Vídeo comovente mostra a reação de crianças ao verem fotos de animais criados pela indústria

Mercy for Animals é uma ONG norte-americana que trabalha em prol dos direitos do animais. Os responsáveis realizaram um experimento onde mostravam imagens de animais explorados pela indústria pecuária a cinco crianças, filmando suas reações.

Obviamente nenhuma das imagens trazia conteúdo explícito, como abates e sangue, “apenas” mostravam animais engaiolados e todo o sofrimento que isso causava a eles, revelados através de suas expressões.

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Vale a pena conferir o vídeo e refletir sobre ele (a tradução foi feita pela Mercy for Animals Brasil):

LINK DO VIDEO AQUI

As crianças, muitos emocionadas, reconheceram imediatamente que os animais estavam sendo maltratados e sentindo algum tipo de dor, expressando seus melhores sentimentos a eles. Sem exceção, todas acham que os animais deveriam ser tratados não só com compaixão, mas também com respeito e consideração moral.

A maioria dos adultos, quando se depara com situações como esta (e muitas vezes com cenas até mais fortes), simplesmente ignora e continua a colaborar com esta indústria que explora e tortura os animais. Mas, para estas crianças, bastou uma imagem para entenderem que tratar os animais assim não pode estar certo!

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Todas as imagens: Reprodução Facebook

Preguiças gigantes teriam esculpido caverna com 3 m de altura, diz pesquisa

Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) anunciaram a descoberta de uma caverna feita por preguiças gigantes há cerca de 10 mil anos em Ponta do Abunã, em Rondônia. O local tem mais de 3 metros de altura e um formato circular, o que os pesquisadores acreditam que tenham sido feitos pelos animais gigantes que viveram no local há cerca de 10 mil anos.  A caverna, com aproximadamente 100 metros de extensão, foi descoberta no mês de julho durante uma expedição.

(Foto: CPRM/ Divulgação)

De acordo com informações apuradas pela G1 com os pesquisadores responsáveis pela descoberta, agora o objetivo é fazer escavações de pequeno porte na região para tentar encontrar fósseis dos animais que habitaram o local. Por ser um local onde abrigou animais extintos, a caverna de Rondônia passou a ser classificada como paleotoca,  sendo, inclusive, a primeira confirmada na região norte do Brasil.

Para Almicar Adamy, pesquisador do CPRM que comandou a expedição, a descoberta foi uma surpresa para todos da equipe.

“Em 2010 tínhamos visto a caverna, mas na época não pensávamos que pudesse ser uma paleotoca, mesmo estranhando as dimensões, pois todas do estado possuem formas distintas”, explica.

(Foto: CPRM/ Divulgação)

Conforme Adamy, em 2010 os pesquisadores não tiveram tempo de fazer um estudo minucioso no local, porém, quando retornaram recentemente, puderam comprovar ser, de fato, uma paleotoca. “Essa descoberta representa um avanço no estudo que a gente fez, nos quais a gente só tinha vestígios fósseis no Rio Madeira, onde a gente já sabia que existia preguiça”, apontou.

A suspeita dos pesquisadores é que as preguiças responsáveis pelas construções gigantes podiam pesar até uma tonelada e costumavam medir mais de seis metros de altura. Os pesquisadores não sabem ainda como as preguiças gigantes entraram em extinção, mas existe a possibilidade do sumiço ter acontecido por conta do clima.

“Há cerca de 10 mil anos houve uma mudança no clima. Como na época devia ser mais frio, elas viviam dentro desses abrigos na caverna. A suposição é de que o ambiente e o clima em que habitavam fossem diferentes de agora. O clima daquela época era mais seco e frio”.topbiologia

Morreu na quarta-feira passada um verdadeiro herói. O inglês Sir Nicholas Winton foi o homem que, durante a Segunda Guerra, organizou o resgate de 669 crianças

Morreu na quarta-feira passada um verdadeiro herói. O inglês Sir Nicholas Winton foi o homem que, durante a Segunda Guerra, organizou o resgate de 669 crianças que seriam enviadas a campos de concentração nazistas.

Na época um corretor do mercado financeiro, Winton providenciou um total de oito trens para remover crianças judias da cidade de Praga, então ocupada pelo exército nazista. Ele morreu aos 106 anos, justamente na data em que, há 76 anos, o maior dos trens, com 241 crianças, deixou a capital da República Tcheca.

Em 1939, o inglês largou seu trabalho em Londres para ir a Praga salvar as crianças da morte quase certa. Os oito trens viajaram através de quatro países até o Reino Unido. Então, ele e seus parceiros de empreitada conseguiram convencer funcionários na fronteira a deixar as crianças entrarem no país, apesar da documentação incompleta.

