Refugiados no Brasil ensinam idiomas e criam intercâmbio cultural com os locais

Estar longe de casa não é nada fácil, ainda mais quando se está em fuga devido conflitos, miséria e demais problemas em seu próprio país. Visando acolher e ainda oferecer uma atividade que beneficie a todos, o Abraço Cultural é um curso de idiomas ministrado por refugiados de vários países, com objetivo de promover a troca de experiências, inserção no mercado de trabalho, geração de renda e valorização pessoal e cultural dos professores.

A ideia inteligente, desenhada pela plataforma social atados, já cruza fronteiras e barreiras em suas raízes, gerando para os alunos, além do aprendizado de uma nova língua, a quebra de barreiras culturais e proporcionando aos refugiados novas experiências com a comunidade local, valorizando as diferenças.

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O valor fixo de R$ 800 por semestre inclui material próprio e método de ensino inovador, com aulas regulares duas vezes por semana, além de um workshop de tradições (culinária, dança, cultura, literatura, cinema, curiosidades, política e história), uma vez por semana, compartilhando um pouco da cultura nativa do professor. As aulas das novas de inglês, francês, espanhol e árabe terão 36 turmas em São Paulo, iniciando em setembro. Até o momento, já tiveram 12 turmas com 120 alunos, superando as expectativas. O curso pretende ser replicável, podendo ser aplicado em outras cidades e países.

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Este diamante roxo ridiculamente raro custa US$ 1 milhão por quilate



O diamante roxo da imagem acima é o Argyle Violet, descoberto recentemente na mina Argyle.
Localizada na região árida da Austrália Ocidental, a mina de diamantes Argyle fornece 90% dos diamantes rosas e vermelhos do mundo. Estas gemas coloridas custam, em média, 50 vezes mais do que os diamantes transparentes normais.
Os raros diamantes podem vender por cerca de US$ 1 milhão por quilate, de acordo com informações da Agence France-Presse.

2,83 quilates

O recém-descoberto Argyle Violet, propriedade da gigante de mineração australiana Rio Tinto, pesava 9,17 quilates quando foi retirado do chão.Agora, foi esculpido e ficou com 2,83 quilates.“Incrivelmente raro e limitado pela natureza, o Argyle Violet será muito procurado por sua beleza, tamanho e proveniência”, disse o gerente geral de vendas da Rio Tinto, Patrick Coppens, à imprensa. “Este diamante violeta impressionante irá capturar a imaginação de colecionadores e apreciadores mais importantes do mundo”.

Roxo e raro

Diamantes transparentes (ou brancos), que são o tipo mais comumente encontrado e vendido, não são nada raros. De acordo com Tom Zoellner do The Washington Post, o mercado de diamantes é controlado tão fortemente por empresas de joias que a escassez da gema é criada artificialmente para inflacionar os preços.Mas isso não inclui os diamantes coloridos, verdadeiramente infrequentes. Até agora, apenas 12 quilates de pedras polidas desta natureza têm sido produzidos em 32 anos.
De acordo com a analista de diamante Paul Zimnisky, em 2015, mais de 135 milhões de quilates de diamantes foram produzidos, o que representa US$ 14 bilhões de renda da indústria.Quando você compara este valor para os 12 quilates de diamantes como este violeta que temos visto ao longo das últimas três décadas, você começa a ter uma ideia de quão extraordinários eles de fato são.

Como estes diamantes coloridos se formam?

Diamantes se formam na crosta da Terra, quando átomos de carbono se unem sob extrema pressão para formar cristais. Os cientistas não têm certeza, mas o consenso geral é que partículas estranhas podem se misturar no processo de cristalização, o que faz com que um diamante normalmente transparente mude em um nível molecular e se torne colorido.Até alguns anos atrás, essa era a única maneira de se obter um diamante. Hoje em dia, no entanto pesquisadores descobriram como fazer diamantes “sintéticos” em um forno de micro-ondas industrial, tão brilhantes quanto os naturais, mas sem todas as questões éticas envolvidas em seu comércio.

