10 pratos típicos pelo mundo que você precisa provar pelo menos uma vez na vida

Nem só de comida brasileira são feitos os pratos do nosso dia a dia. Mas se a culinária italiana, as influências norte-americanas e os pratos chineses são nossos velhos conhecidos, é importante saber que há pratos típicos deliciosos da gastronomia internacional que nós dificilmente conhecemos – mas que deveríamos provar ao menos uma vez na vida.

No melhor estilo #foodporn, confira as fotos abaixo:

1. Poutine (Canadá)

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Foto CC Cheese Factory

Batata frita, queijo e molho: é disso que consiste o Poutine, um dos pratos mais típicos do Canadá – em especial, na província de Québec. A batata, cortada em tiras médias, é frita em óleo vegetal e o queijo tipicamente usado é o coalho. Para o molho, usa-se o gravy, feito com carne de gado, e por cima pode-se colocar bacon e até fois-gras. O prato é tão famoso que pode ser encontrado até mesmo em redes de fast food.

2. Mole Poblano (México)

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Foto CC Elelicht

Nas receitas antigas, mais de cem ingredientes. No livro das famílias, diferentes versões e jeitinhos únicos de prepará-la. Este é o Mole Poblano, uma das receitas mexicanas mais tradicionais e complexas de se fazer. A especialidade culinária é um molho especial feito com especiarias e chocolate (sim!), que cobre pedaços de frango, peru ou carne de porco.

Para essas espécie de guisado, utiliza-se diversos tipos de pimenta, amêndoas, passas, cravo, salsa, alho, canela e chocolate amargo. A necessidade de praticidade, fez com que marcas desenvolvessem seus molhos prontos para Mole Poblano e, hoje, são poucos os cozinheiros que se arriscam a seguir a receita do início ao fim – mas se o fazem, dificilmente se arrependem!

3. Pot-au-feu (França)

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Foto CC David Monniaux

E por falar em guisado, os franceses também tem o seu. Trata-se do saboroso Pot-au-feu (panela no fogo, em tradução livre), um prato de carne bovina temperada com ervas aromáticas e acompanhada por vegetais – alho poró, cenoura, navet e cebolas. Embora simples, há quem considere este o melhor da culinária francesa.

4. Tom Yum (Tailândia)

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Foto CC Takeaway

A clássica sopa de peixe tailandesa recebe o nome de Tom Yum. Ácido e bastante picante, o caldo é feito com um peixe conhecido como “cabeça-de-cobra”, bastante utilizado na gastronomia asiática. Pasta de tamarindo, folhas de lima, pimenta malagueta e citronela também fazem parte da autêntica e saborosa receita.

5. Nasi Lemak (Malásia)

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Foto CC Mw12310

Você pode degustar o Nasi Lemak no café da manhã, ou no almoço e até no jantar. O prato, tradicionalmente consumido em qualquer hora do dia, é feito com arroz branco cozido em leite de coco acompanhado por um molho especial de pimenta, anchovas, camarões ou carne bovina, amendoim e ovos cozidos – estes últimos ingredientes podem variar conforme a receita. Versátil e delicioso!

6. Bobotie (África do Sul)

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Foto © Eafrique.TV

Carne moída cozida com temperos adocicados e coberta por uma mistura de ovos e leite. Coloque no forno e só saborear! Este é o Bobotie, um dos pratos mais conhecidos e consumidos na África do Sul. A carne, que pode ser de gado ou de porco, recebe temperos tipicamente asiáticos, como o curry, e pode ser acompanhada por chutney de maçã e passas.

7. Moussaka (Grécia)

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Foto © Alan Benson/Taste.Au

Que tal uma espécie de lasanha feita com carne moída e berinjela? Os gregos se orgulham da Moussaka, um prato típico fácil de fazer que leva também cebola, ervas e muito azeite. No topo, molho bechamel. No Egito, Croácia e Turquia, o prato também ganha suas versões.

8. Solyanka (Rússia)

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Foto CC Roland Geider

Na Rússia, é a sopa Solyanka que faz sucesso. Feita com vegetais e carne ou peixe a sopa ganha um gosto marcante quando pepinos cozidos são adicionados. Na receita vão também a smetana, um creme de leite azedo semelhante ao sour cream), azeitonas, cogumelos e muitos temperos.

