Projeto mostra a beleza das imperfeições ao contar histórias de mulheres e suas marcas no corpo

Enquanto alguns tatuadores se especializam em desenhos feitos sob medida para cobrir cicatrizes, há quem sinta um afeto verdadeiro pelas marcas que a vida deixou em seu corpo. Algumas cicatrizes são fruto de histórias bobas, como uma simples queda de salto alto, enquanto outras são marcas deixadas por graves problemas de saúde e servem como uma lembrança sobre como somos fortes.

Para explorar melhor a relação entre mulheres e suas cicatrizes, o Huffington Post convidou 24 pessoas a posar para as lentes do fotógrafo Damon Dahlen e contar as histórias por trás de suas marcas. O ensaio chama a atenção para a beleza das imperfeições e serve como uma lição de vida para quem tem dificuldades em aceitar o próprio corpo.

Confere só:

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“Os médicos me disseram que eu não poderia praticar esportes com apenas um rim. Meus pais chegaram à conclusão de que eu seria mais prejudicada se me tratassem de forma diferente. Foi bom, porque eu sempre fui a menina moleque mais competitiva. Minha cicatriz me lembra que de que posso fazer qualquer coisa que minha mente quiser — mesmo quando todo mundo diz que não posso”. – Alanna, 24

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“Minhas cicatrizes são resultado de uma erupção cutânea grave que tive quando criança, agravada por uma psoríase no começo da minha adolescência. Sabia que meu peito se tornaria uma área sexual, de alguma forma vinculada com um desejo generalizado e conquista feminina. Quando fui ficando mais velha, realmente aprendi a aceitá-las por aquela razão. Elas são um tipo de “foda-se” para o olhar masculino. Quer olhar meus peitos? Vai ter que olhar para elas também”. – Amanda, 26

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“Amo minhas cicatrizes, elas são meus seios. Meu cirurgião respeitou meu desejo por um resultado achatado e me sinto abençoada por estar conectada e amar meu corpo incondicionalmente. Estou feliz com a estética que escolhi. Aceito essa mudança em relação ao meu corpo com positividade e graciosidade. Em uma cultura obcecada com os seios, decidir ficar sem eles, sem desculpas, sem sentir a necessidade de usar prótese; é uma escolha bonita, corajosa e de não conformação”. Melanie, 46

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“Sou uma mulher de pele escura e felizmente nunca tive complexo sobre o tom da minha pele. Adoro minha pele negra, mas cicatrizes desanimam porque, mesmo para a pele escura, o “padrão de beleza” realmente enfatiza especialmente uma pele perfeita. Toda mulher de pele escura valorizada na mídia tem essa pele quase sem poros e sem marcas (caso de Lupita Nyong’o, Alek Wek, Naomi Campbell), e eu definitivamente não tenho. Aceitar minhas cicatrizes tem sido uma forma de aceitar a mim mesma”. Zeba, 26

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“Meu dermatologista fez uma biópsia dessas duas verrugas quando eu tinha 15 anos mais ou menos, por considerá-las “suspeitas”, e me disse que eu deveria removê-las. Meu irmão, do qual eu não era muito próxima na época, tem as mesmas verrugas, no mesmo lugar, do lado oposto do corpo, então sempre dávamos risada de que elas eram a única prova de que realmente tínhamos alguma relação. Tenho orgulho delas e elas sempre me lembram de cuidar da minha saúde”. – Anônimo, 24

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“A cicatriz me lembra diariamente de ser grata pela vida”. – Anônimo

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“Esmaguei meu dedo com uma bola de boliche de 5,5 kg, provavelmente 15 anos atrás. Meu dedo quase não estica, e também parou de crescer depois que foi esmagado, o que dá para iniciar uma conversa. Estou contente sobretudo por esta ser a pior cicatriz que tenho — com certeza, tenho tido sorte até agora!”. – Nina, 25

“Elas são meu crachá de honra. Toda vez que olho para elas, elas me dão força. Tenho sorte de estar viva! No começo, pensei que as cicatrizes iriam me incomodar, mas acabei aceitando-as”. – Shanna, 35

“Estas cicatrizes são a prova de que enfrentei a tempestade. Por enquanto. Elas me lembram que, hoje, estou bem. Tenho muito complexo delas, mas por trás das portas, quando as vejo no espelho enquanto estou me trocando ou no banho, eu realmente as amo. Elas definem uma parte integral de quem sou e como sobrevivi”. – Anônimo, 22