Viajando o mundo

O Argyle Violet será a peça central de uma exibição anual da Rio Tinto, que vai viajar por várias cidades em junho de 2016. [ScienceAlert]

Especial cuidadores: quem são os heróis anônimos que protegem os animais em situação de abandono

A Organização Mundial da Saúde estima que, só no Brasil, existam mais de 30 milhões de animais sem um lar, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. De todos estes cachorrinhos abandonados, 14 milhões acabam em abrigos, sendo que 90% nunca encontrarão um dono para chamar de seu.

Em cidades de grande porte, para cada cinco habitantes há um cachorro. Destes, 10% estão abandonados. Em cidades menores a situação não é muito diferente. Em muitos casos o número chega a 1/4 da população humana. 

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Foto © Divulgação

A cidade de São Paulo, por exemplo, conta com UM único CCZ, Centro de Controle de Zoonoses, órgão responsável por cumprir políticas preventivas como vacinação, registro, castração e doação para os aproximadamente 1,6 milhão de bichinhos abandonados na cidade. Para poder suportar todos os atendimentos, seriam necessários NO MÍNIMO três CCZ.

O drama do abandono

Segundo Rita Garcia, Coordenadora Executiva do ITEC (Instituto Técnico de Educação e Controle Animal), o número de animais cresce junto com o da população humana, assim como os problemas relativos a esse aumento. “Enquanto não existir uma política de impacto para atender essa demanda que é enorme, o problema não vai diminuir”.

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Foto © Divulgação

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Foto © Mauro Pimentel

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Foto © Félix Zucco

Isso mostra que o “fenômeno pet”, que inseriu cães e gatos no convívio familiar, não foi acompanhado por uma estrutura pública de prevenção ou que resolva o drama da superpopulação e do abandono, pois não são somente cãezinhos sem raça que vivem nas ruas. Muitos dos cachorros abandonados possuem alguma raça ou são mistura, tendo sido muitas vezes irresponsavelmente jogados na rua por terem vindo com “algum defeito” ou então por não poderem procriar mais, se tornando “inutilizáveis” para seus donos.

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Foto © Fernando da Mata

Pesquisas do IBGE estimam que o Brasil tem 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos domiciliados. Quantos destes irão parar nas ruas ou gerar crias indesejadas, que serão abandonadas assim que nascerem?

Estes são números realmente muito tristes, ainda mais se pensarmos que existem milhares de lares que poderiam ajudar a resolver o problema.

Os protetores

Tentando minimizar esta crise e, ao mesmo tempo, ajudar estes animais abandonados a encontrarem uma família onde possam dar e receber muito amor, estão os “protetores”. Pessoas que, quando passam pela rua e veem um animal encolhido, desnutrido ou ferido, não conseguem seguir em frente indiferentes à situação. Estes heróis do dia a dia recolhem os animais, levam a clínicas veterinárias, onde muitas vezes ficam por meses, tamanho o estrago com sua saúde, dão comida, banho e carinho, enquanto paralelamente correm atrás de voluntários que possam ajudar tanto financeiramente quanto na busca por um novo lar para estes bichinhos.

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Foto © Mauro Pimentel

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Foto © Mauro Pimentel

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Foto © Félix Zucco

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Foto © Apelo Canino

Luísa Mell

Este é o caso da apresentadora Luísa Mell que, desde 2015, mantém o Instituto que leva seu nome, atuando no resgate de animais feridos ou em situações de risco, ajudando na recuperação e adoção dos bichinhos. A história de Luísa com os animais vem desde 2002, quando apresentava o programa Late Show, na RedeTV, onde mostrou a situação degradante de muitos pets, denunciando maus tratos por todo o país. Desde então, tornou-se ativista do gênero, sendo uma das mais conhecidas do Brasil. Hoje, seu instituto mantém um abrigo com cerca de 300 animais, entre cães e gatos, todos resgatados das ruas, onde são protegidos e alimentados enquanto aguardam pela chance de serem adotados.

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Foto © Reprodução Facebook

“A relação de minha família com os animais começou em uma feira de adoção, em São Bernardo. Ficamos com uma vira-lata muito doente. Virou amor pra vida toda”,  conta Luísa, que também é vegetariana e levanta a bandeira sobre a redução do consumo de carnes e utilização ou ingestão de produtos provenientes dos animais.

