Fotógrafa retrata o “antes e depois” de crianças que nasceram prematuras

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Para as pessoas que nascem prematuras, continuar vivo após o parto pode ser um grande desafio. A luta pela sobrevivência se dá muitas vezes em incubadoras nas UTIs, onde passam por processos de nutrição e aguardam o desenvolvimento de órgãos que não foram bem definidos durante a gestação.

A verdade é que cada pessoa tem uma história diferente para contar; a conquista da vida é o tema em comum. O fotógrafo Red Methot fez um ensaio inspirador de retratos destas pessoas. Intitulado Les Prémas, o artista baseado no Quebec, Canadá, reuniu crianças de todos os tipos para a série, que conta com retratos delas atualmente segurando fotografias do período em que nasceram.

São histórias de vida contadas apenas com o poder das imagens:

Noah, nasceu em 32 semanas. Sua irmã gêmea, Victoria, à esquerda no retrato, não resistiu após um mês de vida.

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Noah e Nathan, nasceram em 32 semanas

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Lexiani, nasceu em 25 semanas

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Charles, nasceu em 26 semanas

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Emile, nasceu em 26 semanas

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Juliette, nasceu em 30 semanas

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Margot, nasceu em 29 semanas

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Samuel, nasceu em 36 semanas

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Eva, nasceu em 29 semanas

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Alice, nasceu em 27 semanas

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Theo, nasceu em 25 semanas

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Felix, nasceu em 23 semanas, e seu irmão Alexis, em quase 33 semanas

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Bônus: Tamica, nasceu em 32 semanas (e estava grávida há 26 semanas quando a foto foi tirada) 

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Todas as fotos © RedM

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5 ONG’s que estão virando o Brasil de ponta cabeça com ideias simples e geniais

O Brasil é um celeiro de iniciativas geniais que transformam a vida de outras pessoas para o bem. Sejam projetos relacionadas a saúde, educação, infraestrutura ou outros, o que não falta são pessoas com ótimas ideias e boas intenções. Prova disso, são as ONG’s vencedoras do Desafio de Impacto Social que o Google promoveu.

Escolher os cinco projetos ganhadores, entre os 1052 inscritos, foi uma tarefa difícil. Então, conheça um pouco mais sobre eles e veja por que eles mereceram ganhar:

1. ITS-Rio (região Sudeste)

Plataforma para auxiliar cidadãos no debate e na criação de políticas públicas.

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2. Vetor Brasil (região Centro Oeste)

Portal para conectar jovens a cargos públicos de alto impacto.

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3. Arredondar (região Sudeste)

Solução para transformar toda compra em uma oportunidade de doação para ONG’s.

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4. IPAM Amazônia (região Norte)

Plataforma para ajudar comunidades indígenas a se adaptarem às mudanças climáticas.

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5. Transparência Brasil (região Nordeste)

Projeto para monitorar os gastos públicos na infraestrutura escolar.

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O Desafio de Impacto Social do Google é uma iniciativa que visa contribuir com ONG’s brasileiras e fomentar o uso criativo da tecnologia para provocar impacto social. Os cinco projetos vencedores receberam R$ 1,5 milhão cada. Os outros cinco finalistas ganham R$ 650 mil reais.

Chamou a atenção o fato de que três dos cinco vencedores do grande prêmio são projetos com abrangência nacional e não apenas focados em áreas geográficas específicas. Este é um reflexo da escala que a tecnologia nos permite. “Para certas questões, uma solução, plataforma ou protótipo pode funcionar em muitos lugares, então qual a razão para limitar?”, avalia Jacqueline Fuller, diretora do Google.Org.

Além disso, três dos cinco vencedores são projetos que mostram o desejo da sociedade civil de se envolver mais nas questões que afetam o Brasil, em um “papel de monitoramento”, como é o caso do projeto Transparência Brasil, vencedor do Voto Popular. De acordo com Jacqueline, o interesse em abordagens de baixo para cima não é visto apenas no Brasil, mas em democracias em todo o mundo. “Esse comportamento é resultado de alcançar poder pela tecnologia”.

Por um Brasil cada vez melhor!

Todas as fotos © Google Brasil

ONG ilumina comunidades ribeirinhas da Amazônia com garrafas PET e energia solar

O Norte do país é onde há maior dificuldade de acesso à energia elétrica, mesmo que seja alvo de grandes e devastadoras obras de usinas hidrelétricas. Provando que é possível aliar tecnologia e preservação, a Amazônia será iluminada de um jeito inusitado. As comunidades ribeirinhas da região contarão com soluções ecológicas e economicamente sustentáveis para obter luz, através do uso de garrafas pet, além de energia solar para iluminar as casas.

