o mundo inteiro parece ter descoberto que os telhados verdes são uma boa alternativa para controlar a temperatura dos ambientes, bem como plantar alimentos em espaços reduzidos – e ainda por cima adicionam um charme extra à construção. O que talvez você não saiba é que a prática é comum na Noruega há séculos.

No país, alguns telhados misturam flores com a grama deixando um aspecto incrível e complementam o ar de conto de fadas do país. Durante a época dos vikings e a Idade Média, a maioria das residências norueguesas tinha telhados cobertos de relva e a técnica continuou a se expandir até o começo do século 18. No século 19, muitos lugares passaram a ter telhados comuns no país, embora no interior ainda seja possível encontrar algumas destas tradicionais construções.

Recentemente, com a escalada da arquitetura sustentável, a Scandinavian Green Roof Association oferece um prêmio anual aos melhores telhados verdes da região, garantindo que a técnica não se extingua. Quem concorda que estes lugares parecem perfeitos para se hospedar quando estiver preparando uma incursão aos incríveis fiordes noruegueses?

Olha só que belezura:

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Foto © Lars Neumann

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Foto © Robert Snow

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Foto © AdMixStar

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O maravilhoso trabalho do fotógrafo que viaja o mundo em busca do sol perfeito

Parece até montagem! O fotográfo francês Julien Grondin está há três anos na estrada com um único objetivo: capturar as mais belas paisagens do sol nascendo e se pondo! Ele começou nos EUA e depois passou por Europa e Ásia. Este ano ainda promete passar pela China e Noruega. Também conhecido como Beboy, este cara está ganhando cada vez mais seguidores.

Antes das imagens, dedico um trecho de “Livre” (ou Wild) sobre estes momentos do dia tão maravilhosos que casa perfeitamente com este belíssimo ensaio: “existe um nascer e um por do sol todos os dias. Você pode optar estar lá pra ver, você pode se colocar no caminho da beleza”.

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Todas as fotos © Julien Grondin