9. Kottu roti (Sri Lanka)

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Foto CC Shamli071

Nas ruas do Sri Lanka, é fácil encontrar vendedores oferecendo o famoso Kottu roti. Após cortar em tiras o roti, um pão de farinha de trigo integral e água, deve-se colocá-lo na frigideira ou chapa junto a vegetais, cebolas, ovos e temperos picantes. Variações podem incluir carne de boi ou frango.

10. Dim Sum (China)

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Foto via HelpGoAbroad

A culinária chinesa é tão rica e saborosa, que decidimos colocar nessa lista incrível não um prato, mas uma coleção deles. O Dim Sum é basicamente um combo de petiscos, incluindo vegetais, frango frito, spring rolls e pasteizinhos. Na dúvida, você pode experimentar todos.

Rinocerontes-brancos-do-norte estavam condenados à extinção, mas cientistas criaram um plano insano

 
Um dos últimos rinocerontes, no Quênia

Um dos últimos rinocerontes, no Quênia

 
Em um parque de conservação no centro do Quênia, vivem os três últimos rinocerontes-brancos-do-norte do mundo. Infelizmente, eles são incapazes de procriar. Isso significa que, quando morrerem, a subespécie será extinta.A menos que um plano complexo e controverso criado por cientistas conservacionistas funcione.

Sudão, Fatu e Najin

Depois de décadas de caça, a subespécie que uma vez existiu aos milhares em toda a África Central foi reduzida para apenas três indivíduos: Sudão, um macho de 42 anos de idade, sua filha Najin, 26, e sua filha Fatu, 15.Sudão tem uma baixa contagem de esperma. Fatu tem um distúrbio que impede que embriões se implantem no seu útero. Os membros de Najin são incapazes de suportar o peso de uma outra gravidez.A condenação à extinção parece inevitável, não? Não se a biologia sintética puder evitar.

Polêmicas

Oliver Ryder, geneticista do jardim zoológico de San Diego, nos EUA, faz parte de uma equipe internacional de cientistas por trás de um esforço radical para reconstruir a população de rinocerontes-brancos-do-norte com embriões cultivados em laboratório criados a partir de tecido congelado.
O projeto, descrito esta semana na revista Zoo Keys, é experimental, caro e recheado de incertezas. Ele levanta diversas polêmicas, incluindo sobre como devemos gastar nosso dinheiro para a conservação. Se der certo, no entanto, será uma enorme conquista da biotecnologia.

Fase um: gametas viáveis

Uma vez que os rinocerontes restantes no mundo não podem se reproduzir naturalmente, o processo deve ser iniciado no laboratório.
O primeiro passo será a obtenção de gametas viáveis (esperma e óvulos). Embora nem Fatu nem Najin possam ficar grávidas, ambas podem ter seus óvulos colhidos. Para esperma fresco, Sudão é a única opção, uma que não é ideal dada a sua idade e parentesco próximo com as duas fêmeas. Mas o zoológico de San Diego também tem um vasto banco de tecidos construído especificamente para a conservação genética, com o esperma de quatro outros machos falecidos.
É um começo, mas uma população fundada com apenas cinco machos e duas fêmeas é geneticamente pobre. Como a diversidade genética é crucial, a segunda fase do plano é criar gametas artificiais reprogramando tecidos de outros rinocerontes.
Cerca de dez anos atrás, os biólogos descobriram que poderiam transformar células da pele em células-tronco pluripotentes induzidas. Estas, por sua vez, podem se transformar em qualquer coisa, de células cardíacas a gametas. Células viáveis de uma dúzia de rinocerontes-brancos-do-norte estão alojadas no zoológico de San Diego, no Leibniz Institute for Zoo and Wildlife Research em Berlim, e em outros bancos de tecidos ao redor do mundo.