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Quase todos os animais chegam ao Instituto bem debilitados

Hoje, o Instituto tem um gasto mensal de aproximadamente 32 mil reais, sendo que praticamente metade deste valor vai para as despesas veterinárias, como medicamentos, exames, internações e cirurgias. Quase 80% da receita vem de doações, o restante é obtido através de vendas de produtos que vão desde camisetas até calendários e capinhas para celular.

Paula Jabur Elias

Para Paula Jabur Elias, uma protetora de Florianópolis, as coisas são um pouco diferentes.

Paula não tem uma ONG, nem um Instituto, mas faz seu trabalho com o mesmo amor, carinho e dedicação. Hoje, cuida de cerca de 30 cães resgatados, que convivem com ela, seu marido e filho num sítio na região de Florianópolis. Eles não contam com ajuda de voluntários para manter os animais, então o marido de Paula tem dois empregos para poder bancar os quase R$7.000,00 mensais necessários para alimentar e manter os cachorros saudáveis, enquanto Paula sustenta uma rotina quase militar para dar conta de tratar de todos os cãezinhos não só vira-latas, como também animais de raça ou mistura.

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Mel, uma buldogue inglês que servia de matriz e foi descartada após não poder procriar mais © Reprodução Facebook

“Cerca de 30% dos animais resgatados são de raça ou mix de alguma raça. Ou seja, as pessoas estão ficando cada vez mais exigentes, já te procuram sabendo a raça, o sexo, a idade, o peso e às vezes até a cor do animal que querem adotar! Pra mim, isso é resultado do egoísmo humano que tem aumentado assustadoramente, cada vez mais as pessoas pensam só em si próprios, não têm tempo e nem querem gastar com um animal. E se der algum “problema” te devolvem ou largam na rua como se fosse um objeto com defeito ou quebrado, independentemente se foi adotado, comprado, se tem raça ou não”, contou Paula ao Hypeness.

A protetora acredita que, mesmo com o seu trabalho e de tantos outros protetores espalhados por todo o Brasil, o número de animais de rua está crescendo rapidamente, considerando que um casal de cães ou gatos cruzando 2 vezes ao ano, em poucos anos gerará centenas de outros animais, já que os filhotes gerados estarão cruzando também. Paula afirma que se esta questão não for tratada com mais seriedade e prioridade pelo governo, logo irá se tornar um problema de saúde pública insustentável.

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Foto © Reprodução Facebook

Uma das soluções propostas para tentar conter esta superpopulação é a castração. Em algumas cidades, como São Paulo, a castração de animais é lei. Estudos apontam que o equilíbrio entre mortes e nascimentos é atingido quando 70% da população de cães e gatos é castrada. Alguns atribuem essa missão ao poder público, mas outros alegam que o governo não tem estrutura para isso. O fato é que a questão é polêmica, e precisa ser discutida urgentemente.

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A protetora Sara Vieira, do Projeto  Anjos de Patas, conta que todos os animais que vivem no sítio da ONG são doados castrados, tanto fêmeas quanto machos, evitando assim que novos filhotes indesejados sejam deixados na rua. Assim acontece com praticamente todas as ONGs, muitas vezes através de convênios com clínicas veterinárias para realização do procedimento a um baixo custo. Ainda assim, multiplicando-se por tantos animaizinhos abandonados sob cuidado dos protetores, o valor acaba ficando alto. Um gasto dispendioso, mas necessário, visto que se trata da maneira mais eficaz de manter algum controle sob a procriação.

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Foto © Reprodução Facebook

União Internacional Protetora dos Animais

Em São Paulo, a UIPA (União Internacional Protetora dos Animais), acomoda aproximadamente 900 cães e gatos, em uma área de 9 mil metros quadrados. Segundo Vanice Orlandi, presidente da ONG, a prefeitura doou o terreno onde funciona o abrigo, mas não contribui com os gastos mensais da instituição. “A prefeitura me procurou para fazer uma parceria há alguns anos. Eles queriam mandar para cá os animais atropelados, mas não iam contribuir com material cirúrgico. E nós recebemos aqui animais trazidos pela Polícia Militar e pela empresa municipal de trânsito. A gente supre a omissão do poder público. Eram eles que deveriam estar fazendo nosso papel”, afirma Vanice.

