3 exemplos de como os táxis estão inovando mundo afora

Para se movimentar de um lado ao outro de uma cidade vale andar de bicicleta, a pé, pegar um ônibus, o metrô ou, por que não, um táxi. Desde a Roma antiga, táxis são uma das melhores formas de ir a eventos (principalmente se estes envolverem uns bons drinks), a reuniões importantes e de chegar rapidamente a lugares. Mas desde a Roma antiga, quatro rodas e ar-condicionado foram o máximo de inovação que os táxis tiveram – até então!

Estamos em um momento em que pensar a mobilidade urbana pelo viés da tecnologia é imprescindível e, com isso, a inovação no serviço de táxis acontece. Conheça 3 exemplos de como os táxis estão inovando mundo afora:

1. Corrida ou experiência?

Mais do que levar o passageiro de A a B, o serviço de táxi é uma experiência – é isso que estão descobrindo taxistas como o mineiro Marco Antônio Pereira. Para tornar suas corridas mais confortáveis, ele oferece gratuitamente aos passageiros água gelada, bombons e barrinhas de cereal. Além disso, aprendeu a importância de gentilezas simples, como perguntar se a temperatura do ar condicionado está boa e se o rádio está no volume adequado.

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Fotos © Reprodução/Facebook

2. Tecnologia e mobilidade

Em tempos de smartphone, ligar para uma central telefônica e aguardar na linha para poder chamar um táxi não está com nada! A 99Taxis é um aplicativo gratuito a partir do qual você pode chamar um carro, que chega em até 5 minutinhos, pagar a corrida diretamente no app e avaliar taxistas, evidenciando aqueles que, como Marco Antônio Pereira, oferecem um serviço especial.

O app inova ao trazer mais segurança e qualidade para o serviço de táxi, além de oferecer diversos opcionais, como carros para o transporte de pets, carros de luxo, carro premium, carro com porta malas amplo ou para cadeirantes.

Outra novidade é que a 99Taxis vai instalar racks para bicicleta em mil táxis de São Paulo (SP) até o fim deste mês. A ideia é incentivar o transporte multimodal, permitindo que uma pessoa use diversos meios de transporte para chegar a um lugar. Foi de bike para o trabalho mas a chuva deu as caras? Basta pegar um táxi para chegar são, salvo e seco (com a bike!) em casa. E mais: para testar o aplicativo, você ganha R$ 30 na primeira corrida.

Saiba mais aqui.

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Fotos © 99Taxis

3. Táxi é arte

Dentro de um táxi, a graça é olhar para fora da janela ou aproveitar o tempo para ler e-mails ou navegar em redes sociais. Mas e se o interior do veículo fosse interessante o suficiente para você admirá-lo? Em Mumbai, na Índia, um grupo de estudantes de design querem transformar 30 táxis em obras de arte, adicionando peças exclusivas no tecido das portas, teto e bancos.

Chamado de Taxi Fabric, o grupo conseguiu um financiamento via Kickstarter e já concluiu cerca de 10 veículos. Dá uma olhada na diferença que um design bacana pode fazer em um táxi:

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Fotos © Taxi Fabric

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Jornalista larga carreira de sucesso para vender sorvete numa ilha

Sair da zona de conforto muitas vezes exige bem mais do que simplesmente fazer as malas e encarar uma viagem durante um ou dois meses. Para algumas pessoas, isso se torna um verdadeiro estilo de vida. Foi o que aconteceu com a jornalista Noelle Hancock.

Apesar de ter se formado em uma ótima universidade e estar no auge de sua carreira ganhando cerca de US$ 95 ao ano, enquanto vivia em Nova York, ela simplesmente decidiu largar tudo em busca de uma vida que a preenchesse. Segundo descreveu em um artigo para a revista Cosmopolitan, o seu estilo de vida anterior consisitia em passar o tempo isolada olhando para uma tela e ter raras oportunidades de conviver com seus amigos.

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Insatisfeita com isso, ela decidiu postar uma mensagem em seu Facebook perguntando para onde se mudar no Caribe e pedindo recomendações. Foi aí que a irmã de uma amiga sugeriu que ela fosse para Saint John, nas Ilhas Virgens Americanas. O conselho foi seguido à risca, e lá estava Noelle após seis semanas de planejamento.

Hoje, ela vive em um pequeno apartamento de um quarto e se dedica a vender sorvete na ilha, ganhando cerca de US$ 10 por hora, mas garante estar muito mais feliz do que com o seu estilo de vida anterior. Com uma paisagem como essa, fica fácil entender o porquê.

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Fotos © Noelle Hancock

As tattoos fantásticas de Nando Zevê vão te fazer querer correr para o estúdio; e depois para o mar

Dono de um traço delicado, original e forte, o tatuador e ilustrador pernambucano Nando Zevê se lembra de si com um lápis na mão e um desenho em sua frente desde que se entendeu por gente. E, segundo o próprio, pretende envelhecer da mesma maneira. Seus desenhos fantásticos, traçando a natureza, os animais e principalmente o mar, têm conquistado cada vez mais adeptos. É de se compreender: trata-se de um trabalho original e pleno de estilo.