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“Tive duas cirurgias nos pés — basicamente para remover um osso que havia crescido muito e para “normalizá-los”. Quando elas estavam mais evidentes depois da operação, era uma lembrança de que algo em mim precisou ser corrigido, e mesmo aquela pequena diferenciação na estrutura óssea me deixou deformada”. – April, 27

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“Quando tinha 13 anos, estava abrindo a tampa de uma lata, e a borda da lata deslizou pelo meu dedo indicador. O corte foi tão profundo que o médico não sabia se os dez pontos iriam funcionar! Quando estávamos na sala de emergência, ele disse à minha mãe: “Vou tentar costurá-lo, mas se começar a ficar preto, traga ela aqui e vamos ter que remover a ponta do dedo”. Ainda me lembro quão insensível ele se mostrava, e quão traumatizada eu estava pela ideia de perder a ponta do meu dedo”. – Kirsten, 33

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“Cicatrizes são de um passado de notícias velhas. A pele saudável e curada me lembra que sou bonita e forte. Tenho orgulho do meu corpo, e não o orgulho que alguém precisa ostentar, mas do relacionamento que tenho com meu próprio corpo: ‘ela fez um ótimo trabalho ao enfrentar o tratamento de câncer’”. – Laura, 36

“Caí no chão ao sair do carro do meu pai a caminho da minha formatura de pós-graduação. Acredito que minhas ambições (e saltos) estavam muito altos naquele dia. Claro que não foram diminuídos. As cicatrizes me lembram de permanecer fabulosa e resiliente nas piores situações”. – Taryn, 23

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“Fui atropelada por um carro enquanto andava de bicicleta no interior da Carolina do Norte. Costumava ficar muito preocupada e com vergonha. Tentava usar cremes para tratamento de cicatrizes para que desaparecesse, e por um tempo fiquei obcecada com isso, mas no final realmente acabei me adaptando. É uma cicatriz de guerra que representa uma época da minha vida quando eu estava fazendo algo que realmente amava, andar de bicicleta”.  – Anônimo, 25

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“Minhas cicatrizes são crachás de honra. Minha cicatriz da cesariana se parece com um rosto sorridente. Foi minha recompensa pelos meus lindos filho e filha”. – Mary Ann, 58

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“Minhas cicatrizes não afetam de forma alguma a maneira como me sinto. Nossos corpos são apenas vasos que carregam nosso espírito e são um canal para que nos expressemos neste mundo físico. Sou abençoada”. – Mary Ann, 58

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“Tropecei sobre uma peça da armação da cama que estava saindo no meu quarto de hóspedes quando tinha 10 anos. Normalmente esqueço da minha cicatriz, mas quando a noto, adoro, porque é no formato de um coração. É uma ótima lembrança de que as imperfeições são incríveis”. – Jessica, 25

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“Essas cicatrizes apareceram no primeiro ano da faculdade. Cai de joelhos quando estava andando de cavalinho com uma pessoa nas costas – que pesava mais de 90 quilos. Nem sequer soltei as mãos, apenas me ajoelhei no chão. Tenho uma relação de amor e ódio com minhas cicatrizes. A história sobre como apareceram honestamente me faz rir, mas me sinto um pouco boba por ter algo tão permanente causado por algo tão estúpido”. – Anônimo, 22

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“Quebrei meu cotovelo esquerdo duas vezes fazendo ginástica, primeiro quando tinha 9 anos, e depois outra vez quando tinha 10. Tenho sorte de que meus ferimentos não foram piores e que são resultado dos privilégios de ter um corpo saudável e dos recursos para praticar esportes. No entanto, também me fazem pensar que tenho sido muito dura com meu corpo, sem pensar nas consequências de longo prazo. Nem fiz 30 e já tenho duas articulações metálicas.” – Alex, 28

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“Fui queimada com água fervente quando tinha 18 meses. Sempre fiquei curiosa, porque parecia tão distante para mim, como algo que aconteceu com outra pessoa, mas via a dor que causava em todo mundo, e agora, como mãe também de um bebê de 18 meses, sinto com força como deve ter sido duro para eles. Odiei minha cicatriz a maior parte da minha vida. Era grande quando eu era pequena e cobria a maior parte do meu peito. Roupas de banho e maiôs eram um pesadelo para mim. As crianças me chamavam “peito com cratera de lua” e sempre tiravam sarro de mim. Eu a escondi até os 22 anos. Pude finalmente ver que minha cicatriz era pequena. Lentamente montei um guarda-roupa que mostrava minha queimadura”. – Elise, 37

