COMO ESSE CASAL SE APOSENTOU AOS 30 ANOS PARA PODER VIAJAR O MUNDO

Durante mais da metade da vida, supondo que você viva bastante tempo, o trabalho é a base de tudo e o descanso vem em pequenas doses. Difícil pensar em parar ainda jovem, por volta dos 30 anos, afinal, todos precisam de dinheiro para sobreviver e realizar seus sonhos. Para o norte americano Jeremy, este objetivo foi tão ambicioso que ele conseguiu se aposentar com esta idade para então viajar o mundo com a esposa, Winnie. E eles contam como conseguiram tal proeza.

Logo após se formar na faculdade, ele passou a trabalhar por 80 horas semanais em empresas de tecnologia e a acumular dívidas, da compra da casa em Chicago e dos estudos. Foi então que passou a traçar planos financeiros para conseguir se aposentar com 65 anos, como qualquer pessoa comum. Acontece que para estar em dia com suas contas, passou a investir e a economizar, na época ganhando um salário de 40 mil dólares.

No ano seguinte, estava trabalhando para a Microsoft, em Seattle, ganhando 85 mil dólares por mês e cometendo os mesmos erros com seus gastos básicos: compra de casa, carro e etc. Ao tirar férias de três semanas, depois de esforços de uma namorada para convencê-lo, se encantou pela boa vida nas Filipinas e começou a pensar em como poderia viver daquela maneira, com mais diversão e menos trabalho. Foi aí que começou a poupar de verdade seu dinheiro, vendendo sua casa e indo de bicicleta para o trabalho.

Em Pequim durante uma conferência de trabalho conheceu a esposa, Winnie, que era de Taiwan e economizava 50% de seu salário por conta da vontade de viajar e se sustentar com atividades como o mergulho. Isso bastou para o encantamento dos dois ser instantâneo e juntos passaram a economizar muito, morando no país dela, onde o custo de vida é bem inferior ao do Estados Unidos.

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Morando em pequenos apartamentos, deixando de gastar com pequenos luxos, ganhando mais de 30 mil dólares por mês e investindo pelo menos metade da grana, conseguiram, enfim, cumprir seus objetivos ao chegar na marca de 1 milhão de dólares em suas contas bancárias. Atualmente, Jeremy está com 40 anos e Winnie com 36, morando no México. Inicialmente a ideia era ficar apenas alguns meses no país, mas eles gostaram tanto de San Miguel  de Allende, que resolveram ficar por mais tempo, viajando periodicamente pelos arredores, como Cuba e Belize.

Obviamente que, com este dinheiro, daria para estar sossegado e viver de um jeito mais luxuoso, mas eles mantêm os pés no chão, ainda ganham um pouco de dinheiro com o blog que criaram, onde compartilham seu estilo de vida, e agora cuidam de seu bebê para que possam seguir viajando sempre que der vontade. Viver de investimento e renda é um sonho possível, desde que você abra mão de muitas coisas antes disso, afinal, ninguém fica milionário à toa.

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Leia a entrevista completa do casal na revista Forbesvia Todas as fotos © Go Curry Cracker

Fotógrafo guarda lixo que produziu durante 4 anos e lança alerta com série poderosa

Você já parou pra pensar na quantidade de lixo que geramos ao longo da vida? Em média, cada brasileiro é capaz de produzir diariamente 1,5 kg de resíduos tanto orgânicos quanto inorgânicos, que muitas vezes são descartados de maneira errada oferecendo riscos ao meio ambiente.

Em países mais desenvolvidos, como nos EUA e Noruega, esse número cresce para até 2,5 kg por habitante, já que o uso de descartáveis por lá é muito maior.

Pensando nestes dados, que só tendem a aumentar, uma vez que o mundo moderno nos traz comodidades quase sempre acompanhadas de uma embalagem, o fotógrafo francês Antoine Repessé passou quatro anos guardando todo o lixo que ele e os amigos produziram, para criar o projeto #365Unpacked.

O objetivo final era fotografar toda essa absurda quantidade de lixo para alertar a população sobre este crescente problema global.

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Espero que o meu projeto possa inspirar a mudança. Frequentemente lemos sobre a quantidade de resíduos que o mundo produz, mas acho que o impacto de uma imagem pode ser mais poderoso do que uma tonelada de palavras.”, conta o fotógrafo.

Ao total, foram acumulados 70m³ de resíduos, dentre os quais 1.600 garrafas de leite, 4.800 rolos de papel higiênico e 800 kg de jornais, que foram separados por categorias. Eu queria dar uma dimensão estética ao meu trabalho. A escolha de classificar o lixo dá um efeito gráfico. Eu tentei produzir uma imagem perfeita que evocasse algo perturbador.”, explica Antoine.

