O adorável gato de duas patas que escapou da fome e ganhou uma cadeira de rodas própria

Ninguém acreditou que o gatinho Cassady sobreviveria depois de ser abandonado e passar nove semanas sozinho na floresta de British Columbia, no Canadá. Ele lutou pela sobrevivência apenas com suas patas dianteiras e foi encontrado por um proprietário local, que entrou em contato com Shelly Roche, uma mulher que trabalha num centro de resgate de pequenos animais.

O animalzinho foi resgatado e levado para uma sala de emergência de um veterinário local. Cassady passou a noite no serviço de emergência e foi encaminhado para um veterinário regular no dia seguinte. Após o atendimento, o felino foi para a casa de Shelly, que o nomeou de Hopalong Cassidy, como o cowboy fictício.

Nas primeiras semanas, Cassady permaneceu sob os cuidados de Shelly para se alimentar, se medicar e até mesmo fazer xixi. “22 dias depois ele é feliz, brincalhão e nem sequer sabe se há algo de diferente nele!”, comemora a dona. Para dar continuidade ao tratamento, a heroína da história configurou uma transmissão ao vivo em seu site, onde pediu ajuda para conseguir uma prótese para o gatinho.

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Em meio as inúmeras mensagens solidárias, muitas pessoas doaram fundos para medicamentos e outros suprimentos e uma empresa especializada em produtos para animais deficientes doou uma cadeira de rodas para as patas dianteiras, que se estende à medida que o corpo do animal cresce. Ele ganhou mais duas cadeiras: uma foi doada por um fã e outra foi desenvolvida através de impressão 3D por dois estudantes.

Shelly acredita que as cadeiras de rodas não serão mais necessárias quando Cassady obtiver um implante ou prótese, mas diz que a mobilidade destas lhe garantiram certa independência. “Ele teve um início de vida tão terrível que eu prometi a ele no primeiro dia que ele só iria conhecer o amor, a felicidade e uma barriga cheia a partir de então”. E parece que está resultando, olha só:

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Todas as fotos: Reprodução

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Ele fotografa cidades em gotas de água e o resultado é maravilhoso

Se você achava que as fotografias de viagens eram todas iguais, essas imagens capturadas pelo fotógrafo sérvio Dusan Stojancevic vão fazer você mudar de ideia. Há 15 anos ele desenvolveu uma técnica para fotografar monumentos refletidos em gotas d’água.

Hoje, ele aproveita para registrar suas andanças pelo mundo dessa forma única, mas não revela o segredo das imagens para ninguém. O único que ele conta é que todas as fotos são feitas com uma técnica de fotografia macro e sem o uso de Photoshop, o que explica a falta de nitidez e a existência de alguns borrões.

Confere só algumas das maravilhosas imagens capturadas por ele suas viagens:

Mesquita Azul, Istambul

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Ponte do Brooklyn, Nova York
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Ada Bridge, Belgrado
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T.C. Ušće, Belgrado
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Sagrada Família, Barcelona
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Empire State Building, Manhattan
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Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York
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Grand Central Station, Nova York
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National Library, Nova York
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Flatiron Building, Nova York
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World Trade Center Transportation Hub, Nova York
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Empire State Building, Nova York
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Templo de São Sava, Belgrado
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Manhattan, Nova York
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Torre Genex, Belgrado
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Todas as fotos © Dusan Stojancevic

Casal passa 24 anos construindo incrível ilha flutuante para viver isolado do mundo

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Sem estradas, ruas e apenas tendo a água como percurso eles construíram um cantinho muito amor! Há 25 anos, o casal de artistas Catherine King e Wayne Adams tomaram a decisão radical de fazer a própria ilha. E foi na costa de Vancouver que esse sonho foi realizado, há apenas 45 minutos da cidade. Conhece a casa flutuante chamada de “Freedom Cove” (enseada da liberdade).

A ilha é completamente móvel e feita de 12 grandes blocos que incorporam quatro estufas/jardim, salas de estar, uma cozinha, oficina, galeria de arte, um farol e até mesmo uma pista de dança. Adams estima que a estrutura pese cerca de 500 toneladas e conta no vídeo abaixo que tudo foi construído com um serrote e martelo – sem o auxílio de ferramentas de poder.

É muito amor, olha só:

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Todas as imagens © Great Big Story

Mulher usa containers para criar sua própria casa e o resultado é impressionante

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A canadense Claudie Dubreuil de Mirabel decidiu usar containers para construir a sua própria casa. Sim, aquelas cápsulas gigantes usadas para transporte marítimo. Ela entrou em contato com uma empresa de engenharia e conseguiu 4 grandes containers de metal. E, ao longo de 2 semanas de trabalho, eles ficaram cobertos de madeira e se transformaram em uma linda casa.

