Projeto mostra como um corte em fotografias de viagem pode fazer toda a diferença

Todos os destinos sempre parecem maravilhosos nas fotografias de viagens: praia, pôr-do-sol, natureza e muita arquitetura costumam dar as caras neste tipo de imagens. Mas o site Limitless criou uma série que nos faz questionar a veracidade destas fotos ao lembrar o que deixamos de fora no momento do enquadramento.

O projeto ganhou o nome de #BrokenIndia e pretende mostrar a verdade por trás das fotos de viagens glamourizadas que postamos no Instagram.

Mesmo assim, a finalidade do projeto não é apenas criticar as imagens que postamos, mas chamar a atenção para alguns problemas recorrentes no país que costumam passar despercebidos pelos turistas.

Vem ver:

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Todas as fotos © Limitless

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Este garoto é o melhor cosplay de princesas da Disney que você já viu

Não é nada fácil fazer um cosplay realmente convincente, mas o jovem mexicano Richard Schaefer, de 21 anos, é prova de que, com um pouquinho de dedicação, tudo é possível. Seu passatempo é se fantasiar das princesas da Disney. Toda a maquiagem e até mesmo a produção do figurino (incluindo a costura dos vestidos) é ele mesmo quem faz.
As criações impressionam pela semelhança e ele diz que adora quando o confundem com uma mulher, pois significa que as transformações estão sendo convincentes. Sua princesa preferida é Ariel, do filme “A Pequena Sereia”, tanto é que ele aproveitou para usá-la como nome de sua conta no Instagram: @TheOfficialAriel, onde já arrecadou mais de 85 mil fãs.
Olha só algumas das transformações do rapaz:
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Todas as fotos © Richard Schaefer

Um olhar íntimo e comovente sobre as lembranças e objetos deixados neste asilo

Por mais de 150 anos funcionou o asilo psiquiátrico Willard, em Nova York. Inaugurado em 1869, Willard chegou a ser o maior asilo do país, com mais de 80 edifícios. Em 1877 o asilo já possuía 1500 pacientes, especializado em casos perigosos e violentos e, como toda instituição desse tipo, uma incalculável coleção de memórias, dores, lutas, sorrisos e lágrimas inscritas entre as paredes de tal lugar.

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O asilo foi fechado somente em 1995, mas a teimosia da memória encontrou uma maneira impressionante de fazer, de uma maneira ou de outra, as histórias desses pacientes permanecerem. Quando do encerramento de Willard, uma coleção de maletas pessoais, que pertenceram aos pacientes do asilo, foi encontrada e, intocada, transformada em acervo do museu de Nova Iorque.

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Fascinado pela passagem do tempo que se registra nesses objetos, como uma coleção vasta de biografias visuais e máquinas de tempos inexatos, o fotógrafo Jon Crispin decidiu por registrar tais malas e seus conteúdos, como uma maneira de espiar um pouco não só a intimidade de pessoas específicas e especiais, mas também registrando o próprio afeto desses pacientes isolados e a sensação e os detalhes de um local e época como que pelo buraco da fechadura – olhando o passado de dentro do próprio passado.

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© fotos: Jon Crispin

Este jovem entrou na zona proibida de Fukushima e fez imagens inéditas e impactantes

O cenário é apocalíptico e fantasmagórico, como se a população de uma cidade inteira tivesse simples e subitamente abandonado o que estavam fazendo e fugido, largando tudo para trás. Assim permanecem as cidades dentro da zona vermelha de exclusão, no Japão, próximas à usina de Fukushima, depois do terremoto seguido de uma tsunami que assolou o país. Pela primeira vez, as regiões de Okuma, Futaba e Namie foram fotografadas hoje em dia. E tudo permanece lá, intacto, como se a qualquer momento os locais fossem ser arrumados para voltarem a funcionar.

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Quem realizou a arriscada proeza de visitar esses locais e fotografa-los foi o jovem Keow Wee Loong, que arriscou a própria vida para entrar nessa zona proibida. A sensação imediata, segundo ele conta, foi de ardor nos olhos e um espesso cheiro químico no ar, mesmo com a máscara de proteção. Loong entrou no local sem autorização, de madrugada através de uma floresta, com nada além de um GPS e do Google Maps.

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A região foi evacuadas assim que o alarme do tsunami ecoou, o que fez com que fosse abandonada perfeitamente como estava. Por isso é ainda possível encontrar comida, roupas, computadores, produtos diversos e dinheiro ao alcance das mãos. Horas depois da evacuação, a explosão na usina ocorreu.

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Segundo ele, caminhar por uma cidade abandonada e pouquíssimo visitada nos últimos cinco anos foi como um estranho sonho infantil, de se estar sozinho em um supermercado e poder comer o que quiser – mas, é claro, no sonho não existe o altíssimo nível de radiação que ainda permanece na zona vermelha de exclusão. Entre o fantástico e o terror, é como se lá a radiação tivesse impedido o tempo de passar.

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© Fotos: Keow Wee Loong

Série de fotos mostra crianças se divertindo em aeroporto abandonado

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O fotógrafo americano Michael Christopher Brown é responsável por verdadeiras obras de arte que mostram sua versão peculiar de mundo. Eternizando pessoas e lugares por onde passa, ele contribui para gigantes como National Geographic, The New York Times e Magnum.

Em seu mais recente trabalho, no qual explora o conflito na República Democrática do Congo, Brown acabou fotografando cenas inusitadas e extremamente humanas do país em ruínas. Entre seus registros estão fotos de um cemitério de aviões em um antigo e abandonado aeroporto, que, por falta de opção, é utilizado como playground pelas crianças locais.

Veja:

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