Fase dois: gravidez

Mas transformar células-tronco pluripotentes em esperma e óvulos é algo experimental que só foi feito em camundongos. Pode levar anos para os cientistas traduzirem a técnica para rinocerontes.
Além disso, a aquisição de gametas viáveis é apenas o primeiro passo. Em seguida, o esperma e os óvulos serão misturados in vitro para produzir um embrião, o qual irá ser implantado dentro de uma barriga de aluguel – idealmente, uma fêmea da espécie estreitamente relacionada, rinoceronte-branco-do-sul.
Ninguém jamais transplantou um embrião ao útero de um rinoceronte, coisa que pode ser difícil devido ao colo altamente complicado e impenetrável da criatura. Se os embriões não puderem ser implantados em rinocerontes fêmeas, podem ter que ser colocados em cavalos, que têm um período de gestação mais curto, e cujos corpos podem rejeitar o tecido estranho.
Se tudo o que foi esboçado até agora der certo, deve ser possível produzir uma primeira geração de bebês em dez anos. Dez anos mais tarde, eles serão adultos reprodutores. Em um cenário otimista, em 50 anos teremos uma pequena, mas estável população de rinocerontes-brancos-do-norte.

É possível!

George Church, geneticista da Universidade de Harvard que foi pioneiro na tecnologia CRISPR (de edição de genes), e que atualmente trabalha em um esforço para clonar o mamute-lanoso e trazê-lo de volta à existência, disse ao portal Gizmodo que acredita que todas as metas desse plano sejam viáveis. “Acho que o maior desafio não vai ser a tecnologia celular, vai ser a criação em cativeiro”, explicou.
O paleogeneticista Ben Novak, que procura restaurar a herança genética de espécies ameaçadas de extinção, concorda. “O maior problema vai ser a gravidez”, acrescentando que o zoológico de San Diego está atualmente trabalhando com várias rinocerontes-brancos-do-sul do sexo feminino para torná-las mais domesticadas.

Mas…

Nem todo mundo está entusiasmado com a ideia de uma experiência que vai custar milhões e pode nem funcionar. Alguns conservacionistas argumentam que os nossos recursos seriam melhor gastos impedindo caçadores de acabarem também com os rinocerontes-brancos-do-sul – mais de 1.000 estão sendo abatidos por causa de seus chifres a cada ano.
Outros não gostam da ideia de usar a biotecnologia para evitar a extinção. “Isto diz que podemos deixar espécies chegarem à beira da extinção que a tecnologia moderna pode trazê-las de volta”, sugere Stuart Pimm, biólogo de conservação da Universidade de Duke, nos EUA, ao portal Nature News.
Church entende as preocupações, mas crê que devemos arriscar. “Eu concordo com a priorização, mas também concordo com a noção de que nem sempre é um jogo de soma zero”, disse. “As pessoas podiam ter dito ‘Por que perder tempo desenvolvendo vacinas contra a poliomielite? Temos de colocar todo o nosso dinheiro no desenvolvimento de pulmões de aço’. Claramente, isso teria sido uma solução fraca”.
Para Ryder, Church e outros pesquisadores que pensam grande, esforços hercúleos como este podem acelerar tecnologias que vão ajudar a salvar muitas mais espécies no futuro. “Acreditamos que isso vai levar a tecnologias para a prevenção da extinção de outras espécies”, disse Ryder ao Gizmodo. “Idealmente, gostaríamos de ver os esforços de conservação aplicarem essas ferramentas antes de chegarmos a um cenário grave de gestão de crise como este”. [Gizmodo]

Entenda a diferença entre os principais tipos de véu islâmico

Conheça as diferenças entre os principais tidos de véus do mundo

 

Burca

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A burca é uma veste feminina que cobre todo o corpo, até o rosto e os olhos, porém nos olhos há uma rede para se poder enxergar. É usada pelas mulheres do Afeganistão e do Paquistão, em áreas próximas à fronteira com o Afeganistão. Ela é um símbolo do Talibã.

O seu uso deve-se ao fato de muitos muçulmanos acreditarem que o livro sagrado islâmico, o Alcorão, e outras fontes de estudos, como Hádice e Suna, exigem a homens e mulheres que se vistam e comportem modestamente em público. No entanto, esta exigência tem sido interpretada de diversas maneiras pelos estudiosos islâmicos e comunidades muçulmanas; a burca não é especificamente mencionada no Corão e nem no Hádice. A comunidade religiosa Talibã, que comandou o Afeganistão nos anos 2000, impôs seu uso no país.

