Arquitetos criam restaurante incrível em formato de balão que fica em uma casa na árvore na Nova Zelândia

Ter uma casa na árvore é o sonho de toda criança, que com um pouco de imaginação e entusiasmo transforma qualquer par de tábuas em um verdadeiro castelo. Inspirados pelos contos de fada, fantasias e sonhos de infância, os arquitetos do Pacific Environment construíram em uma grande árvore, nas florestas de Auckland, na Nova Zelândia, um restaurante que fica a nada menos que 40 metros do chão. E se a altura já não bastasse para chamar a atenção, o visual da estrutura é uma beleza à parte!

O restaurante, feito de madeira e aço, foi construído em volta de uma grande árvore e tem um formato que lembra um balão – ideia que é acentuada à noite, quando as luzes são acesas, iluminando toda a construção. Para chegar até a entrada da estrutura, é preciso andar por uma incrível ponte de 60 metros de comprimento. E embora não seja muito grande, o espaço de 9 metros quadrados é suficiente para acomodar cerca de 20 pessoas, além de uma equipe de garçons e de um bar. A cozinha e o banheiro ficam no andar de baixo.

Inicialmente construído para servir de cenário para um comercial da empresa Yellow Pages, o espaço hoje funciona sob o nome de The Redwoods Treehouse e recebe eventos como casamentos e aniversários.

Veja as fotos e entre nesse mundo à parte:

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Todas as fotos © Pacific Environment

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Projeto fotográfico exalta a beleza e o orgulho de ter pele negra

Brian Siambri tomou começou a fotografar apenas dois anos atrás, mas este projeto já mostra o talento e a visão de alguém que, como ele diz na sua bio do Instagram, quer “mudar as narrativas uma fotografia por vez”.

A partir da parceria com seu amigo e estilista Bryan Emry, ele criou o “The Dark Matter Project” (a tradução do jogo de palavras fica complicada, porque “Matter” significa tanto “matéria” como “importância”), com o objetivo de mostrar a beleza da pele negra, ressaltar o orgulho e também divulgar os trabalhos de diferentes estilistas quenianos.

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Brian é designer gráfico e trabalha dirigindo sessões de fotografia para uma revista de estilo. Em 2014, ele começou a fazer fotos usando o celular, e a coisa está ficando mais séria, com a fotografia ganhando mais espaço entre suas atividades favoritas.

Ele destaca sua empolgação em relação à cena criativa queniana, cheia de gente jovem a fim de inovar. “Estamos levando a criatividade a outros níveis por aqui, na fotografia, arte, animação etc. É interessante ver como os jovens redefinem tanta coisa graças à tecnologia”, conta Brian.

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O fotógrafo diz também que os jovens africanos vêm desafiando o status quo, tomando as rédeas de seus destinos e questionando o que é ser africano, na arte, na política, na moda e na sexualidade. “Não temos medo de superar limites para encontrar nossa identidade e deixar uma marca no mundo. É isso que quero com meu trabalho: deixar um legado”, finaliza.

Se liga nas fotos do projeto The Dark Matter:

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Todas as fotos © Brian Siambri

A última sessão de fotos dos Beatles vai te deixar de olhos mareados

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Corria o dia 22 do mês de agosto de 1969, e para os fotógrafos Ethan Russell e Monte Fresco, aquele definitivamente seria um ensaio especial. Registrar a maior banda de todos os tempos, para fotos promocionais de seu então recém gravado disco Abbey Road, era, como tudo que envolvia tal banda, algo histórico. Eles só não sabiam o quanto seria. Nem mesmo John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison poderiam imaginar que aquelas seriam suas últimas imagens reunidos – as últimas fotos dos Beatles.

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O clima entre os quatro, no entanto, já beirava o insuportável quando da sessão de fotos, tirada em uma propriedade de Lennon. Ainda que o anúncio oficial do encerramento da banda só fosse ser dado oito meses depois, em abril de 1970, no mês seguinte às fotos, John anunciaria para seus companheiros que não era mais um Beatle. A confidencialidade da informação foi mantida para não atrapalhar as vendas do então recém lançado Abbey Road.

