Empresa busca pessoas acima de 60 anos para testar resorts de luxo com tudo pago

Viajar é bom em qualquer idade, mas sempre fica ainda melhor quando você não precisa pagar pelas despesas. Agora já imaginou se, além de viajar de graça, você pudesse ficar hospedado em hotéis de luxo em Bali, na Indonésia, e ainda receber por isso?

Já imaginou mesmo? Pois acredite: a empresa australiana Luxury Escapes está em busca de uma pessoa para curtir essa viagem invejável por 10 dias. A vaga foi apelidada de Estagiário Sênior, pois é destinada a pessoas com mais de 60 anos que sejam apaixonadas por conhecer o mundo. A empresa irá escolher até seis sortudos para viver essa experiência. O único problema é que, para se candidatar à vaga, é preciso residir na Austrália ou na Nova Zelândia.

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Foto: Mindaugas Petrutis

Se for o seu caso, é bom saber que o escolhido precisará passar por dois dias de treinamento na sede da empresa, em Sydney, onde aprenderá a lidar com redes sociais, blogs e online marketing. Após esse período, irá embarcar em uma viagem de 10 dias para Bali, podendo levar um acompanhante, onde terá a oportunidade de testar os serviços de três resorts diferentes. Além de ter passagens aéreas, traslado, hotel, serviços de spa, coquetéis, excursões e todas as refeições pagas, o “estagiário” ainda irá ganhar um salário digno de diretor de empresa: 100 dólares australianos por dia.

A gente sabe que a tarefa é exaustiva (#SQN). Mesmo assim, é possível aplicar para a vaga ou indicar pessoas que possam se interessar até o dia 10 de maio.

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Foto: Patrick Schöpflin

Fotos de 20 animais da Mata Atlântica

No passado, o imenso território da Mata Atlântica estendia-se por 17 estados brasileiros. Com a ocupação do litoral, a floresta começou a ser fragmentada e cedeu espaço a um intenso processo de urbanização. Hoje restam apenas 7% da área que tinha quando foi descrita pela primeira vez. São somente 104 mil quilômetros quadrados, área um pouco maior que a do estado de Pernambuco.

Ainda assim, a Mata Atlântica é uma das cinco florestas ameaçadas com maior biodiversidade do mundo, segundo a ONG Conservação Internacional. O bioma apresenta, por exemplo, 725 espécies de vertebrados endêmicos, que não são encontrados em nenhum outro lugar do planeta e é uma área prioritária para ações de conservação.Veja a baixo

 Mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia)

Mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia)

O desmatamento, a fragmentação do habitat e o tráfico de animais silvestres quase levaram o mico-leão-dourado à extinção. Porém, a Associação Mico-Leão-Dourado começou um programa de reprodução em cativeiro e reintrodução dos primatas na natureza. Hoje, a população de mil indivíduos se mantém estável, em pequenas manchas de Mata Atlântica. Importante ressaltar que a possibilidade de crescimento é pequena e a espécie segue na categoria ameaçada da lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

 Araçari-banana (Pteroglossus bailloni)

Araçari-banana (Pteroglossus bailloni)

Presente em florestas de regiões montanhosas na Mata Atlântica, o araçari-banana vive em grupos de seis a sete indivíduos. Apesar de predar filhotes e ovos de aves, a espécie é uma grande dispersora de sementes. Por conta disso, colabora com o plantio de árvores frutíferas produtoras dos alimentos que, mais tarde, irão compor a dieta dos mesmos pássaros que tiveram seus ninhos assaltados.

 Onça-pintada (Panthera onca)

Onça-pintada (Panthera onca)

A onça-pintada possui a mordida mais poderosa entre os felinos. Enquanto os outros gatos utilizam uma técnica de caça com bote no pescoço seguida de sufocamento, a onça crava os caninos na cabeça da presa e perfura o crânio da vítima até chegar ao cérebro. A força exercida pelos dentes é capaz de quebrar cascos de jabutis e matar um cavalo adulto com uma única mordida. No Brasil, além da Mata Atlântica, a onça também habita a Amazônia, oPantanal, o Cerrado e a Caatinga.