Já em solo inglês, Sir Nicholas encontrou famílias para cuidar dos pequenos publicando anúncios em jornais.Durante décadas, não se falou sobre o heroísmo do ex-corretor de valores. Mas, desde que os detalhes de sua aventura circularam pela Europa, ele vem sendo comparado ao empresário Oskar Schindler, que também salvou centenas de judeus durante a Segunda Guerra e teve sua história contada pelo filme “A lista de Schindler”, de Steven Spielberg. Sir Nicholas recebeu o título de cavalheiro da Rainha Elizabeth em 2003.

Seu enteado Stephen Watson disse à imprensa que Winton morreu tranquilamente, enquanto dormia, no hospital onde estava internado.

EUA têm primeiro caso de bactéria resistente ao ‘último antibiótico’

Placas com a bactéria E. coli, em um laboratório da Alemanha – FABIAN BIMMER / REUTERS

WASHIGNTON — Os Estados Unidos registraram o primeiro caso de um paciente com uma superbactéria resistente ao antibiótico mais potente que a medicina conhece: a colistina. Considerada o último recurso, quando a pessoa tem uma infecção que não responde a outros antibióticos convencionais, essa droga existe desde 1949, e a resistência a ela foi identificada pela primeira vez em 2015, na China. Com isso, autoridades de saúde pública chegam a dizer que estamos “no fim da linha” na era dos antibióticos.

A bactéria foi encontrada na urina de uma mulher de 49 anos da Pensilvânia, que tinha infecção urinária. Pesquisadores d Departamento de Defesa dos EUA afirmam se tratar de uma infecção que envolve uma cepa da bactéria E. coli resistente à colistina, segundo um estudo publicado pela Sociedade Americana de Microbiologia.

Não é claro como essa resistência surgiu, uma vez que a paciente não viajou recentemente e a colistina não é amplamente usada nos EUA.

A grande preocupação dos cientistas e médicos é que a resistência à colistina se combine à resistência a outros tipos de antibióticos para formar infecções que não podem ser tratadas. O gene mcr-1, responsável por conferir resistência à colistina, pode se espalhar rapidamente entre as espécies, dizem os médicos.

— Quanto mais olhamos para resistência aos medicamentos, mais preocupado ficamos. — disse o diretor dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, Thomas Frieden. — O armário de remédios está vazio para alguns pacientes. É o fim da estrada para os antibióticos se não agirmos com urgência.

Nasia Safdar, da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin, também se mostrou preocupada.

— É quase inevitável que mais casos virão à luz. É apenas uma questão de quão rapidamente as coisas se espalhar. Não seria um exagero dizer que estamos no final do tratamento antimicrobiano eficaz para bactérias resistentes a antibióticos — afirmou ela.

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Garota de 23 anos transforma o fim de seu relacionamento em uma marca de roupa inspiradora

Já diziam os poetas que nada mais inspirador do que um pé na bunda. E para Leah Kirsch a inspiração foi tanta que hoje ela pode até vesti-la. Conheça a Millioneiress, uma loja de roupas muito GIRL POWER.

Leah conta que a ideia surgiu justamente para empoderar mulheres que se encontravam na mesma situação que a dela. Feminista e amante do street wear, ela misturou suas paixões (e ex-paixões) para criar uma coleção de roupas e abrir sua marca com frases mais que necessárias como “because I can” (porque eu posso).
Olha só que mara:
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Todas as fotos: Divulgação

ONG coloca colares reflexivos em animais de rua para salvá-los de atropelamentos

Na Índia, existem aproximadamente 50 milhões de animais nas ruas, que vão desde cachorros até vacas e bois. Com um número alto como este, a chance de atropelamentos, principalmente em estradas. Pensando nisso, a People For Cattle In India (PFCI), uma ONG de defesa dos direitos dos animais, desenvolveu colares reflexivos para serem usados por estes bichinhos.

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A ideia é simples: colares feitos de material reflexivo 3M e tecido de nylon, fabricados a um custo de $2 para animais maiores, como vacas, e $1 para os cães, sendo usados ao redor do pescoço e fazendo com que eles sejam claramente vistos pelos motoristas, evitando assim os atropelamentos.

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O projeto ainda está em fase de teste, onde a ONG pretende distribuir colares para todos os 80 mil animais de rua da cidade de Chennai. Mas o maior desejo deles é conseguir viabilizá-lo para toda a Índia, e mundo afora, salvando assim a vida de milhares de animais de rua.

Todas as imagens © PFCI e via