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E o resultado é incrível! A casa é composta por janelas panorâmicas que rendem uma boa iluminação natural ao seu interior. Além disso ela caprichou na decoração e equipou a casa com tudo o que há de essencial: quarto, banheiro, sala, cozinha e até escritório!

Olha só que bacana:

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Todas as fotos: Divulgação via Collections Dubreuil

Vale a pena conhecer o primeiro hotel do mundo com sua própria floresta tropical

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Com o edifício mais alto do mundo, enormes ilhas artificiais e pistas de esqui indoor, Dubai nunca deixa de surpreender. E a coleção 2018 promete o Hotel Rosemont & Residences Cinco Estrelas – o primeiro hotel do mundo com uma floresta tropical feita pelo homem – dentro dele.

Com uma praia artificial, uma piscina, um céu impressionante e até mesmo projeções de árvores – o hotel é de cair o queixo! Ele foi projetado pelo escritório de arquitetura ZAS e será gerido pela rede hoteleira Hilton – famosa no mundo todo.

Com um custo de construção relatado em US $ 300 milhões, as duas torres de 47 andares também terão os habituais luxos dignos de 5 estrelas: incluindo um spa, salas de reuniões, restaurantes finos, cinema de luxo no piso superior, pista de boliche, vista panorâmica, parque de camas elásticas e muito mais.

E não contentes só com o verde, a vida marinha também se manifesta na fauna do edifício. É a natureza artificial – cara e complexa. E você, juntaria dinheiro por uma diária aí? Conte-nos nos comentários!

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Todas as fotos © Hotel Rosemont & Residences

Ensaio mostra realidade de crianças que aprendem em casa ao invés de ir pra escola

Depois de muita obrigação, eis que chega a hora de se divertir. Pelo menos é o que vem, enfim, acontecendo na área da educação, que está passando por boas mudanças ao redor do mundo. Cansados de temas martelados em suas cabeças, atividades contínuas e cansativas, os alunos têm encontrado novas formas de aprender, inclusive em casa. A fotógrafa Rachel Papo se dedicou a clicar crianças e adolescentes que não frequentam a escola e são felizes assim.

Para a série Homeschooledtermo utilizado para o ensino em casa, a fotógrafa baseada em Berlim foi até Catskills, um conjunto de montanhas dentro de Nova York, em busca de personagens que pudessem contribuir com seu trabalho. Documentando esta contracultura emergente entre 2012 e 2013, se aprofundou no assunto e passou a ver a modalidade com outros olhos.

O mais legal é que as fotografias captam o espírito frágil da infância, rodeada de brincadeiras no jardim, aventuras na neve, atividades como pintura e desenho, e muitas outras atividades que são tão essenciais na formação de um indivíduo quanto os estudos seriam. As crianças brincam livremente em meio a natureza e praticam aquilo que mais lhes agrada, como por exemplo, cozinhar.

Assim se desenvolvem talentos livres de amarras impostas por instituições de ensino, que agora começam a abrir suas mentes para a novidade. A ideia de Rachel é transformar a série em fotolivro, do qual ela pretende arrecadar fundos por meio de financiamento coletivo. Para acompanhar o trabalho da fotógrafa, siga seu Instagram.

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Todas as fotos © Rachel Papo

As super-heroínas da vida real que estão lutando pela aceitação do corpo feminino

Foi-se o tempo em que magreza era sinônimo de beleza. Claro, sabemos que ainda existe muito preconceito em torno das mais cheinhas mas, graças a grupos como este que vamos apresentar abaixo, cada vez mais e mais mulheres estão se aceitando como realmente são. E se achando lindas. E se amando muito.

Conhecidas como “The Succulent Six”, o grupo tem a missão de lutar contra a gordofobia. Cada uma das integrantes assumiu um personagem relacionado à comida, como a Cookie Cutta ou a Dirty Dottie Donuts.

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A série “Stop the Food Fight”, clicada pelo canadense N. Maxwell Lander, questiona o chamado corpo ideal imposto pela sociedade e por algumas mídias, e convida a todas as mulheres se amarem como são, além de desafiarem os padrões de beleza pouco realistas.

“Acima de tudo, queremos celebrar um dia sem regimes e obsessões com o peso. Acreditamos de verdade que se conseguirmos começar com um dia sem patrulha do corpo, talvez consigamos o mesmo nos outros 364.” disse Steff Ivory Conover, também conhecida como Cupcake Charlie.