 Saíra-lagarta

Saíra-lagarta (Tangara desmaresti)

Também conhecida como saíra-da-serra e saíra-verde, a saíra-lagarta é encontrada apenas na Mata Atlântica, onde procura por comida em bandos mistos (com diferentes espécies de aves).

 Um contemplativo muriqui na Mata do Sossego, em Simonésia, Minas Gerais.

Muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus)

O maior primata das Américas só é encontrado na Mata Atlântica. O muriqui se alimenta de frutos, atua como dispersor de sementes de diferentes espécies de plantas e é essencial para manter a diversidade da floresta. Infelizmente o desmatamento e a caça por esporte ou alimento colocam a espécie como criticamente ameaçada na lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

 Araçari-poca (Selenidera maculirostris)

Araçari-poca (Selenidera maculirostris)

O araçari-poca só é encontrado em florestas de regiões montanhosas da Mata Atlântica, onde se alimenta de frutos e insetos (também pode predar filhotes e ovos de passarinhos). O sexo dos animais pode ser identificado pela cor: peito, garganta e cabeça são marrons nas fêmeas e pretos nos machos.

 Jandaia-de-testa-vermelha (Aratinga auricapillus)

Jandaia-de-testa-vermelha (Aratinga auricapillus)

A jandaia-de-testa-vermelha está na lista vermelha de espécies ameaçadas da extinção da IUCN na categoria quase ameaçada. Se alimentam de sementes, castanhas e frutas na Mata Atlântica.

 Gato-maracajá (Leopardus wiedii)

Gato-maracajá (Leopardus wiedii)

Escalador e saltador ágil, o gato-maracajá é muito bem adaptado à vida nas árvores das florestas, onde ficam suas principais presas. Possui uma cauda longa que serve de contra peso quando pula de galho em galho, garras grandes que melhoram a aderência em troncos e pode saltar 2,5 metros para cima em um único impulso. Foi muito caçado por sua pele nas décadas de 1960 e 1970, mas o desmatamento e a perda de habitat são as maiores ameaças à espécie nos dias de hoje.

 Tangará (Chiroxiphia caudata)

Tangará (Chiroxiphia caudata)

Os tangarás são os dançarinos da Mata Atlântica. Os machos, de cores vistosas, escolhem um galho para fazerem suas apresentações. Todos os pretendentes ficam lado a lado quando a fêmea (verde) se aproxima. Então, o primeiro começa a deslizar até o final do galho, levanta voo e passa para o final da fila, todos realizam o ritual inúmeras vezes até que o melhor é escolhido para acasalar.

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Caninana (Spilotes pullatemus)

A caninana é uma serpente não peçonhenta muito agressiva. Quando se sente ameaçada, infla o pescoço, arma o bote e prepara-se para atacar. Alimenta-se de roedores e pequenas aves, o que lhe rendeu seu outro nome: papa-pinto.

 Pica-pau-da-cabeça-amarela (Celeus flavescens)

Pica-pau-da-cabeça-amarela (Celeus flavescens)

Na Mata Atlântica, no Cerrado e na Caatinga vive o pica-pau-da-cabeça-amarela. A espécie costuma ser avistada em pares ou grupos familiares de três a quatro indivíduos. Alimenta-se de larvas e ovos de insetos. Durante o outono e o inverno complementa sua dieta com frutos.

 Gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus)

Gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus)

O gavião-de-penacho é encontrado em todo o Brasil, porém, prefere florestas primárias (que não sofreram nenhum tipo de alteração). Caça aves de grande porte, como araras, macucos, urus e pombas, mas também pode atacar gambás, quatis e lagartos.

