Moradores de rua aprendem sobre sustentabilidade em abrigo nos EUA e garantem alimentos pra comunidade

Muitos programas com foco no desenvolvimento sócio-ambiental acabam pendendo mais para um dos dois lados e esquecendo do outro: enquanto alguns focam apenas no desenvolvimento social, outros pensam na sustentabilidade ambiental acima de tudo. Mas essa é uma iniciativa diferente, que promete somar forças para alcançar o melhor tanto em termos de ações sociais, quanto no quesito ecologia.

Se trata de um abrigo sustentável para moradores de rua: o Metro Atlanta Task Force for the Homeless, localizado na cidade de Atlanta, nos Estados Unidos. O local oferece moradia transitória para pessoas sem-teto, bem como uma linha direta de assistência 24 horas e, desde 2009, os moradores contam com um telhado verde orgânico, onde podem aprender sobre agricultura urbana sustentável e produzir alimentos para a comunidade.

No local, já são plantados alimentos tão diversos como alfaces, couve, acelga, cenoura, rabanete, abóbora, melancia, abobrinha, pimentão e tomate e a polinização é feita de forma natural, graças a uma colmeia de abelhas próxima ao jardim. O programa ainda oferece treinamento profissional nas áreas de agricultura e comércio de alimentos, permitindo que os residentes encontrem oportunidades de trabalho após a experiência.

O sorriso de quem passa por lá deixa claro o sucesso da iniciativa. Confere só:

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Fotos: Divulgação.

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Foto via

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Foto Atlanta Progressive News

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Foto: Divulgação. 

As 17 tartarugas mais fofas do mundo



23 de maio foi o Dia Mundial da Tartaruga, um dia para defender a proteção e conservação de centenas de espécies de tartarugas pelo mundo todo.O comércio ilegal de bichinhos de estimação, a destruição de habitat e o aquecimento global são as principais ameaças a estes animais. Segundo o World Wildlife Fund, praticamente todas as tartarugas marinhas estão ameaçadas.


, do fotógrafo Joel Sartore, que documenta espécies em cativeiro.Até este momento, Sartore já visitou 40 países e fotografou mais de 6.000 espécies, usando iluminação profissional e fundos brancos ou pretos, que dão a esta coleção seu aspecto único.Photo Ark.Para dar um incentivo para a conservação deste réptil fofo, veja 17 fotos incríveis que fazem do projeto



O projeto Photo Ark pretende inspirar as pessoas a não apenas se preocupar com o mundo natural, mas também ajudar a proteger estes animais para as futuras gerações. 

Chelodina reimanni, tartaruga de pescoço de cobra de Reimann, ganhou este nome pelo pescoço comprido.

Chelodina reimanni, tartaruga de pescoço de cobra de Reimann, ganhou este nome pelo pescoço comprido.
Trachemys scripta scripta, com duas cabeças, uma tartaruga que é encontrada nas costas do sul dos EUA

Trachemys scripta scripta, com duas cabeças, uma tartaruga que é encontrada nas costas do sul dos EUA.
Macrolemys temminckii, tartaruga aligátor, as fêmeas não pesam mais de 23kg, mas os machos chegam a 80kg, alguns até os 100kg.

Macrolemys temminckii, tartaruga aligátor. As fêmeas não pesam mais de 23 kg, mas os machos chegam a 80 kg, alguns até os 100 kg.
Malaclemys terrapin, uma tartaruga do Mississippi.

Malaclemys terrapin, uma tartaruga do Mississippi.
Chelus fimbriatus, a tartaruga mata mata do Madagáscar.

Chelus fimbriatus, a tartaruga mata mata do Madagáscar.

Apalone mutica, a tartaruga de casco mole que tem “alto potencial reprodutivo”, apesar de parecer… caca.
Malaclemys terrapin, uma terrapin de Bermuda.

Malaclemys terrapin, uma terrapin de Bermuda.
Terrapene ornata, na verdade dois filhotes da tartaruga caixa ornamentada, que tinham três centímetros ao nascer

Terrapene ornata, na verdade dois filhotes da tartaruga caixa ornamentada, que tinham três centímetros ao nascer.
Emydora subglobosa, mostrando por que seu nome é tartaruga de barriga vermelha e pescoço curto

Emydora subglobosa, mostrando por que seu nome é tartaruga de barriga vermelha e pescoço curto.
Cuora galbinifrons, uma tartaruga bastante ameaçada da China, Laos e Vietname

Cuora galbinifrons, uma tartaruga bastante ameaçada da China, Laos e Vietname.
Graptemys gibbonsi, a tartaruga do Rio Pérola, uma espécie ameaçada, sua população declinou entre 80 e 90% desde os anos 1950

Graptemys gibbonsi, a tartaruga do Rio Pérola, uma espécie ameaçada cuja população declinou entre 80 e 90% desde os anos 1950.
Chelonia mydas, a tartaruga marinha verde, é uma espécie ameaçada. Quando este bebê crescer, poderá pesar mais de 310 kg.=

