Londres aposta em apartamentos empilháveis e coloridos para ajudar pessoas de baixa renda

 

Os custos para adquirir ou alugar um imóvel no Reino Unido são altíssimos e isso faz com que muitas pessoas precisem encontrar alternativas para viver, já que nem sempre é possível arcar com estes valores. Mas uma proposta inovadora de casas populares moduláveis pode ser uma das saídas para facilitar o acesso à moradia no país.

Nesse sentido, o projeto Y:Cube, elaborado pela empresa RSH + Partners pretende oferecer casas pré-fabricadas modulares, que podem ser empilhadas umas sobre as outas, são supercoloridas e têm um baixo custo. A primeira unidade desta espécie de condomínio popular já foi construída na área de Merton e está pronta para abrigar seus 36 primeiros moradores, que estavam desabrigados.

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Foto © Miguel Santa Clara/RSHP

Os contratos são de apenas 5 anos e os baixos custos de produção permitem que cada unidade seja alugada pelo valor de £150 por semana, cerca de 65% do valor médio aplicado na região. Além disso, as casas podem ser desmontadas e montadas novamente até 5 vezes durante sua vida útil, que é de 60 anos.

Metade dos primeiros moradores é proveniente dos albergues da YMCA, enquanto a outra metade pertence à lista de espera por casas de Merton. Se a iniciativa der certo, novas unidades semelhantes devem estar a caminho em breve, em outras regiões da cidade. Conheça melhor o projeto abaixo:

 

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Fotos © Grant Smith

Série de imagens capta a poesia de pessoas comuns andando de metrô ao redor do mundo

As pessoas podem ser encontradas da maneira mais vulnerável possível enquanto viajam debaixo da terra. Suas mãos segurando nas barras, olhando para lugar nenhum ou simplesmente cochilando enquanto outros entram e saem na maior correria. O trabalho deste fotógrafo revela essas nuances do cotidiano. Vale a pena dar uma olhada!

Cada um embarca no trem com um propósito diferente: uns vão para casa depois de um longo dia de trabalho, outros vão visitar alguém ou até mesmo existem aqueles que gostam de contemplar esta jornada sem um destino em particular.

O fotógrafo americano Stan Raucher capturou esses momentos e selecionou alguns individuais que criam uma atmosfera que só quem enfrenta os vagões sabe de perto como é! Sinta-se mais próximo desse universo underground pelo mundo:

Manhattan, NY

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Budapeste

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Cidade do México

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São Paulo

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Nova Deli

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Xangai

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Paris

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Varsóvia

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Cidade do México

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Cidade do México

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Naples, FL (EUA)

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Cidade do México

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Fotos: ©Stan Raucher

Este abrigo dedicado a cuidar de chimpanzés órfãos vai conquistar seu coração

Ao longo das últimas décadas, a população de chimpanzés na África Ocidental diminuiu drasticamente. Para se ter uma ideia, só na Costa do Marfim, o número de chimpanzés caiu em 90%.

E, pensando na preservação da espécie, o Projeto Primatas, uma instituição sem fins lucrativos com sede nos EUA, está trabalhando na proteção destas incríveis criaturas e de seus habitats naturais. Para isso, criou o Chimpanzee Conservation Center (CCC), um abrigo que resgata, reabilita e, sempre que possível, libera os chimpanzés saudáveis de volta a natureza.

Localizado dentro do Parque Nacional de Haut Niger, na Guiné, o CCC hoje é lar para 50 jovens chimpanzés, todos órfãos que muitas vezes são vendidos como animais de estimação depois que suas mães e outros membros da família são mortos para consumo de carne de animais selvagens.

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Quando eles chegam ao santuário, muitas vezes sofrem de doenças respiratórias e de pele, além de desnutrição e distúrbios psicológicos, necessitando de tratamento e muito cuidado antes de serem soltos em habitats apropriados à sua idade.

Numa floresta de quase 10 mil quilômetros quadrados, os chimpanzés aprendem a ser animais selvagens, algo que poucos deles tiveram a oportunidade de experimentar. Este processo de reabilitação requer muita paciência, sendo que o preparo de um chimpanzé para retornar à vida selvagem pode demorar mais de 10 anos.