 Irara (Eira barbara)

Irara (Eira barbara)

Um dos predadores de médio porte mais abundantes no Brasil, a irara é encontrada na Amazônia, Pantanal, Cerrado, Pampas e Mata Atlântica. Com uma alimentação variada – que inclui pequenos vertebrados, insetos, frutos e mel – e uma agilidade que a permite procurar por comida tanto nas copas das árvores como no chão, esse membro da família das lontras consegue se adaptar a diferentes ambientes.

 Murucututu-de-barriga-amarela (Pulsatrix koeniswaldiana)

Murucututu-de-barriga-amarela (Pulsatrix koeniswaldiana)

A murucututu-de-barriga-amarela caça somente durante a noite. Procura por insetos grandes, aves em pleno sono e principalmente roedores e outros mamíferos de pequeno e médio porte.

 Maria-leque-do-sudeste: vulnerável

Maria-leque-do-sudeste (Onychorhynchus swainsoni)

Apesar de ter uma crista com cores vibrantes, que contrasta com seu corpo marrom, a maria-leque-do-sudeste não exibe seu adorno natural com frequência. Durante a corte, o macho revela suas penas vermelhas e a fêmea responde com seu leque amarelo. O desmatamento e a fragmentação daMata Atlântica colocaram a espécie na categoria vulnerável da lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

 Quati (Nasua nasua)

Quati (Nasua nasua)

Os quatis vivem em grupos de até 40 indivíduos. Quando estão no solo, deixam as caudas eretas para que cada animal saiba onde estão seus companheiros. Ao sinal de qualquer ameaça sobem nas árvores com rapidez, até que o perigo tenha passado.

 Beija-flor-de-topete (Stephanoxis lalandi)

Beija-flor-de-topete (Stephanoxis lalandi)

Entre os beija-flores-de-topete, apenas os machos possuem a cabeleira característica. Eles se reúnem em arenas onde cantam para as fêmeas, que, por sua vez, exibem um penteado muito mais discreto.

 Surucuá-variado (Trogon surrucura)

Surucuá-variado (Trogon surrucura)

Existem duas subespécies de surucuá-variado: T. s. surrucura, que apresenta barriga vermelha e pálpebras laranjas; e T. s. Aurantius, com barriga amarela e pálpebras amarelo-alaranjadas. Ambas apresentam dimorfismo sexual, sendo o macho com cabeça e peito azulados, costas verdes e asas salpicadas de branco. As fêmeas e os imaturos são cinzentos.

 Juruva-verde (Baryphthengus ruficapillus)

Juruva-verde (Baryphthengus ruficapillus)

A juruva-verde se alimenta de insetos, moluscos, pequenos répteis e mamíferos (frutos também podem integrar seu cardápio). Quando pousa em galhos horizontais balança a cauda de um lado a outro, em um movimento pendular característico.

 Araponga (Procnias nudicollis)

Araponga (Procnias nudicollis)

A araponga também é conhecida como ferreiro, porque possui um canto que se assemelha ao som de um martelo batendo em uma bigorna. Por causa disso ela é visada por traficantes de aves. Hoje a espécie se encontra na categoria vulnerável na lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).via

Conheça a Lumberjills, marcenaria comandada por duas mulheres em SP

Antigamente, a madeira maciça e nobre era a personagem principal na casa de muita gente. Com o tempo surgiram novos materiais, mas o trabalho braçal de carregar, cortar e moldar continuava sob tutela de homens. Mas isso fica no passado, porque hoje já não há mais tarefas de gênero e sim de quem tem o dom e o prazer de faze-las.

Neste cenário surgem ideias bacanas como a Lumberjills, uma marcenaria comandada por duas mulheres. Sim, só duas mãos “delicadas” e femininas que cortam, montam, calculam, instalam e fazem tudo mais que suas condições físicas permitirem.