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“Esta cicatriz foi do meu primeiro acidente com um quadriciclo no México há cerca de uma década. Adoro todas minhas cicatrizes. Elas me lembram que as aventuras não existem sem risco e que os riscos não existem sem aventura”. – Logan, 24

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“Minhas cicatrizes são parte de mim — algo com o qual tenho convivido por muitos anos. Sinto como se fossem lembranças visíveis dos longos desafios físicos e emocionais da minha vida. Quando era jovem, minhas cicatrizes me definiam. Quando adolescente, era difícil lidar com todas as emoções e restrições que acompanharam minha doença. Meu corpo cheio de cicatrizes era parte daquele pacote. Quando comecei a namorar, costumava usar a reação da pessoa às minhas cicatrizes e qualquer histórico médico como um reflexo do seu caráter, mas eu era muito complexada. Agora, mais velha, minhas cicatrizes são o menor dos meus problemas”.- Robin, 55

“Fraturei as costas num acidente de carro. A cicatriz é resultado de uma fusão vertebral torácica. Antes do acidente, era dançarina de balé, depois fiquei perdida e abalada. Minha cicatriz representa uma ferida que é emocional e também física. Sei que sou uma sobrevivente, que sou adaptável e que posso dobrar minha vontade para acomodar o caminho colocado à minha frente”. – Mara, 40

“Quando tinha 13 anos, mudei da Austrália para os Estados Unidos e imediatamente fiquei doente. Uma forte erupção cutânea se espalhou por todo meu corpo, que os médicos diagnosticaram depois como herpes-zóster. Quando passou, fiquei com uma profunda cicatriz no meio da testa. Quando era adolescente, sentia que minha cicatriz levava um pouco da minha “beleza”. Era difícil não me concentrar nela quando olhava no espelho. Um dia, no colégio, um garoto desagradável me disse “para usar maquiagem” para cobri-la. Foi desaparecendo ao longo dos anos, e agora mal pode ser notada. Gosto de que tenha o formato de um raio. Minha mãe diz que abre meu terceiro olho”. – Melissa, 31

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“Acho que somos levados a acreditar que as coisas sem máculas, sem cicatrizes, são mais desejadas e bonitas, mas ter esta cicatriz me ajudou a perceber que minha experiência de passar por duas cirurgias de joelho, e depois por fisioterapia da minha perna duas vezes, é altamente valiosa para mim. É uma lembrança de que podemos nos curar, não importa o que aconteça conosco”. – Gina, 28

Todas as fotos © Damon Dahlen/Huffington Post

‘Trocando serviços por acomodação e comida conseguimos viajar por 18 países’, conta casal nômade

 Por Leonardo Blecher, do Widoox
No fim de 2014, eu e a minha companheira, Anah Assumpção, deixamos nossos empregos na redação de um grande jornal paulista e resolvemos adotar o estilo de vida nômade digital. Cheios de medos e inseguranças, saímos para viajar, sem saber muito bem onde e quando terminaríamos.

Nem em nossas mais otimistas expectativas esperávamos que a viagem seria tão incrível. Conseguimos nos manter na estrada por cerca de 11 meses, percorremos 18 países na América do Sul, na Europa e no Oriente Médio, e conhecemos lugares que mal sabíamos que existiam.

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Participamos de uma cavalgada de três dias na Cordilheira dos Andes, adotamos um cachorro (e depois achamos uma casa cheia de amor para ele), nadamos no mar do Caribe, saltamos de paraquedas com vista para o Rio Paraná, conhecemos o horror de Auschwitz, aprendemos sobre os conflitos atuais em Israel e Palestina, fotografamos casas abandonadas em Berlim… E tivemos inúmeras outras experiências que não sonhávamos em ter em tão pouco tempo.

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Fizemos tudo isso sem abdicar de nossas carreiras e sem parar de aumentar o nosso portfólio profissional.Eu poderia destacar muitos aspectos desta viagem, mas vou falar sobre como o trabalho voluntário foi fundamental para que conseguíssemos sustentar esse rolê, e colaborou para que vivenciássemos melhor cada cultura. Nós temos abordado esse assunto em nosso site, Widoox, e trouxemos um pouco dessa experiência para cá: 
Trabalho Voluntário

O tipo de trabalho a que me refiro é uma troca de serviços por acomodação e comida. Em geral, as empresas que buscam voluntários desse tipo são hostels, bares, restaurantes, fazendas orgânicas, e outros negócios de pequeno porte. A maioria dos sites que conecta voluntários e hosts exigem que a carga máxima de trabalho seja de vinte horas semanais.