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Foto © Mauro Pimentel

Temos um problema enorme a ser resolvido. O trabalho de todas estas ONGs e protetores é incrível, mas a responsabilidade por uma questão de saúde pública tão abrangente não pode ficar nas mãos de alguns altruístas amantes dos animais. Além disso, mesmo com todo o trabalho e o esforço diário, é impossível resolver um problema que envolve milhões de animais com a dedicação de alguns poucos cidadãos.

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Foto © Divulgação

Mas, por enquanto, esta é a nossa única esperança. O poder público, de modo geral, ainda carece de políticas para resolver a situação dos animais abandonados, e precisa de um plano de ação urgente. Combater o “problema” é fundamental, mas mais importante ainda é não deixar que ele aconteça.

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Foto © Apelo Canino

As cidades precisam de mais centros para cuidar dos animais abandonados, mas também precisam de campanhas de conscientização, para que as pessoas deixem de ver cães e gatos como um brinquedo que pode ser descartado a partir do momento que você perde o interesse. E enquanto isso não acontece, milhões de vidas continuam dependendo da generosidade dos nossos heróis do dia a dia.

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Foto © Web Animal

Série de fotos rara mostra Angelina Jolie com apenas 15 anos em um de seus primeiros ensaios

No mês em que Angelina Jolie completa 41 anos, circula pela rede uma série de fotos da atriz adolescente, no auge dos seus 15 anos, quando ainda trabalhava como modelo, ao mesmo tempo que cursava interpretação para TV e teatro.

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O ensaio, feito pelo aclamado fotógrafo Harry Langdon, foi um dos primeiros da atriz. Imagens em preto e branco, o inconfundível cabelo longo e muitas caras e bocas fazem parte dos clicks, que já mostravam uma Angelina cheia de personalidade.

Não acredita? Veja isso:

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As fotos foram leiloadas em 2010 pela Profiles in History, tendo sido arrematadas por um valor 6 vezes maior do que o esperado.

Todas as fotos © Harry Langdon

Exposição World Press Photo destaca os melhores cliques da imprensa ao redor do mundo

A exposição World Press Photo, o concurso de fotojornalismo que destaca os melhores cliques da imprensa ao redor do mundo, fica em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, de 18 de maio a 19 de junho. A mostra reúne 164 imagens sobre temas variados – como política, economia, esportes, cultura e meio ambiente.

A imagem de um homem passando um bebê através de uma cerca na fronteira entre a Sérvia e a Hungria, do australiano Warren Richardson, foi a grande vencedora do World Press Photo 2016 e é o grande destaque da exposição. “Desde o início, nós olhamos para esta fotografia e soubemos que era importante. Tem muito poder na sua simplicidade, pelo simbolismo do arame farpado, e dá uma noção visual do que está acontecendo com os refugiados”, explica Francis Kohn, presidente do júri e diretor de fotografia da Agence France-Presse.

O Brasil está representado por Mauricio Lima que venceu a categoria Notícias (Fotografia única), com a imagem de um adolescente de 16 anos, militante do Estado Islâmico, ferido na guerra da Síria, e ficou em segundo lugar na categoria Cotidiano (Fotografia única), com a foto de um grupo de crianças da tribo Mundurucu brincando no Rio Tapajós, no Pará, feita para uma reportagem sobre a construção de uma hidrelétrica na região que pretende alagar grande parte das terras da tribo.

O Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, também aparce. O fotógrafo Sebastián Liste ficou com o terceiro lugar na categoria Cotidiano (Portfólio) com imagens de um grupo de amigos que vivem na favela e se juntaram para formar o Coletivo Papo Reto. Eles usam as mídias sociais para comunicar histórias da comunidade que são ignoradas pela mídia tradicional.

Fotógrafos de National Geographic levaram todos os prêmios da categoria Natureza (Portfólio) e estão entre os destaques da mostra. Tim Laman ficou em primeiro pelo seu trabalho de documentação de orangotangos selvagens e as ameaças enfrentadas pela espécie. Brent Stirton, com fotos para a reportagem Guerra do Marfim, e Christian Ziegler, pelas imagens para a matéria Camaleões sob pressão ficaram na segunda e terceira colocações, respectivamente. Outro fotógrafo de NG, David Guttenfelder, também foi premiado. Ele ficou com a terceira colocação na categoria Projetos de longa duração por suas imagens que retratam a vida na Coreia do Norte.