Para alguns estudiosos, o Hádice fala de cobrir completamente o corpo das mulheres, enquanto outros interpretam que é permissível deixar o rosto, mãos e ocasionalmente pés descobertos.

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A burca foi proibida, na França, em 17 de julho de 2010, pela Lei nº 524, que entrou em vigor seis meses após sua promulgação.

Niqab ou Nicabe

Nicabe (em árabe: نِقاب Niqab, ‘véu’ ou ‘máscara) é um véu que cobre o rosto e só revela os olhos, usado por algumas mulheres muçulmanas; o nicabe pode cobrir também os olhos com um tecido transparente. Geralmente é feito de algodão oupoliéster, tendo no preto a sua cor mais comum. É frequente nos países da Península Arábica, mas também pode ser encontrado em outros países de tradição religiosa muçulmana. As mulheres que o usam são chamadas de niqabi oumunaqaba.

Não são claras as origens históricas do nicabe, mas é provável que ele já existisse na Península Arábica antes do nascimento do Islão. Seu uso se propagou sob influência do islamismo wahhabista, principalmente nas zonas urbanas.

As diferentes escolas de jurisprudência islâmica apresentam perspectivas diversas em relação a esta peça de indumentária. Ela pode ser encarada como fard (obrigatório) ou sunnah (recomendado) ou até mesmo algo que não deveria nunca ser usado por ser perigoso. O nicabe é considerado obrigatório pelos salafis, a corrente muçulmana dominante na Arábia Saudita, e é recomendado por outros grupos sunitas e xiitas, por ser compatível com o hijab, o código

Hijab

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Hijabe ou hijab (do árabe: حجاب, translit. ħijāb, ‘cobertura’; “esconder os olhar”; pron.: [ħiˈdʒæːb]) é o conjunto de vestimentas preconizado pela doutrina islâmica. No Islã, o hijab é o vestuário que permite a privacidade, a modéstia e a moralidade, ou ainda “o véu que separa o homem de Deus”. O termo “hijab” é, por vezes, utilizado especificamente em referência às roupas femininas tradicionais do Islã, ou ao próprio véu.

O hijab é usado pela maioria das muçulmanas que vivem em países ocidentais. A depender da escola de pensamento islâmica, o hijab pode se traduzir na obrigatoriedade do uso da burca, que é o caso do Talibã afegão, até apenas uma admoestação para o uso do véu, como ocorre na Turquia. Na atualidade, o hijab é obrigatório na Arábia Saudita e na República Islâmica do Irã, além de governos regionais noutros países, como na província indonésia de Achém.

Etimologia

حجاب significa em árabe “cobertura”. A palavra vem de حجب, que significa “cobrir, proteger de estranhos. Para eles o hijab foi decretado para proteger a sua modéstia e honra pois Deus, o Altíssimo, diz no Alcorão Sagrado:

saírem que se cubram com as suas mantas; isso é mais conveniente, para que se distingam das demais e não sejam molestadas; sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo

Deus revelou este versículo ao seu Mensageiro, o Profeta Maomé, ordenando a mulher crente a se cobrir com sua manta quando saísse de seu lar, de tal maneira que nenhum de seus atrativos ficasse visível; porque desta maneira sua aparência se tornaria claro a todos, de que ela era uma muçulmana, honrada, casta, pelo que nenhum hipócrita ousaria molestá-la.

O uso ou não do hijab pouco preocupa muçulmanos de certas correntes. Muitas mulheres não usam o véu sequer para a celebração religiosa de sexta-feira, o dia sagrado dos muçulmanos. Elas contam que usar ou não usar o véu é uma questão pessoal, e que o mais importante não é usar ou não usar, mas o motivo que leva a mulher a querer usar.É feito de duas peças: uma touca e uma echarpe.Tipos de roupas usadas pelos religiosos  muçulmanos xiitas na maior região iraniana.

Xador

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O xador ou chador (do persa چادر‎, “tenda”) é uma veste feminina que cobre o corpo todo com a exceção do rosto. O termo xador refere-se à veste usada no Irã, e obedece ao hijab, o código de vestimenta do Islã. Sua utilização não é obrigatória na Republica Islâmica.

