Fotógrafo clica imagens geométricas do chão de Paris para nos lembrar de olhar também para baixo

Quem anda distraído pode acabar perdendo algumas maravilhas ao redor do mundo. Em Paris, o fotógrafo Sebastian Eras dedica parte do seu tempo a sua paixão de clicar pisos, dos mais diversos tipos, formatos, cores e desenhos. A mania de colecionar este tipo de foto não é só dele, já que muita gente tem o mesmo vício pelo chão por onde passa.

Em sua conta do Instagram, o Parisian Floors, compartilha as imagens com mais de 17 mil seguidores. A cidade, que se destaca por seus inúmeros dons artísticos, pode não ser reconhecida por seus pisos, mas os mosaicos que se encontram por lá são verdadeiras joias que encantam os olhos.

Fotografando seus pés e os de uma mulher, ele já tem mais de 120 fotos em seu acervo on line, com cores vibrantes, desenhos inusitados e mistura de estampas. Olha que incrível:

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Todas as fotos © Sebastian Eras

Artista ilustra de forma perfeita as lutas interiores de pessoas que vivem com ansiedade

Que a ansiedade é o mal do século 21, ninguém duvida. Pesquisas estimam que 8 em cada 10 pessoas já sofreram com sintomas de ansiedade em algum momento da vida. Para alguns, eles não passam de um friozinho na barriga mas, para outros, os sintomas são terrivelmente difíceis de controlar, passíveis muitas vezes de longos tratamentos para ajudar a aliviar o distúrbio.

E Pranita Kocharekar, uma designer indiana de 24 anos, criou a série “Is that you”, onde busca ajudar na conscientização deste transtorno, utilizando ilustrações sinceras e bem-humoradas que captam diferentes situações de ansiedade, baseadas na sua própria experiência e de alguns amigos. “Depois de falar com alguns amigos, percebi que há muitas pessoas que sofrem de ansiedade, seja ela de menor ou maior intensidade”, contou Kocharekar.

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Não te ligam no horário combinado e você já começa a suar.
A ligação estava marcada para às 4 da tarde…

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Vídeo games ativam todos os seus botões de estresse.

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Você não consegue ler o jornal porque…
Quatro mortos, roubo e assassinato…
“Por quê?”

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Você tem medos irracionais.

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Quando seu chefe te chama na sala dele… o trajeto é um suplício:“Será que eu fiz alguma coisa errada? Tá tudo bem? E se eu for demitida?”

A designer conta também que optou por utilizar o bom humor na série, para não correr o risco de deixar um ansioso mais ansioso ainda. “Usando uma abordagem séria poderia fazer uma pessoa já ansiosa sentir ainda mais ansiedade”, disse. “Eu queria manter a série o mais leve possível.”

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Você subconscientemente se preocupa com o fato de não ter nada com o que se preocupar.

“Eu percebi que não estou preocupado.”

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Você está permanentemente paranóica e muito cautelosa.
“E se minha blusa queimar?”

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Quando você ouve um barulho à noite, você já começa a imaginar cenas de alguém sendo esfaqueado até a morte.

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Excesso de trabalho -> Cansada e odeia a vida -> Faz uma pausa -> Pânico

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Você pensa muito sobre qualquer coisa:

“Oh, pobre formiguinha…”
“Que vida…”
“Tão injusta…”

Pranita se preocupou em deixar claro que a série é focada nas emoções que os ansiosos sentem, e não nos sintomas da ansiedade, além de destacar a importância de consultar um médico para orientação e tratamento.

Seu objetivo com tudo isso? Ela espera que suas ilustrações contribuam para que as pessoas compreendam e aceitem a ansiedade.A ideia era que as pessoas saibam que eles não estão sozinhas, e que a ansiedade tem tratamento”, finalizou.

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Na hora de meditar:
“Sinto cheiro de pizza! Pílulas para comprar. Alguma coisa passou no meu pé. Meu cabelo tá com frizz. Inspira. Suspira Eu fechei a torneira? Tá todo mundo tão calmo! Que horas são? Isso não está funcionando! RESPIRA!”

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Você trancou a porta do apartamento?

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Você procura seu celular antes de entrar no táxi, enquanto está no táxi e depois de sair do táxi – duas vezes.
“Cadê meu celular?”
5 minutos depois: “Ele ainda está aqui?”
“Eu deixei meu telefone lá?”