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Uma certa melancolia, impaciência e um tanto de tristeza parecem de fato saltar das imagens, contrastando com a simpatia e o carisma habitual com que estamos acostumados a reparar as imagens dos quatro.

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A maior banda do mundo chegava ao fim, e junto com ela os anos 1960, uma década que sonhou os mais intensos sonhos de transformação e renovação do mundo, na geração que possivelmente produziu a melhor música popular do século.

Abaixo, o único registro em vídeo que existe da sessão.

Se os sonhos chegam ao fim até mesmo para os Beatles, ao menos a trilha sonora dos sonhos que depois vieram era, como permanece sendo, a melhor possível.

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© Fotos: Ethan Russell e Monte Fresco

Fotógrafa gaúcha cria um emocionante álbum sensorial para casal de deficientes visuais

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Para deficientes visuais, a fotografia não tem nenhuma serventia. É possível, é claro, se descrever uma, mas aí a imagem vira narrativa – o mérito da beleza, nesse caso, seria de quem descreve, e não do fotógrafo ou propriamente da foto. Esse foi o dilema diante do qual se viu a fotógrafa gaúcha Márcia Beal, e que a comoveu de tal forma que a levou a contornar, ao menos em parte, essa questão.

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Acostumada a fotografar bebês para orgulhosos papais e mamães, quando viu chegar o casal Jorge e Carlise Vieira com a pequenina Natália no colo, o impacto em Márcia foi total: o casal era deficiente visual. A emoção rapidamente tomou conta da fotógrafa, ao se dar conta de que eles simplesmente não poderiam fruir de seu trabalho – que aquele seria um registo para os outros, até mesmo para Natália no futuro, mas não para eles.

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Comovida e determinada a oferecer algo mais para o casal, Márcia procurou uma dupla de artistas plásticos e com eles criou seu primeiro álbum em múltiplas dimensões, com texturas, textos em braile, impressão da foto em relevo para que pudesse ser sentida pela tato, materiais, tecidos e objetos utilizados na foto para também serem percebidos pelo toque, e até o cheirinho do bebê. O texto em braile de maneira geral descreve detalhes imperceptíveis, como a cor dos elementos na foto.

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Emocionados e agradecidos, a família Vieira mostrou a todos o que eles próprios já sabiam: há muitas outras maneiras de se perceber a vida do que somente pela visão. A vida, na realidade, exige de nós cada um de nossos sentidos – e, com afeto e amor, nos permite enxergar mesmo o que não somos capazes de ver.

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© Fotos: Márcia Beal/Reprodução TV Globo

Esse cara decidiu clicar “o avesso” dos monumentos mais famosos do mundo

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Imagine só você vai a Paris e tira uma foto da parte de trás da Torre. Ou então vai até o Cristo e, ao invés de tirar foto da estátua, tira do que tem na frente dela? Um fotógrafo resolveu contrariar turistas do mundo inteiro e sair por aí clicando aquilo que ninguém postava no Instagram. Olhas só:

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Taj Mahal, Índia

Oliver Curtis é o nome dele. O fotógrafo britânico tem uma carreira de sucesso. Já viajou o globo em projetos comerciais que tinham clientes como a Coca-Cola, Pantene, L’Oréal, Sony… Acostumado a ver o que todo mundo via ele resolveu desconstruir esse tipo de cenário pronto.

Sem glamour, a série intitulada Volt-face convida o espectador a olhar o outro lado da história e a conhecer o verdadeiro entorno da região. O projeto existe desde 2012, quando Oliver visitou as pirâmides de Gizé e se encontrou fascinado com todo o entorno quando olhou na direção oposta do monumento.

Veja mais algumas da série aqui:

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Partenon, Grécia

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Praça de São Marcos, Veneza, Itália

02

Muro das Lamentações, Jerusalém

03

Coliseu, Roma, Itália

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Mausoléu de Mao, Beijing, China

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Stonehenge, Reino Unido

04

Torre Eiffel, França

09

Estátua da Liberdade, NY, Estados Unidos

05

Grande Muralha da China

06

Hollywood

07

Mona Lisa, França

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Cristo Redentor, Rio de Janeiro, Brasil

Fotos: ©Oliver Curtis