Chelonia mydas, a tartaruga marinha verde, é uma espécie ameaçada. Quando este bebê crescer, poderá pesar mais de 310 kg.
Graptemys pseudogeographica, a falsa tartaruga mapa, tem linhas na sua casca, mas elas não levam a lugar nenhum

Graptemys pseudogeographica, a falsa tartaruga mapa, tem linhas na sua casca, mas elas não levam a lugar nenhum.
Geochelone platynota, nativa do Myanmar, a tartaruga estrelada birmanesa também está ameaçada

Geochelone platynota, nativa do Myanmar, a tartaruga estrelada birmanesa também está ameaçada.
Gryptemys muhlembergii, uma tartaruga ameaçada que vive na região leste dos EUA

Gryptemys muhlembergii, uma tartaruga ameaçada que vive na região leste dos EUA.
Chelodina expansa, a tartaruga de pescoço longo e casco grande, tem este nome por motivos óbvios

Chelodina expansa, a tartaruga de pescoço longo e casco grande, tem este nome por motivos óbvios.
Apalone mutica calvata, uma subestécie das tartarugas de casco mole e liso

Apalone mutica calvata, uma subestécie das tartarugas de casco mole e liso.



Série de fotos vintage – e a cores – retrata a vida nas praias do Rio de Janeiro na década de 70

Sabe aquela letra que diz “o Rio de Janeiro continua lindo”? Essa série de fotografias dos anos 70 está aí para provar que a cidade não só continua linda, como sempre foi.

Obras do canadense Blake Smith, as imagens foram feitas entre fevereiro e março de 1978 e retratam praias como Ipanema, Leblon e Copacabana, além de pontos turísticos como o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor. Muitas cores, gente bonita, looks retrôs e os famosos vendedores ambulantes fazem parte da série, que você confere abaixo:

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Todas as fotos © Blake Smith

Artista pinta mural dentro da usina de Chernobyl no aniversário do maior acidente nuclear da história

O pior acidente nuclear da história aconteceu em 26 de abril de 1986, na usina de Chernobyl, na cidade de Pripyat, antiga União Soviética, hoje parte Ucrânia. Uma série de explosões em um dos reatores, durante testes no sistema, liberou uma quantidade incrivelmente alta de radiação sobre a região, atingindo boa parte da União Soviética ocidental e chegando até à parte da Europa. Os 50 mil moradores tiveram de evacuar suas casas correndo, e hoje Pripyat permanece uma cidade fantasma.

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No aniversário de 30 anos do acidente, o artista australiano Guido Van Helten decidiu homenagear um dos vários heróis, muitos desconhecidos, que sacrificaram a própria vida para registrar, denunciar ou apaziguar o desastre: Guido criou um mural em grafite dentro de um dos reatores, hoje abandonados, em homenagem a Igor Kostin, um dos único cinco fotógrafos autorizados a registrar o desastre no dia em que aconteceu.

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A fim de mostrar ao mundo o terrível impacto de ações humanas sobre o planeta, o fotógrafo retornou ao local diversas vezes, expondo-se a níveis de radiação muito maiores do que o aceitável. Assim, em nome da história, da denúncia e da verdade, Igor adoeceu. Em 2015 Igor veio a falecer, curiosamente em um acidente de carro.

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Segundo Guido, o local é ao mesmo tempo calmo e trágico – como se, por debaixo da tranquilidade e do silêncio, houvesse por todo o tempo a sensação transparente e aguda de que havia algo de muito errado e forte ali.

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Feito uma espécie de cemitério em ruínas e, ao mesmo tempo, em construção, Chernobyl permanece como uma sólida memória catastrófica dos excessos da ação humana sobre o planeta, como uma tragédia cuja proporção talvez jamais possa ser realmente calculada.

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© fotos: divulgação

Fotógrafo retrata realidade secreta de grupo nômade com leis baseadas no amor

Dentro do Rainbow Gathering, fotografias não são permitidas. O fotógrafo Benoit Paillé conseguiu uma brecha por participar há sete anos do grupo nômade que tem suas leis baseadas em conceitos hippies de amor, harmonia, paz, liberdade e cuidado com o planeta, como uma alternativa à cultura popular do capitalismo e do consumo. As pessoas pertencentes ao grupo vivem em comunidades temporárias e realizam encontros que já ocorreram na Espanha, no México e no Canadá. Paillé conseguiu captar a beleza daqueles a quem se refere como seus irmãs e irmãos e nos presenteia com belíssimas fotografias repletas de cores, de luz e de sentimentos bons.

Algumas coisas que são interessantes de se reparar nas fotos, comparando o estilo de vida deles do nosso estilo urbano:

– Não há obesos, o corpo deles é moldado sem precisar de dietas ou academia;

– Eles vivem a vida em lugares paradisíacos;

– Eles são estilosos, mesmo sem consultar revistas de moda;

– As crianças parecem mais saudáveis do que muitas que vivem nas cidades (mesmo sem pediatras!);

– Eles não trabalham para acumular dinheiro, trabalham para suprir suas necessidades diárias.

Uma prova de que a vida pode ser vivida do jeito que a gente escolher.