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Rachel Marcus é Cookie Cutta

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Annika Reid é Bubblegum Betty

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Belle Jumelles é Sammy Sundae

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Steff “Ivory” Conover é Cupcake Charlie

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Ashley Sharman é Cotton Candy Sandy

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Julia Connelly é Dirty Dottie Donuts

Trazendo consigo uma imagem extremamente positiva de seus corpos, as “garotas suculentas” posaram para um ensaio pra lá de divertido em abril passado, com o objetivo de incentivar as pessoas a pararem com a guerra contra a comida.Estas meninas estão dando uma lição de vida, celebrando a beleza do jeito que ela for. É isso aí, garotas! 
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Todas as fotos © N. Maxwell Lander

Fotógrafos brasileiros criam projeto para ressaltar beleza dos cemitérios do mundo

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Os fotógrafos araçatubenses Clayton Khan e Duda Maués criaram um projeto inusitado que, embora à primeira vista possa parecer um pouco mórbido, possui um apelo bastante poético.

“Escaping From Life” visa registrar fotograficamente cemitérios de todas as partes do mundo, para retratar a cultura de cada povo, os personagens que vivem desta vertente de trabalho e também ajudar a desmistificar o tabu que a morte representa.Os primeiros lugares que foram fotografados foram cemitérios da região de Araçatuba, São Paulo, Campinas e Itu. Depois foi estendido para outros países da América Latina: Peru, Bolívia, Argentina e Uruguai.

Nestes destinos, os fotógrafos fizeram trilhas, conversaram com os moradores de cada cidade e imergiram na cultura local.Através de uma página no Facebook a dupla compartilha fotos e vídeos contando sobre a experiência e contando as histórias por trás das imagens.

A morte sempre foi um dos maiores temores do homem. Seja em qualquer crença ou em sua ausência, o que vem após tal passagem para muitos pode ser obscuro ou a certeza de uma nova vida. Onde muitos veem escuridão, nós procuramos luz”, diz a página do projeto.

Confira algumas fotos:

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As ilustrações de Alice no País das Maravilhas feitas por Salvador Dalí são incríveis

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Talvez você se considere um grande apreciador de Salvador Dalí. Mesmo assim, muita gente não conhece a parte de sua carreira que aconteceu longe das telas de pintura. O gênio do surrealismo só não estrelou um filme de Alejandro Jodorowski porque a obra foi cancelada, fez uma animação para a Disney e chegou a ilustrar uma edição do livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll.

A história do livro é fascinante por si só, mas ganhou um toque especial com as ilustrações de Dalí. O artista assinou as capas de uma edição ilustrada da obra publicada em 1969 pela New York’s Maecenas Press-Random House. É incrível ver como o universo onírico de Alice no País das Maravilhas parece parte da grande obra do pintor, que deu um toque ainda mais maluco à edição com suas heliogravuras.

Espia só algumas das ilustrações da obra, que pode ser adquirida aqui.

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Esta incrível caverna na China tem 100 pessoas lá morando, quadra de basquete e até uma escola

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Acredita-se que a vila de Zhongdong, na província de Guizhou, China, seja a única habitada da região, isso porque estamos falando de uma caverna natural! É isso mesmo. Dentro de uma rocha um grupo de pessoas se organiza como sociedade nos dias de hoje!

A 1800 metros acima do nível do mar, a caverna só pode ser acessada por uma caminhada de uma hora, e por conta das dificuldades  geográficas, a comunidade luta para sobreviver. Para piorar a situação, o governo afirmou que “a China não é uma sociedade de homens das cavernas” e fechou a escola da aldeia no início de 2011 negando uma cultura rica. Agora, as crianças devem caminhar a pé por duas horas, todas as manhãs, e à noite – na volta -, para frequentar uma outra escola.

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Foto © Carsten Peter

A fim de melhorar os meios de subsistência dos moradores da caverna – literalmente –, um grupo tenta negociar com o governo local para a construção de uma estrada que liga a caverna para infra-estrutura existente mais próxima.

Mas, enquanto Zhongdong comemora o acesso à televisão e ao jornal, ainda assim a aldeia permanece em grande parte desconectada do mundo exterior. O que não faz dela menos sociedade – e sim diferente do que nós hoje estamos acostumados. Dá só uma olhada:

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Foto © avantgardica

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Foto © metro.co.uk

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Foto © Carsten Peter

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Foto © Carsten Peter

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Foto © Reprodução