Você sabe o que é uma virga?

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Virga provavelmente é uma daquelas coisas que todo mundo já viu, mas não sabe o nome. É a chuva que cai, mas não chega a tocar o chão. A Wikipedia também a chama de “chuva invisível” ou “chuva fantasma”.

Elas aparecem normalmente em forma de listras que se estendem da parte de baixo das nuvens. Em regiões desérticas, ou com baixa umidade e alta temperatura, a chuva pode evaporar logo depois de deixar as nuvens.As virgas também aparecem em altas altitudes, e neste caso geralmente começam como a precipitação de cristais de gelo.

Tais chuvas são mais comuns no oeste dos Estados Unidos, nas pradarias do Canadá, no Oriente Médio, Austrália, no norte da África e até mesmo em latitudes bem ao norte, como na Suécia.A palavra virga vem do latim e significa “galho” ou “vara”. Esta chuva tem o aspecto mais dramático quando vista no nascer ou pôr do sol.

Virga sobre o oeste do Texas. Foto: Deborah Byrd

Virga sobre o oeste do Texas. Foto: Deborah Byrd

Virga sobre a Suécia. Foto: Jörgen Norrland Andersson

Virga sobre a Suécia. Foto: Jörgen Norrland Andersson

Vifga sobre o Condado de Lancaster, Pennsylvania. Foto: Beth Katz

Vifga sobre o Condado de Lancaster, Pensilvânia, EUA. Foto: Beth Katz

Virga sobre Montana. Foto: Jessica Gutliph Karr

Virga sobre Montana, EUA. Foto: Jessica Gutliph Karr

Virga próximo de Mexican Hat, Utah. Foto: Ron Ratliff

Virga próximo de Mexican Hat, Utah, EUA. Foto: Ron Ratliff

Virga no por do sol no norte da Suécia. Foto Birgit Boden

Virga no por do sol no norte da Suécia. Foto Birgit Boden

Virga em Washington. Foto Susan Jensen

Virga em Washington, EUA. Foto Susan Jensen

Virga no pôr do sol no Novo México. Foto Timothy Busch

Virga no pôr do sol no Novo México, EUA. Foto Timothy Busch

Virga sobre o Great Salt Lake, Utah. Foto: Ray Boren

Virga sobre o Great Salt Lake, Utah, EUA. Foto: Ray Boren

Virga sobre o Novo México. Foto: Jay Chapman

Virga sobre o Novo México. Foto: Jay Chapman

  [EarthSky]

A exposição de arte em 3D que permite que pessoas cegas apreciem quadros famosos

Já pensou no que aconteceria se você tentasse colocar a mão em “Gioconda“, de Leonardo da Vinci? Ou então, quem sabe, passar um dedinho para sentir as diversas camadas de tinta que compõem a “Guernica“, de Picasso? Nessa exposição de arte em 3D isso faz parte da visita, com o objetivo de permitir que pessoas com deficiência visual possam contemplar obras de arte famosas através do tato.

É claro que as obras em questão não são originais, mas réplicas recriadas exatamente com essa intenção, que estão expostas no Museu do Prado, em Madrid. Chamada de Touch The Prado (“Toque o Prado”), a mostra, que acontece até o dia 28 de junho, reúne seis obras, incluindo pinturas de Goya, Velázquez, Van der Hamen, Correggio e uma versão da Mona Lisa criada por um aluno de Da Vinci.

Cada obra adaptada é produto de um novo processo de impressão chamado Didu, desenvolvido pela startup espanhola Durero. Tudo começa com uma fotografia do quadro a ser reproduzido em alta resolução. Através dela, é possível selecionar características que possam dar sentido à obra quando ela for tocada por uma pessoa com problemas de visão. Cada obra demanda cerca de 40 horas de trabalho até ficar pronta para ser apreciada com as mãos, além de envolver o uso de uma tinta especial e um processo químico que faz com que os elementos planos ganhem volume, tornando a arte acessível a todos, como ela deve ser.