O xador é um traje persa antigo, cujo uso é documentado desde o século XVIII, e se popularizou no Irã na época da Dinastia Qājār. O monarca Reza Shah proibiu o xador em 1936, em meio ao processo de ocidentalização forçada do país. Com a Revolução Islâmica de 1979, o xador foi encorajado pelas autoridades xiitas, por ser uma vestimenta tradicional que se enquadra nas recomendações da doutrina islâmica ortodoxa.

O xador é usado não apenas pelos muçulmanos, como também por outras comunidades religiosas iranianas, como os zoroastrianos. Sua cor mais comum é o negro, mas ele pode ser confeccionado noutras tonalidades. Contudo, as iranianas mais jovens e não religiosas preferem o uso do lenço cobrindo a cabeça.

Abaya

A abaya “manto” (coloquialmente e mais comumente, árabe: عباية’abāyah, especialmente em árabe literário: عباءة’abā’ah;plural’abāyāt عبايات, عباءات’abā’āt), às vezes também chamado de uma aba, é um excesso simples, solta vestuário,essencialmente, um robe -como vestido, usado por algumas mulheres em partes do mundo muçulmano, incluindo no Norte de África e da Península Arábica. abayat tradicional são preto e pode ser um grande quadrado de tecido drapeado dos ombros ou cabeça ou um longo caftan . A abaya cobre todo o corpo, exceto o rosto, pés e mãos. Ele pode ser usado com o niqab, um véu cobrindo o rosto todos, mas os olhos. Algumas mulheres optam por usar luvas pretas longas, assim que suas mãos estão cobertas também.Vestido tradicional das mulheres indonésias e malaias kebaya recebe o seu nome a partir do abaya.

Justificativa 

A lógica por trás da abaya é tratada com maior comprimento no artigo Niqab.Muitas vezes, as citações do Alcorão: “Ó Profeta, dize suas esposas e filhas, e às crentes, para cobrir-se com uma roupa solta. Eles vão, assim, ser reconhecida e nenhum dano virá a eles” Alcorão 33:59  (Traduzido por Ahmed Ali)] é dada como argumento para desgastar a abaya.

A abaya é mais comum em países com grandes populações muçulmanas, como todo o corpo, exceto o rosto e as mãos, é considerado awrah: o que deve ser escondida em público a partir de machos não relacionados por sangue ou casamento.

Médio Oriente

Na Arábia Saudita, as mulheres são obrigadas a cobrir em público.  No Irã, uma cobertura semelhante é usado, conhecido como um chador, embora esta não cobre o rosto. No Sul da Ásia, uma peça de vestuário é equivalente aburqa.

Estilos 

Abayat são conhecidos por vários nomes, mas têm a mesma finalidade, que é a capa. Modelos contemporâneos são geralmente caftans, cortados da luz, fluindo tecidos como crepe, georgette e chiffon. Outros estilos abaya conhecidos são da frente aberta e frontal fechada abaya. Estilos diferentes de região para região: algumas abayat tem bordado em tecido preto, enquanto outros são coloridos e têm diferentes formas de trabalhos artísticos através deles.

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Aba para usar como nikab

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Uma espécie de Hijab,só que este ao invés de ser um véu curto,ele vai até mais ou menos a cintura, cobrindo a cabeça.Em baixo do khimar,usa-saia ou roupas normais.

 

Shayla

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A Shayla usada por fashionista islâmica 
Assim como a Al-amira, também é fruto das revoluções femininas nos Emirados Árabes. Surgiu como uma alternativa para as mulheres que não se sentiam confortáveis sem véu nenhum ou como um acessório para entrar nas mesquitas, onde cobrir os cabelos é obrigatório.USO MAIS COMUM .Longa e retangular, é envolta ao redor da cabeça e presa na região dos ombros. Pode deixar pescoço e parte do cabelo à mostra.

Al Amira

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Todas as imagens Google

Composta por duas peças, uma touca e um lenço, a Al-Amira é usada desde a década de 70 nos Emirados Árabes, após protestos feministas que levaram algumas mulheres a abandonar de vez o Niqab e outras a adotar este novo modelo. É o mais usado por muçulmanas no mundo inteiro e o mais aceito na maioria dos países de população islâmica.