A tecnologia que será empregada tem sua origem na ideia desenvolvida em 2002 pelo brasileiro Alfredo Moser, que usou garrafas plásticas com água e alvejante para solucionar o problema da falta de luz dentro de casa . Alocadas em pequenos buracos nos telhados, as garrafas recebem luz solar na parte superior e, por meio do efeito de refração, os raios se espalham e iluminam a parte interna do ambiente, equivalendo à claridade de uma lâmpada de 60 watts, em média.

A ideia inovadora do brasileiro ganhou escala nove anos depois de sua criação, nas Filipinas. As lâmpadas ajudaram a iluminar o dia a dia de milhares de pessoas, o que resultou na criação da ONG  Liter of Light, em 2011, ganhando prêmio Nobel de energia sustentável e adeptos em outros 21 países. No Brasil, a Litro de Luz já ajudou a iluminar Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Na Amazônia, serão investidos US$ 100 mil dólares nas luzes, além de R$ 30 mil por meio de verba da BrazilFoundation.

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A iluminação por meio de garrafa pet, água e alvejante tornou a vida dos moradores mais simples e seguras, além de reduzir o número de quedas e aumentar a socialização entre moradores. A comunidade também participa de capacitação para que consigam implantar novos modelos. Além da lâmpada diurna, há também o modelo de lâmpada noturna, que é feita com materiais acessíveis como canos de PVC e vem acoplada com uma pequena placa solar para iluminar principalmente os postes de luz.

A economia gerada pelas soluções empregadas supera o seu custo em apenas 3 meses e ainda possibilita a redução de cerca de 250 kg na emissão anual de CO2.  “Nossa principal motivação é testemunhar a grande diferença que algo tão trivial como a luz pode impactar na vida das pessoas. Desde possibilitar que uma criança possa ler um livro em casa à noite, que uma mãe possa voltar do trabalho mais tarde, e que idosos possam andar nas ruas em segurança”, complementa Laís Higashi, presidente da instituição em São Paulo.

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Todas as fotos © Litro de Luz

Fotógrafa documenta como os nova-iorquinos inovam na hora de se vestir da cintura pra baixo

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Como sempre os “newyorkers” estão dando um show de estilo! Não é à toa que as principais fotografias e tendências da moda saem da ilha de Manhattan. E para dar uma diversificada nos cliques, uma fotógrafa foi criativa e resolveu mostrar só os membros inferiores – e fashions – desse pessoal.

A fotógrafa e editora Stacey Baker focou toda a sua atenção nas partes baixas para a série intitulada de New York Legs  – ou seja, Pernas de Nova York. Começou em 2013 quando ela parou uma mulher e capturou a incrível combinação. Entre calças, saias, botas e sandálias ela encontrou um novo recorte para a cidade.

E aqui o estilo é sempre preservado acima de tudo. Cores vibrantes, combinações inusitadas e autênticas têm o foco. Chega de papo que você já deve estar ansioso – e não é para menos. Dá só uma olhada:

*E se você gostar, saiba que uma coletânea delas já está disponível para pre-order na Amazon*

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Todas as fotos © Stacey Baker

Série poderosa mostra como um grupo de garotas está usando a amizade pra lidar com a anorexia

Em um mundo em que somos constantemente bombardeados com imagens de mulheres extremamente magras – muitas com sua silhueta ajustada através de programas de edição de imagens – é normal que as adolescentes sintam uma pressão interna para se equiparar a estes padrões inatingíveis de “beleza”. É aí que começa o problema: muitas vezes, essas meninas não sabem qual o limite da perda de peso e acabam incorrendo em distúrbios alimentares, como a anorexia.

Quando a vontade de ficar mais magra chega a esse ponto, ela já é um risco à saúde. Em casos extremos a doença pode levar a problemas no coração e até a morte. Na Polônia, um centro de tratamento para jovens que sofrem com o transtorno localizado na pequena cidade de Malawa ajuda meninas a se recuperar através de esquemas rígidos que incluem horas certas para comer e pouco acesso à tecnologia

Conhecido como Drzewo Zycia, o centro serviu de cenário para as fotografias de Marie Hald, que mostra como as adolescentes estão batalhando para se livrar da doença. A amizade entre elas parece ser um fator fundamental para a recuperação.

Espia só:

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Todas as fotos © Marie Hald