“Há anos a World Press Photo vem abordando a questão dos refugiados de conflitos no Oriente Médio e África. Não fosse pelas fotografias, talvez não soubéssemos a real gravidade do que está acontecendo. É uma das maiores crises humanitárias da História. Espero que a exposição ajude as pessoas a se sensibilizar e refletir sobre o assunto”, enfatiza Rafael Ferraz, organizador da exposição e sócio da Capadócia Produtora Cultural, responsável há nove anos por trazer a mostra ao Brasil.

                 World Press Photo 2016               Esperança para uma nova vida – Foto vencedora do World Press Photo 2016.Um homem passa um bebê através da cerca na fronteira entre a Sérvia e a Hungria:Foto: Warren Richardson

                 World Press Photo 2016               Vida dura para os orangotangos – Foto do portfólio vencedor da Categoria Natureza (Portfólio) do World Press Photo 2016.Incêndios, comércio ilegal de animais e perda de habitat devido ao desmatamento são ameaças aos orangotangos. Muitos órfãos acabam em centros de reabilitação:Foto: Tim Laman

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Guerra do marfim – Foto do portfólio da reportagem de National Geographic que ficou em segundo lugar na Categoria Natureza (Portfólio) do World Press Photo 2016.A série retrata os grupos armados que lucram com o comércio ilegal de marfime as pessoas que lutam contra eles:Foto: Brent Stirton

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Camaleões sob pressão – Foto do portfólio da reportagem de National Geographic que ficou em terceiro lugar na Categoria Natureza (Portfólio) do World Press Photo 2016Madagascar detém mais de metade das espécies de camaleão do mundo.No entanto, como resultado do desmatamento causando perda de habitat, 50 por cento das espécies está ameaçada:Foto: Christian Ziegler

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Membro do Estado IslÂmico tratado em hospital curdo – Foto do brasileiro Mauricio Lima, vencedora da Categoria Notícias (Fotografia única) do World Press Photo 2016.Um médico esfrega pomada sobre as queimaduras de Jacob, um membro do Estado Islâmico de 16 anos, em um complexo hospitalar na periferia de Hasakah, Síria. Atrás dos dois, um cartaz de Abdullah Ocalan, líder preso do Curdistão Partido dos Trabalhadores:Foto: Mauricio Lima

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Favelas do Brasil – Foto do portfólio que ficou em terceiro lugar na Categoria Cotidiano (Portfólio) do World Press Photo 2016.O líder do Papo Reto, coletivo de comunicação independente composto por jovens moradores dos Complexos do Alemão e Penha, recebe uma imagem de um motorista de táxi de 22 anos morto a tiros por um policial:Foto: Sebastián Liste/Noor

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Favelas do Brasil – Foto do portfólio que ficou em terceiro lugar na Categoria Cotidiano (Portfólio) do World Press Photo 2016.Membros do Coletivo Papo Reto tiram fotos e fazem vídeos do carro tanque de patrulhamento do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) nas ruas da Vila Aliança depois de um motorista de táxi der baleado pela polícia:Foto: Sebastián Liste/Noor

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Favelas do Brasil – Foto do portfólio que ficou em terceiro lugar na Categoria Cotidiano (Portfólio) do World Press Photo 2016.Policiais patrulham as ruas da Vila Aliança,  no Rio de Janeiro, depois de um motorista de táxi ser baleado pela polícia:Foto: Sebastián Liste/Noor

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Favelas do Brasil – Foto do portfólio que ficou em terceiro lugar na Categoria de Cotidiano (Portfólio) do World Press Photo 2016.Um grupo de amigos do Complexo do Alemão, uma favela no Rio de Janeiro, formou o coletivo Papo Reto, que usa as mídias sociais para comunicarhistórias da comunidade que são ignoradas pela mídia tradicional:Foto: Sebastián Liste/Noor

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Talibés, escravos modernos – Vencedor da Categoria Temas Contemporâneos (portfólio) do World Press Photo 2016Abdoulaye, de 15 anos, é um talibé preso em uma sala com barras de segurança para impedi-lo de fugir:Foto: Mário Cruz