Série de fotos feita com infravermelho mostra o Central Park de um jeito que você nunca viu

Nova York é a cidade que nunca dorme – e nunca deixa de ser fotografada. Talvez seja uma das cidades mais capturadas por fotógrafos e turistas do mundo. E sendo assim, muitas cenas da Big Apple podem tornar-se banais e chatas. Mas o fotógrafo e designer gráfico Paolo Pettigiani inovou nos cliques da deslumbrante NY através de uma lente infravermelha.

O estilo de capturação fez com que todas as árvores e plantas ficassem vermelhas. Ou seja, o avermelhado tomou o lugar do verde trazendo um tom surreal à paisagem a qual já estamos tão acostumados a ver. É quase um filme do Wes Anderson! (Se lembra das cores do Grande Hotel Budapeste?).

Aos 24 anos, o artista italiano recentemente se mudou para Nova York, onde começou a documentar cenas da cidade com sua lente única e com a pós produção no Photoshop. O contraste criado por Paolo traz um vermelho cereja vibrante que fica encantador junto do céu e do lado azul, bem como os arranha-céus geométricos.

Veja agora como o famoso Central Park ficou literalmente pintado de uma nova cor, onde o vermelho se torna o novo verde:

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Todas as fotos © Paolo Pettigiani

FOTO DO DIA

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Existe somente uma idade para a gente ser feliz
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-los
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos

Uma só idade para a gente se encantar com a vida
e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo nem culpa de sentir prazer

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida
à nossa própria imagem e semelhança
e sorrir e cantar e brincar e dançar
e vestir-se com todas as cores
e entregar-se a todos os amores
experimentando a vida em todos os seus sabores
sem preconceito ou pudor

Tempo de entusiasmo e de coragem
em que todo desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda a disposição de tentar algo novo,
de novo e de novo, e quantas vezes for preciso

Essa idade, tão fugaz na vida da gente,
chama-se presente,
e tem apenas a duração do instante que passa …
… doce pássaro do aqui e agora
que quando se dá por ele já partiu para nunca mais!

Geraldo Eustáquio de Souza

As Ilhas Selvagens, em Portugal, são um dos últimos lugares intocados no Oceano

Localizadas no extremo sul de Portugal, as Selvagens são duas pequenas ilhas do arquipélago da Madeira onde não há árvores, apenas vegetação rasteira. Entre os seus moradores estão os vigilantes da natureza e mais ninguém. Mesmo assim (e talvez por isso mesmo), esta é uma das únicas áreas quase intocadas dos Oceanos no mundo.

Ironicamente, a preocupação com o mar das Selvagens começou graças a uma ave que migra pelo mar, a cagarra. Antigamente, as aves faziam ninho ali, mas eram dizimadas pelos pescadores da Madeira, para quem serviam de alimento, enquanto as suas penas eram vendidas para fábricas de colchão na Inglaterra. Anualmente, chegavam a ser mortas 20 mil cagarras.

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Foto © Manu San Felix/National Geographic

Foi assim que, em 1971, as ilhas, que eram de propriedade privada, foram compradas pelo Estado, que as classificou como reserva natural, protegendo as aves marinhas – e, consequentemente, todo o ambiente aquático no entorno. Hoje, a ilha Selvagem Grande abriga a maior colônia de cagarras do mundo.

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Foto © Andy Mann/National Geographic

Graças à preservação do local, as ilhas receberam a visita dos pesquisadores do projeto Mares Prístinos, da National Geographic, em 2015. A equipe passou 10 dias no local, período que serviu para criação de um relatório científico e um documentário sobre a expedição. Apesar de concluir que este é ainda um dos poucos ecossistemas marinhos quase intocados, os cientistas defenderam a necessidade de um aumento na reserva natural – dos atuais 9.500 hectares para 124.500.

Confere só um pedacinho do documentário (em inglês):

O projeto Mares Prístinos foi lançado em 2008 com o objetivo de identificar, avaliar e proteger os últimos espaços que permanecem em estado selvagem nos oceanos. Segundo o site do projeto, 3 milhões de quilômetros quadrados dos oceanos já foram protegidos com o auxílio deste – e, se depender da equipe, muitos outros continuarão sendo beneficiados pela iniciativa.

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Fotos © Andy Mann/National Geographic

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Foto © Manu San Felix/National Geographic