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Em 2012 Nando criou o projeto #peixeforadagua, um trabalho de intervenção urbana que espalha peixes pelas superfícies das cidades que visita. São cartazes artesanais no formato de peixes, que já foram colados não só por paredes brasileiras, mas também em Toronto, no Canadá – onde passou três meses estudando e também tatuando – e em Nova Iorque, nos EUA.

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Sua primeira cobaia foi ele mesmo; na própria perna ele fez sua primeira tattoo. Hoje, além de clientes, ele já tatuou pele de bode, papel, frutas e até um peixe de verdade. Nando abriu seu próprio estúdio em Recife, e seus desenhos, cheios de singeleza e narrativa, ganham cada vez mais pele e papos por aí. Aparentemente, o único momento em que Nando não se sente um peixe fora d’água é quando está com uma caneta desenhando em um papel ou na pele de alguém.

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© fotos: divulgação

Australiano investe R$ 120 e ganha ilha paradisíaca em rifa

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Enquanto a maioria dos mortais já ganhou no máximo uma rifa simplesinha e levou para casa algo como um mero liquidificador, um australiano deu novo significado à palavra sorte. Ao comprar uma rifa fazendo um investimento de apenas US$ 36 (aproximadamente R$ 120), o homem se tornou dono de uma ilha inteirinha!

O prêmio, um resort tropical na ilha de Kosrae (que faz parte da Micronésia), é um local remoto que mal aparece no mapa e pertencia ao casal australiano Doug e Sally Beitz. Ao invés de realizarem um leilão ou colocar a propriedade à venda de forma convencional, o casal decidiu fazer uma rifa online na esperança poder mudar drasticamente a vida de alguém.

Assim, abril deste ano os Beitz publicaram no Youtube um vídeo (abaixo) anunciando a inusitada rifa. Para ser rentável, eles precisavam vender 55 mil tíquetes a US$ 36 cada. A meta foi alcançada facilmente já que muitas pessoas compraram dezenas de rifas na esperança de aumentar suas chances. No entanto, o sortudo levou o prêmio comprando apenas uma cota.

O vencedor que foi anunciado no último dia 26 de julho é conhecido apenas por ‘Joshua’.

Confira fotos da ilha:

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Barco antigo é transformado em incrível prédio coberto de árvores e plantas

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Na Coreia do Sul não é mais preciso mergulhar para descobrir a beleza de antigas embarcações. Em Seul, um navio antigo foi recentemente transformado em uma incrível construção, que ganhou o nome de Temp’L. Com o casco virado de cabeça para baixo, é possível redescobrir a beleza do veículo, transformado em um prédio verde repleto de árvores e plantas.

O projeto foi uma realização do Shinslab Architecture e foi o vencedor selecionado pelo Programa Jovens Arquitetos de Seoul 2016. O sucesso não é por acaso: além de apenas mostrar a beleza dos objetos antigos, o projeto também é uma enorme obra de reciclagem, conforme comentaram os idealizadores com o inhabitat.

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Com o casco do navio mantido com sua oxidação natural, o foco foi na parte interna do projeto, que foi pintada de branco e ganhou uma iluminação sob medida, tornando-se um verdadeiro espaço de relaxamento. Os interessados em conhecer o local poderão visitá-lo no Museu Nacional de Arte Moderna e Contemporânea da Coreia do Sul, em Seoul.

E, enquanto você não vai até lá, resta se contentar com as ótimas fotos do projeto! Olha só:

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Todas as fotos © Kim Yong-Gwan/Shinslab Architecture

Fotos inéditas mostram como é o interior de uma fábrica de iPhones

Você sabe como funciona uma fábrica que produz componentes usados nos iPhones? Provavelmente não, até porque é uma política dos donos do local manter as condições de trabalho de seus empregados em segredo. Mas uma fotógrafa americana teve acesso ao local, na China, e registrou bastante coisa.

Mari Bastashevski passou 24 horas na unidade da Foxconn em Shenzhen, na China, e escreveu um relato para o Buzzfeed. A empresa é a maior fabricante de componentes eletrônicos do mundo, vendendo-os para empresas como Apple, Amazon, Microsoft, Sony e Nintendo.

O local mais parece uma cidade do que uma fábrica. Centenas de milhares de pessoas trabalham ali, mas nem todas parecem muito felizes com as condições: além de duas piscinas, um hospital e várias cantinas, andando pela Foxconn é possível ver várias redes de prevenção a suicídios.

Muitos dos funcionários não conseguem pagar por dormitórios fora da fábrica e vivem lá mesmo, saindo da “cidade“ poucas vezes no mês. Vários deles aproveitam qualquer momento para tirar um cochilo em suas cadeiras ou mesas de laboratório.

Confira algumas das fotos registradas por Mari:

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Fotos: Mari Bastashevski

Acesse o Buzzfeed para ler o relato completo feito pela fotógrafa.