O resultado, que você confere abaixo, são estas fotografias impactantes, que nos confrontam com a realidade chocante da produção de lixo mundial:

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Todas as fotos © Antoine Repessé/Sony World Photography Awards

Nesse bar de Londres, cachorros servem cerveja no lugar dos garçons

Se as companhias ideais para mesas de bar são mesmo os melhores amigos, a ação que a marca de cerveja Kronebourg realiza hoje em Londres faz todo sentido: um bar onde, no lugar de garçons, quem nos serve cerveja são cães, da raça pastor alemão.

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A ação da marca funcionará como uma pop-up, e o bar existirá somente por algumas horas de hoje – as reservas esgotaram em questão de minutos. Cada reserva inclui, além da cerveja, algumas porções de pães e queijos, que provavelmente serão servidos por humanos.

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Os cães estarão disponíveis com pequenos barris em seus pescoços, contendo uma garrafa de Kronenbourg para atender os clientes.

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Para quem conseguiu adquirir o ingresso, a única coisa a se oferecer em troca da cerveja e do atendimento é carinho e cafuné. Aos baderneiros, rosnadas e latidos estão garantidos.

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Imagens: divulgação

Imagem de índio no Rio Xingú rende prêmio internacional a fotógrafo brasileiro

Com uma bela imagem de um índio Kaiapó mergulhado até o meio do rosto no Rio Xingu, o fotógrafo brasileiro Ricardo Stuckert recebeu a medalha de ouro na primeira edição do Circuito Internacional Oman de Fotografia. Ricardo venceu na categoria Pessoas – o circuito premiou ainda pelas categorias Paisagem, Colorido e Preto e Branco.

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Ricardo disputou a categoria com outras 1.885 fotos de mais de 45 países. Sua foto foi registrada no Parque Xingu, no estado do Mato Grosso, mostrando um índio da aldeia Metuktira. Além da foto vencedora, outra imagem de Ricardo foi destaque na mostra, mostrando uma índia Achaninka em um barco no Rio Amônica, no estado do Acre.

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A força da imagem vencedora, suas cores e seu sentido político oferecem impacto ainda maior para esse prêmio, em um momento de intenso debate a respeito de demarcação de terra e direitos indígenas no Brasil.

© fotos: Ricardo Stuckert

Veja as 20 melhores fotos inscritas até agora para o concurso de viajantes da National Geographic

A National Geographic possui alguns concursos anuais de fotografia muito prestigiados, que atraem os artistas mais talentosos de todo o mundo. Um verdadeiro deleite para os olhos!O Travel Photographer Of The Year (Fotógrafo de Viagem do Ano) não é exceção. Diversas imagens incríveis que já foram inscritas para a competição de 2016, o que significa que os juízes terão uma árdua tarefa para escolher as melhores – e apenas um vencedor.

O principal prêmio do concurso este ano é um safári para ver ursos polares, de sete dias, para duas pessoas incluindo passagem aérea no Churchill Wild-Seal River Heritage Lodge, em Manitoba, no Canadá.O prazo para enviar suas fotos para a competição termina dia 27 de maio. Acesse o site da National Geographic para conferir o regulamento e corra selecionar seus cliques mais surpreendentes!

Os vencedores serão conhecidos no dia 6 de julho através do site do concurso.  O prêmio? 7 dias de safári para duas pessoas no Wild-Seal River Heritage Lodge, em Churchill, no Canadá, onde é possível avistar ursos polares.

Confira alguns dos mais belos retratos já enviados para o Travel Photographer Of The Year 2016, compilados pelo Bored Panda:

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Flatiron Building, Nova York, Estados Unidos. Foto © Michele Palazzo

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Dakota do Sul, Estados Unidos. Foto © James Smart

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Pôr-do-sol na Toscana, Itália. Foto © Giovanni Modesti

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Nevasca nas montanhas suíças. Foto © Julia Wimmerlin

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Japão. Foto © Hiroki Inoue

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Finlândia. Foto © Pierre Destribats

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Deserto da Namíbia. Foto © Doris Landertinger

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Rodovia de Trollstigen, na Noruega. Foto © Christoph Schaarschmidt

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Terraços de arroz, na China. Foto © Thierry Bornier

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Japão. Foto © Takeshi Marumoto

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Japão. Foto © Hiroshi Tanita

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Cemoro Lawang, Indonésia. Foto © Achmad Sumawijaya

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Japão. Foto © Katsuyoshi Nakahara

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Havana, Cuba. Foto © Toni Wallachy

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Nova Hampshire, Estados Unidos. Foto © Manish Mamtani

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Japão. Foto © Hidenobu Suzuki

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China. Foto © Wing Ka H

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China. Foto © Tugo Cheng

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Etiópia. Foto © Massimo Rumi

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Lombard Street, São Francisco, Estados Unidos. Foto © Toby Harriman