Artista russo une minimalismo e tecnologia pra criar tatuagens incríveis

 

Unir minimalismo e tecnologia: esta é a proposta do artista Stanislaw Wilczynski, que traz um conceito inovador às tatuagens que cria. Usando um design bastante geométrico e com traços puros, o tatuador busca no futurismo uma nova forma de adornar corpos. Afinal, para ele, a tatuagem não possui nenhum significado além do enfeite. “Um quadrado é apenas um quadrado, independente do que se pense sobre ele“, afirma.

Graduado em Tecnologia da Informação, o artista tatua em Moscou, Rússia, desde 2013 e denomina sua arte como Digimatism, um termo que descreve o puro, o não-evocativo e as imagens abstratas criadas por meios tecnológicos. Buscando referências no futurismo japonês, no minimalismo alemão e, claro, da tecnologia, ele cria uma linguagem visual única, digna de filme de ficção científica.

Conheça seus trabalhos:

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Todas as fotos © Stanislaw Wilczynski

Após melhor amiga ser forçada a se casar, refugiada de 15 anos se dedica à luta pelo fim do casamento infantil

O matrimônio precoce ainda é um problema em muitos países. Em 2011, quando a guerra na Síria estourou, aproximadamente 13% dos casamentos no país envolviam um menor de idade. Hoje, nos campos de refugiados, a prática continua sendo normalizada. Mas uma menina de apenas 15 anos está mostrando como é possível lutar contra isso.
Omaima Hoshan tinha só 11 anos quando precisou sair da Síria e passou a viver no campo de refugiados de Zaatari, na Jordânia, junto a outros 80 mil exilados. Quando estava no sexto ano escolar, Omaima começou a notar uma tendência entre suas colegas, a maioria com 12 ou 13 anos: muitas iam à aula para se despedir, pois estavam se casando e abandonando a escola.
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A gota d’água foi quando a melhor amiga da adolescente lhe contou que também se casaria com um homem mais velho, quando completasse 14 anos. A menina não queria se casar, mas seus pais acreditavam que essa era a melhor opção para ela. E, desde então, Omaima nunca mais a viu.
Inspirada pela história da jovem Malala, ganhadora do prêmio Nobel da Paz, a adolescente decidiu que poderia ajudar a conscientizar as pessoas no campo de refugiados sobre o problema do casamento infantil. Com essa ideia em mente, buscou informações sobre os riscos do matrimônio precoce e passou a explicar o assunto para amigos e colegas, além de compartilhar com os pais de outras meninas, buscando fazer com que eles mudassem de ideia a respeito do assunto. Omaima também organizou aulas de desenho, canto e teatro para meninas de sua idade como uma maneira de conversar melhor sobre o problema através da arte.
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Foi apenas quando conseguiu convencer diversas meninas a não se casar precocemente que Omaima percebeu que o esforço estava valendo a pena. Na Jordânia, a idade legal mínima para que uma pessoa possa se casar é de 18 anos. Apesar disso, a lei islâmica permite que líderes religiosos autorizem menores de idade a casar-se, mesmo que eles não aceitem a decisão, o que implica em um alto número de casamentos não-oficiais, mas nem por isso menos prejudiciais aos menores envolvidos.
Para sua campanha, Omaima conta também com a ajuda da Agência da ONU para Refugiados, que oferece terapia de casal a pessoas que tentam forçar o matrimônio precoce, além de assessoramento sobre os riscos da gravidez na adolescência.
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Todas as fotos © Annie Sakkab/Acnur

Mo Ganji ataca de novo ao mostrar a beleza das coisas simples com suas tatuagens de uma linha só

Você se lembra do Mo Ganji, aquele tatuador de estilo minimalista que trabalha basicamente com uma linha preta e contínua.Pois ele ataca novamente, agora divulgando mais tattoos feitas com seu estilo simples, mas nem por isso menos incrível.

As imagens, que vão desde animais como elefantes e peixes até rostos humanos, encantam pela suavidade dos traços. “Para mim, é muito mais desafiador criar um desenho simples do que um mais complexo”, contou Mo Ganji, que mantém um estúdio de tatuagem em Berlim.

