O lago na Nova Zelândia considerado o mais transparente do mundo, com visibilidade até 80 metros de profundidade

Uma coisa a Nova Zelândia tem de sobra: belezas naturais. E, entre todas as lindezas que a natureza criou no país, o Blue Lake está entre uma das mais extraordinárias. Localizado no Nelson Lakes National Park e também conhecido como Rotomairewhenua, o lago ganhou o título de mais transparente do mundo – para se ter uma ideia, é possível ver o solo mesmo em áreas mais profundas.

A visibilidade do lago chega a 80 metros, o que faz com que suas águas tenham visibilidade semelhante à da água destilada. Foi em 2011 que testes realizados pelo Instituto Nacional da Nova Zelândia de Água e Pesquisa Atmosférica (NIWA, na sigla em inglês) confirmaram que o Lago Nelson seria o corpo natural mais claro de água doce conhecido pelo homem.

Confere só algumas fotos da região e entre na viagem:

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Todas as fotos via

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Estes cachorros foram pra Orlando para confortar sobreviventes e familiares de vítimas do atentado

Poucas coisas aquecem mais o coração do que o carinho dos animais, principalmente em momentos trágicos como os da última madrugada de sábado para domingo na boate Pulse, em Orlando. Por isso, uma organização baseada em Chicago que trabalha com animais de conforto, a Lutheran Church Charities (LCC) K-9 Comfort Dog Ministry, organizou essas visitas bem especiais.
12 cachorros treinados e acostumados a lidar com este tipo de tragédia (alguns deles fizeram o mesmo trabalho num colégio, após o tiroteio provocado por um aluno do ensino médio, em 2014) foram escolhidos para levar consolo aos sobreviventes e principalmente aos familiares das vítimas.
O presidente da organização responsável, Tem Hetzner, disse ao site The Dodo que algumas pessoas apenas precisam de deitar no chão com eles e conversar. “Os cachorros são como uma ponte para as pessoas falarem sobre o que lhes vai na alma. Eles são confidentes, bons ouvintes e não julgam ninguém. E conversar sobre os problemas é uma das formas mais importantes de os curar”.
Os tempos são duros para estas pessoas, mas com a ajuda dos animais, mais uma vez, o amor vencerá:
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Foto © Kye Comfort Dog
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Foto © Kye Comfort Dog
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Foto © Kye Comfort Dog
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Foto © Kye Comfort Dog
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Foto © Kye Comfort Dog
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Antes e depois: série de imagens mostra o que a guerra fez com a maior cidade da Síria

Qual a primeira coisa que você pensa quando se fala na Síria? A gente aposta que é na guerra, que já matou mais de 220 mil pessoas. Mas você sabia que o país já foi um grande destino turístico?

Pois é, a gente já falou sobre isso antes aqui. Muita gente viajava para lá para visitar alguns de seus 3 mil sítios arqueológicos, fazendo com que o turismo fosse responsável por 5% do PIB no país. Hoje, esse cenário está bem longe da realidade e muitos monumentos foram destruídos durante a guerra.

Alepo, a principal cidade do país, é um dos lugares mais afetados pelos conflitos e o site Bored Panda compilou algumas imagens que mostram alguns cenários antes e depois da guerra. O contraste é gritante.

Dá uma olhada:

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Todas as fotos © Hannah Karim

Maior piscina do mundo permite prática de canoagem e até windsurf

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Consegue imaginar uma piscina tão grande onde é possível até passear de barco? Pois esta maravilha existe e fica no resort San Alfonso del Mar na cidade litorânea de Algarrobo, no Chile. Com 1 km de extensão e 3 metros de profundidade, a piscina comporta 250 milhões de litros de água extraída diretamente do mar.

Para se ter uma ideia do tamanho desta atração, a piscinona é equivalente a 6 mil piscinas convencionais de oito metros de comprimento. É tanto espaço, que as pessoas podem realizar diversas atividades geralmente praticadas no mar: mergulho, stand up paddle, caiaque, windsurf e até canoagem.

Ostentando o título de maior do mundo no Guiness Book, a piscina custou cerca de 1,5 bilhões de dólares e anualmente gasta mais de 4 milhões de dólares de manutenção. O azul turquesa intenso é devido a uma tecnologia de tratamento que permite captar a água do oceano e mantê-la em condições ideias. Ou seja: nada barato!

Veja fotos da piscina gigante:

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* Todas as fotos: Divulgação

Com 150 anos de atraso Jack Daniel’s admite que foi um escravo quem desenvolveu sua receita

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Você provavelmente nunca ouviu falar de Nearis Green, um escravo negro de uma destilaria nos Estados Unidos em meados do século XIX. Mas certamente você já ouviu falar do então jovem Jasper Daniel, mais conhecido como Jack Daniel que, 150 anos atrás, começou uma marca de uísque. O que ninguém sabe é que foi Nearis quem ensinou tudo a Jack. Aos poucos a verdadeira história do uísque mais vendido do mundo (e de uma das marcas mais icônicas dos Estados Unidos) vai revelando que quem estava por trás da receita e das técnicas de destilação do Jack Daniel’s era um escravo.

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Até então o mérito era oferecido ao Reverendo Dan Call, dono da destilaria onde Nearis era escravo. Acontece que Call, como na maior parte dos casos, nada fazia além de possuir o local; quem trabalhava e de fato entendia de uísque era Nearis – e foi ele quem ensinou tudo a Jack. O papel central de Nearis na construção da marca não era exatamente segredo, sendo mencionado desde os anos 1960, mas como toda contribuição advinda de escravos, acabou sendo apagada ao longo da história, e só confirmada agora.

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No detalhe, à esquerda vemos Nearis Green e, à direita, Jack Daniel. A própria presença, ao centro e entre brancos, de Nearis na foto já era a primeira suspeita de sua importância

No detalhe, à esquerda vemos Nearis Green e, à direita, Jack Daniel. A própria presença, ao centro e entre brancos, de Nearis na foto já era a primeira suspeita de sua importância

Agora que a marca está prestes a completar 150 anos, o diretor global do Jack Daniel’s admite que, apesar de não ter sido por uma decisão consciente, de fato o “apagamento” de Nearis da história da marca se deu – e que, diante de uma efeméride como um aniversário, a marca se viu na posição de querer falar da própria história – incluindo a participação de Nearis como algo a se orgulhar.

Barris de produção de Jack Daniel's hoje em dia

Barris de produção de Jack Daniel’s hoje em dia

O nome de Nearis passou a ser oficialmente citado nos tours e nas mídias sociais da marca como por trás da receita e das técnicas de purificação da bebida. Ainda que venha tarde (e coloca tarde nisso!) e ilustre como os horrores do racismo se desdobram em muito mais aspectos do que pensamos, o sabor da justiça é sempre puro e delicioso como um bom bourbon.

Uma antiga placa na fábrica do uísque, no Tennessee, no início do século

© fotos: divulgação