Instalada nos fundos de uma casa em Santo André, a pequena oficina das amigas Letícia Piagentini e Fernanda Sanino já alcança grandes conquistas. Primeiro porque são duas mulheres sob comando de tudo: negociação, planejamento, produção, entrega e até montagem. A demanda é tanta que não há nem espaço para o sexismo,  tanto que esse assunto nem é tabu para elas. Em um ano de diferença entre a formação de ambas, já houve mudança na turma. Letícia explica que as mulheres estavam muito mais presentes nos cursos de tapeçaria do que de marcenaria. “Tinha 14 homens e eu. Não cheguei a sofrer machismo, foi legal. Mas sempre tem aquela piadinha”.

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Quando vão por a mão na massa, é comum que os homens queiram carregar a madeira, os móveis e o que mais precisar. “Por muito tempo a gente se ofendeu com essa coisa de ‘favor’, mas agora a gente aproveita! Se eles querem tanto ajudar, por que não?”, brincou Letícia. “Você nota que esse caso é uma gentileza, mas que no fundo tem aquela coisa de que ‘a mulher não vai conseguir’, é frágil e etc”, contou Fernanda, que estudou numa classe composta 50% por mulheres.

Mas o mercado está mais otimista e até amigável. Cada vez menos sentimos esse olhar ou estes questionamentos. Alguns até se empolgam com a gente”.

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A ideia surgiu por meio dessas duas cabeças empreendedoras, que se conheceram numa empresa quando trabalhavam no ramo de hotelaria e turismo. A sintonia funcionava muito bem, mas quem deu o primeiro passo para a magia acontecer foi Letícia, que criou bastante interesse pelo ramo da marcenaria e se jogou em cursos que lhe dessem base para começar a colocar a mão na massa. “Sempre quis empreender e sempre gostei de desenho, tenho uma facilidade pra isso. Mas depois que fiz o primeiro curso, vi que eu não queria só desenhar o móvel, mas fazer um”, contou.

Assim decidiu se dedicar a cursos integrais de marcenaria e largou o mundo corporativo, após 10 anos de trabalho. Enfim, se encontrou. E ainda por cima num mercado, até então, dominado por homens. O projeto ganhou ainda mais fôlego e força quando Fernanda, que adora restauração de móveis antigos e decoração, se juntou ao projeto. “Ter se envolvido no mercado corporativo foi bom para iniciar um negócio próprio, especialmente na parte de vendas”.

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Por terem uma sintonia forte, as duas se completam: Fernanda tem afinidade com a parte de acabamento, detalhes e criação, enquanto Letícia gosta mais de construção, desenho, medida e montagem. Assim, desde janeiro de 2015, atuam juntas neste projeto que liberta e ao mesmo tempo as prende num novo vício.

A dupla tem que dar conta de todas as encomendas, mesmo que tenha uma bebê no meio do caminho. A pequena Maria Beatriz tem poucos meses de vida, mas já está ali, de olho em tudo o que a mamãe Letícia apronta na oficina. Até os últimos dias da gravidez ela estava firme e forte trabalhando. Depois passaram a pedir uma ajudinha para a instalação.

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Os projetos chegam prontos, de clientes e escritórios de design, mas também há clientes que pedem móveis a partir de fotos, do saudoso Pinterest por exemplo, e as meninas ficam responsáveis por criar do zero e soltar a criatividade num prazo de 40 dias úteis. “Ainda tem muitos marceneiros que só fazem planejados e fazem isso bem, mas a gente acaba saindo fora da caixa, criando mais, explicou Fernanda.

Desbravando este mercado, elas acabam se desafiando o tempo todo, em busca de novidade, detalhes e perfeccionismo. Apesar de alguns clientes quiserem tudo “pra ontem”, o trabalho artesanal não funciona desta forma e requer tempo, paciência e dedicação. Não temos estoque, é tudo personalizado, com carinho. Tem um envolvimento emocional neste móvel porque tudo é pensado para o cliente”, argumentou Fernanda.