Confira abaixo alguns destes trabalhos que, como Mo disse, são simples mas causam um grande impacto:

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Todas as imagens © Mo Ganji

Ela superou seu medo de cachorro salvando a vida de um

Para superarmos nossos medos, melhor do que enfrenta-los, só mesmo ajuda-los. Foi o que fez a jovem búlgara Anita Valkova diante da fobia que sentia de cachorros. Bastou ela ver Alfeya, uma cadelinha, ferida e desamparada, sendo atacada por estudantes que ela soube que era hora de deixar o medo pra lá e ajudar a cachorrinha.

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“Um grupo de estudantes estava jogando pedras nela, e quando vi aquela vira-latinha coberta de sangue, eu soube que precisava agir”, ela disse em um post. E foi o que Anita fez. Engolindo seu medo em nome do que é certo, ela postou-se ao lado de Alfeya no frio por duas horas, até que seu pai viesse busca-las para levar a cadela ao veterinário.

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No veterinário lhe deram banho, comida e antibióticos. Apesar das pulgas e das feridas, Alfeya estava bem, e no dia seguinte foi liberada. Mas ela ainda não tinha uma casa para viver. Foi a mãe de Anita quem a convenceu de que deveriam receber a cachorrinha em casa, plena de amor e conforto.

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Foi no primeiro banho em sua nova mascote que as duas se apaixonaram. Anita estava com medo de ser mordida, e Alfeya, com medo da água. Em pouco tempo, porém, tudo parecia mais calmo, e após seca-la carinhosamente com uma toalha, não havia mais dúvidas: a cadela já era sua melhor amiga.

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“Ela é minha bebezinha agora. Acho que estou mimando ela um pouco demais”, confessa Anita, que não só salvou a vida de sua cadelinha, como lhe ofereceu uma vida nova. Em troca, o amor incondicional de Alfeya, e a alegria de ver a felicidade estampada no focinho que antes era só dor e medo.

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© fotos: divulgação

Esqueça cães e gatos: conheça outros 8 tipos de pet cafés pelo mundo

“Animals cafés” estão ‘bombombando’ no mundo todo. Mas vocês sabia que além de cães e gatos existem muitas outras espécies que têm um cantinho só seu e para os seus donos? Tem porquinho, cobra, cabra… Vem só ver!

Os cafés funcionam como lugares em que você pode levar o seu bichinho ou simplesmente ir de encontro ao seu preferido, e fazer um carinho ou até adotar um enquanto come uma fatia de bolo. Os mais comuns são de cachorros e gatinhos. Mas olha só a variedade que tem nesse mundão:

1. Sheep Café

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Aqui ovelhas são bem-vindas! Quem tem a sua não precisa mais se preocupar em ir de fazenda em fazenda. O Thanks Nature Café está aberto desde 2015 aberto em Seoul, Coreia do Sul.

2. Snake Café800-hara-snake4

Muita gente deve passar bem longe desse, mas o amantes de cobras (no bom sentindo, claro) agora têm um lugar par sentar e relaxar. O Snake Center fica em Tóquio, Japão.

3. Hedgeog Café

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Ouriço! Por que ninguém tinha pensado nisso antes? 20 a 30 espécies dessa fofurinha são criadas aqui no “Harry”, também em Tóquio. E é claro que você pode brincar com todos eles!

4. Micro Pig Café

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Como se não bastasse o porquinho, tinha que ser MICRO! A moda já pegou em Londres e esses pitutucos estão conquistando os britânicos que resolveram marcar encontros para fazer piquenique com eles. Mas esse não é como os outros. Organizado por instituições de caridade que defendem animais, o Pignic levanta fundos para o ativismo e alertam os donos dos micro pigs que um dia eles vão crescer e se tornarem porcos de verdade.

5. Fox Café

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Em Bangkok, na Tailândia, o Little Zoo Café acolhe visitantes e donos de raposas. Mas eles fazem um alerta para quem pretende entrar lá: esses bichinhos não são dóceis como animais domésticos. São caçadores!

6. Goat Café

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A especialidade do Sakuragaoka Café, em Tóqui0, são as CABRAS! E logo que você chegar lá vai dar de cara com os anfitriões da foto, Sakura e Chocolat.

7. Owl Café

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Aqui os fãs de Harry Potter enlouquecem! Traga a sua própria coruja divirta-se no Tori ni Iru Café, também em Tóquio.

8. Repitile Café

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O mais democrático de todos, o Yokohama Subtropical Teahouse Reptile Café abriga tartarugas, iguanas, cobrinhas assim como anfíbios em geral. Também fica no Japão essa maravilha.

Fotos via When on Earth, PETPIGGIES e Rex Features