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Você é extremamente indecisa:
– Oi!
– Olá!
– Como você está?

– Não sei.

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Quando você está mal e pergunta ao Dr. Internet o que fazer:
“Você obviamente está morrendo”, Internet.

Todas as imagens © Pranita Kocharekar

10 fatos fascinantes sobre os neandertais

De todas as espécies de hominídeos extintas, os neandertais são provavelmente os mais bem estudados. Várias descobertas foram feitas sobre nossos primos distantes, que revolucionaram a forma como os vemos. Por exemplo, os cientistas costumavam pensar que os neandertais e os humanos modernos não haviam reproduzido entre si. Agora, sabemos que as duas espécies coexistiram e acasalaram, produzindo descendência híbrida mais resistente e mais inteligente.
Veja outros fatos sobre os neandertais:

10. Eles tinham herpes

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Ao contrário da crença popular, herpes genital não é uma doença moderna. É tão antiga que tem atormentado a humanidade por milhares de anos. Uma nova pesquisa sugeriu que os neandertais podem ter sofrido com esta condição sexualmente transmissível também, e isso pode ter contribuído para sua extinção. Pesquisadores da Universidade de Oxford Brookes e da Universidade de Cambridge concluíram que os neandertais sofriam de herpes genital depois de analisar genomas de patógenos antigos. Eles creem que os seres humanos modernos passaram a doença aos neandertais. Cerca de 100.000 anos atrás, os seres humanos e os neandertais começaram a interagir e cruzar uns com os outros. Todos nós carregamos 2 a 5% de DNA neandertal como resultado deste cruzamento. Além de herpes genital, os pesquisadores também argumentam que os humanos modernos passaram tênias e úlceras estomacais aos seus primos extintos. Parece que queríamos exterminá-los, mesmo.

9. Seus olhos grandes podem ter contribuído para sua extinção

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Neandertais têm olhos maiores do que o de seres humanos modernos. Este fato levou Eiluned Pearce, da Universidade de Oxford, a sugerir que tais olhos enormes podem ter causado sua extinção. A ideia é de que uma grande parte do cérebro neandertal era dedicada à visão e controle do corpo, deixando menos áreas para lidar com outras funções, como redes sociais. Nossos primos extintos enfrentaram grandes problemas, como alterações climáticas e a competição de humanos modernos contemporâneos, e foram severamente prejudicados. Hipoteticamente, se os neandertais tivessem a capacidade de formar redes sociais complexas, talvez pudessem ter sobrevivido às catástrofes que levaram à sua morte.
Nem todos os cientistas gostam dessa teoria, porém. Um deles é John Hawks, da Universidade de Wisconsin-Madison. Junto com seus colegas, ele examinou 18 espécies de primatas vivos, concluindo que “grandes olhos indicam maiores grupos sociais”. Hawks crê que o tamanho dos olhos não tem nada a ver com a formação de redes sociais. Além disso, ele acha que a razão pela qual os neandertais tinham olhos grandes é que eles eram um pouco maiores do que os nossos ancestrais, logo, seus olhos tinham que ser proporcionais aos seus corpos.

8. Eles fortaleceram nosso sistema imunológico

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Em janeiro de 2016, pesquisadores do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva e do Instituto Pasteur publicaram dois estudos independentes que mostravam que o cruzamento com os neandertais reforçou o sistema imunológico dos humanos modernos. Quando nossos ancestrais migraram da África para a Europa, o acasalamento com outra espécie hominídea resultou em híbridos que possuíam variações genéticas capazes de afastar infecções de forma mais eficaz.
A pesquisa também apontou que, além dos neandertais, os seres humanos modernos também cruzaram com os denisovans. Os denisovans são um grupo extinto de hominídeos que coexistiram com os neandertais e os humanos modernos. Infelizmente, não sabemos muito sobre eles. Descobertos na caverna Denisova no sul da Sérvia, eles têm a mesma origem que os neandertais, mas são geneticamente distintos. Os cientistas acreditam que o cruzamento com os denisovans também contribuiu para o desenvolvimento do sistema imunitário humano moderno, mas nos causou alguns problemas: faz alguns de nós mais propensos a ter alergias.