A primeira dica, portanto, é: busque hosts que respeitem a carga de trabalho. Nós caímos em uma “armadilha” e fomos parar em uma vinícola onde os donos esperavam que trabalhássemos quase 12 horas por dia. Duramos quatro dias lá.

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Antes de sairmos de São Paulo, nós fizemos uma conta no site Workaway e começamos a oferecer nossos trampos para alguns hostels em países vizinhos. O primeiro que nos chamou foi um hostel em Rosário, na Argentina, e assim decidimos que nossa rota teria que passar por lá.

A primeira experiência de voluntariado já foi incrível. Em Rosário, fazíamos a recepção do hostel e agendávamos saltos de paraquedas para os hóspedes. Com a boa relação que fizemos com a galera da empresa, acabamos conseguindo saltar de graça! Ainda vendemos um site e um vídeo para o hostel.

Dessa forma, o voluntariado nos dava a oportunidade de trabalhar em nossos freelas sem gastar nada com comida e hospedagem. Tínhamos também a garantia de um lugar tranquilo e com boa internet para nos dedicarmos a outros projetos. Assim, podíamos usar o dinheiro dos trampos para viajar mais.

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Com o trabalho voluntário fomos guias turísticos em Barcelona (mesmo sem conhecer bem a cidade), guiamos gringos para um jogo do Barça, fotografamos as praias de Montenegro, fizemos drinks em um pub em Cusco, guiamos tours de bicicleta no norte argentino e juntamos amigos para o resto da vida.

Antes de sairmos de viagem, não tínhamos certeza se conseguiríamos viajar por mais do que três meses. Se multiplicamos esse tempo por quatro, boa parte da ajuda veio desse tipo de troca.

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Agora que estamos de volta a São Paulo, nós estamos compartilhando muito do que foi essa experiência. No nosso site, falamos, por exemplo, sobre 5 motivos para fazer trabalho voluntário no exterior, e também demos 7 dicas para trabalhar viajando e conhecer o mundo.

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Os relatos de muita gente nos serviram de inspiração para sair por aí. Esperamos que nossos relatos possam ajudar também!

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A pintada-vulturina (Acryllium vulturinum) é uma ave proveniente da África. Pertence ao mesmo grupo da galinha-d’angola, a família Numididae, e alimenta-se de ervas, folhas, brotos e insetos.A pintada-vulturina possui a cabeça e pescoço nus, como um abutre e, também um colar de penas no pescoço, penas azuis e o resto do corpo é preto e branco com pintas e riscas. Não existe praticamente dimorfismo sexual, sendo apenas o macho um pouco maior do que a fêmea. Os jovens são semelhantes mas com as cores menos vivas e brilhantes. Também é conhecida por pintada-abutre, fraca-vulturina ou cabeça-de-abutre.

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Comportamento

Vivem em grupo, podendo formar bandos de 20 a 50 aves. Muitas vezes são observadas no início e final do dia perto de áreas com água. Procuram alimento em conjunto, podendo percorrer 15 a 25 km num dia. A maior parte do tempo deslocam-se no solo, correm depressa mas são boas voadoras, quando necessário. Durante a noite, sobem às árvores para dormir. São aves muito ruidosas.

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Alimentação
Sementes e folhas de gramas, raízes, bulbos, insetos, escorpiões, aranhas e pequenos moluscos a maioria encontrada no solo, ciscam o sólo com os pés ocasionalmente escalam arbustos e árvores baixas da espécie Salvatora comminphora para alimentar se de frutos. Diferentemente de outras galinhas dangola aparenta não requerer muita água, mesmo quando a água está disponível na estação da seca. Acasalamento. O acasalamento nas regiões de onde é natural ocorre depois da estação das águas cujo pico de postura é de junho a dezembro.

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O ninho é um simples buraco ciscado no solo situado em vegetção que o cubra densamente ou em rochas. Botam de 13 a 15 ovos postos em dias sucessivo. Os ovos possuem coloração creme claro ou marron claro 49,5-37,3-41mm. A incubação é de 23 a 25 dias. Os pintinhos são amarelados com listras escuras.