O material que sobra da produção nunca é lucro, então as meninas também estão estudando formas para aproveitar o que restou e ser mais sustentável. A madeira usava por elas é certificada. O mogno, por exemplo, quase entrou em extinção, então é um dos tipos que precisa de ter essa segurança de origem.

Agora pretendem encontrar um espaço maior e ir além da garagem, até para investir em equipamentos diferentes, showroom e outras coisas que tornam o negócio ainda melhor. E ah! O lugar passa longe de bagunça, hein…afinal, é coisa de mulher!

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A madeira como ela é à direita e como ela fica à esquerda, pós lixa com as mãos “delicadas” das meninas

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No painel da oficina, também há espaço para alguns sonhos e desejos…

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Todas as fotos © Brunella Nunes

Abaixo estão alguns dos móveis desenvolvidos por elas:

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Todas as fotos © Brunella Nunes

Projeto usa fotografia para lembrar que a tragédia de Mariana não acabou e apoiar as vítimas

A lentidão com que a justiça tem tratado a investigação e punição dos responsáveis pela tragédia em Mariana/MG deixa clara a necessidade de que a sociedade civil e entidades independentes mantenham acesa a luta pelo maior reparo possível ao ocorrido, a fim de também impedir que novas tragédias aconteçam.

Por isso, o instituto Últimos Refúgios deu início na última quinta-feira a uma campanha de financiamento coletivo para arrecadar fundos e seguir em frente com o projeto ‘Lágrimas do Rio Doce’, que visa instigar mecanismos de apoio e levantar um acervo digital com fotografias e vídeos, oferecendo um espaço de diálogo para as pessoas atingidas pelo desastre ambiental.

GarÁa-branca-grande (Ardea alba) | Great Egret

A ideia é justamente iluminar de forma independente a realidade e as consequências do rompimento da barreira da empresa Samanco, que começou em Mariana mas impactou todo o Rio Doce.

O Instituto ⁄ltimos Ref˙gios È uma instituiÁ„o sem fins l

Qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo pode contribuir com a campanha, que durará até o dia 09 de maio. Os registrados levantados pelo ‘Lagrimas do Rio Doce’ serão utilizados como meio de mobilizar a sociedade e pressionar o poder público a realizar ações efetivas para impedir que não só novas tragédias ocorram, mas também que o maior desastre ambiental da história do Brasil não caia em esquecimento.

O Instituto ⁄ltimos Ref˙gios È uma instituiÁ„o sem fins l

A extensão da tragédia em Mariana não é só medida em quilômetros, ou pela morte de um Rio – a tragédia continua a acontecer a cada dia que os responsáveis não são punidos, que essas medidas não são tomadas, que a imprensa deixa de mencionar o assunto, que esquecemos a tragédia de Mariana.

O Instituto ⁄ltimos Ref˙gios È uma instituiÁ„o sem fins l

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Desastre do Rio Doce!

Desastre do Rio Doce!

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PÈ-vermelho (Amazonetta brasiliensis) | Brazilian Teal

Desastre do Rio Doce!

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Todas as fotos © Últimos Refúgios

‘Falha no sistema’: ilustrações com mensagens subliminares questionam padrões de vida modernos

A sociedade moderna está tão envolta em suas próprias contradições que dificilmente paramos para refletir sobre elas. É geralmente através da arte que muitas pessoas começam a enfrentar essa realidade e tentam pensar melhor nossa relação com esse sistema.

E a proposta do ilustrador polonês Igor Morski parece ser exatamente chamar a atenção para essa questão. Nas imagens criadas por ele, nós somos escravos do relógio, marionetes de um sistema maluco e perseguimos um ideal de beleza quase inatingível. Alguém aí se identifica?

É através de ilustrações surreais que Igor nos convida a refletir ao fazer uma crítica sobre o funcionamento da sociedade moderna na qual todos nós, de uma maneira ou outra, estamos inseridos. As imagens abaixo são de sua série com o sugestivo nome de Falha no Sistema.

Confere só:

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Todas as imagens © Igor Morski