7. Eles comiam plantas e tinham dentes melhores

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Especialistas costumavam pensar que os neandertais comiam predominantemente carne. Uma nova análise dos dentes de nossos primos extintos, no entanto, mostrou que eles eram herbívoros também, e ainda que se automedicavam, consumindo ervas como camomila e erva-dos-carpinteiros. Camomila é conhecida por acalmar dores de estômago, enquanto a erva-dos-carpinteiros é usada para aliviar a dor de dente. Esta descoberta foi significativa porque comer plantas com nenhum valor nutritivo sugere que os neandertais possuíam um conhecimento detalhado de seu ambiente, e eram mais inteligentes e engenhosos do que pensávamos.
Os pesquisadores também descobriram que os neandertais tinham dentes mais saudáveis em comparação com seus contemporâneos humanos. Um estudo mostrou que eles perdiam menos dentes do que humanos com dietas equivalentes. O estudo da Universidade da Califórnia Davis comparou os dentes de seres humanos modernos, neandertais e outros primatas (como babuínos, orangotangos e chimpanzés) e concluiu que os seres humanos modernos tinham os piores dentes, enquanto os neandertais tinham menos cáries.

6. Eles sabiam usar palitos de dente

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Cientistas descobriram que os neandertais sabiam limpar os dentes usando palitos. Esta descoberta foi feita após 13 esqueletos serem encontrados na caverna El Sidrón, na Espanha, com pelo menos 49.000 anos de idade. Anita Radini, arqueóloga da Universidade de York, e sua equipe examinaram os dentes desses esqueletos e acharam vestígios de madeira conífera presa no cálculo dental (placa bacteriana fossilizada) de alguns. Isso os levou a acreditar que nossos primos extintos usavam cascas de madeira para limpar os dentes e aliviar dores na gengiva. Também poderia sugerir que os neandertais usavam seus dentes como uma “terceira mão” para segurar ferramentas. Essa descoberta não é surpreendente, pois estudos anteriores demonstraram que eles sabiam tirar o máximo do seu entorno, incluindo madeira. Neandertais eram capazes de criar fogueiras e lanças com o material, por exemplo.

5. Eles aumentaram nossas chances de ataques cardíacos, dependência de nicotina e depressão

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Depressão, dependência de nicotina e ataques cardíacos são alguns dos problemas de saúde que afligem a sociedade hoje. Embora estas doenças pareçam modernas, uma nova pesquisa da Universidade Vanderbilt e da Universidade de Washington sugere que podem ter se originado com os neandertais. A conclusão veio depois da análise dos registros médicos e dos genes de 28.000 pessoas. Os cientistas determinaram as condições de saúde dos indivíduos, e os seus genes lhes permitiram descobrir se o seu DNA foi herdado dos neandertais. Ficou claro que a presença de DNA neandertal aumentava ligeiramente os riscos de saúde de um indivíduo.

4. Eles nos deram diabetes

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O geneticista David Altshuler, da Universidade Harvard, e seus colegas sugeriram que os humanos modernos podem ter obtido as mutações para a diabetes dos neandertais. Essa conclusão não prova necessariamente que nossos primos extintos sofriam da doença. Significa apenas que as mutações que causam diabetes tipo 2, especialmente entre latinos e asiáticos, se originaram nesta espécie. Altshuler e seus colegas fizeram a descoberta depois de examinar o DNA de 8.000 residentes do México e da América Latina. As pessoas escolhidas para a pesquisa eram de ascendência indígena americana e europeia.

3. Eles eram em sua maioria destros

Lifelike figure of a Neanderthal Man in the Neanderthal Museum in Mettmann by Duesseldorf, Northrhine-Westphalia, Germany. Image shot 2006. Exact date unknown.
 
Pessoas destras vastamente superam as canhotas. Estima-se que 70 a 95% da população da Terra seja destra, e estudos mostram que os neandertais também eram predominantemente destros. Em 1957, um esqueleto neandertal chamado Regourdou foi descoberto na França. Seu braço direito era mais musculoso, então foi sugerido que ele era destro. Naquela época, não havia nenhum método disponível para verificar a hipótese. Este foi desenvolvido em 2012, por pesquisadores da Universidade de Kansas. Eles conduziram uma análise complexa dos ombros e braços de Regourdou e conectaram os resultados com as marcas de arranhões nos dentes do neandertal – ele tinha mais arranhões em ângulo direito nos dentes. Eles descobriram, assim, que o indivíduo era mesmo destro. Provar que a maioria dos neandertais era destra indica que nossos primos extintos tinham a capacidade para a linguagem.