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Migração
A voturina é uma ave sedentária. Staus de conservação Não estudada globalmente, aparentemente encontra-se em segurança, comumente abundante e aparentemente estável com um número superior a 1.000.000 de aves.

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Google: imagens

Os 10 penhascos mais incríveis do mundo

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Se o seu instinto suicida tá em alta hoje, fecha já esse post pelamordedeus! Até porque a gente não quer dar ideia pra ninguém, né? Mas que esses penhascos aqui valem ser vistos de pertinho, isso eles valem – só tem que tomar muito cuidado para não chegar perto da beirada.

1. Ronda, Espanha

Com uma cidade antiga e lindona como essas em cima do penhasco você tem um motivo extra para amar o passeio! A vista do rio Guadalevin completa a paisagem que já serviu de inspiração para ninguém menos do que Ernest Hemingway.

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Foto: sanigolos

2. Seven Sisters/Beachy Head, Reino Unido

Não é apenas um, mas sete penhascos. A cor branca é causada pela erosão, que deixa a paisagem ainda mais incrível.

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Foto: Steve Evans

3. Meteora, Grécia

Esse aqui nos deixou simplesmente sem palavras. Vai ter lugar bonito assim lá na Grécia mesmo!

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Foto: agdsanchez

4. The Storr, Escócia

Um dos queridinhos dos turistas que viajam à Escócia. E a foto abaixo deixa bem claro o porquê:

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Foto: john mcsporran

5. Sunset Cliffs, Estados Unidos

Localizado em San Diego, o penhasco é conhecido por oferecer uma vista maravilhosa do pôr-do-sol. E tem até uma praia embaixo dele.

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Foto: Kavanagh Family

6. Vermillion Cliffs, Estados Unidos

Esta paisagem desértica fica no Arizona e sua coloração avermelhada se deve principalmente à presença de óxido de ferro.

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Foto: Bureau of Land Management

7. Jebel al-Madhbah, Jordânia

Esse penhasco que por si só já merecia uma visita ainda guarda os túmulos reais de Petra. Apenas imperdível.

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Foto: Michelle Rousell

8. Preikestolen, Noruega

Vai ser difícil achar um lugar com uma vista mais absurdamente linda do que essa, localizada a mais de 600 metros de altura.

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Foto: Piyush Bedi

9. Trolltunga, Noruega

Outro país que pediu para ter penhascos bonitos e entrou 2 vezes na fila! Este fica a mais de 700 metros do chão.

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Foto: Eskil Digernes

10. Bunda Cliffs, Austrália

Apesar do nome engraçado, essa paisagem merece a visita e é considerada parte do maior penhasco no mar do mundo.

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Foto via 

Aos 68 anos ele decidiu voltar para a escola para, finalmente, poder realizar o sonho de ser professor

Nunca é tarde para correr atrás do que você amaria fazer. Que o diga o nepalês Durga Kami, de 68 anos, avô de oito, que voltou a estudar para perseguir o sonho de ser professor. Ele caminha uma hora para ir e voltar da escola todos os dias, seis vezes por semana.

A sociedade do Nepal é dividida em castas, e Kami nasceu Dalit, a mais inferior delas. Assim, não conseguiu completar os estudos quando era jovem. Foi a morte de sua mulher que o inspirou a retomar os estudos. “Vou à escola para esquecer a tristeza”, ele conta.

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Foi uma professora quem fez a proposta, fornecendo material escolar e uniforme. Kami tem como objetivos virar professor para levar a educação a outros Dalit e inspirar outras pessoas mais velhas a recuperar o tempo perdido e se jogar nos estudos.

Sagar Thapa, um dos colegas de classe de Kami, conta que estranhava a presença de alguém com essa idade, mas que passou a gostar da companhia. Segundo ele, o aluno-vovô é “um pouco fraco nos estudos comparado aos jovens, mas o ajudamos a superar”.

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Kami é chamado de “Baa” pelos colegas, ou seja, pai. Ele participa de todas as atividades, inclusive dos jogos de voleibol. Frequentando o que equivale ao nosso 9º ano, Kami aproveita a agitação dos cerca de 200 jovens que frequentam a escola, bem diferente do silêncio do vilarejo isolado onde ele mora, em que muitas vezes falta luz.

Nunca, nunca é tarde!

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Fotos: © Navesh Chitrakar/Reuters