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Todas as fotos © Getty Images 

Garota de 17 anos faz ilustrações sensíveis e delicadas que geram identificação imediata

É muito legal quando a gente vê alguma coisa e pensa: que bom que não estou sozinho! Não é mesmo? Hiandra Mello é uma carioca novinha de tudo que consegue passar essa sensação para gente abordando temas como aceitação, depressão e ansiedade. Coisas que todo ser humano já sentiu um dia. Vem ver só que gracinha:

Hiandra divulga todas as suas criações em sua página no Facebook chamada de Utophia. Em entrevista, ela contou para a gente que começou faz pouco tempo e hoje já acumula mais de 38 mil seguidores! “Sempre me interessei por desenho, então comecei desde bem pequena, antes era tudo feito no papel, mas com o tempo passei a me interessar por arte digital e agora não me vejo mais fazendo outra coisa”, conta ela.

Entre suas principais inspirações na hora de escrever estão os amigos e o próprio público da página, que aparece elogiando o seu trabalho e dizendo que se identificou e que assim ela o ajudou em algum momento difícil. “Isso é muito importante pra mim, tenho muito a agradecer as pessoas que acompanham o meu trabalho”.

E quando eu pergunto como ela descrevia o seu trabalho, ela me diz que é algo puro e feito do coração. Acredito que colocar sentimento no que você faz é importante, principalmente se você quer passar alguma mensagem. E a mensagem que eu gostaria de passar para as pessoas é que elas não estão sozinhas, que não importa pelo que elas estejam passando, todas podem superar suas dificuldades e acreditar em si mesmas. Ter a oportunidade de transmitir bondade por meio da arte é algo incrível”.

Como não amar? Eu fiquei emocionada com esse coraçãozinho tão inspirador e cheio de talento. Espero que você fique também e lembre-se de que não estamos sozinhos

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Todas as ilustrações: ©Hiandra Mello

Vik Muniz revela o que há “nas costas” de algumas das pinturas mais famosas do mundo

Ainda há algum detalhe que não tenha sido visto e revisto, estudado, decifrado e registrado dos quadros mais famosos do mundo? Sim, muitos – mas eles não estão propriamente na pintura.É isso que a mostra “Versos”, do artista brasileiro Vik Muniz, revela: tudo aquilo que, nas mais famosas obras de arte do mundo, não é visto. Mais precisamente, como diz o título, o verso dos quadros.

Fundos do quadro "Lição de Autonomia", de Rembrandt

A mostra, que já foi exibida em Nova Iorque, São Paulo e outras cidades do mundo, agora chega à Holanda com novas reproduções das “costas” de quadros históricos como “Lição de anatomia”, de Rembrandt, da Monalisa de Da Vinci, “Noite Estrelada”, de Van Gogh, “Moça do brinco de pérola”, de Vermeer, entre outros.

"Noite estrelada", de Van Gogh

Para o artista, o verso é tão único quanto a frente dos quadros, com seus buracos, suas estruturas de metal, suas etiquetas técnicas, instruções, selos de propriedade, certificados de autenticidade e medidas. Seria como poder ver a intimidade de uma obra-prima, algo que deveria permanecer secreto mas que enfim se revela – como um segredo que não deveria ser mostrado, cicatrizes expostas, uma certa verdade de obras tão conhecidas quanto inacessíveis.

"São Paulo", de Tarsila do Amaral

A exposição é montada com as reproduções no chão, de frente para a parede, como se ainda não estivesse pronta – como se o espectador não devesse estar ali.

VERSO2

Para recriar os versos das obras, Vik Muniz percorreu seis anos trabalhando com pesquisadores, curadores, artesãos, técnicos e até falsificadores, para executarem cada detalhe, como molduras, arranhões, manchas, etiquetas e ferragens. Resta ao espectador recriar em sua cabeça às imagens icônicas de cada obra, e encaixa-la sobre o verso a sua frente, para que obras tão célebres ganhem enfim uma dimensão nova e, até então, desconhecida.