2. Eles enterravam seus mortos

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Em 1908, vários ossos neandertais foram descobertos em La Chapelle-aux-Saints, no sudoeste da França. Os restos estavam tão bem preservados que, no momento, os cientistas especularam que tinham sido intencionalmente enterrados. Isso se transformou em um debate acalorado entre especialistas, que afirmaram que a descoberta tinha sido mal interpretada. Em 1999, William Rendu e sua equipe escavaram sete outras cavernas em La Chapelle-aux-Saints. Eles descobriram os esqueletos de duas crianças e um adulto, juntamente com os restos de uma rena e um bisão. Os pesquisadores analisaram a depressão onde os esqueletos foram descobertos e perceberam que não era uma característica natural do chão da caverna, indicando que este tinha sido cavado intencionalmente. Os cientistas também acrescentaram que as condições indicavam que os esqueletos tinham sido cobertos logo após a sua morte. Isso indica que os neandertais tinham capacidade cognitiva relativamente sofisticada, mais do que pensávamos anteriormente.

1. Cientistas querem cloná-los

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Neandertais foram extintos há milhares de anos, mas podem um dia voltar a conviver com a gente. Esta ideia radical é possível graças à clonagem. Os cientistas já foram bem sucedidos em clonar certas espécies de animais, como vacas, porcos, ratos, cães e gatos. Em 2003, eles alcançaram um feito monumental quando clonaram o íbex-dos-pirenéus, uma espécie extinta de cabra selvagem. Infelizmente, o clone morreu minutos depois. A técnica usada nestes casos envolveu transferência nuclear e “células intactas” (frescas ou congeladas) do animal a ser clonado. Mas não existem células intactas neandertais, e seria necessário extrair DNA de ossos de 40.000 anos de idade.
Em 2012, o geneticista George Church, da Universidade Harvard, sugeriu um método de clonagem que não envolve células intactas. Ele propôs o uso de células saudáveis de algumas espécies estreitamente relacionadas. Para os neandertais, estas viriam de humanos modernos. Em seguida, o DNA poderia ser manipulado para coincidir com o genoma neandertalense. Apesar da ideia de ressuscitar os neandertais ser teoricamente possível, provavelmente não vai acontecer em breve. A façanha é arriscada, cara e complicada. [Listverse]

Esqueletos estranhos encontrados no porão de uma antiga casa em Londres [arte]

Em 2006, um porão selado foi descoberto debaixo de um orfanato em Londres, na Inglaterra. Dentro deste porão, havia centenas de caixotes com diversos artefatos saídos de pesadelo, incluindo esqueletos que parecem ser de criaturas estranhas de outro mundo, além de diários misteriosos.Os itens variam de perturbadores a curiosos. Eles estão agora reunidos em um museu conhecido como “Merrylin Cryptid Collection”.
O nome da coleção vem do homem a quem as coisas bizarras pertenciam: Thomas Theodore Merrylin. Merrylin foi um cripto-naturalista, zoólogo Fringe e xeno-arqueólogo nascido na Inglaterra em 1782. Ele dedicou sua vida ao estudo destes espécimes estranhos e maravilhosos.
Se você conseguiu chegar até esse parágrafo sem ceticismo no coração, parabéns. Adoraríamos que essa história fosse verdade, mas seu apelo e misticismo não deixam de ser interessantes.O tal museu que parece uma personificação das histórias de H. P. Lovecraft é na verdade uma loja criada pelo brilhante ilustrador e artista plástico inglês Alex CF, para vender suas incríveis esculturas de criaturas fantásticas. Abaixo, você vê algumas das mais interessantes.
Caso tenha se interessado por alguma, acesse o site do Merrylin Cryptid Collection e envie um e-mail para o Alex. Só assim para saber o preço de suas peças fascinantes.
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A maravilhosa transformação dessa cadelinha mostra o poder do amor entre humanos e animais

Quando conheceu Valia Orfanidou em abril de 2015, a serumaninha Petra nem imaginava o quanto sua vida iria mudar. O encontro das duas aconteceu em Atenas, na Grécia e, na época, Petra estava muito debilitada, com sarna, uma grave infecção de pele e leishmaniose, além de ser uma cachorra um pouco arisca, com muito medo das pessoas.

Mas Valia decidiu que precisava ajudar aquela cadelinha de alguma maneira. Foi pra casa e postou uma foto em sua rede social, na esperança de conseguir ajuda para resgatar Petra. Trabalho que não foi fácil, pois a cachorrinha fugia em todas as tentativas de capturá-la.

Mas Valia e seus colegas não desistiram, até que finalmente conseguiram resgatar Petra e levá-la para o “Save a Greek Stray”, um abrigo e centro de reabilitação para animais de rua.

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Após ser tratada de todas as doenças que tinha, Petra ainda não estava recuperada 100%, pois sua dificuldade de confiar nas pessoas ainda estava por lá, assombrando a cadelinha de aproximadamente 5 anos.

“O problema é que ela ainda não confiava em ninguém”, disse Valia. “Ela não queria sair do seu canil e se escondia toda vez que alguém chegava perto, além de rosnar para os outros cães do abrigo.”

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Mas, novamente, Valia não desistiu dela e, aos poucos, foi conquistando sua confiança. Com muita paciência e trabalhando em conjunto com todo o pessoal do abrigo, ela conseguiu reabilitar a cachorrinha completamente. Hoje, Petra está irreconhecível e saudável não só por dentro como por fora, e espera ansiosa por um adotante que esteja disposto a dar e receber muito carinho! Se se interessar, você pode contatar Valia Orfanidou por e-mail: e receber mais informação: vorfnee2002@yahoo.gr.

As fotos – e a mudança – são a prova de como o amor supera todas as barreiras:

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Todas as fotos © Valia Orfanidou

Essa série de fotos vai te dar vontade de ir pro Japão agora

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Se você sempre teve vontade de conhecer o Japão, certamente deve saber que há muitos motivos para visitar o país. Pode ser por sua natureza única, seus festivais cheios de energia ou mesmo aquelas cidades que prometem deixar qualquer um apaixonado.

Agora, o fotógrafo japonês Hidenobu Suzuki também promete te dar uma boa razão para conhecer a terra do sol nascente. Ele registrou a natureza do país durante a estação de chuvas e o resultado são imagens cheias de cores e com uma aura quase mágica.

Confere só:

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Todas as fotos © Hidenobu Suzuki

Vídeo: o belo lírio-do-mar

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Crinoides são animais membros do filo Echinodermata, classe Crinoidea, comumente chamados de lírios-do-mar.Extraordinariamente belos e graciosos, se assemelham a flores subaquáticas e podem viver em diferentes profundidades. Alguns possuem hastes graciosas com vários metros de comprimento. Outros têm partes que parecem caules ou raízes.

Chamados de fósseis vivos, eles são alguns dos animais mais antigos do planeta. O mais velho fóssil de crinoide descoberto é do Período Ordoviciano. Pelo menos o mais velho que todos concordam serem um crinoide – há uma classe chamada Echmatocrinus que data de meados do período Cambriano, mas a maioria dos paleontólogos não considera verdadeiros crinoides.

Os lírios-do-mar do passado

A maioria das criaturas paleozoicas morreram nas grandes extinções do Permiano. As poucas espécies sobreviventes na Era Mesozoica prosperaram. Muitas espécies novas evoluíram durante este tempo, incluindo os ancestrais da atual classe Articulata.

Estes equinodermes atingiram o seu auge durante a era Paleozoica – neste período, podiam ser encontrados em todo o mundo, criando “florestas” no chão de mares rasos. Havia tantos que camadas espessas de pedra calcária foram formadas quase inteiramente a partir de partes de seus corpos empilhados em cima uns dos outros.Hoje, os crinoides tendem a viver em águas mais profundas. Ou seja, não espere ver um em sua próxima aventura de snorkeling.

450 milhões de anos

A coisa mais interessante sobre os lírios-do-mar para os cientistas é que eles podem estudar parentes vivos de fósseis com 450 milhões de anos de idade.Embora os crinoides vivos não sejam das mesmas espécies ou ordens como os do passado, há semelhanças suficientes que podem ser analisadas.

Crinoides fossilizam facilmente, e por isso há uma abundância de exemplares. Existem dois motivos que explicam isso: o fundo do mar é um bom ambiente para a fossilização ocorrer, e os esqueletos destes animais são feitos de placas calcárias, um material parecido com rocha dura. [FossilFacts]