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Todos os animais são possuem dispositivos de rastreamento para monitorar a sua localização, e como o CCC é perto do local onde os chimpanzés serão soltos após a reabilitação, voluntários e funcionários podem protegê-los de caçadores e outras ameaças.

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Até hoje, todos os chimpanzés que foram reintegrados ao seu habitat, obtiveram sucesso na “nova caminhada”. Que este belo projeto continue salvando muitos e muitos animais!

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Imagens © CCC

Isso é amor: ele prepara todos os dias o café da manhã pro seu namorado com pratos incríveis – e simétricos

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Há pouco mais de três anos, quando o britânico Michael Zee foi morar com seu namorado Mark van Beek, preparou um café da manhã para os dois com ovos, frutas, sucos, pães e salames, e notou uma certa harmonia entre seu prato e o de Mark.

Ao postar a foto do café nas redes sociais, recebeu inúmeros comentários e elogios de amigos e até mesmo de desconhecidos. Foi então que surgiu a ideia de criar o projeto Symmetry Breakfast, onde cria refeições matinais simétricas para comerem juntos, todos os dias da semana.

O café da manhã do casal, disposto na mesa em perfeita harmonia, é documentado por Michael desde o início, através de uma conta no Instagram, onde posta as apetitosas fotos diariamente. Ele conta que para eles essa é uma “pequena grande” prova de amor e carinho e que, desde que começou, não deixou de preparar o café um diazinho sequer, tendo até mesmo que prepará-lo algumas vezes no dia anterior para conseguir cumprir seu objetivo.

“As pessoas se perguntam se eu sou louco ou obsessivo, mas essa é uma declaração de amor, na verdade”, disse o namorado apaixonado.

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Com cardápio variado e colorido, o projeto encantou a internet, e já conta com quase mil fotos e  600 mil seguidores no Instagram, além de ter virado livro, que será lançado no início do mês que vem. Olha isso!

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Todas as fotos © Symmetry Breakfa

Apaixonado por animais cria prótese gigante pra elefante que perdeu uma perna ao pisar uma mina

Mosha, uma elefante do norte da Tailândia, tinha apenas 7 meses quando perdeu a perna ao pisar numa mina terrestre na fronteira de seu país com Mianmar. Ela então foi levada para o Friends of the Asian Elephant, um hospital que cuida de elefantes feridos, onde 2 anos depois acabou conhecendo seu anjo da guarda, o cirurgião Therdchai Jivacate.

Assim que tomou conhecimento do caso de Mosha, Jivacate decidiu ajudá-la, assumindo o maior desafio de sua vida: criar uma prótese gigante para que a elefante pudesse levar uma vida normal novamente.

“Quando eu vi Mosha, notei que ela tinha que manter a tromba no ar para conseguir andar corretamente. Na época, ela pesava cerca de 600kg e estava colocando dois terços do seu peso corporal em sua perna dianteira esquerda, o que foi fazendo com que ele ficasse torta”, disse o cirurgião, que já fez mais de 20 mil próteses para seres humanos, cães, gatos e algumas aves, além de manter uma ONG que fornece próteses de graça para amputados sem condições financeiras.

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Após muitas tentativas e erros, Jivacate finalmente chegou a um modelo viável para Mosha. A prótese final é constituída por termoplástico, aço e elastômero que, confortavelmente, envolvem o coto do animal, sem tirar a mobilidade que a elefante precisa para andar.

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E Mosha se habituou rapidinho a nova condição, aprendendo a andar com a perna artificial em apenas 12 horas. Mas, devido ao seu crescimento, ela passou por três pernas protéticas no primeiro ano de adaptação, sendo que no começo deste mês, agora com 10 anos de idade e aproximadamente 2 toneladas, recebeu sua nona prótese.

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O cirurgião e sua equipe estão felizes por terem conseguido ajudar Mosha a andar com suas quatro pernas novamente. “Eu acho que ela sabe que eu faço as próteses para ela, já que cada vez que eu venho ao hospital ela faz uma pequena saudação, levantando sua tromba no ar“, contou Jivacate.

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Todas as fotos © Friends of the Asian Elephant Foundation