Vik Muniz

"Les demoiselles d'avignon", de Pablo Picasso

"Monalisa", de Leonardo da Vinci

"The Red Studio", de Matisse

 

"Moça do brinco de pérola", de Vermeer

© fotos: divulgação

Em vez de fotografar, ele decidiu mostrar as paisagens da Escócia com maravilhosas pinturas a óleo

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Ao trabalhar com pincéis grossos e espátulas, o artista Scott Naismith revela cuidadosamente o jogo de luz, sombras e nuvens sobre a Escócia, sua terra natal. O resultado é incrível: reflexos podem ser identificados com pinceladas rústicas e duras, formando imagens lindas e delicadas.

O pintor que cresceu e formou-se na cidade de Glasgow tem como inspiração todo o país, onde viaja em busca de vales, lagos e ilhas da costa ocidental, em particular. Muitas das pinturas de Naismith estão disponíveis para compra e impressão em edições limitadas. Também é legal conferir os vídeos que ele compartilha mostrando seu processo artístico em seu canal no YouTube. Confira abaixo:

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Todas as imagens © Scott Naismith

Artista usa ilusão de ótica para dar cores e vida a fachadas de prédios entendiantes

Por acreditar que a arte de rua pode transformar pessoas e cidades, o artista francês Patrick Commecy chamou uma equipe de muralistas para trabalhar com ele no projeto A-Fresco, onde artistas de rua transformam paredes e muros entediantes do interior da França em cenas vibrantes e cheias de vida.

Patrick, que trabalha com esse tipo de arte desde 1978, tendo sido pioneiro no muralismo, muito antes dos grafiteiros terem espaço para expressar sua arte, criou murais onde os desenhos dialogam perfeitamente com o ambiente, dando um ar especial de encanto e magia ao local.

As obras hiperrealistas do artista estão criando um verdadeiro museu a céu aberto, onde espaços antes vazios viram incríveis obras de arte, transformando as extraordinárias paisagens bucólicas que só a França tem, além de estarem virando ponto turístico para os viajantes que estão de passagem pelas cidades.

Vale a pena conferir:

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Todas as imagens © Patrick Commecy

Amigos de longa data criam mini-vila sustentável para poderem viver juntos

À medida que crescemos e nos tornamos adultos, é comum nos afastarmos de velhos e bons amigos da infância e da adolescência. Cada um vai para um lado, todos seguem caminhos diferentes e o que fica é a lembrança de como é bom ter amigos. Quatros casais desses melhores (e verdadeiros) amigos provaram que é possível sim manter a amizade. Juntos há duas décadas, eles decidiram construir uma vila sustentável, em meio à natureza, para crescerem no mesmo lugar até a velhice.

Eles queriam uma maneira de viver mais próximo uns dos outros em um lugar tranquilo e, para isso, juntaram dinheiro e construíram um lugar sustentável, chamado Llano Exit Strategy, com quatro pequenas cabanas de frente para o rio Llano, no Texas, EUA. Cada casa custou cerca de 40 mil dólares e todas foram projetadas pelo arquiteto Matt Garcia.

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As casas têm um ótimo design, garantem conforto e os interiores são feitos de madeira, possuindo banheiro, cama, cadeiras, sofá, prateleiras e estantes. Os telhados coletam água da chuva em barris, que conseguem encher quase 19 mil litros de água. É um lugar mágico, mas é árido. Estamos fazendo o que podemos para reservar água para árvores nativas e gramíneas”, disse um dos amigos, Fred Zipp. As paredes reflexivas impedem a entrada de calor nos dias quentes de verão, para evitar o uso de aparelhos refrigeradores.

“É como se a Disney tivesse mudado para cá.  Nós temos viados, coelhos e vários tipos de aves. Quanto mais tempo passamos aqui, mais animais encontramos”, disse um outro morador.

Veja abaixo algumas fotos das casas construídas pelos amigos:

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 Todas as fotos © Alexander Stross