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O vício de carvão da China – Vencedor da Categoria de Cotidiano (Fotografia única) do World Press Photo 2016.Homens chineses puxar um triciclo em um bairro ao lado de uma termelétrica a carvão em Shanxi, na China. Uma história de forte dependência da queima de carvão para obtenção de energia transformou a China na fonte de quase um terço do dióxido de carbono (CO2) do mundo, o gás é amplamente citado por cientistas e ambientalistas como a principal causa do aquecimento global:Foto: Kevin Frayer/Getty Images

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Tribo Munduruku da Amazônia – A foto do brasileiro Mauricio Lima ficou em segundo lugar na Categoria Quotidiano (Fotografia única) do World Press Photo 2016.Crianças Munduruku brincam no rio Tapajós na área indígena deSaware Muybu, Itaituba, Brasil. Os homens da tribo, que durante séculos santificaram o Tapajós, lutam pela sobrevivência. O governo do Brasil planeja inundar grande parte do seu terreno para construir uma barragem hidroeléctrica como parte de uma estratégia energética mais ampla em toda a Folresta Amazônica:Foto: Mauricio Lima/Al Jazeera America

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Crise de Refugiados na Europa – Foto do portfólio vencedor da Categoria Notícias (Portfólio) do World Press Photo 2016.Refugiados chegam de barco perto da aldeia de Skala em Lesbos, Grécia:Foto: Sergey Ponomarev/The New York Times

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Neblina na China – Vencedor da Categoria Temas Contemporâneos (Fotografia única) do World Press Photo 2016.Uma cidade no norte da China envolta em neblina:Foto: Zhang Lei/Tianjin Daily

 

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Foto vencedora da Categoria de Cotidiano (Portfólio) do World Press Photo 2016.Equipes de pesquisa do Chile, China e Rússia buscam exploraroportunidades comerciais que surgirão após os tratados que protegem o continentepara fins científicos expirarem:Foto: Daniel Berehulak/The New York Times

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Agressão sexual nas Forças Armadas dos EUA – Foto do portfólio vencedor da Categoria Projectos de longa duração do World Press Photo 2016.A série retrata mulheres que foram estupradas ou abusadas sexualmente enquanto serviam as Forças Armadas dos EUA:Foto: Mary F. Calver

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Resultado de ataques aéreos na Síria – Foto do portfólio vencedor da Categoria Notícias de Última Hora (Portfólio) do World Press Photo 2016.Douma, uma cidade controlada pelos rebeldes em um subúrbio de Damasco, capital da Síria, tem sido alvo de  bombardeios aéreos:Foto: Sameer Al-Doumy/Agence France-Presse

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Tempestade em BondiBeach – Foto vencedora da Categoria Natureza (Fotografia única) do World Press Photo 2016.Uma enorme nuvem paira sobre Bondi Beach, Sydney, Austrália, enquanto uma banhista lê despreocupada, alheia à tempestade:Foto: Rohan Kelly/Daily Telegraph

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Esperando para se registrar – Foto vencedora da Categoria Pessoas (Fotografia única) do World Press Photo 2016.Uma criança é coberta com uma capa de chuva enquanto espera na fila para se registrar em um acampamento de refugiados em Preševo, Sérvia:Foto: Matic Zorman

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Exposição – Foto do portfólio vencedor da Categoria Pessoas (Portfólio) do World Press Photo 2016.O pior acidente nuclear do mundo aconteceu em 26 de Abril de 1986 na Usina nuclear Chernobyl. 5 meses após o desastre, uma menina nasceu em Kiev a 100 km ao sul de Chernobyl. O vento carregava uma grande quantidade de elementos radioativos, e a menina se tornou uma das vítimas da tragédia. Esta série de imagens representam os últimos 30 anos da vida daquela menina invisível:Foto: Kazuma Obara

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Campeonato Mundial FIS – Foto vencedora da Categoria Esporte (Fotografia única) do World Press Photo 2016.Ondrej Banco da República Checa cai durante a corrida downhill durante o Campeonato Mundial FIS em Beaver Creek, Colorado, EUA:Foto: Christian Walgram/GEPA pictures

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Hockey em Vetluga – Foto do portfólio vencedor da Categoria Esporte (Portfólio) do World Press Photo 2016.Evgeny Solovyov, treinador do time de hockey HC Vetluga prepara o estádio para a partida em Vetluga, Rússia: