FAMÍLIA ENCARA ROAD TRIP SEM DATA PARA TERMINAR COM OS DOIS FILHOS PEQUENOS

Enquanto algumas pessoas saem para viajar por um ou dois meses, essa família decidiu viajar para sempre. Quer dizer… a ideia inicial não era bem essa, mas sim passar um ano na estrada, fazendo uma road trip por todo o continente americano. Depois de cinco meses de viagem, veio a decisão final: a estrada seria também a sua casa.

Quando Adam e Emily Harteau saíram para viajar com sua pequena filha Colette, o plano era chegar até a Terra do Fogo, na Argentina, e voltar à Califórnia, onde haviam iniciado a viagem. Hoje, eles já contam com outro companheiro de viagem, Sierra, o segundo filho do casal, nascido em Florianópolis – e o percurso não tem mais data para terminar. Toda a viagem é documentada através do blog Our Open Road (“Nossa Estrada Aberta”, em tradução livre).

A bordo de seu VW Westfalia, que foi adaptado para servir de lar para a família inteira, equipado com painéis solares e até mesmo um forno elétrico, os quatro seguem viajando pela América enquanto educam seus filhos na estrada. A pequena Colette ama cantar e desenhar. Adam é um artista especializado em fotografia e Emily uma designer de moda e chef de cozinha, trabalhando em seu primeiro livro de receitas. Sierra, com pouco mais de um ano, já é expert em desbravar o continente junto aos pais. Vem ver:

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Todas as fotos © Our Open Road

Gato ensina garotinha autista a se comunicar e mostrar afeto por seus pais

 
Crianças autistas possuem uma grande dificuldade de se comunicar e demonstrar afeto para elas pode ser um enorme obstáculo. Porém, um estudo da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, indica que conviver com animais pode beneficiar crianças e adolescentes autistas. E a história de Iris e seu gato Thula só vem a reforçar isso.

Iris tinha muita dificuldade de se comunicar para mostrar o que queria e geralmente fazia isso apontando para as coisas ou levando sua mãe, Arabella Carter-Johnson, até elas. Depois que a família adotou o gatinho, a menina passou a usar a voz para se comunicar com mais frequência e até mesmo a qualidade do sono da menina melhorou após a chegada do animal, segundo contaram os pais ao Distractify.

Outras atividades que antes eram evitadas pela menina, como usar roupas, passear de carro e tomar banho, passaram a ser encaradas por ela com mais normalidade após o convívio com o animal. De vez em quando, Iris acaricia, abraça e até beija Thula – o que melhorou muito sua resposta às demonstrações de afeto da família. A relação entre os dois é puro amor! ♥

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Todas as fotos © Penguim Random House


Brasileiro usa fotografia para retratar o laço que une pessoas com deficiência e seus cuidadores

Supostamente uma foto tremida é uma foto desperdiçada. Mas não quando o fotografo é o jovem Roger Bueno, de 24 anos. Nascido com uma deficiência congênita na mão direita, nas imagens de Roger, o tremor é discurso. É amor, e suas fotos mostram nada além disso: afeto, empatia, companheirismo e dedicação entre deficientes e seus cuidadores.

Roger é estudante de comunicação social com habilitação em Publicidade e Propaganda, na condição de bolsista, na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, e estas fotos são seu primeiro contato com a fotografia. Além de retratar o afeto entre essas pessoas, a série procura, segundo Roger, “motivar uma reflexão sobre temas como saúde, trabalho e exclusão social”.

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As imagens são inspiradas nos tios de Roger, Valdemar e Marieta. Seu tio sofre há mais de 20 anos de um transtorno mental, agravado por internações em manicômios, com tratamentos cruéis e desumanizados. Além do acompanhamento médico, Valdemar depende exclusivamente de Marieta, e essa natureza de troca, confiança e cuidado é que inspirou Roger.

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A natureza dessas relações, porém, é bastante complexa e variada, se dando ora entre pais e filhos, ora maridos e esposas, avós e netos, e até mesmo amigos simplesmente.

O que Roger quer é apontar uma luz sobre um tema que, segundo ele, está na “escuridão”: chamar a atenção para as dificuldades que enfrentam, seja em seu cotidiano, seja no mundo, ou até mesmo para além de suas limitações – por exclusão social ou preconceito – e, assim, revelar o amor e a humanidade entre essas pessoas como saída para qualquer dor.

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Todas as fotos © Roger Bueno

MoMa de NY lança incrível curso de arte e fotografia – online e gratuito!

Se você gosta de tirar fotos e está a fim de levar seus conhecimentos sobre a arte a um outro nível, essa pode ser a chance. O MoMA (Musem of Modern Art, ou Museu de Arte Moderna) de Nova York disponibiliza um curso online totalmente gratuito.

São seis aulas, que podem ser assistidas quando e onde o aluno quiser. Quem as ministra é Sarah Meister, curadora da seção de Fotografia do Museu. Ela selecionou obras do acervo do MoMA para contextualizar, analisar e explicar as técnicas que levaram aos resultados.

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Além de Sarah, outros nomes de peso participam do curso, como Marvin Heiferman, autor do livro “Photography Changes Everything” (“A Fotografia Muda Tudo”), e Quentin Bajac, curador-chefe do MoMA.

Para obter o certificado de conclusão do curso é necessário, além de assistir a todas as aulas, passar em uma prova. Segundo Sarah, a ideia é que os alunos estejam capacitados a lançar um “olhar crítico sobre as diversas ideias, abordagens e tecnologias do fazer fotográfico”.

Para ver mais informações ou se inscrever, acesse aqui.

Algumas das fotografias estudadas no curso:

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Todas as imagens © MoMA

Estes retratos de mulheres em estilo neoclássico mais parecem pinturas

Pode parecer, mas as imagens que ilustram esse post não são pinturas de séculos atrás. São fotografias magistralmente registradas por Thierry Bansront. Capturando momentos de elegância que flertam com o sublime, o francês presta uma linda homenagem à arte setecentista.

“Eu amo o período neoclássico, mas sou um péssimo pintor! (…) A maior parte do trabalho é durante a sessão de fotos. A manipulação das luzes e as poses das modelos representam 90% do resultado final”, contou Bansront à Sheeba Magazine, garantindo não usar qualquer software de edição de imagens.

“A ideia é preservar a beleza natural das modelos, permanecendo o mais simples possível”, concluiu. Missão mais do que cumprida, Thierry!

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Você pode acompanhar o trabalho e os bastidores dos ensaios de Bansront em sua página no Facebook.

Todas as imagens © Thierry Bansront